
Blue Prince
Histórico de preços
Últimos 36 meses · atualizado todo diaOs preços cobrem a Steam e 39 lojas autorizadas; só entram ofertas regulares. O gráfico mostra os mínimos semanais do mercado e o preço oficial da Steam nos últimos 36 meses.
01Sobre Blue Prince
Em Blue Prince, explore Mt. Holly, uma mansão misteriosa cujos cômodos mudam diariamente. Escolha o que surge atrás de cada porta e use as salas e seus itens para planejar um caminho até a lendária Sala 46. Avaliação de jogadores Steam: 85% positivas em 17.759 análises. Data de lançamento: 10 de abril de 2025.
Equipe
Menor preço registrado em 36 meses
US$ 8,932026-07-30 · KinguinJogo base · mesmos registros do gráfico acima; histórico em USD, não é o menor preço regional da Steam.Idiomas disponíveis
| Idioma | Interface | Legendas | Áudio |
|---|---|---|---|
| Inglês | Sim | Sim | Sim |
Dados da versão Steam para PC · 2026-10-20
02Antes de comprar
Controles e idioma
A versão Steam para PC oferece suporte completo a controles. O inglês está listado para interface, legendas e áudio completo.
Modo de jogo
As categorias da versão Steam para PC incluem um jogador e Steam Cloud.
03Perguntas frequentes
Qual é o objetivo?
Explore uma mansão em transformação e procure a lendária Sala 46.
Como a mansão muda?
Você escolhe o cômodo atrás de cada porta fechada, e a planta se reinicia toda manhã.
O que continua de um dia para o outro?
Os itens ajudam na exploração; apenas melhorias permanentes na planta da propriedade persistem entre os dias.
Análises populares da Steam
Seleção no idioma nativo · 10 análisesAs análises úteis selecionadas neste idioma mostram recomendações e críticas. Esta seleção não representa a avaliação positiva geral; as opiniões refletem a versão analisada.
Não acredite no hype (se você não gosta de puzzles). Eu gosto de roguelikes e comprei pensando que seria uma boa experiência roguelike com uma história interessante misturada com puzzles. Mas é difícil de se interessar por uma história tão parada. O jogo te entrega informações para entender ele de maneira esparsa. Os sistemas de roguelike são punitivos e injustos. É um jogo de sorte nesse sentido. Em relação aos puzzles, eu achei muito difíceis (mas sou burro em puzzles). Então fica a recomendação: ESSE É UM JOGO DE PUZZLES PARA QUEM AMA JOGOS DE PUZZLE.Mostrar maisMostrar menos
Esse jogo é um absurdo. Tudo nesse jogo foi extremamente bem pensado. Ele é um dos melhores, se não o melhor, jogo de puzzle que eu já joguei. Mas eu sei que a maioria se frustraria bastante com ele. Ele não segura na sua mão, você tá por conta própria em uma mansão de mistérios que só parece se expandir. Um lugar onde se você não for atrás da história, ela nunca irá atrás de você. Todos os detalhes parecem que foram refinados ao extremo pra se encaixar em todos os lugares, tudo parece ter uma explicação e um motivo, nada é por acaso. O RNG realmente se torna bem frustrante na parte final do jogo (a parte final do jogo não são as 10 horas que a maioria das reviews negativas tem. A maior parte do jogo você tem tanta coisa pra fazer que o RNG nunca vai impedir todas, você só precisa anotar os seus objetivos e se adaptar) Nem vou entrar no mérito da história e da arte, é simplesmente lindo. Nunca pensei que iria chorar com o rascunho de um livro em um videogame, ainda mais de um livro que já tinha sido narrado e que eu já tinha chorado escutando a narração. Eu faço essa review com o sentimento que ainda estou longe de acabar esse jogo e de que essa jornada realmente não tem fim e, sinceramente, espero que seja assim.Mostrar maisMostrar menos
eu gosto de jogo de puzzle mas tudo tem limiteMostrar maisMostrar menos
Esse game não se compara com nenhum outro que ja joguei e foram mais de 4000 games. Um game que tem algumas falhas mas é inacreditável o amor e paixão que o criador colocou nesse projeto. É uma afronta a sua carteirinha gamer você não jogar e pelo menos não chegar a sala 46.Mostrar maisMostrar menos
Blue Prince é, definitivamente, um jogo "especial" para pessoas que adoram fingir que são gênios enquanto resolvem puzzles que poderiam ser solucionados por um hamster treinado. Se você acha emocionante passar horas clicando em desafios tão óbvios quanto irritantes, parabéns, este é o seu jogo. A combinação bizarra de quebra-cabeças ridiculamente fáceis com elementos aleatórios completamente desnecessários só pode ter sido criada por alguém que acredita que jogar um dado é sinônimo de profundidade estratégica. A gameplay, aliás, merece um elogio especial pela sua capacidade de redefinir o conceito de mediocridade. Lentidão aqui não é só um problema, é praticamente uma filosofia de design. Tudo acontece tão lentamente que você começa a se questionar sobre a existência de uma mensagem oculta—talvez o jogo esteja tentando dizer que seu tempo é irrelevante. Afinal, nada valoriza mais uma experiência roguelike do que depender totalmente da sorte, certo? Em suma, Blue Prince é uma brilhante contribuição para o já saturado mercado de jogos que confundem aleatoriedade com complexidade. Recomendo fervorosamente para aqueles que possuem horas de vida sobrando e nenhum respeito por si mesmos.Mostrar maisMostrar menos
Alguém te vendeu uma mina de diamantes. Você, quer goste ou não de mineração, adora diamantes, quem não gosta, não é mesmo? Então você entra na sua mina singela e vê que ela está repleta de diamantes, nas paredes, no chão... Você pega sua picareta e começa a cavar. Cavuca o chão inteiro apanhando essas pedrinhas preciosas brilhantes. Estasiado, você quer mais, e quando acaba, você vai para as paredes. Alguns deles estão altos e você precisa se esforçar para alcançar, mas, depois de bastante suor, você pegou todos. Você está feliz, eufórico, então... Você olha para cima. E vê vários brilhinhos na escuridão. O teto também está cheio de diamantes. Então você começa a erguer andaimes até lá. É um trabalho árduo, e às vezes você já está lá em cima quando a estrutura toda desaba e você tem que começar do zero. Mas enfim, você consegue todos. Com um sorriso e um carrinho cheio de diamantes, você sai da sua mina, apenas para encontrar quem te vendeu ela na porta. Você diz: "Nossa, cavei uns mil diamantes da mina, foi trabalhoso, mas deu para lucrar". E a pessoa responde: "Ué, mas na mina tem pelo menos o dobro disso!". Assustado, você volta para lá, está tudo vazio, nenhum sinal de pedra preciosa à vista. Mas você não desiste. Você abre buracos, túneis, aluga maquinário pesado, causa vários desabamentos, destrói seus pulmões respirando terra, e... enfim... acha uma jazida enorme escondida. Você quase cai para trás. É lindo, é espetacular, sublime. E mais uma vez você volta da mina, sem dúvidas riquíssimo. Você nunca vai esquecer desse seu tempo de mineração. Mas será se foi pelos diamantes ou pelos calos nas suas mãos? Apesar de ter amado a experiência, pessoalmente, em jogos como Blue Prince, eu prefiro ser um arqueólogo do que um minerador.Mostrar maisMostrar menos
Blue Prince é um jogo que consegue brilhar em alguns momentos, principalmente pela criatividade dos puzzles que, individualmente, são muito bem elaborados e divertidos de resolver. O problema começa quando a experiência exige algo mais macro, já que o jogo é estruturado como um rogue-puzzle e depende de RNG. Isso faz com que, mesmo tendo boas ideias ou já sabendo exatamente o que precisa ser feito, muitas runs acabem fracassando simplesmente porque não saiu a combinação certa de cômodos. Sim, eu sei que o jogo dá ferramentas para aumentar suas chances ao longo da run, tratando os cômodos como cartas de um baralho que podem ser manipuladas, já que não vão se repetir depois de usados uma vez, mas no fim das contas o fator sorte ainda pesa bastante. Para mim, que tenho pouco tempo para jogar durante a semana, isso tornou a experiência cansativa e frustrante, já que muitas runs acabavam em nada, sem uma nova descoberta ou sensação de progresso. Não é um jogo para todo mundo, e isso fica claro. Além da barreira da sorte, há também a questão do idioma. Blue Prince só está disponível em inglês, o que até faz sentido considerando que muitos puzzles envolvem diretamente a língua, mas isso não deveria ser uma justificativa para não investir em localização. A equipe por trás de um jogo que alcançou o título de “o mais bem avaliado do ano” certamente tem condições de contratar times de localização e adaptar não apenas o texto, mas também mecânicas e aspectos narrativos para outros idiomas. Afinal, o próprio jogo já tem exemplos de flexibilidade, como puzzles que dependem de datas e aceitam tanto o formato dd/mm quanto mm/dd, então não é impossível expandir essa acessibilidade. Mas entendo que uma vez lançado, pode não valer a pena fazer todo esse esforço, a menos que uma baita DLC seja lançada e junto, façam essa tal localização mais elaborada. Por fim, senti que o jogo escondeu demais a riqueza da sua história atrás de objetivos que apenas quem se dedicar ao máximo vai alcançar, se você "zerou", vai entender do que estou falando. Chegar à sala 46 já é uma tarefa complicada, e a recompensa oferecida, tanto em termos narrativos quanto em cutscenes adicionais, foi decepcionante e pouco recompensadora. Com tudo isso, minha experiência acabou sendo mais frustrante do que divertida, mesmo reconhecendo a originalidade da proposta e a qualidade de alguns momentos isolados. 5/10Mostrar maisMostrar menos
Uma joia rara, incrível e imperfeita Se você só fizer o primeiro final do jogo, saiba que terá uma ótima experiência, mas tenha em mente que apenas terá acabado de arranhar a superfície. Agora, se você buscar escavar essa história por completo, você vai ter uma experiência inacreditável, mas muito exaustiva. À medida que você fica mais e mais curioso e intrigado por esse mundo com seus segredos e mistérios, mais o jogo se torna frustrante e punitivo com suas mecânicas de aleatoriedade onde, a partir de um certo momento, 99% do tempo você vai se encontrar fazendo as mesmas coisas das mais de 50 horas anteriores e 1% encontrando coisas realmente novas, com sorte... Tive uma experiência de amor e ódio com esse jogo, mas definitivamente foi a experiência mais única que já tive com um videogame.Mostrar maisMostrar menos
Dizem que ver os créditos é só o tutorial, mas pra mim o jogo só vale a pena até ali. A história por trás é bastante interessante, o jogo tem um lindo estilo artístico e é bastante original na premissa. A primeira metade é ótima, a sensação de novas descobertas e exploração pela mansão, juntando pistas e encontrando soluções lógicas tornava cada run recompensadora. Eu estava amando cada minuto. Mas ao atingir um certo objetivo, o jogo se torna uma tarefa insuportável. Primeiro que nesse certo objetivo o jogo termina a run sem avisar e você não consegue explorar o local ou terminar objetivos que tinha nessa run, tem que fazer tudo de novo (sem saber se o jogo vai terminar a run de novo ao repetir o processo). Não há recompensa imediata por esse objetivo. Ao alcançá-lo, você preenche os termos de um contrato, mas o jogo continua com o personagem com as mesmas restrições, como se não tivesse alcançado nada. As melhorias permanentes são pífias, se considerar o aumento da pool de salas e de passos, salas, pistas e itens necessários para conseguir solucionar os puzzles cada vez mais complexos. Grande parte do jogo é fazer experimentos e testar teorias. No início a aleatoriedade não impacta tanto, pois você ainda está descobrindo as salas e o básico, mas a medida que os objetivos e teorias diminuem, a quantidade de runs inúteis aumenta. Você pode saber que 2+2 é 4, mas não conseguiu uma sala com o sinal de = para terminar o puzzle, então terá que jogar por horas até ter a sorte de encontrar novamente uma sala com o 2, outra com o + e outra com o outro 2 de novo, ALÉM de uma sala com o =. O que era pra ser um momento de "eureca" ao descobrir a solução se torna frustrante. Alguns puzzles comuns que você já resolveu, continua sendo necessário resolver trocentas vezes. Alguns mais complexos você resolve e fica resolvido permanentemente, mas o jogo não deixa isso explícito. Sim, existem formas de minimizar a aleatoriedade e tornar o jogo mais favorável a seus objetivos, mas mesmo assim, o jogo não respeita seu tempo. A curva de aumento da complexidade (não necessariamente dificuldade) e de diminuição da aleatoriedade são muito diferentes, no ponto que diminui a aleatoriedade o bastante pra uma run não ser totalmente inútil eu já estava exausto. O personagem é lento, o jogo é mal otimizado, várias animações (início de dia, fim de dia, pegar um item novo, usar a pá, etc.) são muito lentas e repetem de novo e de novo e de novo. Não da pra salvar no meio de uma run, a sensação de progresso fica cada vez mais rara, alguns puzzles tem soluções ridículas, o jogo não tem melhorias básicas que o tornariam muito melhor, por exemplo: TODA vez que vou desenhar uma sala tenho que clicar para exibir o mapa, não exibe sozinho, não tem um menu que mostre os documentos e livros já coletados ("ah mas tem que manter um caderninho", da na mesma, mas sendo ingame é mais imersivo e conveniente). Um jogo que era um 10/10 na primeira metade (ou tutorial, para alguns) virou um 5/10 pela perda de tempo e repetição monótona envolvida no processo.Mostrar maisMostrar menos
Fonte: análises originais de usuários da Steam. Votos de utilidade são um registro arquivado, não dados ao vivo. Última coleta: 15/08/2026.