
Beholder 2
Histórico de preços
Últimos 36 meses · atualizado todo diaOs preços cobrem a Steam e 39 lojas autorizadas; só entram ofertas regulares. O gráfico mostra os mínimos semanais do mercado e o preço oficial da Steam nos últimos 36 meses.
01Sobre Beholder 2
Em Beholder 2, você começa como estagiário no ministério de um estado totalitário. Assuma as tarefas do ministério e enfrente rivalidades profissionais para subir na carreira; ou se volte contra o Estado e exponha a corrupção. Análises na Steam: 87% positivas entre 6.914. Data de lançamento: 4 de dezembro de 2018. Idiomas da interface: Chinês simplificado, Inglês, Russo, Alemão, Coreano, Polonês, Espanhol e Turco.
Equipe
Menor valor registrado em 36 meses
US$ 0,882026-07-30 · KinguinJogo base · mesmos registros do gráfico acima; histórico em USD, não o menor preço regional da Steam.Idiomas disponíveis
| Idioma | Interface | Legendas | Áudio |
|---|---|---|---|
| Chinês simplificado | Sim | Sim | Sim |
| Inglês | Sim | Sim | Sim |
| Russo | Sim | Sim | Sim |
Mostrar mais 5 idiomas
| Idioma | Interface | Legendas | Áudio |
|---|---|---|---|
| Alemão | Sim | Sim | — |
| Coreano | Sim | Sim | — |
| Polonês | Sim | Sim | — |
| Espanhol | Sim | Sim | — |
| Turco | Sim | Sim | — |
Dados da versão Steam para PC · 2026-10-29
02Antes de comprar
Modo de jogo
No Steam para PC, Beholder 2 é para um jogador e oferece suporte ao Steam Cloud.
Idiomas
A interface está disponível em inglês, chinês simplificado, francês, alemão, italiano, japonês, polonês e espanhol. O áudio completo consta para inglês e chinês simplificado; há legendas nos oito idiomas.
03Perguntas frequentes
Sobre o que é Beholder 2?
Você começa como estagiário no ministério de um estado totalitário. Pode subir na carreira com tarefas administrativas e intrigas ou se voltar contra o Estado para expor a corrupção.
O que se faz no jogo?
Você assume as tarefas do ministério e enfrenta rivalidades profissionais enquanto decide como avançar.
Quais escolhas estão disponíveis?
Você pode buscar uma carreira no ministério ou se opor ao Estado e revelar a corrupção.
Análises populares da Steam
Seleção no idioma nativo · 10 análisesAs análises úteis selecionadas neste idioma incluem recomendações e críticas. A seleção não representa a avaliação positiva geral; as opiniões refletem a versão analisada.
o jogo deveria ter idioma portuguesMostrar maisMostrar menos
Imagine um governo autoritário, centrado na figura de um líder carismático e idolatrado por todos. Nas entranhas desse governo vicejam a burocracia extrema e a corrupção generalizada, palco para a perseguição política em nome de um futuro melhor que nunca chega. Essa é a ficção concebida pela Warm Lamp Games em Beholder 2, um retrato brutal dos bastidores do poder, do jogo de gato e rato pela luta por influência e dinheiro. De Volta ao Admirável Mundo Novo O primeiro Beholder, lançado no final de 2016, foi o primeiro jogo que analisei para o Gamerview. Foi também uma experiência marcante em mais de um sentido, um mergulho em uma realidade sufocante. No jogo original, a desenvolvedora conseguiu captar como um regime ditatorial estende sua influência para todas as esferas da sociedade e até o mais comum dos cidadãos pode se converter facilmente em uma nova engrenagem do mesmo sistema que o oprime. Em uma selva repleta de leis, quem detém o mínimo de poder é simultaneamente carrasco e vítima. Essa mensagem é mantida na continuação, que não é exatamente uma continuação. Ignorando os eventos do final do primeiro jogo, Beholder 2 nos traz uma nova situação em que uma pessoa normal, sem malícia ou ambição, precisa aprender como funciona esse mundo, dobrar sua ética ou se arriscar a perecer em um cenário impiedoso. Controlamos aqui Evan Redgrave, o filho de um poderoso integrante do Ministério, que é arrastado contra sua vontade para o turbilhão de um mistério: o aparente suicídio de seu pai na cena de abertura do jogo. Por indicação do falecido, Evan consegue um cargo no cobiçado centro da burocracia do Estado, apenas para descobrir que em todas as esferas sempre haverá alguém acima tentando pisar em quem está embaixo e gente que está embaixo disposta a tudo para passar pra cima. O Ministério é um ninho de víboras e todos os métodos são válidos para apunhalar os colegas pelas costas: plantar evidências, conspirar, denunciar atividades classificadas como ilegais, mentir, manipular. Nas palavras de um dos personagens, trabalhar duro é a forma mais insana de se ganhar reputação. "Você Sabe Com Quem Está Falando?" Beholder 2 nos traz verdades: regimes ditatoriais não são organizações malignas monolíticas azeitadas para um único propósito. São organizações malignas onde todos estão querendo um pedaço para si mesmos. Nesse ambiente, a burocracia é uma barreira para manter a população sob controle. Essa barreira pode ser burlada com suborno, aceito e até incentivado pelos gerentes, que chegam a estabelecer cotas para os funcionários do chamado baixo clero. Então, todos estão querendo se dar bem em um cenário que incentiva a carteirada e o "jeitinho". Sim, ainda estamos falando do jogo. Evan não é um paladino da Justiça, um quixotesco herói que busca vingança ou respostas para a morte do seu pai. Nosso protagonista não via ou falava com ele havia uma década. Sua presença aqui é involuntária e todos os olhares se voltam para ele. É apenas uma questão de dias para a armadilha se fechar: ou Evan se adapta ao jogo ou irá encontrar o mesmo destino do seu pai, de um jeito ou de outro. Novamente, a Warm Lamp Games não coloca freios ou realiza juízo de valor sobre as decisões do jogador. Há diferentes formas de "se livrar" da concorrência e subir na hierarquia e cabe a cada um de nós traçar os limites de até onde se pode ir. Causou-me um grande desconforto não conseguir solucionar um dilema da forma mais pacífica possível e terminar armando um falso flagrante para um colega de trabalho do qual me compadeci. Ele foi espancado e executado na frente de todos, diante de aplausos, pelo crime de traição à Pátria. Nos corredores do Ministério impera a caça às bruxas. Entretanto, o desconforto é apenas pessoal e não traz consequências para o jogo, essas são suas regras. Para disfarçar esse remédio amargo, Beholder 2 embrulha tudo com uma estética minimalista que desumaniza seus personagens. O visual aqui é um pouco mais cartunesco do que vimos no jogo anterior, mas não chega a comprometer. Ou talvez seja somente o nível de zoom mais próximo do que tínhamos antes que exija uma maior quantidade de detalhes, que acabam realçando o visual dos habitantes dessa distopia. As falas dos personagens também são desumanizadas, alguns soam perfeitos em seus tons, mas outros parecem monótonos. A trilha sonora fecha a atmosfera com o tipo de música que se espera de um jogo que gire em torno do totalitarismo. As faixas são grandiloquentes, mas também oferecem a medida certa de temor, principalmente nos momentos que antecedem execuções. Nada Como Um Dia Após o Outro É uma pena que a Warm Lamp Games amarra esse universo e esse suspense com uma história arrastada e presa em uma mecânica propositalmente repetitiva. Em macro escala, Evan irá eliminar seus concorrentes no escritório, subir de nível na hierarquia (fisicamente subindo também os andares do prédio do Ministério), eliminar seus novos concorrentes, subir de novo na hierarquia. É a mesma mecânica, que já era cansativa no primeiro andar, repetida outras vezes. Em micro escala, Beholder 2 se perde também na rotina de seus mini-jogos. Para ganhar dinheiro, Evan depende do seu trabalho no Ministério: analisar pedidos dos visitantes do serviço público e despachá-los para as salas corretas. Ele é basicamente um carimbador de formulários, um burocrata. Os pedidos mais estranhos chegam ao seu guichê e eles servem para que tenhamos uma visão mais ampla dos horrores dessa sociedade doutrinada, onde o Líder tudo pode e o povo luta por migalhas, por remédios, por trabalho, por roupas, por uma vida melhor, onde tudo é crime, mas nada ocorre, feijoada. Mas depois de dezenas de atendimentos (e você fará muito mais do que isso), a tarefa se torna tão enfadonha quanto deve ser no mundo real. Nesse momento, Beholder 2 se torna um simulador de repartição pública, daquelas de clichê, onde os movimentos são mecânicos e o cérebro desliga. Então, Evan caminha pelos corredores, conversa, trama, trabalha, volta pra casa, paga contas, dorme, repete. É um mérito da desenvolvedora conseguir capturar com tanto sucesso o desesperador vazio do dia a dia e acredito que a proposta era exatamente essa, ainda assim sua jogabilidade irá assustar quem estiver interessado em desvendar esse mundo. Novas pistas sobre o que aconteceu no passado são distribuídas muito vagarosamente, após muitas idas e vindas, missões paralelas bastante parecidas, formulários carimbados, conversas de comadres. Quem perdurar na busca por respostas e sobreviver ao moedor de almas que é o Ministério será brindado com uma conclusão que foge e muito do clima realista do resto do jogo. Uma distopia, para funcionar, não pode se distanciar demais da realidade vivida pelo leitor/jogador/espectador. Entretanto, Beholder 2 vai amplificando tudo pelo caminho em sua reta final, abandona qualquer traço de sutileza e ainda traz uma conclusão fantástica que abraça a ficção-científica com força e larga por completo a crítica social. O resultado final acaba sendo uma jornada exaustiva e uma chegada que surpreende, mas pelos motivos errados. Publicado originalmente em: https://www.gamerview.com.br/reviews/beholder-2Mostrar maisMostrar menos
sem tradução ptbr complicaMostrar maisMostrar menos
Resumo: Interessante, não tão bom quanto beholder 1, com bugs. É um jogo interessante, mas tem alguns trabalhos chatos de fazer, e você precisa fazê-los para ganhar dinheiro e pagar suas contas. A história é interessante, temos que interagir com os vários personagens e o que fazemos interfere no futuro. Muitos trabalhos chatos e repetitivos. O Beholder original foi mais interessante pois é menos cansativo com mais variações de histórias. Tem bugs, para passar de uma parte tive que refazer 1 andar inteiro pois uma quest não se habilitou e assim não tinha um fim em que eu não morresse. Vi outros bugs com outros usuarios. Compre se for paciente. Isso eu sou. ><Mostrar maisMostrar menos
Esperava o que o jogo fosse muito mais impactante como foi o Beholder 1, tendo em vista minha alta expectativa o jogo foi super decepcionante.Mostrar maisMostrar menos
Uma distopia apoteótica em uma série que tem tudo para se tornar um clássico dos games que buscam despertar o senso crítico de seus jogadores. Recomendo fortemente começar pelo Beholder 1 para melhor imersão no clima do jogo. Simplesmente espetacular!Mostrar maisMostrar menos
triste n ter em portuguesMostrar maisMostrar menos
O jogo e muito legal, já estão até desenvolvendo o 3, porém podia ter a tradução, pelo menos em PT-PT e tipo eu fico muito perdido pela tradução ingles (o ingles da minha escola e muito abaixo do que eu sei kaka) espanhol não manjo muito, e não to afim de arriscar a baixar uma versão PT-BR arriscando meus arquivos e dados, ainda mais as coisas de escola ;-;Mostrar maisMostrar menos
achei chato o primeiro game ter opção em portugues e a sequencia não terMostrar maisMostrar menos
Fonte: análises originais de usuários da Steam. Os votos de utilidade são um registro arquivado, não dados ao vivo. Última coleta: 15/08/2026.
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