

Cult of the Lamb
Histórico de preços
Últimos 36 meses · atualizado todo diaOs preços cobrem a Steam e 39 lojas autorizadas; só entram ofertas regulares. O gráfico mostra os mínimos semanais do mercado e o preço oficial da Steam nos últimos 36 meses.






01Sobre Cult of the Lamb
Como um cordeiro possuído, explore regiões misteriosas, enfrente inimigos e líderes de cultos rivais e construa seu próprio culto. Reúna recursos, erga edifícios, faça rituais e pregue para fortalecer seus seguidores. Avaliação dos jogadores na Steam: 95% em 112.886 análises. Data de lançamento: 11 de agosto de 2022.
Equipe
Menor preço registrado em 36 meses
US$ 8,682026-07-30 · KinguinJogo base · mesmos registros do gráfico acima; histórico em USD, não é o menor preço regional da Steam.Idiomas disponíveis
| Idioma | Interface | Legendas | Áudio |
|---|---|---|---|
| Chinês simplificado | Sim | Sim | — |
| Chinês tradicional | Sim | Sim | — |
| Inglês | Sim | Sim | — |
Mostrar mais 11 idiomas
| Idioma | Interface | Legendas | Áudio |
|---|---|---|---|
| Francês | Sim | Sim | — |
| Alemão | Sim | Sim | — |
| Espanhol | Sim | Sim | — |
| Japonês | Sim | Sim | — |
| Coreano | Sim | Sim | — |
| Português (Brasil) | Sim | Sim | — |
| Russo | Sim | Sim | — |
| Italiano | Sim | Sim | — |
| Árabe | Sim | Sim | — |
| Neerlandês | Sim | Sim | — |
| Turco | Sim | Sim | — |
Dados da versão Steam para PC · 2026-10-17
02Antes de comprar
Modos e controle
A versão Steam para PC oferece modo individual e cooperativo local para duas pessoas, além de suporte completo a controles.
Idioma
A interface oferece 14 idiomas, incluindo português. Há indicação de legendas para todos os idiomas compatíveis; áudio completo em português não é especificado.
03Perguntas frequentes
Há modo cooperativo?
No cooperativo local, uma pessoa controla o Cordeiro e a outra, o Bode. Também é possível jogar a campanha sozinho.
O que se faz no jogo?
Além de lutar contra inimigos e líderes de cultos rivais, você reúne recursos, constrói edifícios, realiza rituais, prega e desenvolve seu culto.
Há expansões descritas?
Sim. A descrição cita expansões gratuitas de conteúdo com novas habilidades, construções, desafios e outros acréscimos.
“One hand on a roguelike dungeon, one on a cult to run, two loops locked into something you can't quit, all wrapped in cute-meets-creepy art”
Nosso veredito
Pull the six sections together and Cult of the Lamb reads as a high-finish indie with sharp strengths and no fatal flaw. It isn't the savant that perfects one system; it's the all-rounder that wins on fusion, style and long-haul care.
Standing: a bona fide indie smash

The market numbers are striking. It shifted a million copies in its launch week back in 2022 and crossed 4.5 million within two years — a bona fide indie smash. The critical reception is unusually consistent across platforms, too: an 82 Metacritic media average, an 84 Top Critic average on OpenCritic, and a 95% Overwhelmingly Positive rating on Steam off more than a hundred thousand reviews. A score profile that converges this tightly, with no glaring soft spot, tells its own story about the overall craft.
What's rarer still is that those numbers didn't sag after four years of live support — if anything, the steady free updates and later expansion held the heat.
For an indie to manage that kind of long-tail life, it leans on exactly that "two-genre fusion plus heavy stylisation" combination, and to this day no second game has truly pulled the same trick off. Imitators have borrowed the cute-meets-grim look or the management hooks in isolation, but nobody has fused the whole package with the same confidence.
Zoom out and the significance runs past "a fun game." It proves a point: an indie team doesn't have to match a major studio on budget or bulk. Find one creative intersection nobody has worked before, weld it shut with a fiercely unified style, and you can still post phenomenon-tier numbers. In an age crowded with sequels and remakes, an original willing to staple "cult management" to "roguelike dungeon" deserves to be remembered for that alone.
Who should buy it, who shouldn't, which version to grab

So who is it for? If you crave roguelike thrills but flinch at being walled by a pure-hardcore action game; if you love homestead nurturing and the satisfaction of raising a cult brick by brick; if you're simply drawn in by that cute-yet-sinister look — it is practically tailored to you. The friendly difficulty, the addictive twin loop and the sky-high recognisability let that kind of player settle in and relax.
Two crowds should tread carefully, though. One is the hardcore action-roguelike player chasing pure combat depth, because that side genuinely trails a specialist like Hades. The other is the player after large-scale, deep management, since the sim here leans manual and light and turns repetitive late on. Work out which camp you fall in before you commit, and the experience reads a lot smoother.
On versions, the Definitive Edition folds in the base game and most of the DLC, making it the most painless, best-value way in; if you only want a taste first, the standard release paired with a later sale does the job just as well. Whichever you pick, the core you get is the same: a round little lamb, a dungeon in one hand and a cult in the other, fusing cute and creepy into a dark fairy tale you can't quit. All told it earns its 8.0, and it earns the title of a model case for creative fusion in recent indie games.
Análises populares da Steam
Seleção no idioma nativo · 10 análisesAs análises úteis selecionadas neste idioma incluem recomendações e críticas. Esta seleção não representa a avaliação positiva geral; as opiniões refletem a versão analisada.
Meu amigo com quem jogoGarry's Mod disse que se eu postar uma crítica do jogo e ela obter 100 curtidas e 10 prêmios, ele me comprará um headset Astro Gaming A50 e 2 palmas de banana prata. Então vou deixar isso aqui. Ajude um irmãoMostrar maisMostrar menos
Para De Procurar Análise Negativa e Compra Logo Essa Maravilha Meu ConsagradoMostrar maisMostrar menos
--Para quem esse jogo foi desenvolvido? ( ) Espermatozóides ( ) Crianças () Tudo e todos ( ) Adolescentes (X) Adultos (X) Pessoas que conhecem a morte (literalmente) --Texturas, Gráficos, Lindeza? ( ) Parece com os gráficos dos jogos do Atari ( ) 220 x 120p ( ) Meia boca, tem piores (X) Dentro da média atual ( ) Quase um The Witcher 3 ( ) The witcher 3 ( ) Isso veio de outra dimensão --Falhas ( ) Isso é uma falha ( ) Bug pra todo lado, tipo tiro em favela no Rio ( ) Muita falha mas dá pra jogar (X) Bugs que são legais e não atrapalham ( ) Sem falhas ( ) Esse jogo saiu perfeito do forno --É difícil? ( ) Basta assisitr o jogo ( ) Zera com uma guitarra ( ) Pega logo as manha, mas sempre normal (X) Bem desafiador, as vezes difícil ( ) Parece Dark Souls ( ) Equiparável a Dark Souls ( ) É necessário morrer (de verdade) pra zerar --Quanto tempo pra acabar Sapoha ( ) Você acaba antes de sair do menu ( ) Tempo necessário pra cantar Faroeste Caboclo (X) Tempo de jogo dos jogos exclusivos da sony ( ) Muito tempo, no minimo umas 40 horas ( ) Skyrim da vida ( ) Praticamente um MMORPG --Tem uma história? ( ) Não, um Pubg da vida ( ) tem história só pra não dizer que não tem ( ) Dá pra gostar da história, se esforçando ( ) Consegue te arrancar uma lágrima ou duas ( ) Nivel The Last Of Us (X) Dava pra fazer um livro nivel Harry Potter ( ) Deveria constar no curriculo do Ensino médio --Audio, músicas ( ) Nivel do Funk Brasilero ( ) Jogue mutado ( ) Dá pra escutar ( ) Legalzinho (X) Os caras capricharam no áudio ( ) Baixe a play list pra escutar no ônibus ( ) Toque o tema no seu casamento (velório no caso) --Trambolho necessário pra rodar ( ) Nokia 1995 (X) Um PC com uma placa de vídeo do tempo da vovó ( ) Um PC decente, com uma gt 1030 ( ) Um PC já considerado gamer ( ) Invista no minimo 4k em hardware ( ) SLI de 1080ti ( ) Esqueça, a tecnologia atual não dá conta --Vale a pena o investimento? ( )Pedi até refund ( )Ainda bem que foi presente ( )Melhor ter comprado um pastel ( )Se pagou (X)Pagaria o dobro ( )Vale mais que o resto dos meus jogos juntos.Mostrar maisMostrar menos
Arte do jogo é bem feita e bonia, as animações também, porém o jogo fica bem monótono por volta das 5h de jogo, acabam que os chefes e inimigos são bastante repetitivos e parecidos, não me agradou muito mas não é um jogo ruim, recomendo comprar em promoção pra passar o tempoMostrar maisMostrar menos
dá pra pescarMostrar maisMostrar menos
O jogo mostra bastante potencial nas primeiras horas, porem depois de um certo ponto fica claro que há uma falta de polimento e finalização das mecânicas do jogo, tornando o restante do jogo repetitivo e as vezes entediante pela falta de conteúdo. Cult of the Lamb, é um dos jogos de 2022, sinceramente esquecível, pois tenta fazer tanta, MAS TANTA coisa, que acaba fazendo tudo em um nível muito raso, não tendo nada para se 'destacar' quando comparado a outros jogos do mesmo gênero. Para aqueles que jogaram a demo como eu, não se enganem, o 'restante' do jogo não é tão promisso quanto a demo mostrava... :( Quero deixar uma nota que no momento dessa review, o jogo ainda possui alguns quantos bugs sendo que a maioria aparece só depois de 10+ horas de jogo... Normalmente eu não me importo com isso, porem a quantia e frequência com que eles aconteceram estragou um tanto quanto a experiencia do jogo. -- Sobre o jogo: O jogo se divide em duas partes, uma onde você cuida do culto, sendo possível construir a sua base, juntar recursos e gerenciar os cultistas. E uma segunda parte onde você entra em uma 'dungeon' para matar inimigos e bosses, avançar com a história e juntar cultistas. Na 1° parte, de inicio o gerenciamento do culto é divertido, você fica o tempo todo desbloqueando coisas novas e sente que há um 'progresso' acontecendo, o jogo faz bem em te manter entretido até que te faltam recursos, o que te obriga a ir para uma dungeon em busca de mais. Feito a dungeon, 'quase sempre' você volta com +1 cultista, novos recursos e de tempos em tempos uma nova área para visitar, o que te abre espaço para continuar expandindo o culto. O ciclo básico do jogo funciona por um tempo, onde você fica digamos 50/50 entre o culto e as dungeons, porem logo isso começa a mudar, quando você começa a gastar até 90% do tempo no culto. O jogo tem uma mecânica de tempo, onde com o passar dele o culto começa a ficar com fome ou perder a fé em você, exigindo a manutenção dele. O problema começa que o tempo passa tão rápido no jogo (dentro e fora das dungeons), que você se vê, ou preso tentando deixar o culto num bom estado, ou ignorando as necessidades do culto para ir para a segunda parte. Se você tentar fazer o primeiro, você vai acabar interagindo tanto com os cultistas (e por interagindo eu digo fazer a mesma ação que o jogo permite para aumentar a fé), que em pouco tempo você vai ganhar um monte do recurso necessário para liberar as interações do culto (rituais e doutrinas) e vai ficar tanto sem motivo para continuar interagindo com eles, quanto sem coisas novas para desbloquear. O jogo tenta por um 'tempo de recarga' para te forçar a esperar para liberar as coisas, mas logo você percebe o quão pouca diferença elas fazem e acaba nem dando mais bola. Se você conseguir ir para uma dungeon (ou decidir ignorar o culto), logo fica claro o quão 'chato' elas são. A proposta das dungeons é que você percorra varias salas sem saber o que te espera (spoilers, a maioria é só um conjunto pré-pronto de inimigos), até chegar ao final onde um mini-boss te espera. Repetindo isso 4x por dungeon você chega a um boss. Existe uma variedade de armas com mais ou menos dano, e mais ou menos velocidade de ataque, o que inicialmente é legal, assim como 'maldições' que normalmente são ataques mais poderosos de curta ou longa distancia. Por fim, existe uma mecânica de cartas de taro, que te deixam 'mais' forte e que você pode pegar ao longo da dungeon. Fazendo umas três vezes as dungeons alguns problemas ficam claros, por exemplo: - No inicio da dungeon você ganha uma arma e uma maldição, se for algo ruim ou que não se adeque ao seu estilo de gameplay não existe a opção de troca-las na hora, só te restar achar uma sala especifica da dungeon e nem assim é garantia que venha algo que te interesse. - A dificuldade do jogo é quase inexistente, mesmo no very-hard os inimigos que mais te dão problema são os que podem fazer um 'dash' na sua direção pois eles não param de atacar e a falta de um 'lock-in' nos inimigos faz você errar vários (mas VÁRIOS) dos golpes. Todo inimigo que não corre até você é passivo de ser morto com um pouco de paciência... - As cartas de taro servem na maior parte do tempo para te dar vidas extras. As poucas cartas que fazem coisas como 'aumentar' seu ataque ou velocidade de ataque (existe uma para cada um desses) fazem isso tão mal, que normalmente você passa de matar um monstro em 5 golpes, para 4 golpes nas dungeons finais (isso se você tiver sorte de estar com uma arma que de dano). - Existe uma inconsistência enorme entre os inimigos, alguns param o ataque quando atingidos, outros não (os arqueiros fazem animação de parar, mas não param). Algumas hitboxes de inimigos maiores alcançam as costas do inimigo. O jogo tenta te ensinar que você pode telegrafar o ataque de um inimigo quando ele brilha, porem uns brilham por muito tempo, outros brilham por um milissegundo (não te dando tempo de fazer nada) antes de te atacar. Na essência, o que faz outros rogue-lite legais é que você sempre começa uma dungeon com uma base de status e eventualmente ou você se sente super poderoso ou sente que está abaixo do nível ideal, gerando um desafio a mais. Nesse jogo você não vai ter nenhum dos dois... As cartas de taro não te proporcionam os super poderes que deveriam e os desafios da dungeon são coisas ridículas como 'não use o rolar por X salas'... Sobre os mini-bosses e os bosses, eles são uma piada completa, 90% deles só possuem um ciclo de ataques sem NENHUMA variância, deixando claro que estão ali só para encher espaço (a maioria dos mini-bosses só usam algum padrão de ataque de algum boss, sem nenhuma adição ou coisa do tipo). -- Se você chegou até aqui, um beijo pra você :*Mostrar maisMostrar menos
Béééééé Béééééééééééé, Béééé! Béééééééééééééééééé Béééééé, Béééééééééééé Béééééé Béééééééééééé... Béééééé Bé Béééééééééééééééééééééééé!! Béééééé Béééééééééééé? Bé / BéMostrar maisMostrar menos
O jogo é divertido nas primeiras horas, porém passa a se tornar extremamente repetitivo. Diferente de outros Rogue-likes como The binding of isaac, onde conseguimos centenas de itens, vários finais e vários inimigos, aqui em Cult of the Lamb nós temos 4 armas (espada, manoplas, martelo e machado) que possuem jogabilidades distintas e 4 regiões (sem contar a do final que não é uma região explorável). Sobre as Armas , a única variação que vc vai encontrar nas armas são alguns efeitos extras que na prática não mudam muito a gameplay (ex.: vc pode escolher entre um martelo que causa sangramento ou um que tem 10% de chance de te curar), mas sim criam uma falsa impressão de diversidade. A principal mecânica que vai influenciar um pouco na sua gameplay são as cartas de tarô, ao total são 36 e todas te dão algum benefício. As áreas do jogo são bonitas e a organização das salas lembra vagamente The binding of Isaac. As 4 áreas são bem distintas porém eu pessoalmente me frustrei com uma mecânica específica do jogo. Para avançar pra o chefão da área você precisa finaliza-la 4 vezes, esse processo no início é tranquilo, mas no final do jogo acaba ficando extremamente repetitivo pois os mini chefes que vc precisa enfrentar se repetem todo o tempo, praticamente todos eles possuem 2 ou 3 ataques. Na últimas regiões eu só ficava correndo pra finalizar logo 4 vezes só pra pode enfrentar o chefe da área. Eu pessoalmente gostei do modo Stardew Valley, devo ter gastado mais horas nesse modo do que nas seções de rogue like. O principal problema de Cult of the Lamb para mim é que tudo oque ele tenta fazer ele faz de forma superficial, esse jogo se inspira em The Binding of Isaac e Stardew Valley para criar um Rogue-like com mecânicas de construção de base que é no máximo medíocre. A re-jogabilidade é mínima e a progressão do culto não chega nem perto da sensação de construir sua fazenda em SV. Recomendo que joguem o jogo para tirarem suas próprias conclusões, só recomendo que espere uma promoção. No momento que estou fazendo a análise o jogo tem +23.000 avaliações, e dessas, apenas 200 pessoas jogaram o jogo por mais de 40 horas.Mostrar maisMostrar menos
ME CASEI COM 3 ANIMAIS E SACRIFIQUEI UM IDOSOMostrar maisMostrar menos
Jogo Ruim Não se engane, o jogo começa muito bem. Animações impecáveis, movimentação fluida, estória convincente E óbvia, você começa sendo esculhambado por 4 sacerdotes. Daí o satanás vai lá e te salva. Quando o jogo começa você vê 5 portas, 4 de tamanho normal e uma gigante... Nossa quem será o final boss?!. Mas passadas as primeiras 3-4 horas de jogo, você finalmente percebe que o jogo não vai a lugar algum. Ou seja, o jogo é bom tempo suficiente pra te tirar da linha do reembolso. O jogo promete ser uma mistura de roguelite/roguelike com farmbuilder. Ele faz os dois muito mal. A Progressão Da Gameplay Como eu disse, começa bem. Mas a mesma espadinha que você balança no tutorial é a que vai balançar no boss final. Você começa com uma espada e um poderzinho, você termina com espada e um poderzinho. Os upgrades só alteram o dano e o sprite da espada, mas o hp dos inimigos aumenta também, na prática, nada muda. Fiz uma build voltada para lançar magia e foi frustrante, afinal, nada estava sob meu controle, se eu pegasse uma magia com cast ruim, tinha que ir outra run. Do Culto/Vila Pior ainda. Farei um tópico sobre. Parte Roguelite Esse jogo se intitula roguelite, por certas mecânicas que são ensandecedoras. Todo início de run você pega 2 armas, 1 corpo a corpo e 1 magia, repare que eu não disse escolhe a arma. Você tem uma opção somente, se não quiser, aquele abraço, pode recomeçar a run. Tem ainda umas cartinhas que se assemelham aos boons (bençãos) do jogo HADES. Com um pequeno detalhe, as cartinhas não vão mudar o jeito que você joga, você vai continuar rolando e dando espadadinha porque os efeitos delas são toscos e ignóbeis. São coisas como: +1 de hp, 10% de chance de não tomar dano, magia carrega 25% mais rápido. As versões raras dessas cartas aumentam o valor numérico descrito, de 25% pra 75%, por exemplo. É decepcionante. Vila sésamo/ Culto/ Seita A parte fazendinha é o que mais me deu raiva. Se você trabalha 8 horas por dia, chega em casa querendo jogar um joguinho relaxante ou divertido, se prepare. The Cult Of The Lamb te proporciona mais um expediente. Você monta uma fazendinha com seguidores que começam muito prestativos, mas depois você descobre que nem a própria merda eles recolhem. Então, ou você recolhe, ou a tortura que é este jogo, se estenderá por mais algumas horas. O melhor upgrade que eu consegui fazer foi um que permitia que eles limpassem a própria bunda. Além disso, você sente como se você fosse o seguidor deles, e não o contrário. Eles exigem muito e oferecem muito pouco. O trabalho no acampamento é você quem faz, tudo você tem que mandar e algumas coisas ainda tem que recolher deles me refiro ao missionary . Você não pode promovê-los, do jeito que começam eles terminam, a exceção de um contador de nivel que eles têm, que só muda o tanto que eles valem para o sacrifício. É tão escroto, que até os seguidores com nível mais alto —supostamente os que estão lá a mais tempo e que você investiu algum recurso a mais—, estão sujeitos a se rebelar contra você porque alguém vomitou no chão. Resumo pra quem não quis ler Quer roguelike? Por menos você pega HADES Quer fazendinha? Por menos tem Stardew Valley Quer jogo que presta? Por 25 conto a mais tem divinity OS 2 Quer queimar 65 contos? Ao invés de comprar esse jogo você consegue comprar 6 caixa de leite e especular.Mostrar maisMostrar menos
Fonte: análises originais de usuários da Steam. Os votos de utilidade são um registro arquivado, não dados ao vivo. Última coleta: 14/08/2026.