
Braid
Histórico de preços
Últimos 36 meses · atualizado todo diaOs preços cobrem a Steam e 39 lojas autorizadas; só entram ofertas regulares. O gráfico mostra os mínimos semanais do mercado e o preço oficial da Steam nos últimos 36 meses.
01Sobre Braid
Braid é um jogo de plataforma e quebra-cabeças em mundos com visual pictórico, nos quais você resolve desafios alterando o fluxo do tempo. Conforme o mundo, é possível rebobinar acontecimentos, criar realidades paralelas e usar outros efeitos temporais. Procure peças de quebra-cabeça e acompanhe uma história não linear sobre resgatar uma princesa sequestrada. Jogadores Steam: 93% positivas em 6.952 avaliações.
Equipe
Menor preço registrado em 36 meses
US$ 2,992023-12-21 · SteamJogo base · mesmos registros do gráfico acima; histórico em USD, não o menor preço regional da Steam.Idiomas disponíveis
| Idioma | Interface | Legendas | Áudio |
|---|---|---|---|
| Chinês tradicional | Sim | — | — |
| Inglês | Sim | — | — |
| Francês | Sim | — | — |
Mostrar mais 5 idiomas
| Idioma | Interface | Legendas | Áudio |
|---|---|---|---|
| Italiano | Sim | — | — |
| Português | Sim | — | — |
| Alemão | Sim | — | — |
| Espanhol | Sim | — | — |
| Japonês | Sim | — | — |
Dados da edição Steam para PC · 2026-10-24
02Antes de comprar
Modo e controles
A versão Steam para PC oferece modo para um jogador, Steam Cloud e suporte completo a controles.
Quebra-cabeças temporais
A descrição apresenta vários mundos com mecânicas temporais próprias, incluindo retrocesso e realidades paralelas.
03Perguntas frequentes
Dá para jogar sozinho?
Sim. A versão Steam para PC está listada como para um jogador.
O jogo aceita controles?
Sim. A versão Steam para PC tem suporte completo a controles.
Há suporte ao Steam Cloud?
Sim. O Steam Cloud aparece entre os recursos disponíveis.
Avaliações populares da Steam
Seleção no idioma nativo · 10 avaliaçõesAs avaliações úteis selecionadas neste idioma incluem recomendações e críticas. Esta seleção não representa a taxa geral de avaliações positivas; as opiniões refletem a versão avaliada.
Braid, um puzzle plataforma com mecânicas de manipulação do tempo e a história de um casal, foi um dos primeiros jogos "indies" a estourar comercialmente e ganhar relevância mainstream. Desde então, é referência em discussões sobre desenvolvedores independentes e jogos como arte. O problema é que, apesar de sua importância por influenciar jogos que o sucederam, de um ponto de vista artístico, Braid não é tão bom assim. Querendo contar uma história sentimental através do jogo, ele começa seus capítulos com diversos trechos de textos que contam a história. Esses trechos não acompanham o fluxo de jogabilidade (o jogador tem que ficar parado sobre o livro do respectivo trecho para lê-lo e seguir para o trecho seguinte) e sua relação com o jogo é uma sugestão metafórica entre uma ideia/vontade e uma mecânica introduzida no respectivo capítulo. Iniciada a parte em que efetivamente se joga, qualquer mecânica além das de manipulação do tempo é desprovida de qualquer significado notável e, em muitos casos, é tão convencional (pular sobre inimigos para matá-los, espinhos mortais, plataformas móveis, chaves e fechaduras) que parece mais conformado em aceitar limitações e preconceitos formais a videogames do que a maioria dos títulos comerciais. Além disso, esse excesso de convencionalismo colabora pouco para que surjam momentos memoráveis ou sequer uma sensação de autenticidade na estética do jogo. Isso não quer dizer que é um jogo que não há nada a oferecer: os puzzles propostos são interessantes o suficiente para entreter com sua sagacidade na primeira jogada. Porém, não há força narrativa para envolver o jogador além de um nível superficial e motivá-lo a jogar novamente (mesmo o final do jogo, o único momento narrativo não textual, não consegue causar um impacto maior do que parecer "uma boa sacada"). Ironicamente, alguns de seus sucessores, como o notável The company of myself, jogo em Flash assumidamente inspirado em Braid, conseguem utilizar narrativa e mecânica com muito mais força e, no caso mencionado, em uma experiência muito mais curta. Braid é engenhoso, mas não consegue ser mais do que isso. Com uma história narrada praticamente inteira em blocos de texto de redação mediana e mecânicas "mais do mesmo" com apenas ligeiras peculiaridades, fica evidente a incapacidade do desenvolvedor/autor de dominar a linguagem de forma a criar uma mensagem eficaz em seu objetivo, resultando em uma experiência satisfatória, mas emocionalmente inócua e pouco memorável. Não é uma perda de tempo, mas está longe de ser uma adição fundamental ao repertório.Mostrar maisMostrar menos
Um grande jogo para pessoas que procuram um desafio intelectual. Seus puzzles são muito bem criados e necessitam muito do pensar da pessoa em diversas formas, e isso é uma coisa que deixa o tempo de jogo como uma icógnita. Cada jogador terá um tempo diferente e isso é com certeza uma qualidade muito interessante. A maior característica do jogo, é o poder de controlar o tempo de diferentes forma seja acelerando, desacelerando ou voltando. Os puzzles exploram ao máximo essa capacidade e isso é algo que o torna bem desafiador e divertido. Sua sátira dos jogos do Mario (e possivelmente outros) é algo visível desde o início do jogo, deixando um ar mais cômico a toda a experiência de Braid. Sua história aparentemente simples é muito mais do que os olhos podem ver, o que é deixado muito claro no final do jogo. Uma reviravolta chocante e que com certeza eu, e nenhuma pessoa que jogou esperava. Em outras palavras, disfarçada de algo simples, a bem elaborada e até mesmo confusa história é uma das protagonistas desse excelente jogo.Mostrar maisMostrar menos
Falaram tão bem desse jogo, que eu fiquei com bastante expectativa. Mas acho que Braid não envelheceu bem. Os puzzles requerem uma solução muito específica, não possuindo várias formas de resolução. Tem até algumas soluções que fui pesquisar depois e achei muito zuada a forma de resolução. O jogo tbm não te dá nenhum indício se vc pode pegar as peças de quebra cabeça desde o começo do jogo, ou se precisa liberar algo antes pra poder pegar as peças, então vc fica na dúvida se resolve logo ou se parte pro próximo. Além disso, a história é um monte de texto chato pra kct de ler. E não me levem a mal, eu gosto de ler e admiro jogos que fazem bom uso de texto com a narrativa do jogo, Alan Wake faz isso muito bem. Mas em Braid, o que está acontecendo no jogo não tem nada a ver com o texto que te jogam e com os puzzles que você tá tentando resolver.Mostrar maisMostrar menos
Jogaço. Esse jogo é tão bom que queria voltar no tempo para escrever essa mesma análise. .esilána amsem asse revercse arap opmet on ratlov aireuq euq mob oãt é ogoj essE .oçagoJ Jogaço. Esse jogo é tão bom que queria voltar no tempo para escrever essa mesma análise. .esilána amsem asse revercse arap opmet on ratlov aireuq euq mob oãt é ogoj essE .oçagoJ Jogaço!!!! !!!oçagoJMostrar maisMostrar menos
DIFICIL. MUITO DIFICIL!! AO PONTO DE CHEGAR A SER IRRITANTE! A PIOR MECANICA DE MANIPULAÇÃO DE TEMPO QUE JÁ VI EM JOGO!! a UNICA COISA que PRESTA NELE é a ARTE e SÓ!Mostrar maisMostrar menos
Jogo bastante divertido e desafiante. A proposta principal do game, além de sua aparência mais artística, é brincar com o tempo de formas bastante criativas, onde são formados quebra cabeças insanos. Você não morre no game, mas isso não faz do jogo fácil, ao contrário, surgem obstáculos diferentes, mas igualmente desafiadores. Recomendo.Mostrar maisMostrar menos
Braid é um excelente jogo pra quem busca jogo puzzle-platform que seja bem feitinho, porque de fato, o jogo é bem feitinho. O jogo tem altos aspectos positivos como por exemplo a arte visual, é simples e bem bonitinho, as músicas também são muito boazinhas de ouvir (mesmo depois de um bom tempo) e também, não é apenas puzzle, tem também uma historinha. O jogo tem uma pegada muito igual a de Super Mario, desde alguns inimigos ou até mesmo o fato de você estar atrás de uma princesa e sempre quando você chega no castelo, ela não está lá. A principal diferença de Braid nisso tudo é que você pode voltar no tempo. E isso abriu portas pra diversas mecânicas, seja apenas voltar no tempo pra impedir alguma morte, manipular determinados itens ou inimigos que não são afetados pelo tempo diferente de outros, criar clones de si mesmo que recriam todos os passos que você fez ou até mesmo criar campos de força que quanto mais próximo deles, mais devagar o tempo passa. Sério, todas essas mecânicas são muito legais na hora dos puzzles. Só que o jogo tem muitos pontos negativos também. Alguns puzzles são MUITO dificeis, no nível de você se estressar MUITO. O jogo não deixa de nenhuma forma explícito como você deve resolver alguns puzzles, e muitos deles tem uma forma única de resolver e as vezes tão específica mas tão específica que chega a ser ridículo como um ser humano conseguiria pensar em resolver daquela forma. A história também é muito fraca e confusa, não faz o menor sentido e é uma leitura muito difícil. Outra coisa é que em vez de contarem aos poucos ao passar de cada fase, o jogo te apresenta um sistema de mundos aonde cada mundo tem um "lobby" e lá você pode ler toda a história de uma vez sem animação nenhuma. E também, a história não tem nada a ver com os puzzles ou as fases que você está jogando, é como se fossem duas coisas completamente diferentes, história e jogo. No quesito história dos jogos, por ser um dos primeiros jogos indies mais relevantes ou no quesito puzzle-platform, que é definitivamente um dos mais diferentes que tem, é um jogo muito bom. Pra alguém que não é fã de jogos assim, mas decidiu dar uma chance porque tem muita gente que elogia, é um jogo muito chatinho. 6/10.Mostrar maisMostrar menos
Simplesmente extraordinário! Gosta de puzzles e quer ter bons desafios? Este é o melhor indie que já joguei, sem sombras de dúvida. O jogo queima o cérebro, então, prepare-se. Trilha sonora, história intrigante e puzzles bem difíceis fazem de Braid um dos melhores indies de todos os tempos. Ah! E nostálgico, nos faz relembrar o clássico e maravilhoso Super Mario Bros.Mostrar maisMostrar menos
Não é um jogo "ruim". Digo, não é uma bobeira feita só para tirar dinheiro, como muito jogo indie que tem por aqui. Pelo contrário. O jogo tem muitos prós: A arte é muito bonita. A trilha sonora também é legal. A mecânica de "mover o tempo" é original e proporciona puzzles criativos e interessantes (ao menos no começo). O problema é que achei enjoativo. O jogo não usa quase nada de "habilidade". É quase que puramente resolução de problemas. Talvez o gênero "puzzle-plataform" é que não seja pra mim... No começo do jogo é tudo bom. Tudo "chill" curtindo o estilo da arte, com desenhos que parecem feitos à mão, trilha relaxante e talz... Mas após mais de hora resolvendo puzzles que, apesar de progressivamente mais difíceis, envolvem sempre as mesmas mecânicas, e em fases pequenas que possuem sempre um level design muito semelhante, o negócio começa a ficar chato e repetitivo demais. Acabei largando o jogo por tédio.Mostrar maisMostrar menos
Fonte: avaliações originais de usuários da Steam. Votos úteis são um registro arquivado, não dados ao vivo. Última coleta: 15/08/2026.
