

Clair Obscur: Expedition 33
Histórico de preços
Últimos 36 meses · atualizado todo diaOs preços cobrem a Steam e 39 lojas autorizadas; só entram ofertas regulares. O gráfico mostra os mínimos semanais do mercado e o preço oficial da Steam nos últimos 36 meses.

01Sobre Clair Obscur: Expedition 33
Clair Obscur: Expedition 33 é um RPG por turnos cujas batalhas incluem esquivas, aparadas, contra-ataques, ritmo de golpes e mira livre em tempo real. Monte combinações com equipamentos, atributos, habilidades e sinergias entre personagens e explore um mundo de fantasia inspirado na Belle Époque francesa, procurando segredos e missões ocultas. Avaliações no Steam: 95%% positivas em 183.214 análises. Idiomas da interface: Chinês simplificado, Chinês tradicional, Inglês, Francês, Italiano, Alemão, Espanhol, Japonês, Coreano, Polonês, Português (Brasil), Russo, Tcheco, Espanhol (América Latina), Tailandês, Turco, Ucraniano, Vietnamita e Árabe. Lançamento: 23 de abril de 2025.
Equipe
Menor preço registrado em 36 meses
US$ 24,652026-07-30 · KinguinJogo base · mesmos registros do gráfico acima; histórico em USD, não é o menor preço regional do Steam.Idiomas disponíveis
| Idioma | Interface | Legendas | Áudio |
|---|---|---|---|
| Chinês simplificado | Sim | Sim | — |
| Chinês tradicional | Sim | Sim | — |
| Inglês | Sim | Sim | Sim |
Mostrar mais 16 idiomas
| Idioma | Interface | Legendas | Áudio |
|---|---|---|---|
| Francês | Sim | Sim | Sim |
| Italiano | Sim | Sim | — |
| Alemão | Sim | Sim | — |
| Espanhol | Sim | Sim | — |
| Japonês | Sim | Sim | — |
| Coreano | Sim | Sim | — |
| Polonês | Sim | Sim | — |
| Português (Brasil) | Sim | Sim | — |
| Russo | Sim | Sim | — |
| Tcheco | Sim | Sim | — |
| Espanhol (América Latina) | Sim | Sim | — |
| Tailandês | Sim | Sim | — |
| Turco | Sim | Sim | — |
| Ucraniano | Sim | Sim | — |
| Vietnamita | Sim | Sim | — |
| Árabe | Sim | Sim | — |
Dados da versão Steam para PC · 2026-10-18
02Antes de comprar
Idioma e áudio
Inglês e japonês têm dublagem completa; os demais idiomas de interface listados oferecem legendas. A lista de idiomas da interface aparece na seção de idiomas.
Combate e controle
As escolhas por turnos se combinam com esquivas, aparadas, contra-ataques, ritmo de golpes e mira livre em tempo real. A versão Steam para PC informa suporte completo a controles.
Modo de jogo
O modo de jogo listado é para um jogador.
03Perguntas frequentes
Qual é o objetivo da Expedição 33?
A expedição parte para destruir a Artífice e encerrar o ciclo em que desaparecem as pessoas acima do número que ela pinta.
O que dá para explorar?
O mundo fantástico inclui lugares como a Ilha dos Rostos e o Campo de Batalha Esquecido, além de segredos, missões ocultas e companheiros especiais que liberam novas formas de viajar e áreas secretas.
Como montar os combatentes para as batalhas?
É possível combinar equipamentos, atributos, habilidades e sinergias entre personagens. Durante as batalhas, também dá para esquivar, aparar, contra-atacar, encadear golpes e mirar pontos fracos.
“If you're willing to learn its parry timing, Expedition 33 pays you back with first-class combat, a career-best score, and an ending that lingers for days. Come for the turn-based RPG, stay for the heartbreak.”
Nosso veredito
The Wild Part Is, The Hype Is Mostly Real

Look, when a game comes in with a Metacritic 91, an OpenCritic 92.1, a 97.5% recommendation rate across 206 reviews, and a 95% Steam rating from 175,870 players, your first instinct should be skepticism. That kind of pile-on praise can turn into noise fast. But with Clair Obscur: Expedition 33, the annoying thing is… yeah, the crowd’s basically right.
This is Sandfall Interactive’s first game, published by Kepler Interactive, and it somehow landed like a full 3A prestige RPG while clearly coming from a smaller, AA-scale team. That matters. Not because “small team good” is some automatic excuse, but because this thing has an identity most giant-budget RPGs would kill for. It takes turn-based combat, welds real-time parries and Gradient Counters onto it, then wraps the whole thing in this Belle Époque France-inspired oil-painting nightmare. You’re leading Expedition 33 against the Paintress, trying to stop her from painting death again, and the game actually earns that melodramatic setup.
And the industry treated it like a moment, not just a good release. It won Game of the Year at The Game Awards 2025, pulled 13 nominations and 9 wins, and became the first debut game to take the top award there. It also became only the second game after Baldur’s Gate 3 to sweep the five major Game of the Year awards. That’s ridiculous. But I get it. Compared to Persona 5 Royal, which is still the cleaner, slicker pure command-based RPG, Expedition 33 has more danger in every input. You’re not just choosing attacks. You’re reading, parrying, punishing, and trying not to panic. That gives the tragedy more bite.
Buy It If You’ll Learn The Parry, Skip It If You Just Want Menus

Here’s the catch: this is not the RPG I’d hand to someone who wants to chill, select Fire, heal every few turns, and vibe through the story. The real-time timing is not decoration. If you hate action-game reflex checks, or you’ve got no patience for tight parry windows, this game can absolutely rub you the wrong way. It’s turn-based, yes, but it’s turn-based with a raised eyebrow and a knife behind its back.
If you are willing to meet it halfway, though, this is one of the easiest recommendations of 2025. The combat loop is the hook, but the atmosphere is what sticks. Lorien Testard and Alice Duport-Percier’s music is massive, with French vocals and a 154-track score that people are already talking about like an all-timer. The UE5 staging and painterly art direction give it that “moving canvas” look without feeling like empty art-school posing. And the Pictos gear plus Lumina passives give build nerds a lot to chew on, especially if you like finding nasty cross-character combinations.
Version-wise, don’t overthink it. This is a single-player RPG, roughly a 30-hour campaign, not a forever game trying to live on your hard drive for three years. If you’re on PC, Steam is the easiest recommendation because the player sample is huge and brutally positive. Just know the late game can snap in weird ways: strong builds can flatten bosses, the post-game can spike hard, and some critics felt the final stretch loses pacing control. Also, the AI asset controversy should stay in the record: its Indie Game Awards win was rescinded over that issue. That doesn’t erase the game’s craft, but it does complicate the victory lap. For me, the overall lands at 8.7 out of 10: brilliant, bruising, occasionally messy, and absolutely not for everyone.
Últimas notícias sobre Clair Obscur: Expedition 33
Análises populares do Steam
Seleção por idioma original · 10 análisesAs análises úteis selecionadas neste idioma incluem recomendações e críticas. Esta seleção não representa a avaliação positiva geral; as opiniões correspondem à versão analisada.
Primeiro jogo dos caras e é melhor que absolutamente todos os títulos da ubisoft.Mostrar maisMostrar menos
Clair Obscur: Expedition 33 (50h no PS5 Pro) — Começou como obra-prima. Terminou como enfeite. Joguei por 50 horas. Posso cravar: o início de Clair Obscur: Expedition 33 é um soco no estômago. Um jogo raro, que começa com silêncio, dor, luto e densidade. Você sente. Você atravessa. Não é só jogar. É viver. O prólogo e o Ato 1 são geniais. Pesados, íntimos, com personagens que marcam e uma história que respeita sua inteligência. O jogo não pega pela mão. Ele te larga no meio do abismo e deixa você sangrar. Um convite à vulnerabilidade. E aí… vem o Ato 2. Parece outro jogo. A mudança é brusca, quase um reboot dentro da própria obra. Tudo que era emocional vira técnico. Tudo que era humano vira discurso. O combate toma o lugar da narrativa. E entra aquela “filosofia de Instagram”: rasa, didática, sem peso emocional. Ingênua. (Pra não ofender o jogador médio, que confunde monólogo com profundidade.) Novos personagens brotam do chão sem alma. Os diálogos viram frases de efeito, como se fossem escritas por um algoritmo ansioso por curtidas. A história se fragmenta em revelações desconectadas, perdendo o fio que nos trouxe até ali. Mas há méritos. Muitos. Clair Obscur é, sem exagero, um primor técnico. O combate, dinâmico, preciso, elegante, é dos melhores da geração. A direção de arte é absurda, um espetáculo de luz e sombra, como se Caravaggio tivesse sido reencarnado em pixels. A ambientação continua impecável, cada cenário é uma pintura viva. O design de som, a trilha, a fluidez dos sistemas, tudo revela um time talentoso e ambicioso. Tecnicamente, o jogo nunca desmorona. O que desaba é o que não se renderiza: a alma. Quem joga por loot, combate ou ambientação talvez nem perceba (e nem vá, provavelmente nunca leu um livro na vida). Mas quem joga por narrativa, por impacto emocional, por verdade… vai sentir. E vai se frustrar. Clair Obscur não falha por limitação. Falha por covardia. Ele tinha tudo para ser inesquecível. Preferiu ser bonito. No fim, virou só mais um produto de massa com verniz artístico. Embalagem de ouro para um conteúdo que, infelizmente, esqueceu o que veio dizer.Mostrar maisMostrar menos
Anotem o que digo: Daqui 20 anos, esse game será lembrado de uma forma equivalente ao Chrono Trigger e ao Zelda Ocarina of Time, games clássicos atemporais e considerados uns dos melhores já criados na história. Com toda certeza o Expedition 33 já é um dos melhores games criados no século 21!Mostrar maisMostrar menos
Ai galera, eu queria tanto, tanto ter gostado de Expedition 33. Tanto. É tão raro ver um indie no topo dessa forma, e eu absolutamente amo todas as vezes que isso acontece. Mas infelizmente, Expedition 33 não é a obra de arte que pintaram para mim, é só... Final Fantasy França da loja de 1,99. Eu AMO Final Fantasy, mas esse fan game não é nada demais. Eu fui ver o famoso jogo que ia ganhar de Silksong no Game Awards, e saí pensando como raios sairia por cima de qualquer um dos indicados, sendo a maioria deles fraquissimos, inclusive. Eu ODEIO estar fazendo uma review com 4h de jogo apenas (ou qualquer review antes de terminar o jogo), provavelmente vou terminar pra ter uma visão mais ampla e dar mais chances de positivos e fazer outra review mais pra frente, mas eu precisava desabafar isso por enquanto. Por enquanto, é um milagre eu ter aguentado mais 2h de jogo sendo que as 2 primeiras foi só cutscene zoom in na cara do protagonista triste sofrendo em silencio olhando pro chão enquanto uma musica triste toca. 2h de cutscenes diferentes com o mesmo conteudo: triste olhando pro chão em silencio. 0 contexto na historia, 0 construção de personagem e eu me pergunto como que as pessoas choraram em massa no snap do Thanos da mulher gigante que brilha. Não dá pra ter empatia pelo que você não conhece pelo menos o minimo, o roteiro é simplesmente não existente, não tem historia pra eu me sentir impactada por aquela cena. Antes disso é só uau parkour e duelo com uma menina que parece que tem 12 anos e é tratada como tal mas aparentemente tem 25. Que triste a mulher ex-mulher ex-namorada do protagonista depressivo e cabeludo foi de Mr Stark im not feeling too well e depois disso tem 2h de cutscene de zoom triste na cara dele. É essa a narrativa revolucionaria e extremamente emotiva? Pô, sabe. Sinceramente faltou apresentar mais o mundo antes da expedição, pra que eu de fato possa conhecer os personagens pra me importar com a perda deles ou com a dor do protagonista. Outra coisa que me incomodou muito, é que todo mundo que eu conversei me diz "não, é porque o jogo é muito bonito e tem musicas ótimas", sobre as musicas, novamente, é só Final Fantasy piorado, pois soundtrack no nivel da Square é dificil alcançar mesmo. Agora o gritante: quantos efeitos especiais brilhinhos e gliter precisa ter na tela pro pessoal hoje em dia prestar atenção em um jogo? Isso pra mim é o equivalente de estar no meio da exploração com um subway surfers passando na outra metade da tela. Pô tudo brilha tudo tem gliter tudo tem saturação no maximo com mil efeitos explosões por favor vá com calma power rangers guerra infinita. Na exploração no combate até em cutscene tudo tem que ter milhões de efeitos brilhosos uau arma cheia de neon cintilante, cuidado, alguém descobriu o adobe after effects e gostou muito dos presets. Isso pra mim é o equivalente da gente em 2001 usando wordart pra tudo. Sobre graficos: primeiramente é só um jogo com grafico realista, então todo mundo cai de boca mesmo beleza eu não curto mas entendo o gosto, agora a otimização meeeeeeeeeeeeu amigo. Tenho um PC "da Nasa" então meus gráficos são sempre todos no full. Como pode um jogo que é pra ser GOTY travar em cutscene e combate assim, po num é possivel, se pra mim tá assim não imagino como deve ter sido pra alguém com pc pior. Nem o Switch com Tears of the Kingdom perde tanta frame, tá maluco. Enfim galera, tô vendo que essa vai ser uma experiencia tenebrosa pra mim, mas eu vou terminar aos pouquinhos um dia pois quero ver se a historia no final salva pelo menos, se o roteiro e direção melhoram, aí eu volto aqui e escrevo outra review retificando os pontos ou mantendo. Pois sim, eu tenho o completa e total ciencia de que com 4 horas é impossivel de fato julgar o jogo por completo, por isso nunca faço isso, meu maior motivo pra estar fazendo essa review com 4h é que se eu não jogasse e zerasse todos os jogos indicados pro Game Awards em geral desde 2017 pra entender quem ganhou e perdeu e por que, eu jamais tocaria nesse jogo novamente e pediria meu refund. É o famoso poderia ter sido um filme, pois é só um gacha sem a parte divertida do gacha que é o tigrinho, pois o verdadeiro ponto positivo do jogo que é o combate divertido com parry e outros off turn é, novamente, só Final Fantasy VII Remake copy paste. Prefiro jogar o Remake.Mostrar maisMostrar menos
Basta juntar 32 apaixonados por videogame e um cachorro (Gerente de Felicidade) para humilhar a indústria de games atual...Mostrar maisMostrar menos
Muito Chato esse parry e esquiva. Impossível se divertir com isso. O jogo é um DarkSouls em turnos, com a parte do RPG irrelevante e o combate de 1 botão, o parry. Meu ponto não é sobre minhas habilidades em parry, o ponto é ser chato ficar dependendo disso. Mesmo se não quiser jogar com essa mecânica vc não pode, existem basicamente dois modos de jogo. O jogo longo, punitivo com qualquer erro no parry e o jogo muito fácil que vc nem precisa Atacar os monstro, upar vida, defesa e literalmente não se importar com nada, pq vc nunca irá errar o parry e vai matar tudo usando apenas contra ataque. A crítica não é sobre minha habilidade é sobre a dependência da mecânica que gira em torno de parry. Se vc busca um JRPG que vc escolhe as habilidades, estratégia de combate, atributos e tudo mais de um JRPG tradicional pode esquecer. Diria que 95% da relevância em combate nesse jogo é o acertar o parry, não é montar build, organizar equipe ou uma estratégia prévia.Mostrar maisMostrar menos
Gastei todo meu dinheiro pra comprar esse jogo e tô comendo sabão nos ultimos dias mas não me arrependo. Se não vier o Astro Bot 2 ou o GTA 6 esse ano, o Expedition 33 já tem o GOTY garantido.Mostrar maisMostrar menos
Jogo chato. Ganha tudo, silksong merecia mais e KCD2 tambémMostrar maisMostrar menos
"For those who come after" Quando tinha 12 anos tive a experiencia de estar andando no shopping com minha mãe e entrar nas lojas americanas e ver um PS2 no mostruario conectado a uma TV com Final Fantasy X dentro do videogame, exemplificando o que ele podia rodar. Tinhamos uma condição confortável e nunca faltou nada (tive uma mãe solteira que valia por muitas), mas certos luxos tinham que esperar e eu sempre tive o console da geração anterior. Sendo o primeiro final fantasy um dos primeiros jogos que joguei na vida (mesmo sem saber ingles), tinha uma historia com a franquia e fiquei encantado ao ver o FFX no PS2, e enquanto minha mãe comprava o que precisava eu fiquei brincando o pouco que eu podia com aquela obra prima, que futuramente quando tive o console foi meu jogo preferido por anos, que zerei mais vezes do que eu lembro. Clair Obscur: Expedition 33 foi o PRIMEIRO jogo que comprei em pré venda na vida (mesmo assinando o Gamepass), pois tive uma sensação muito parecida com aquele FFX num PS2 nas Americanas quando vi o trailer dele pela primeira vez. Encontrei jogos incriveis nesse meio tempo, mas a muito não via um jogo que eu pudesse dizer que era tanto "a minha cara". Hoje com as coisas tendo melhorado um pouco, tenho um computador que me permite jogar um jogo do ano com boa qualidade, e só tenho a agradecer aos desenvolvedores por essa experiencia incrivel que está sendo apreciar essa obra, que eu tenho certeza que tambem vai ser jogada incontaveis vezes.Mostrar maisMostrar menos
Esperava mais do que correr e bater em bicho. Poderia haver mais interatividade com ambientes e npcs. Superestimado.Mostrar maisMostrar menos
Fonte: análises originais de usuários do Steam. Votos de utilidade são um registro arquivado, não dados ao vivo. Última coleta: 14/08/2026.




