
Broken Age
Histórico de preços
Últimos 36 meses · atualizado todo diaOs preços cobrem a Steam e 39 lojas autorizadas; só entram ofertas regulares. O gráfico mostra os mínimos semanais do mercado e o preço oficial da Steam nos últimos 36 meses.
01Sobre Broken Age
Broken Age é uma aventura de quebra-cabeças desenhada à mão sobre dois adolescentes em situações parecidas, mas em mundos radicalmente diferentes. Alterne livremente entre Vella Tartine e Shay Volta enquanto cada um tenta assumir o controle da própria vida. 83% das 4.629 avaliações registradas de jogadores são positivas. A versão Steam para PC oferece suporte completo a controles. Inglês e alemão têm áudio completo; outros idiomas compatíveis oferecem legendas.
Equipe
Menor valor registrado em 36 meses
US$ 0,522026-07-30 · KinguinJogo base · mesmos registros do gráfico acima; histórico em USD, não o menor preço regional do Steam.Idiomas disponíveis
| Idioma | Interface | Legendas | Áudio |
|---|---|---|---|
| Inglês | Sim | Sim | Sim |
| Francês | Sim | Sim | — |
| Italiano | Sim | Sim | — |
Mostrar mais 3 idiomas
| Idioma | Interface | Legendas | Áudio |
|---|---|---|---|
| Alemão | Sim | Sim | Sim |
| Espanhol | Sim | Sim | — |
| Russo | Sim | Sim | — |
Dados da versão Steam para PC · 2026-10-30
02Antes de comprar
Duas histórias
Esta aventura de quebra-cabeças desenhada à mão acompanha dois adolescentes em mundos diferentes. É possível alternar livremente entre as histórias de Vella e Shay.
Idioma e controles
A versão Steam para PC oferece suporte completo a controles. Inglês e alemão têm áudio completo; outros idiomas compatíveis incluem legendas.
03Perguntas frequentes
Dá para jogar sozinho?
Sim. A versão Steam para PC está identificada como jogo para um jogador.
Como funcionam as duas histórias?
Você pode alternar livremente entre as histórias de Vella Tartine e Shay Volta.
Quais idiomas estão disponíveis no Steam para PC?
Inglês e alemão têm áudio completo. Outros idiomas compatíveis incluem legendas.
Análises populares do Steam
Seleção no idioma original · 10 análisesAs análises úteis selecionadas neste idioma incluem recomendações e críticas. A seleção não representa a avaliação positiva geral; as opiniões refletem a versão analisada.
Provavelmente mais próximo de Broken Game do que Broken Age. Faça um favor a você mesmo e não gaste seu dinheiro com esse jogo. O jogo foi lançado pela metade, a segunda parte foi prometida para Junho desse ano como um "DLC gratuito". No momento dessa análise já estamos em setembro e nem ao menos um sinal da segunda parte do jogo ser lançada. Como se não bastassem DUAS campanhas no Kickstarter, Early Access, milhares de pre-orders para financiar o jogo e lançarem. E ainda corremos o risco de cobrarem pela segunda parte do jogo. Não caiam do golpe da Double FIne, uma empresa incapaz de lançar um jogo a tempo.Mostrar maisMostrar menos
Schafer mais uma vez entrega o que nem precisou prometer. Pra quem não lembra, ele foi o cara responsável por sistemas revolucionários em jogos de aventura, como o trio protagonista de Day of the Tentacle, tornou famosos os Gone Jackals com o revolucionário Full Throttle, e acertou a mão com o 3D em Grim Fandango. Nesse jogo você livremente altera entre as histórias de Vella e Shay, o que é um alívio pois quando bate em algum obstáculo, pode esfriar a cabeça resolvendo problemas na outra história. Especialmente na história de Vella você sente como se estivesse vendo uma animação digna a concorrer a prêmios de cinema, com personagens coloridos tanto visualmente quanto tematicamente. O sistema não é complicado de se entender e não existe punição terrível por fazer "as coisas erradas". Quanto às histórias, foram muito bem escritas, tanto é que eu passei por meia dúzia de teorias de como estavam interligadas, até a revelação no finaldo ato, quando se percebe que as pistas estavam sempre lá. Mal posso esperar pelo ato 2, porque pro ato 1 dou cinco estrelas tranquilamente. Não tenha dúvidas se é fã dos trabalhos de Schafer, ele realmente continua tão talentoso quanto sempre em produzir jogos.Mostrar maisMostrar menos
Terminei Broken Age movido pela força do ódio e pela necessidade de completar uma série no canal, que até agora não foi assistida por mais de cinco pessoas. Ainda assim, cinco pessoas que precisam ser alertadas sobre o desastre em que a aventura tresloucada de financiamento coletivo da Double Fine Games se transformou, mas que serão muito mais felizes assistindo do que efetivamente jogando. O que mais entristece em Broken Age é a mutação pela qual o jogo passa entre seu primeiro ato e o segundo. Isso explica por eventos que aconteceram durante seu desenvolvimento. Tim Schafer, a lenda viva do gênero de adventure, um veterano da era de ouro da Lucas Games, com títulos fundamentais em seu currículo, como Full Throtle, Grim Fandango e Psychonauts, passou o chapéu em 2012, através do Kickstarter. Pedia 400 mil dólares dos fãs para fazer um novo adventure que seria similar aos clássicos que ele mesmo havia entregado anteriormente. Em nove horas, meta foi atingida. A promessa acabou fazendo chover mais de 3.45 milhões de dólares em seu bolso, até hoje um dos maiores resultados já registrados na plataforma de crowdsourcing. Parecia um sonho se concretizando, o começo de uma nova era livre de interesses corporativos, em que o Autor trabalharia diretamente para o Consumidor. Essa era se quebrou. O desenvolvimento de Broken Age se complicou a tal ponto que ficou claro que o orçamento daria para cobrir apenas metade do jogo, mesmo assim com atraso. O chamado primeiro ato foi lançado separadamente e suas vendas deveriam financiar a produção do segundo ato. Atualmente, as duas metades são vendidas como um jogo só, como deveria ter sido desde o início. Entretanto, é nítida a divisão, não apenas dentro da trama, como pelo seu tom. Eu sabia de antemão que Broken Age era vilipendiado pelos fãs dos adventures e por boa parte da crítica, mas aceitei o desafio de experimentá-lo. Afinal, o conjunto de experiências de um jogador, ocasionalmente, também precisa passar por títulos ruins. Para minha surpresa, o primeiro ato de Broken Age é mágico e envolvente. Não sou o melhor jogador de adventures do mundo e fico profundamente irritado com puzzles sem sentido que são coerentes apenas nos intrincados mecanismos cerebrais de seus criadores. Encodya está aí que não me deixa mentir. Por outro lado, empresas como a Telltale perceberam que não são necessários enigmas obscuros para se contar uma boa história. A primeira metade de Broken Age então me apresentou uma trama intrigante, dividida entre dois personagens aparentemente díspares: uma confeiteira chamada Vella, que será oferecida em sacrifício a uma criatura fantástica; e Shay, um garoto espacial, mimado pelo computador de bordo, que anseia por aventuras e se envolve com um lobo falante. A Double Fine Games entrega nessa primeira parte um conjunto de desafios suaves e muito fluidos, em que é possível fazer a conexão clara e limpa entre os componentes. As soluções caminham de forma natural e não se colocam na frente do universo inusitado que estamos explorando. Temos aqui uma sociedade que vive entre as nuvens, bichinhos feitos de pano que vivem entre montanhas de sorvete, servos cegos de um deus caolho, uma árvore falante que odeia lenhadores e outras situações e personagens cativantes que misturam contos de fada e ficção científica. Nada do que vi e amei no primeiro ato poderia me preparar para a reviravolta que acontece entre os atos e que me pegou realmente de surpresa. Porém, nada do que vi e amei no primeiro ato poderia me preparar para o sufoco, o tédio e o desprezo que me aguardavam no segundo ato. Ao invés de introduzir novos cenários e situações, o jogo recicla elementos. A grande vantagem é que há uma mudança de perspectiva e uma mistura gostosa de se observar. Se Broken Age narrativamente não nos apresenta novos encantos, ele reaproveita e reforça o que o tornou radiante anteriormente. Lamentavelmente, tudo isso se perde atrás de mecânicas insuportáveis de puzzles indecifráveis, mesmo com o uso de guias. Os fãs de adventure tradicionais reclamaram que o primeiro ato estava casual demais e Tim Schafer enlouqueceu no segundo ato. O resultado disso é uma jogabilidade que irritou até mesmo os fãs mais hardcore. É evidente que o design dos puzzles se tornou obscuro e sem charme. A necessidade de se revisitar com frequência lugares distantes só piora a sensação de que Broken Age havia se tornado um trabalho para mim, um título que precisava ser terminado apenas para ficar completo em um canal de poucos acessos. O prazer de se descobrir lugares novos cedeu espaço a constantes idas e vindas, de pegar o item A e ver se talvez ele funciona no ponto Z, no outro lado do mapa. Se funcionar, retorne ao ponto X para conseguir o item B, para tentar entender como ele irá se encaixar no ponto Y. Repete. São dois jogos, duas direções, dois tons convivendo na mesma obra. O primeiro ato de Broken Age receberia facilmente uma nota 9 se eu estivesse ainda usando o sistema de nota, enquanto o segundo ato receberia um desastroso 3, talvez até largado pelo meio do caminho. E a história, aquela com a qual eu estavam me importando no começo, recebe um desfecho morno, sem direito a um mísero epílogo para me dizer o que aconteceu depois com aqueles personagens adoráveis. Juntando trilha sonora e direção de arte, Broken Age é um belíssimo exemplar do que não deve ser feito nessa indústria, sobre como um mestre pode perder a mão de vez em quando, sobre sonhos financiados que não correspondem ao que se esperava, uma pílula dourada de sabor delicioso, que termina por entalar na garganta e deixa um amargor permanente na boca. Publicado originalmente em: https://blog.retinadesgastada.com.br/2022/09/jogando-broken-age.htmlMostrar maisMostrar menos
Um jogo tão bom que nem o Jack Black conseguiu estragarMostrar maisMostrar menos
O jogo tem um visual lindo e te conquista logo de primeira. A primeira parte me deixou super animada e curiosa para saber como a história ia se desenrolar; os dois personagens foram bem interessantes e os puzzles divertidos. Infelizmente houve uma segunda parte... No início parece que será super interessante mas logo percebemos o quão estressante seria. Puzzles completamente ilógicos em que passamos um século tentando resolver para depois ou acertar na sorte ou ver a resposta e ser algo estúpido e sem sentido. A história é boa, o visual é bom, mas não compensam o estresse da segunda metade do jogo. Se for pra recomendar algo: jogue apenas a primeira parte, início da segunda e vê o final no youtube mesmo.Mostrar maisMostrar menos
O jogo ficou muito bom graficamente. A dublagem ficou extraordinária. Puzzles e enredo muito bons e que realmente tem a cara dos point & clicks antigos da Lucas Games (até porque em boa parte deles o Tim Schafer tava envolvido). A dificuldade dos puzzles varia bastante, mas lá pelos finalmentes tem uns que envolvem até timing e realmente exigem um pouco mais de raciocínio, mas nada no nível de Machinaruim (e como sempre, alguns com umas soluções bem inesperadas ou "mas que p*rra, sério?" :P). Enfim, tá valendo pelo preço atual se você tiver com dinheiro. Se não, dá uma esperada por alguma promoção no Steam ou no Humble Bundle. O final também é muito bom (ao menos eu gostei bastante). O jogo demorou mais do que o esperado por todo mundo para sair, mas ficou muito bem acabado. Parabéns ao Tim Schafer e a toda equipe da Double Fine. =D O jogo é mais do que recomendado.Mostrar maisMostrar menos
Vou ser sincera e direta e dizer que tou decepcionada. Arte maravilhosa e história interessante, mas que porra é essa de "Act 2 coming soon"? Como é que nego de uma dev de alto nível assim me faz uma pedreragem dessa? Senti que paguei por uma demo quando tava esperando por um jogaço mind blowing - e tava sendo, até acabar depois de umas 4 horas de jogo, clicando e fuçando em tudo, fazendo todas as rotas e variáveis possíveis pra não perder nenhum detalhe que os adventures costumam dispor. Não foi um jogo barato. Pra quem é macaco velho em adventures ou fã do Tim vai achar esse bem facinho. Não me incomoda isso, é "tendência mundial". Me incomoda é de terem perdido a chance de fazer algo épico numa tacada só, por uma preço legal e que atendesse as expectativas, principalmente da galerinha que bancou o kickstater milionário. Eu quero acreditar que o Tim não "perdeu a mão", realmente quero. :( Aguardo a redenção quando sair o tal do "Act 2", até lá fico puta mesmo e não vou recomendar aos amigos que comprem agora, pelo preço normal (que é de R$ 45,99). Espero poder voltar aqui e poder editar esta review para "recomendado". #chatiadíssimaMostrar maisMostrar menos
Bronken Age é um jogo dos criadores do clássico Grim Fandago e veio direto do Kickstarter. Neste jogo de aventura point-and-click, você controlará dois personagens com duas histórias distintas - Shay vive em uma espaçonave e está com muito tédio devido sua rotina, enquanto isso, Vela foi escolhida para um grande evento em seu vilarejo, porém está bastante preocupada. Infelizmente, o jogo não está disponível em português e também não consegui achar um mod de tradução. Durante o gameplay, você controlará um personagem e irá continuar sua história até uma determinada parte, depois jogará com outro, para só assim completar toda a história, como já dito o jogo é "adventure point-and-click", isto é, consiste em grandes quebra-cabeças na qual o personagem terá que interagir com cenários, itens e NPC - não é difícil mas pode ser frustrante para quem não está acostumado com o estilo. Os Gráficos são cartunesco e muito bem feito, a dublagem e a música são os pontos forte do jogo. Broken Age vem ajudar a reviver um pouco da grande era dos "adventure point-and-clicks", com uma história cheia de surpresas, com certeza vai agradar para quem curte o estilo.Mostrar maisMostrar menos
Embora eu já tenha jogado e gostado de muitos Point-and-Click tenha em vista que esse não é exatamente meu gênero favorito: Broken Age inicialmente me pareceu infantil demais, tanto na arte quanto na historia, mas como muita gente gosta do jogo resolvi jogar mais. A arte é realmente carismática e aprendi a gostar dele, a parte de dublagem do jogo também é muito boa, a historia melhorou um pouco, ainda parecia infantil, mas era obviamente mais profunda. Só que então o jogo começou a enrolar, a historia demora pra avançar, os puzzles algumas vezes são simples demais e outras vezes são exageradamente sem logica. Não consegui mais jogar. Só compre se você realmente amar o gênero e gostar de jogos bem lentos, eu mesmo gostando de historia acima de todo resto, achei esse jogo muito monótono. ------------------------------------ Although I have already played and liked many Point-and-Click, keep in mind that this is not exactly my favorite genre: Broken Age initially seemed to me too childish, both in art and in history, but how many people like the game I decided to play more. The art is really charismatic and I learned to like it, the dubbing part of the game is also very good, the story improved a bit, it still seemed childish, but it was obviously deeper. Only then the game started to roll, the story takes a little longer, the puzzles are sometimes too simple and at other times they are exaggeratedly unlogical. I could not play anymore. Just buy if you really love the genre and like very slow games, I like history above all else on games, I found this game very monotonous.Mostrar maisMostrar menos
Fonte: análises originais de usuários do Steam. Votos de utilidade são um registro arquivado, não dados em tempo real. Última coleta: 15/08/2026.
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