
DEATH STRANDING DIRECTOR'S CUT
Histórico de preços
Últimos 36 meses · atualizado todo diaOs preços cobrem a Steam e 39 lojas autorizadas; só entram ofertas regulares. O gráfico mostra os mínimos semanais do mercado e o preço oficial da Steam nos últimos 36 meses.
01Sobre DEATH STRANDING DIRECTOR'S CUT
Como Sam Bridges, atravesse uma América devastada e conecte seus sobreviventes para levar esperança à humanidade. Jogadores da Steam avaliam o jogo positivamente em 91%% de 51.092 análises. A versão Steam para PC oferece suporte a Chinês simplificado, Chinês tradicional, Inglês, Francês, Italiano, Alemão, Espanhol, Árabe, Tcheco, Neerlandês, Grego, Húngaro, Japonês, Coreano, Polonês, Português, Português (Brasil), Russo, Espanhol (América Latina) e Turco. Lançado em 30 de março de 2022.
Equipe
Menor preço registrado em 36 meses
US$ 7,962026-02-10 · GameBilletJogo base · mesmos registros do gráfico acima; histórico em USD, não o menor preço regional da Steam.Suporte a idiomas
| Idioma | Interface | Legendas | Áudio |
|---|---|---|---|
| Chinês simplificado | Sim | Sim | — |
| Chinês tradicional | Sim | Sim | — |
| Inglês | Sim | Sim | Sim |
Mostrar mais 17 idiomas
| Idioma | Interface | Legendas | Áudio |
|---|---|---|---|
| Francês | Sim | Sim | Sim |
| Italiano | Sim | Sim | Sim |
| Alemão | Sim | Sim | Sim |
| Espanhol | Sim | Sim | Sim |
| Árabe | Sim | Sim | — |
| Tcheco | Sim | Sim | — |
| Neerlandês | Sim | Sim | — |
| Grego | Sim | Sim | Sim |
| Húngaro | Sim | Sim | — |
| Japonês | Sim | Sim | Sim |
| Coreano | Sim | Sim | — |
| Polonês | Sim | Sim | Sim |
| Português | Sim | Sim | Sim |
| Português (Brasil) | Sim | Sim | Sim |
| Russo | Sim | Sim | Sim |
| Espanhol (América Latina) | Sim | Sim | Sim |
| Turco | Sim | Sim | — |
Dados da versão Steam para PC · 2026-10-18
02Antes de comprar
Modo e controle
A versão Steam para PC é para um jogador e oferece suporte completo a controles.
Idiomas
O inglês inclui dublagem completa e legendas. Outros idiomas listados podem oferecer interface ou apenas legendas.
03Perguntas frequentes
Qual é o objetivo do jogo?
Como Sam Bridges, você conecta os últimos sobreviventes de uma América devastada e leva esperança à humanidade.
Quais recursos de PC estão incluídos?
A versão para PC inclui alta taxa de quadros, modo foto, suporte a monitores ultrawide e conteúdo crossover de HALF-LIFE e Cyberpunk 2077.
Há recursos online?
O Social Strand System conecta você a jogadores do mundo todo.
Análises populares da Steam
Seleção no idioma original · 10 análisesAs análises úteis selecionadas neste idioma incluem recomendações e críticas. Esta seleção não representa a avaliação positiva geral; as opiniões refletem a versão analisada.
O jogo é único, tem uma história muito boa mas não é um bom jogo em si. Se você for resumir o jogo à sua mecânica central, você fica com uma jornada de busca sem fim. Onde o seu inimigo mais comum é o solo/terreno e os dialogos repetitivos dos NPC's. A gameplay fica maçante e cansativa com o tempo e ao fim da jornada, a recompensa para o jogador são musicas licenciadas com uma paisagem deslumbrante de fundo. Eu entendo que o Kojima tenta passar sua visão artistica e reflexiva da vida e da morte e dos laços que as pessoas tem entre si, mas o que esse jogo mais transmite é como pode ser maçante e chato a sua gameplay. O problema do jogo não é ser um simulador de entrega, mas é tentar fazer os jogadores ficarem andando pelo mapa pra la e pra cá e só ser recompensado com toneladas de cut-scenes (muito boas) e não enriquecer essa jornada com recompensas inteligentes, com sub-tramas/sidequests, e sim mais e mais entregas, mais e mais "a America precisa de voce sam!". Não há estruturas de antes do apocalipse que possam ser exploradas com alguma "quest ou interação, além das estruturas roteirizadas nas cut-scenes". O easter-eggs do jogo são chips coletados que desbloqueiam imagens aleatórias, npc's holográficos que fazem referência as pessoas do mundo real e fontes termais. OBS: A unica estrutura explorável e com uma side-quest só existe na versão do jogo "director's cut" e que segundo o Kojima não estava nos planos essa versão. Então assim se você ja jogou outros jogos pós-apocalipticos (fallout, new horizon dawn) onde ha exploração de estruturas, quests e tudo mais. Aqui em Death Stranding isso não é abordado, maiorias das informações do que ocorreu antes do apocalipse, é transmitida pelos dialogos repetitivos e expositivos dos npcs e algumas longas cut-scenes. Conclusão: O jogo é único, há recursos interessantes, mas claramente não é um bom jogo. Pois o que me fez zerar o jogo foi a história que realmente é muito boa e te prende, mas em tratar-se de diversão, entretenimento e a mecânica do jogo foi muito cansativo. As vezes penso que a mecanica de gameplay do jogo foi só uma jogada de marketing pra fazer ficar na história dos games como um jogo muito chato mas com uma historia muito boa.Mostrar maisMostrar menos
Eu tava num momento muito triste da minha vida, e esse jogo me ajudou a passar por ele. Eu super recomendo esse jogo, de coração!Mostrar maisMostrar menos
Kojima já construiu a mística de ser um cara excêntrico, e DEATH STRANDING é um jogo que retrata esse lado do autor. Não tem medo de abraçar uma teatralidade e rebuscamento artificial, o que é ótimo e conversa bem com tudo que esta sendo mostrado, seja de mundo ou de personagem. Mas nem tudo são flores, Kojima parece que de tanto se achar esse ser excêntrico, torna-se presunçoso, tanto para o quesito de gameplay quanto para o quesito narrativo. Primeiramente vamos a gameplay e como isso afeta a narrativa. O tal simulador de correios tem uma gameplay surpreendentemente boa, é muito interessante como Kojima transforma uma mecânica banal, o andar/se locomover, em algo com profundidade. Mas pelo tom da review já da pra entender que há problemas. O principal deles é que o diretor não consegue articular com essa mecânica novos horizontes e muito menos dar tridimensionalidade para sua narrativa. Isso fica claro em como no meio do jogo, a parte mais focada em gameplay, rapidamente se torna repetitiva e previsível. E não da pra acreditar no papo de ''mas o que você queria num simulador de correios''. Sério, o trecho inicial do jogo é sensacional, Kojima transita entre um jogo contemplativo para um jogo pertubador/assustador com pleno domínio, coisa que ao decorrer do jogo não é presente. Bom, mas a história é muito foda né? Bem... Não. É bem visível que Kojima tinha dois trechos do jogo bem definidos em seu storytelling, o começo e o final. São as partes mais bem trabalhadas, isso é um fato. Porém de sair do ponto A e chegar no ponto B da história, estava completamente perdido. O que parece é que não houve ninguém no departamento de quests desse jogo. A diferença entre uma main quest e uma side quest é que uma delas tem cutscene expositiva no final. E bota expositivo nisso. Como o plano de gameplay do Kojima é muito maior do que a história que ele tem para contar, informações banais são escondidas e transformadas em coisas complexas, quando na verdade elas pouco importam para o cerne do jogo. Lembra que eu falei do rebuscamento artificial? E como isso era interessante. Bem... Ele aos poucos tenta tornar algo claramente bobo ou conveniente em algo com uma profundidade desproporcional. Aquilo que era ótimo e excêntrico acaba por tornar-se raso quando ele após o término o jogo nos acaricia com mais de 1 hora de cutscenes expositivas de coisas que pouco importam para o tema central e a mensagem de DEATH STRANDING. Uma mistura de medo de não ser compreendido com um ar pedante de alguém que acha que tem algo muito foda para contar. A review é negativa, mas é um jogo com qualidades muito interessantes. Nunca diria para alguém não jogar, não assistir, não ler algo, então jogue tenha sua opinião sobre a obra. Mas como a plataforma apenas permite avaliar dessa maneira, fica aqui minha review negativa sobre DEATH STRANDING DIRECTOR'S CUT de Hideo Kojima.Mostrar maisMostrar menos
Jogar Death Stranding é uma experiência singular. Você pode gostar muito ou gostar pouco, mas dificilmente terá uma experiência parecida. Você vai entrar, escolher as entregas que irá fazer, e andar, andar, e andar até o local para fazer a entrega, e, no final, perceberá que se divertiu mais do que esperava e que faria tudo de novo. Some isso à história e aos personagens cativantes, e você tem uma das experiências mais únicas que já joguei. Não é perfeito, e nem é para todo mundo, mas é uma obra de arte.Mostrar maisMostrar menos
Apesar de ter muitos momentos divertidos neste jogo e não ser um jogo totalmente ruim, eu não estou recomendando porque tem alguns pontos bem irritantes neste jogo que me incomodaram ao ponto de eu não fazer uma análise positiva. O Kojima parece não respeitar o tempo de seus clientes, algumas missões são demasiadamente entediantes, em uma delas você precisa ficar andando sem rumo numa praia vazia sem nada até se cansar e o personagem sentar para aparecer uma cutscene, e esse processo é repetido por diversas vezes, como isso pode ser legal ou divertido? para que esta sacanagem / trolagem com seu público? e depois de repetir esse mesmo processo entediante algumas vezes o jogo engata uma sequencia de cutscenes intermináveis a ponto do controle chegar a desligar por falta de atividade! Este pra mim foi o pior ponto do game play que me fez decidir definitivamente pela avaliação negativa! O Jogo em alguns momentos exagera na distancia que você precisa caminhar apé e ainda cambaleando por causa do peso, e pra terminar de estraga a experiência ainda tem campos de EPs para atrapalhar, enfim, são coisas muito irritantes. Quando você passa a poder utilizar os veículos e pensa que agora você pode fugir das EPs, esta redondamente enganado, pois o carro PARA para as EP's, ele para até para te notificar que ali é uma área de EPs, que sentido faz isso? era para o carro simplesmente passar voado e pronto! É uma coisa irreal demais, o carro que esta em movimento correndo, quando chega em uma EPs ele simplesmente trava, ele não desacelera, ele simplesmente TRAVA, o ser humano que estivesse dentro de um veiculo desse morreria com a desaceleração abrupta, coisa mais sem sentido! Alguns combates são chatos e repetitivos, consiste em ficar repetindo a mesma coisa e matar o inimigo 3x até que você consiga passar a fase. O jogo poderia ser bem melhor com menos repetições, até o menu ao entregar um pedido é uma repetição, chata, toda entrega é a mesma coisa, um monte de coisa pra você ficar clicando em "pular", "avançar", também com cutscenes melhor diluídas durante o gameplay para não ficar uma coisa massante e muito longa de uma vez só. Eu jogaria um Death Stranding 2, e gostaria muito que estes problemas do primeiro fossem sanados! A jogabilidade com o personagem é meio desengonçada para combates e ainda tem um bug que ele da soco no ar sozinho , da a impressão que se você pressiona do "X" (utilizando o controle do Xbox) posteriormente ele repete a sua ação sem que você tenha pressionado o botão novamente. No meu caso não sei se foi um problema exclusivamente comigo, mas durante os combates o Sam simplesmente guardava a arma no meio do combate do nada e me atrapalhava demais isso! Não acredito que seja um problema no meu controle porque eu jogos outros jogos e não tenho problema nenhum. Em resumo é um bom jogo porém com algumas partes bem entediantes, caso esses detalhes incomodos fossem corrigidos, poderia até ser uma "obra prima""! Andar feito besta numa praia sem rumo e sem ter o que fazer esperando pela próxima cutscene não é algo divertido pra ninguem, por favor Kojima respeite nosso tempo!Mostrar maisMostrar menos
Andei por 40 horas, tropecei em 327043 pedras, conversei com um feto em um tubo e entreguei uma pizza fria no topo de uma montanha. 10/10, melhor simulador de entregador existencialista que já joguei.Mostrar maisMostrar menos
PELO AMOR DE DEUS, ALGUÉM FAÇA UM MOD PARA DELETAR AS LIGAÇÕES DO DIE-HARDMAN, EU NÃO AGUENTO MAIS ESSE CRETINO ME LIGANDO: "SAM", "SAM", "SAM"... VSF, NPC CARENTE DO INFERNO!Mostrar maisMostrar menos
ATÉ O PRÓPRIO KOJIMA VAI TER DIFICULDADE DE SE SUPERAR APÓS ESSE JOGO. [Terminado com 155h de jogo] No fim do ano a Epic deu Death Stranding de graça como parte do evento deles, mas eu acabei perdendo a chance de resgatar o jogo. Alguns dias depois meu velho me chama pra gente conversar de boas. Papo vai, papo vem, ele me pergunta se estou jogando alguma coisa, eu aproveito a abertura e menciono que perdi a chance de resgatar o Death Stranding. Meu pai não me dava presente havia muito tempo. Jogo então? Acho que o último foi quando eu tinha 17 anos. O fato de ele ter tomado a iniciativa e comprado o Death Stranding pra mim foi de um gesto sem tamanho. Fiquei bastante emocionado e, agora, ao chegar no fim do jogo, percebo que, mesmo sem querer, esse gesto do meu pai tem tudo haver com a base de emoções que o jogo propõem. Coincidência ou não, esse foi um dos melhores presentes que já ganhei na vida. Logo no início meu queixo já veio ao chão. A abertura usando de fotos reais com cenas do jogo intercaladas foi muito impressionante, e a trilha do Low Roar já preencheu todos os meus sentidos. Na sequência vem a chuva e nosso primeiro contato com BTs e a Fragile, interpretada pela maravilhosa Léa Sydoux. Naquele momento, eu ainda não fazia ideia do que se tratava o jogo, mas já eram tantos mistérios apresentados assim de cara que a curiosidade me impeliu ao avanço. Em resumo, o mundo acabou. Nossa população foi reduzida de 9 bilhões de pessoas para pouco mais de 100 milhões em alguns dias num evento de extinção massivo que eles chama de Death Stranding. Os Estados Unidos não existem mais como nação. Agora o território é habitado por cidades menores, abrigos individuais, acampamentos de ladrões e zonas com fantasmas chamados de BTs. Não existe mais comunicação nem distribuição logística entre os centros urbanos, o caminho é cheio de perigos e apenas alguns poucos são corajosos para levar suprimentos de uma cidade à outra, esses são os Portadores, e o Sam, nosso protagonista, é o melhor entre eles. Em mecânica o jogo remete muito ao Metal Gear 5, com controles precisos, animações suaves, cenários ricamente detalhados e mesma estrutura de missões, mas é aí que acabam as semelhanças. Por exemplo, Metal Gear é um jogo de desafio tático que incentiva o jogador escolher recursos e equipamentos que facilitem a infiltração em uma instalação, roube dados e informações e até mesmo entre em conflito aberto e declarado. Death Stranding vai por uma linha completamente diferente. O desafio aqui é logístico e o jogo incentiva o jogador a se preparar pensando no caminho que ele vai percorrer, o peso da carga que ele tem de levar, se vai haver inimigos no caminho e quais obstáculos a natureza vai impor diante dele. O Kojima sempre quis fazer um jogo em que as decisões do jogador influenciassem o mundo ao redor dele, desde o Metal Gear 3 Snake Eater o Kojima buscava essa ideia e, no Death Stranding, além de conseguir alcançar esse objetivo, ele foi além. É muito legal você ver o terreno se adaptando a sua passagem, as pedras vão sumindo, o solo vai nivelando, a trilha por onde você vai e vem vai ficando cada vez mais nítida, mas o que mais me chamou a atenção foi que o mundo não reflete só suas ações, mas a de outros jogadores também, e isso é incrível. Cada vez que o jogador reativa uma cidade, ele entra numa espécie de rede que permite ver a forma como outros jogadores influenciaram o mundo, os equipamentos, veículos e construções que eles deixaram junto com caminhos que eles desbravaram. Em contra partida, tudo o que você faz também vai deixar registro no jogo de outro jogador. Essa ideia de interação indireta é muito legal na prática, pois é extremamente satisfatório você deixar uma ponte que facilita vida de outro jogador, ou encontrar um gerador de outro jogador para recarregar as baterias de seus equipamentos. O jogo tem as Ordens de Serviço padrão que avançam a história e uma cacetada de Ordens de Serviço secundárias que desafiam o planejamento, habilidade e criatividade do jogador. As Ordens secundárias não são obrigatórias, mas são muito legais de fazer, pois, liberam novos equipamentos que facilitam a jornada do Sam e desenvolvem as histórias de pessoas comuns que passaram pelo cataclismo, sobreviveram e hoje tenta tirar o melhor disso. Alguns são bem amigáveis, outros são teimosos, uns se unem, outros se separam, mas todos ajudam muito na construção da narrativa que o jogo se propôs a criar, e ajudam o jogador a entender qual é a dinâmica que move esse bravo novo mundo. Os gráficos estão realmente muito bem trabalhados, com níveis de detalhes e animações que beiram uma produção cinematográfica. Ao terminar o jogo, existe literalmente um filme de quase 2:30h de duração para amarrar todas as pontas soltas do enredo e emocionar até a última fibra do ser do jogador. Temos personagens marcantes interpretados por grandes atores do cinema e dos jogos, e personagens secundários convidados que são amigos, ou se tornaram amigos do Kojima enquanto ele viajava o mundo buscando inspiração para Death Stranding. É tudo muito bem feito e pensado nos mínimos detalhes. Esse também é um jogo que contém texto, muito texto. A cada novo personagem que o jogador conhece, novos e-mails contando sobre a experiência, vida e cotidiano dessa personagem passam a chegar, e toda essa informação, apesar de não ser essencial, acaba impulsionando a ideia de fazer o jogador se conectar com essas personagens que, no fim, acaba sendo toda a premissa do jogo: a importância das nossas conexões como espécie, família, amigos, etc. O ápice dessa conexão é com o BB, um feto consciente com aproximadamente 7 meses de vida, encerrado em uma cápsula, nem vivo, nem morto, parceiro do Sam que o ajuda a prever onde estão os BTs, enxerga-los e evita-los completamente. Esse BB firma essa ideia de conexão quando jogo nos instrui que, apesar dele não precisar se alimentar, ele precisa descansar e que alto níveis de estresse podem fazê-lo sofrer mais do que o necessário. No decorrer da jornada, somos testemunhas do afeto que o Sam desenvolve por esse BB, chegando até a nomeá-lo em dado momento da história, e somos encorajados a cuidar dele, embalando-o quando está assustado, tocando música pra ele, correndo só pra deixa-lo feliz e etc. A história desse jogo é incrível. Ela é apresentada aos pedaços, sem muito sentido no começo, mas quanto mais se avança, mais sentido o jogador vai encontrando e mais complexa a trama vai ficando, até culminar no grande fim, onde finalmente todos os mistérios são revelados. Essa foi uma das histórias mais mitológicas e emocionais que eu já vi o Kojima produzir. Como grande fã da série Metal Gear, fiquei muito triste de saber que ele não produziria outro jogo da franquia mas, ao terminar Death Stranding, fiquei muito feliz em perceber como se afastar do Metal Gear e fazer algo diferente fez bem ao Kojima. Ele pôde desafiar a si mesmo em conceitos narrativos completamente diferentes do que ele estava habituado a escrever e, tirando inspiração vai saber de onde, ele escreveu um épico mito-fantasioso regido pela habilidade que o ser humano possui de ser empático. É maravilhoso. Esse foi um jogo que me consumiu, despertou meu interesse, me cativou com seus personagens, me fez sentir raiva e compaixão, me compeliu a fazer só mais uma entrega e desafiou minha inteligência logística. A cada nova partida eu estava cada vez mais encantado pelo BB e chorei de emoção com toda verdade ao chegar no fim. Vibrei em momentos de ação e senti a tensão em momentos de revelação. Fiquei legitimamente impressionado com todo o material que o Kojima consumiu para encontrar a inspiração para escrever história tão complexa e como ele fez todas as ideias encontrar uma harmonia caprichosa e dar sentido a tudo no fim. Esse jogo merece ser jogado de cabo a rabo. 10/10 por ser tudo, menos o que eu esperava. E por conter uma mensagem lindíssima sobre o amor.Mostrar maisMostrar menos
É bem difícil eu dropar um jogo. Já cansei de jogar coisa ruim e terminar rushando na raiva só pra não ficar marcado no meu perfil que não completei o jogo. Mas com Death Stranding não teve jeito. Olha que tentei por mais de 10 horas!! Peguei o jogo querendo fechar a história e ficar por dentro do Death Stranding 2 quando sair algum dia para o PC. Gosto bastante de Metal Gear e o jogo é aclamado por boa parte dos Youtubers. Como não vou gostar? Graficamente, o jogo é muito bonito. A trilha sonora que ouvi até onde fui (umas 17 horas de jogo) também é ótima... Mas o jogo em si, pra mim, é... INSUPORTÁVEL. Pega carga, entrega. Pega carga, tropeça. Pega carga, enfrenta umas aparições esquisitas e perde tudo em um pântano. Vai pra um quartinho, toma banho, mija, faz granada com o mijo e com a agua suja do banho (???). Pega carga de novo e vai pra outra entrega... um verdadeiro sofrimento!! A história? Extremamente confusa... Ok, no fim do jogo deve ser tudo explicado e fazer sentido assim como Metal Gear, mas aqui, tudo é muito estranho elevado ao quadrado! A gota d’água que fez eu chutar o balde foi quando eu terminei uma missão lá na caixa-prego, já todo ferrado, depois de fugir de algumas assombrações, praticamente sem equipamento e sem stamina, o jogo me manda voltar tudo até a primeira cidade onde começamos.... lá onde o Judas perdeu a bota, sem direito a fast travel, no minino uns 30 minutos só na canela se não topasse com aquelas assombrações chatas no caminho. No final das contas eu percebi que assistir as curtcenes estava mais divertido do que jogar o jogo. Quando a gameplay começava denovo para uma nova entrega dava vontade de desligar o PC e ir mexer com outra coisa. Por fim, se você tem MUITA curiosidade pela história, MUITO tempo livre e é MUITO fã do Kojima… talvez valha a pena. Quem sabe um dia eu não dou uma segunda chance, em um momento mais tranquilo da minha vida. Mas por agora? Tó fora!Mostrar maisMostrar menos
Fonte: análises originais de usuários da Steam. Votos de utilidade são um registro arquivado, não dados ao vivo. Última coleta: 15/08/2026.
