
Banished
Histórico de preços
Últimos 36 meses · atualizado todo diaOs preços cobrem a Steam e 39 lojas autorizadas; só entram ofertas regulares. O gráfico mostra os mínimos semanais do mercado e o preço oficial da Steam nos últimos 36 meses.
01Sobre Banished
Lidere um grupo de exilados na construção de um novo lar, equilibrando comida, saúde e moradia enquanto a população cresce e muda. No Steam para PC, a avaliação positiva é de 90% entre 37.941 análises.
Equipe
Menor preço registrado em 36 meses
US$ 5,992023-10-16 · GOGJogo base · mesmos registros do gráfico acima; histórico em USD, não o menor preço regional do Steam.Idiomas disponíveis
| Idioma | Interface | Legendas | Áudio |
|---|---|---|---|
| Inglês | Sim | — | Sim |
Dados da versão Steam para PC · 2026-10-25
02Antes de comprar
Gestão do assentamento
Banished é um jogo de estratégia e construção de cidades sobre exilados que fundam um assentamento e sustentam seus habitantes.
Modo e idioma
A página Steam para PC indica modo para um jogador e áudio completo em inglês.
03Perguntas frequentes
Qual é o papel dos habitantes?
Os habitantes nascem, envelhecem, trabalham, formam famílias e acabam morrendo. Saúde, felicidade e alimentação são essenciais para o crescimento da cidade.
Como funcionam construção e comércio?
Não há árvores de habilidades nem dinheiro. Construções usam recursos reunidos, e navios mercantes permitem trocas.
O que afeta o planejamento da cidade?
Plantar, caçar, minerar, extrair pedra e replantar florestas ocupam espaço; alguns mapas podem ter recursos escassos.
“A city builder a single developer made, where people aren't a score to grow but real lives that freeze and starve — you stockpile firewood and food years ahead of the winter. Gripping early on, but the quiet late game leans on free mods to stay alive.”
Nosso veredito
In 2014, Banished turned population into the thing you’re scared of losing

Banished still matters because it was one of the games that helped define this whole modern survival city-builder lane. Back in 2014, that mattered a lot. It took the usual “grow bigger, get richer” city-builder fantasy and flipped it. Your people aren’t a score. They’re not a number you pump up for fun. They age, they get sick, they freeze, and if you botch food or firewood, they die. That sounds brutal because it is. And that’s exactly why it works. The game makes winter feel like an actual threat instead of just a seasonal visual effect.
That’s also why people keep comparing it to Frostpunk. Frostpunk is louder. It’s more dramatic. It shoves you through its scenario beats. Banished is colder in a different way. It doesn’t need a villain, or a war, or a big story hook. The enemy is the climate, and the enemy is your own logistics. No money. No tech tree. No combat. No AI army coming to ruin your day. Just you, a small group of exiles, and the question of whether you can keep them alive through the next winter. If you like systems that feel like a clean, nasty math problem, this is the good stuff.
Who Banished is for, and who’s gonna bounce off it fast

My blunt take? Banished is for players who enjoy turning a half-dead little settlement into something stable through pure planning. If you like resource juggling, production chains, and making one smart decision after another, this game will click hard. If you get satisfaction from saving a town that looked doomed an hour ago, Banished delivers that feeling better than a lot of newer games. The Steam numbers back that up too: 90% positive from 37,747 reviews is a huge player endorsement, even if critics were cooler on it, with Metacritic at 73 and OpenCritic at 74.3. That split makes sense. The early and midgame are fantastic. The pressure is real. The problem is that once your colony gets self-sufficient, the vanilla game starts to coast. The tension thins out, and you’re mostly maintaining a machine that already works.
And that’s where the warning label comes in. If you want story beats, combat, or a clear win condition, Banished is probably going to feel empty. It doesn’t hold your hand, either. A wiped-out first town is basically the tutorial for most people. You’re expected to learn by failing, then checking the wiki, then trying again. That’s rough, but it’s also why the game has such a hardcore reputation. It was also almost a one-man job from Luke Hodorowicz, and that’s wild when you think about it. He built the engine and the whole thing, and the game still hit Steam sales charts in 2014. So yeah, there’s pedigree here. But if you’re not into being left alone with a tough system and a cold winter, you’ll probably hate it.
PC, vanilla first, then mods if you want the game to keep breathing

If you’re buying Banished, the answer is simple: play it on PC, start with the base game, and expect mods to carry the long tail. There’s no paid DLC to worry about here, so the real version choice is just vanilla versus community content. And honestly, vanilla is the right place to begin. You want to learn how the game thinks before you start stacking on extras. Once you’ve got that down, then yeah, go straight for the big community stuff like Colonial Charter or MegaMod. That’s where the game gets a second life, because the mods help cover the part the original game struggles with: the late-game rut.
That’s also why the rating picture looks the way it does. The audience loves it — 90% positive is nothing to shrug at — but the critic scores sit in that solid, not insane, range at MC 73 and OC 74.3. That’s basically the story of Banished in one snapshot: a brilliant survival-city-builder with a killer opening act, a softer endgame, and a mod scene that keeps it alive years later. So if you want a polished narrative ride, skip it. If you want a lean, harsh systems game where every log and loaf matters, this is still absolutely worth your time.
Análises populares do Steam
Seleção no idioma nativo · 10 análisesAs análises úteis selecionadas neste idioma apresentam elogios e críticas. A seleção não representa a avaliação positiva geral; as opiniões se referem à versão analisada.
O jogo é interessante, mas muito mal otimizado. Quando a população passa de 300 já começa a ficar lento. Para um jogo que simula a economia de uma espécie de colônia da Idade Antiga, é satisfatório, inclusive muito leal aos desafios da época: uma vez que você ocupar todo o mapa, com toda a terra agricultável e todo o espaço para as construções, seu povo vai continuar reproduzindo como coelhos, o que levará a uma grande fome. Essa fome vai matar 10 a 20% da população muito rápido e não há nada que você possa fazer para conseguir aumentar a produtividade das suas fazendas, animais, pomares e demais produtores de comida. Como consequência das primeiras mortes, sua produção de alimentos irá cair, junto com outros setores da economia, como textil, ferramentas e aquecimento, porque não haverá quem realocar no trabalho. Isso vai provocar uma reação em cadeia que vai arrasar sua população de tal modo que talvez você desista do jogo: mesmo tendo cemitérios por toda parte, eles não tinham capacidade para centenas de mortos de uma só vez, o que significa que eles vão ficar espalhados pelas ruas ou em casa, derrubando a moral da população e reduzindo ainda mais a natalidade. Ou seja: você termina o jogo sempre com um pequeno país ocupando todo o mapa, mas seus planos estão condenados pelo limite de produção de comida. A única possibilidade de contornar isso é construindo vários postos de troca, o que eu não quis tentar pois eles ocupam muito espaço e dependem de sorte: de tempos em tempos um barco chega com produtos ofertados e requeridos: ele PODE ou não ter o que você quer e querer o que você oferece. Ainda assim, mesmo se o jogador conseguisse suprir a falta de comida no estado avançado do jogo através desse sistema de escambo super precário (o jogo não tem dinheiro ou um mercado perene), ele ainda teria problemas com uma população que não para de crescer e não tem mais onde construir residências. TLDR: o jogo é interessante, mas como a sociedade não avança, a população está condenada a longos períodos de expansão seguidos por um curto e esmagador período de contração, depois volta a expandir e assim por diante.Mostrar maisMostrar menos
Desafiador, frustrante e compensador! Banished é um game de simulação e gerenciamento de cidades. Desenvolvido e publicado pelo estúdio independente Shining Rock Software LLC. Lançado em fevereiro se 2014 exclusivamente para PC. A proposta de Banished é apresentar um gerenciador de cidades, assim como SimCity, porém ambientado na idade média. Assim como a maioria dos games do gênero, o jogador deve providencias recursos e atender as necessidades específicas da população, porém Banished tem uma peculiaridade que o torna quase que único, cada habitante tem uma função e se torna fundamental para o desenvolvimento da sua cidade. Ao começar, o jogador poderá escolher a dificuldade, o tamanho e tipo de mapa, dependendo dessas escolhas o game começará com uma certa quantidade de recursos e habitantes. A premissa de Banished gira em torno de um grupo de pessoas que foram banidas de sua antiga comunidade e precisão se restabelecer em um novo local e cabe ao jogador garantir que tal objetivo seja alcançado. E é aqui que Banished se diferencia de qualquer game do gênero, pois apresenta uma curva de aprendizado bem acentuada, podendo frustrar até mesmo os mais experientes jogadores do gênero. Em Banished, cada habitante tem um papel fundamental para o desenvolvimento de seu pequeno povoado, o jogador terá que definir sabiamente a função de cada habitante, direcionando-o para coletar recursos e produzir mantimentos que garantam não só o desenvolvimento da cidade, mas também a sobrevivência da própria população. Se já não bastasse os recursos baixos, os habitantes sofrem com males totalmente fora do controle do jogador, podendo morrer de fome, frio e até mesmo por desastres naturais e a dificuldade do game está justamente aqui, a perda de um único habitante pode ocasionar em um verdadeiro desastre e é extremamente difícil equilibrar os recursos ao ponto de manter de forma sustentável o povoado e ainda faze-lo desenvolver, Um bom exemplo disso é a necessidade constante de se monitorar o estoque de alimentos e lenha, dois dos recursos mais fundamentais do game, basta um pequeno descuido para o estoque cair, causando morte por fome e frio nos rigorosos invernos presentes no jogo. Além da constante preocupação de se manter o estoque de recursos em um nível aceitável, o jogador pode ser surpreendido com desastres naturais que simplesmente destroem em poucos minutos o trabalho de horas. Incêndios surgem sem prévio aviso e arrasam quadras inteiras do povoado, assim como tornados que causam um grande estrago por onde passam e para finalizar pragas e doenças assolam as plantações e animais. Toda essa dificuldade que o game apresenta demanda uma certa dedicação do jogador, que terá que definir qual recurso priorizar, qual a função de cada habitante e quais estruturas construir primeiro, tudo isso determinará o sucesso em tornar o povoado sustentável. E o desenvolvimento da sua pequena cidade será algo demorado, lento, pois a população só aumentará com o nascimento e crescimento das crianças geradas na própria vila, isso proporciona uma ótima sensação de realismo ao game. Apesar da dificuldade inicial que o game apresenta, que afugenta alguns jogadores casuais, o mesmo se torna extremamente compensador após as primeiras inevitáveis derrotas. É extremamente gratificante conseguir estabelecer um povoado, por menor que ele seja, e torna-lo sustentável e prospero. O interessante é que o game apresenta várias maneiras de se alcançar os objetivos, o jogador poderá investir na agricultura para produzir alimentos, assim como viver única e exclusivamente da caça e da coleta de ervas, ou ainda, se desejar, coletar grandes quantidades de madeira, pedra e até mesmo carvão, para poder comercializa-los e troca-los por outros insumos. Poderá construir escolas, para que os habitantes se tornem mais produtivos, hospitais para melhorar sua saúde, uma taberna para que se divirtam e inúmeras outras construções, todas elas cumprindo uma determinada função e impactando no desenvolvimento do povoado. O visual de Banished é extremante competente, apresentando belos cenários, que mesmo limitados, atendem de forma satisfatória a proposta do game, além disso o game apresenta mudanças de estações, que deixam os cenários ainda mais belos, como por exemplo no inverno, onde todo o povoado é coberto por neve gerando um belo contraste com a vegetação e as construções. A arquitetura dos edifícios também impressiona, remetendo logicamente a idade média, apresentando um belo nível de detalhes, dando uma personalidade bem distinta ao game. Banished é um excelente game de gerenciador de cidades, apresentando uma dificuldade desafiadora, que frustra em um primeiro momento, mas que se torna extremamente compensadora após superada. Um game diferente da maioria dos games do gênero, tornando-o quase que indispensável para os fãs de simuladores e gerenciadores de cidades. Informações adicionais: Nota geral: 10 Tempo dedicado ao game: aproximadamente 50 horas. Conquistas desbloqueadas: 10 de 36. Dificuldade: Entre médio e difícil. Fica a dica: Mantenha um estoque considerável de alimentos e lenha, essa deve ser sempre a sua principal prioridade, pois sem eles sua população irá fatalmente morrer. Gameplay: Clique aqui. Imagens durante a jogatina: Clique aqui. Vale o preço? Sim, se curte games de gerenciamento e desafiadores pode comprar sem medo. Modo de jogo: Exclusivamente singleplayer. Idioma: Inglês, com tradução disponível na oficina da Steam. Publicado originalmente no Blog PortoHQ.Mostrar maisMostrar menos
A administração do jogo é complicada no início, e você vai matar muita gente até encontrar o ajuste fino que o jogo exige para prosperar. Ocorre que, quando isso finalmente acontece, não há mais nada a fazer no jogo, a não ser replicar tudo que você ja fez até então. Não há evolução. O jogo não libera novas construções, nem novos recursos; sequer se evolui das construções existentes; não há tecnologia a ser desenvolvida. É legal nas primeiras horas, e os poucos mods que existem na oficina, podem dar erros no game.Mostrar maisMostrar menos
A princípio, certamente a maior comparação que você verá desse jogo é simplesmente: "Banished é um Simcity, só que da idade média". Faz um certo sentido: nos dois você precisa administrar uma cidade, nos dois você é uma espécie de "deus" (prefeito por 100~200 anos? Claro...) e nos dois tem desastres. A semelhança para por aí, porque diferentemente de Simcity, Banished não é simples e fácil. O primeiro problema é justamente que não se trata da idade média em si, mas algo mais antigo. Quando eu não faço ideia, mas nem mesmo carroças esse jogo tem. Mas e aí? Como administrar uma cidade nos moldes da idade da pedra? Nós sabemos que hoje é simples: comércio próximo de residências e indústrias afastadas, já que ninguém gosta de sentir cheirinho de químicos estranhos perto de casa; constrói um Power Plant e esquece que ele existe até que a energia não chegue em todos os lugares. Se a violência estiver alta, basta construir delegacias. Se as doenças estiverem afetando sua população, constrói hospitais. Se a população se sente triste, você constrói um parquinho... sabe como é, aquela mesma fórmula. Só que tudo fica muito mais complicado quando você não tem maravilhas do mundo moderno como luz e banho quente. Coisas hoje quase banais como alimentação, clima, agricultura, proximidade do centro... tudo isso conta nesse jogo. Se subúrbios funcionam bem na vida real, bem... não funcionam aqui. A cidade precisa ser formada com uma espécie de "pequenos centros", visando facilitar o transporte de mantimentos. Não quer seguir tal linha? Ok, então assista sadicamente aquela área morrer de fome e frio em menos de 2 anos. Ter milhares de peixes a quilômetros de distância não vai ajudar em absolutamente nada para quem quer morar longe. O mesmo vale para qualquer outra coisa, o que cria a necessidade de sua cidade ser, na verdade, um conjunto de colônias. Esse é o desafio nº 1. Saiba também de uma coisa: o jogo não é "gente fina" com você. Mesmo na menor dificuldade, com o maior mapa e menos montanhoso possível, você sofrerá maus bocados. Os tutoriais ajudam, passando o princípio básico do que cada coisa faz, mas ele não ensina o quão difícil é manter centenas de pessoas alimentadas apenas por pescadores, caçadores e catadores de raízes em um clima temperado. É como se seus pais ensinassem você a limpar a sua casa e lhe botassem pra morar sozinho sem nenhuma ajuda financeira ou preparo. Loucura? Bem, esse game não pensa assim. Esse é o desafio nº 2. Obter recursos é um processo terrivelmente lento e o pior: justificável. Você não tem ferramentas ideais para trabalhar rapidamente, o que torna a tarefa de sobreviver no primeiro inverno como uma verdadeira tortura. Existem formas de tornar o processo autossustentável em todos os recursos que podem ser adquiridos, mas é difícil de chegar lá e, mesmo chegando, é ainda mais lento do que se fosse feito manualmente. No início não é nem de longe uma opção, mas quando você depende da caça e precisa de florestas pra isso, vai aprender que é melhor deixar pessoas cortando umas árvores ali e replantando, o que demora muito mais do que o desmatamento incontrolável. Esse é o desafio nº 3. Diferente do Simcity, as pessoas não são imortais. Pessoas morrendo de velhice são comuns e algumas não duram nem mesmo 40 anos. Uma pessoa morta significa que você tem que esperar uma criança ter idade pra trabalhar, o que pode demorar a depender do momento, e tornar ainda mais lento adquirir recursos. Isso que nem mesmo citei as mortes ocasionais, como mineiros sendo esmagados, mulheres morrendo no pós-parto (o que significa uma substituição literal de um trabalhador para uma criança que só vai ficar ativa, no mínimo, na adolescência, mais de uma década depois), desastres que podem matar dezenas ou até centenas de pessoas e por aí vai. Esse é o desafio nº 4. O jogo ainda conta com uma seleção de clima e você pode escolher o clima "harsh", o que traduz literalmente para "ríspido". Nesse modo, você pode enfrentar neve em plena primavera, invernos em que a temperatura pode chegar a -18°C (sim, o jogo mostra a temperatura) ou até mesmo verões que podem chegar a 37°C. Esses foram os limites que alcancei até agora, mas certamente podem ficar pior, para mais ou para menos. Diria que esse é o desafio nº 5, mas como é opcional, menos mal. Existe um bem nisso tudo: essa dificuldade não é chata ou "cheap", mas sim desafiante. Você precisa pensar antes de realizar qualquer ação ou pode fazer sua cidade morrer de fome em pouco tempo por um erro simples. De todas as diferenças com Simcity, essa é a principal delas: é um jogo difícil, bastante difícil e... agradavelmente difícil. Você se sente desafiado e quer provar que consegue vencer. Isso é bom! Bem... pelo menos para mim foi. A trilha sonora é relaxante e agradável, trazendo músicas que combinam com o estilo do jogo. O game também traz muitas opções que são extremamente bem-vindas, como o autosave a cada 1 minuto e a possibilidade de deixar o jogo em execução mesmo após um alt + tab, perfeito para quem não quer ver a execução das coisas ou chegou em um ponto que esteja 100% autossustentável. Os menus parecem confusos de início, mas com o passar do tempo você perceberá que eles são exatamente o contrário: intuitivos e diretos, além de ser possível editar 100% o HUD. Os controles são totalmente configuráveis e trazem diversas boas opções como guardar locais da câmera específicos. Nada a reclamar nesses pontos. O jogo é bastante diversificado e você terá várias opções que melhoram coisas específicas. Quer que seus habitantes aprendam a usar melhor as ferramentas? Construa escolas. Quer que uma doença não se torne uma epidemia? Construa hospitais. Quer ter em mão todas as informações e estatísticas sobre sua cidade? Construa uma prefeitura. Nada disso é novo, mas ajuda bastante a bolar estratégias e planos a longo prazo. E, finalmente, os gráficos não são feios e são extremamente leves, o que comprova que foram bem otimizados. Nossas placas de vídeo agradecem. Se existe algo que esse jogo falha mesmo, tem três coisas principais pra mim: 1- EDIT: Tem 2 coisas que reclamei aqui em que a primeira delas é não mostrar no log algumas mortes, mas foi pura desatenção de minha parte, porque tudo que acontece é mostrado no log, inclusive dá pra por isso como notificação. A segunda era dos empregos não serem substituídos automaticamente e descobri que se a pessoa tiver a função de "Labourer" que é a responsável por recolher recursos de forma manual, ela irá substituir automaticamente as pessoas que morrerem por velhice ou qualquer outra razão. Fica a dica pra vocês. 2- Após entender como o jogo funciona, ele se torna automático e até mesmo chato. Como não existem métodos melhores para realizar certas coisas na maioria das vezes, isso não deve demorar. É pouco, principalmente para um jogo que tem conquistas que requerem um tremendo esforço de conseguir. 3- O clima não traz muitas mudanças e é facilmente domável. No calor nada muda e no frio basta produzir roupas e lenha para fogueira o suficiente: pronto, você sobreviveu. A chuva poderia trazer interferências e deveriam existir coisas como "frentes polares" e "frentes quentes" que afetassem diretamente os habitantes. É mais um desafio e que ajuda a fugir do "automático". De qualquer forma, tem R$ 35 pra gastar e quer algo que fuja um pouco dos padrões dos jogos de hoje em dia? Aqui está onde você deve investir seu dinheirinho. Agora se me dão licença, minha cidade está com 170 habitantes e passando fome.Mostrar maisMostrar menos
Banished é bom, mas é aquele tipo de jogo que morreu na praia, gostaria de fazer uma análise positiva, entretanto prefiro deixar o alerta para futuros compradores não se sentirem frustrados, a baixo estão os aspectos relevantes do jogo. Basicamente sempre produza mais alimentos que o necessário (utilize os portos para controlar os estoques); Tenha sempre fontes de alimentos contínuos (peixes, animais e coleta na floresta) e fontes não contínuas (plantações); Construa suas "fábricas" próximas de onde se encontram os itens necessários a produção (ferreiro - mina de ferro/carvão, taverna - plantações de frutas...); Em vez de construir uma "metrópole", faça pequenos núcleos (60 casas, 2 escolas, 1 hospital, 1 igreja, 1 cemitério) pelo mapa; O jogo se resume a estes ciclos de construção de novos núcleos e ficar atento para não faltar os itens que os habitantes precisam, especialmente alimentos; por isso pode se tornar chato em algumas horas; O maior problema é a má otimização, particularmente o desafio do jogo é aumentar sua população ao máximo, já que a mecânica é simples conforme explicado acima, mas quando se tem mais de 500 habitantes o jogo fica muito pesado, tenho um computador excelente, mesmo assim fica impossível, e acima de 600 ou 700 habitantes o jogo começa a travar. As conquistas também não estão funcionando e a ultima atualização foi em 2015. Recomento apenas se estiver em promoção e ele é mais um jogo casual do que algo a se dedicar por muito tempo, faltou mais suporte por parte dos desenvolvedores, tanto para otimização do jogo, quanto para adicionar mais conteúdo e deixar mais complexo.Mostrar maisMostrar menos
O que o simcity 5 deveria ter sido.Mostrar maisMostrar menos
O jogo pode ser bom, divertido e viciante, porém, quando se trata de gerenciamento de recursos faltam muitas opções. O maior problema é a falta de gerenciamento do armazéns, não há como definir que produtos determinado armazém recebe, e isso se torna um problema muito rápido. Vou dar um exemplo: Você constrói um armazém para guardar madeira, pois ele fica perto de onde as pessoas cortam madeira. Com o tempo, este armazém começa se encher de pedras e ferro, tirando o espaço que era pra ser apenas das madeiras, e quando você menos espera, o armazém está lotado de coisas que não deveriam estar ali! Estas coisas irritam, e com o passar do jogo, tornam ele insustentável. _____________ The game may be good, fun and addictive, but when it comes to resource management lacks many options. The biggest problem is the lack of management of the warehouse, there is no way to define that particular product warehouse receives, and this becomes a problem very fast. I'll give an example: You build a warehouse to store wood, because it is close to where people cut wood. Over time, this warehouse begins to fill with stones and iron, making the space that was supposed to be just the woods, and when you least expect it, the warehouse is full of things that should not be there! These things irritate and over the game, he become untenable.Mostrar maisMostrar menos
É interessante como as vezes games simples superam nossas expectativas, Banished é assim, um jogo no estilo Simcity mas com uma gestão mais direta, você deve construir sua comunidade e garantir sua sobrevivência, no inicio são apenas algumas familias que precisam de habitações, roupas, alimentos e lenha para o inverno, um erro e muitos morrem, se não bastasse a gestão que é bem complexa, ainda temos as pragas nas plantações, incêndios e doenças. Agora com os mods, muitas coisas vêm sendo adicionadas "do trigo se faz a farinha e depois o milagre do pão", melhor compra para quem curte o estio!Mostrar maisMostrar menos
Banished é um jogo de "construção de cidades". Os desafios são: Coletar recursos (Madeira, Ferro e Pedra) Coletar comida (Pesca, Caça, Agricultura e Frutos da Floresta) Manter a população aquecida, feliz e católica =D Vi muitas análises de crescimentos desenfreados e escassez de recursos, mas a verdade é que um crescimento planejado e orgânico, faz com que a cidade cresça vagarosamente com muita prosperidade. Se conseguir alcançar esse nível de compreensão, o jogo se torna um acompanhamento do crescimento da cidade e uma atuação emergencial na gestão dos desastres naturais, que é o único fator de ameaça. Utilizar o reflorestamento, e as minas de pedra e ferro, praticamente garantem recursos de infraestrutura infinitos, se você tem um crescimento ordenado. Meu estoque de comida, roupas e ferramentas esteve sempre próspero. Hospitais, Herbalistas e Igreja para manter o povo feliz e saudável. Nenhuma Taverna. Resultado: Banished Detonado! Frostpunk traz desafios maiores!Mostrar maisMostrar menos
Fonte: análises originais de usuários Steam. Votos de utilidade são um registro arquivado, não dados ao vivo. Última coleta: 15/08/2026.
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