

DOOM
Histórico de preços
Últimos 36 meses · atualizado todo diaOs preços cobrem a Steam e 39 lojas autorizadas; só entram ofertas regulares. O gráfico mostra os mínimos semanais do mercado e o preço oficial da Steam nos últimos 36 meses.

01Sobre DOOM
DOOM combina combates rápidos em primeira pessoa com uma campanha em uma instalação marciana dominada por demônios. Em vez de buscar cobertura, você usa movimento, armas e ataques corpo a corpo para enfrentar as hordas. Avaliação dos jogadores: 95%% positiva em 155.830 análises.
Equipe
Menor preço registrado em 36 meses
US$ 1,992025-03-13 · SteamJogo base · mesmos registros do gráfico; histórico em USD, não é o menor preço regional da Steam.Suporte a idiomas
| Idioma | Interface | Legendas | Áudio |
|---|---|---|---|
| Chinês tradicional | Sim | Sim | — |
| Inglês | Sim | Sim | Sim |
| Francês | Sim | Sim | Sim |
Mostrar mais 7 idiomas
| Idioma | Interface | Legendas | Áudio |
|---|---|---|---|
| Italiano | Sim | Sim | Sim |
| Alemão | Sim | Sim | Sim |
| Espanhol | Sim | Sim | Sim |
| Japonês | Sim | Sim | Sim |
| Polonês | Sim | Sim | Sim |
| Português (Brasil) | Sim | Sim | Sim |
| Russo | Sim | Sim | Sim |
Dados da edição Steam para PC · 2026-10-18
02Antes de comprar
Modos de jogo
A versão Steam para PC inclui uma campanha para um jogador, além de modos multijogador e cooperativo.
Idiomas
A Steam lista interface em inglês, alemão, francês, italiano, espanhol, japonês, polonês, português, chinês simplificado e chinês tradicional. Para chinês tradicional, há legendas, mas não áudio completo listado.
03Perguntas frequentes
Sobre o que é a campanha?
A campanha acompanha um único marine DOOM em uma instalação de pesquisa em Marte tomada por demônios.
O que é SnapMap?
SnapMap é um editor para criar e compartilhar mapas, configurações de jogo e modos.
Há combates multijogador?
Sim. A descrição cita modos de arena clássicos e novos, com formas demoníacas e habilidades especiais disponíveis no combate.
“id Software's reboot nails high-speed shooting with health-from-kills aggression, its campaign laying the groundwork for Eternal”
Nosso veredito
Where it sat in 2016: a textbook series reboot
Wind the clock back to 2016 and this game's arrival was practically a move against the current. The entire console-shooter category was drifting toward cover tactics and multiplayer, and id Software answered with a pure, retro, attack-or-die single-player shooter. It then let the results do the talking: a Metacritic 85, an OpenCritic 86 rated Mighty in the top five percent across platforms, and near-unanimous agreement from critics that this was a remarkable comeback for id Software.
Its place in history is unambiguous — this is a textbook series reboot. It never betrayed the no-nonsense, fast-twitch core of the original Doom; instead it took that twenty-something-year-old formula and reground it razor-sharp with modern technology and design language. For a classic IP gone quiet for years, that balance of staying true to the original's spirit while fully modernizing is the single hardest thing to pull off. Too faithful and it reads as dated; too modern and it loses its soul. This game walks the tightrope strung precisely between the two. Which is why it became the reference sample for countless "classic IP reboot" projects that followed. It proved a point: reviving an old-guard series hinges not on how many new features you pile on but on pinpointing the one irreplaceable core of the original and magnifying it with modern craft.
Who should buy it, who should walk past, and what stays impossible to copy
So who is this for? The answer is plain: the player who wants pure, exhilarating, trade-aggression-for-survival fast-paced single-player shooting. If you are tired of the modern shooter ritual of crouching in cover, waiting on a health bar, and sitting through long cutscenes, and you crave an experience that raises the weapon and charges, that speaks through feel and rhythm, this is about as high as that ceiling goes. It does not ask you to invest emotionally in the plot, only to enjoy the adrenaline loop that gets better the harder you push.
There are a few players who should think twice, though. If you prize narrative depth and want a moving story and characters beyond the shooting, the wafer-thin, one-sentence plot will let you down. If you favor the measured trading rhythm of cover tactics, this design that forces you to never stop moving may simply not sit right. And if you buy shooters chiefly for multiplayer, the mediocre versus modes and the SnapMap editor that never took off will leave you feeling shortchanged. This is a single-player-first game with a sharply defined attitude, and it knows exactly who it serves.
On versions, go straight for the bundle that packs all three DLC and every update, folding in Arcade Mode, Photo Mode, and the multiplayer improvements — though for the vast majority of players the core value lives in that lean campaign, and buying in for the single-player experience alone is money well spent. Commercially it delivered too: launch-week sales trailed only Uncharted 4, and PC copies passed two million by 2017. But its deepest mark is the groundwork it laid for Eternal — the push-forward combat, the health-from-kills loop, and the weapon progression this game codified became the bedrock the whole series evolved from. Looking back now, the thing that stays impossible to copy is still the way it stitches health recovery and resource restock into its executions to force you relentlessly forward. That is not something "good graphics" or "good feel" can capture — it is an entire interlocking system that manufactures a singular flow state where the harder you fight, the longer you live. Plenty of successors have aped its parts; few have reproduced that pure offensive thrill at the same height. For a reboot, setting a benchmark the whole genre turns back to consult is finishing the job and then some.
Últimas notícias sobre DOOM
Análises populares da Steam
Seleção no idioma original · 10 análisesAs análises úteis selecionadas neste idioma mostram recomendações e críticas. Esta seleção não representa a avaliação positiva geral; as opiniões refletem a versão analisada.
Simplismente épico, um jogaço, trilha sonora maravilhosa, gameplay frenético, divertido e fluído. Otimização impecável. Multiplayer que dispensa comentários. Nostalgia total. Vale muito a pena ter este jogo em sua biblioteca. Valeu ID Software e Bethesda por essa obra-prima. Nota 10/10.Mostrar maisMostrar menos
Para de procurar review negativa e compra logo essa maravilha, afinal é DOOM!Mostrar maisMostrar menos
Eu sou um pai de 45 anos, provavelmente uma das pessoas mais velhas a jogar este jogo. Sou pai solteiro criando meu filho, que agora tem 14 anos. Meu filho ganhou este jogo no Natal de 2021 de seu tio, então o instalamos em seu computador e ele começou a jogar. Até o final da semana ele tinha 24 horas neste jogo. Isso foi horrível para mim, pois já era difícil encontrar maneiras de passar o tempo com meu filho, pois ele está sempre com os amigos ou apenas assistindo ao YouTube. Então eu decidi fazer uma conta no Steam e pegar esse jogo para ver se eu poderia jogar ao lado dele. Eu comprei o jogo, escolhi minha skin e mundo e comecei a jogar, mas eu estava preso no que você deveria fazer. Pedi ajuda ao meu filho e ele organizou um jogo para eu participar. Adorei, pois foi o melhor momento que passei com meu filho desde que minha esposa morreu. Desde então, esse jogo aproximou eu e meu filho novamente e agora passamos um tempo juntos fora de casa também. Este jogo me lembrou que há diversão em tudo, e trouxe muitas lembranças felizes para mim e meu filho.Mostrar maisMostrar menos
Depois de passar praticamente um dia inteiro baixando 60GB, o jogo não abre e fica em uma tela preta interminável, mesmo seguindo todos os passos informados em forúns de discussão, apenas desisto de tentar jogar, não gastei quase R$200 reais pra ter que resolver problemas eu mesma.Mostrar maisMostrar menos
Resumo DOOM 2016 NÃO é o FPS mais inovador destes últimos dez anos, mas é, com mérito, um dos grandes jogos dos últimos seis anos. Não é um marco de inovação, mas é, sem dúvida, um exemplo de renovação. Um excelente FPS que junta o clássico, o novo e o esquizofrênico... Padrão de preço Bethesda tem sido um tanto absurdo, Por melhor que DOOM 2016 seja, eu não posso recomendá-lo por seu preço original. Mas eu posso dizer que R$ 50,00 a R$ 80,00 por DOOM é faixa de preço razoável. ---------------------------------- Agora... falar de DOOM não é apenas falar de um único jogo, mas falar de um padrão, falar de jogos em primeira pessoa e jogos de ação de forma geral, de um rótulo na falta de nome para os primeiros momentos do gênero: “TIPO DOOM”. DOOM 1 e 2 estabeleceram uma forma que influenciaram quase todos os jogos de ação em primeira pessoa dos anos 90 até o início do século 21. DOOM 3 não foi um jogo ruim. Tinha excelente otimização e muito bom gráfico para a época, mas os desenvolvedores entenderam que o mais marcante de DOOM 1 e 2 teria sido alguma sensação de terror derivada do contexto:“demônios do Inferno invadem base humana em Marte”. Entre 2012 e 2013, no meio da repetição dos jogos entitulados de 'Modern FPS' ou 'military FPS', com Battlefield tentando ser COD e COD tentando ser mais COD, Flyging Wild Hog desenvolve e lança com Devolver Digital dois importantes jogos de tiro em primeira pessoa: HARD RESET e Shadow Warrior. Esses jogos marcaram por seu retorno a um método de combate mais clássico, saindo do “cover based” ou “stop n'pop” (caraterizado pela existência de ambientes configurados para tiroteios estáticos com uso de barreiras de cobertura) para o “run'n' gun” (caracterizado pela constante movimentação do jogador durante combate, raramente recorrendo a coberturas, desviando de projeteis inimigos enquanto efetua seus ataques). Eles concentram na reconstrução da parte da mecânica de clássicos como DooM. E, felizmente, isso acontece com DOOM 2016, juntando mecânica à excelente música, proporcionando uma linda dança da destruição. Um combate frenético, muito mais rápido que os dois exemplos anteriores, que exige do jogador pecepção do cenário, constante movimentação e adaptação da seleção de armas. Pode parecer um pouco fácil em sua dificuldade normal (Hurt me plenty), mas ainda oferece algum desafio, punindo devidamente o jogador quando este não observa os melhores modos de finalizar cada variedade de inimigo ou tenta adotar um modo de combate estático. DOOM tem um clima arcade e ao mesmo tempo faz questão de expor suas inspirações em uma fina seleção de FPSs mais modernos, adaptando essas mecânicas no contexto do combate e dos cenários. Isso fica marcado, em um primeiro exemplo, nas “Glory Kills”. O jogador não conta com regeneração de 'health', mas também não depende apenas do modo mais clássico que seria coletar 'health packs' pelo cenário. É possível recuperar seu 'life' durante combate quando executa essas glory kills. Um segundo exemplo está em sessões de plataforma e exploração entre sessões de combate, além da clássica procura por cartões-chaves. No caso das chaves não é algo tão moderno porque os primeiros DOOMs executavam isso. Mas nesses momentos o jogo praticamente grita “HALF-LIFE”. Inclusive, há algumas singelas referências ao jogo. Em Half-Life 2:Raising The Bar, escrito por David Hodgson, “Quiet Times” (momentos de quietude), são descritos como como algo necessário entre momentos de ação. Entre um combate e outro, são dispostos puzzles simples, necessidade de exploração ou simplesmente passar por uma parte quieta do cenário, procura por locais secretos e desafios de movimentação (plataforma). Deixando que o jogador relaxe, olhe ao redor e perceba o quão bonito o cenário é. A coisa dos locais secretos fica um tanto estranha, pois o jogo não apenas indica quantas áreas secretas existem, como também sinaliza ao jogador sua proximidade. Isso quebra um pouco o sentido de chamar de 'secrets', mas procurar esses locais e itens trazem vantagens mecânicas que podem ser necessárias em modos de maior dificuldade. Sobre a história, o próprio John Carmack considerava enredo em jogos de videogames algo sem importância, comparando-os a enredos em filmes pornô. Eles existem apenas para contextualizar as mecânicas. DOOM 2016 segue a mesma tendência (a própria narrativa sugere que o jogador a ignore em alguns momentos), entretanto, ele dispõe uma quantidade de textos para aqueles que desejarem mais contextualização nas cenas e situações apresentadas. Em suma, assim como nos clássicos, a narrativa de DOOM 2016 é opcional, entretanto a história contada é razoavelmente bem distribuida e consegue até mesmo ser divertida de acompanhar. Modo arcade e SnapMap são partes interessantes do produto que aumentam um tanto seu tempo de aproveitamento, mas multiplayer parece desnecessário. Creio até mesmo que as partidas de DOOM(1) nos 486s do escritório de contabilidade de meu pai com meu amigo na época eram muito mais divertidas do que o multiplayer do novo DOOM... pode ser bom para os outros, mas para mim o que prevalece em importância neste produto é o modo singleplayer. O jogo é visualmente incrível... Há predominância de uma determinada cor para cada 'episódio', mas há boa variação de tom de um episódio para outro. Sua contextualização visual é de uma qualidade superior a de lindos jogos como Alien:Isolation, com excelente uso de luzes e particulas tanto no cenário quanto em combate e é um dos poucos jogos nos quais motion-blur não me incomoda. A música e o som do jogo são de alta qualidade. Alguns poucos 'vacilos' com disposição de fontes de som podem ser notados, mas o jogo preenche os sentidos, mergulhando o jogador em uma deliciosa power trip, mas sendo bem sucedido o suficiente para quebrar (quando bem entende) o quarto muro em nome de genuína diversão. O tempo para finalizar o jogo em modo 'Hurt me plenty' é entre 17 e 20 horas (para aqueles que gostam de procurar locais secretos e coletar dados), mas o jogo tem muito potencial e pede para ser jogado novamente. Agora que passamos pela mecânica, pela narrativa e pela apresentação, vamos para o desempenho. Este é o jogo “AAA” de melhor otimização em 10 anos de uma indústria mimada que perpetua uma insana e desnecessária “corrida do hardware” onde todo jogo que parece ter sido feito há 4 anos atrás vai exigir a mais cara máquina para rodar em sua configuração mediana. Mas este é um jogo publicado por Bethesda e tem seus problemas: -O jogo travou três a quatro vezes (incluindo uma tela azul da morte); -Ligeiro 'Texture pop-in' poderá ser percebido em alguns momentos; -Alguns poucos glitches no cenário que podem prender jogadores mais curiosos; -Disposição de fontes de som apresentam erros primários em alguns locais; -Transição para SnapMap e Multiplayer pode travar o computador; -Glory Kill pode ter glitches como lançar o jogador para fora do cenário se executado em cantos. Mas estes poucos problemas (para um jogo publicado por Bethesda) não diminuem a diversão que DOOM pode proporcionar... DOOM 2016 é um mistura balanceada do clássico e do moderno. Não é simplesmente um aglomerado de mecânicas desconexas em uma pretensiosa apresentação, mas um exemplo de um sistema devidamente fechado e satisfatório. Então tire algumas horas de sua noite... relembre sua juventude, lá entre 1994 e 1996... Esqueça os problemas, esqueça o trabalho, esqueça a história (ela pouco importa), escolha sua arma favorita... e simplesmente VÁ! RIP AND TEAR! RASGUE E ESTRAÇALHE TUDO EM SUA FRENTE! ATÉ OS CONFINS DO INFERNO! (cha clak... TANTANTARAN TANTARAN TANTARAN TANTANRAN TANTARAN! TANTANTARAN TANTARAN TANTARAN TANTAAANNN...) https://www.youtube.com/watch?v=C9r0qKUkmNQ Tributo a DOOM-Vídeo musical Obrigado pela leitura!Mostrar maisMostrar menos
Simplesmente o jogo é andar e atirar. Na dificuldade mais difícil(disponível no começo) é ainda BEM FÁCIL. Antigamente poderia até servir para mim, mas hoje em dia parece que estou jogando Mata-mata contra bots médios. Sinto o jogo meio vazio já que tudo que joguei se tratava de ir de um ponto ao outro e matando tudo que se mover. *Prós: -O jogo está bonito -Bem otimizado -A trilha sonora é PESADA! -Controles funcionam bem -Tem uma boa variedade de monstros e o trabalho em CADA UM está ótimo. -Boa variedade de armas -É um arcade bem nostálgico para quem procura -Ação bem frenética e quase constante *Contras(a grande maioria pessoais, mesmo): -Se resume a andar e atirar, pular as vezes. -Inimigos fáceis e dificuldade baixa (entre as disponíveis no começo) -Não há imersão e o "terror" se perdeu -História BEM SIMPLES (aquela feita só para ter um motivo para andar e distriuir tudo que se move ou tem luz) -Não passa de um arcade simples, para quem procura algo mais maciço ***O jogo é muito bom, só não se encaixa muito bem no meu perfil de jogador atual, nem em dificuldade e nem em complexidade!Mostrar maisMostrar menos
Simulador de Rambo, atire em tudo e em todos hahaha Trilha sonora fantástica, chega a ser relaxante hahah ===Gráficos=== 🔲Atari 🔲140p 🔲Aceitável 🔲Bom 🔲Ótimo 🔲The Witcher 3 ✅Red Dead Redemption II 🔲Cada frame foi pintado por Da Vinci ===Requisitos=== 🔲Qualquer coisa que conduza energia 🔲Uma calculadora com 1 pilha 🔲Um celular ✅Um i5 com uma GTX 750TI 🔲No minímo uma GTX 1660 🔲Pc com CPU e GPU muito boas 🔲4xRTX2080TI ligadas numa hidroelétrica ===História=== 🔲História? que história? 🔲Tem uma historinha ✅Uma história bacana ✅Uma história digna de prestar atenção 🔲É sobre a vida real 🔲Feita pelo Tolkien ( prepare seus lenços) 🔲Platão escreveu junto com Machado de Assis e virou novela das 21h. ===Jogabilidade=== 🔲Precisa de dois dedos pra jogar 🔲Aceitável (4 dedos pra ser específico) 🔲Jogabilidade bacana ✅Jogabilidade excelente ===Complexidade=== 🔲Jogo da velha é mais complexo 🔲Fácil de entender ✅Fácil de aprender, difícil de dominar 🔲É daqueles jogos que as pessoas ficam estudando 🔲Precisa de, no mínimo, 2 doutorados ===Dificuldade=== 🔲Você escolhe a dificuldade 🔲Seu cachorro consegue 🔲Da pra zerar com uma batata de controle 🔲Fácil ✅Médio 🔲Quase Dark Souls 🔲Dark Souls 🔲Você precisa de reflexos instantâneos e 4 mãos ===Tempo de jogo=== 🔲Da jogar enquanto ouve 1 música 🔲6h 🔲12h 🔲24h ✅48h 🔲100h+ 🔲Você começa, seu neto termina ===Áudio, músicas=== 🔲Beep 🔲É melhor jogar no mudo 🔲Aceitável 🔲Muito bom 🔲Músicas escritas por Hans Zimmer ✅Mozart escreveu junto com Beethoven ===Bugs=== 🔲Nunca vi nenhum ✅Pequenos bugs 🔲Pode ficar irritante 🔲Pode estragar a gameplay 🔲Nivel de Assassin's Creed: Unity ===Publico=== 🔲Crianças 🔲Adolescentes ✅Adultos ✅Moradores do porão da mãe que comem maionese 🔲Tudo e todos ===Compensa Comprar? === 🔲IT'S FREE 🔲Preço justo 🔲Compre se tiver dinheiro sobrando ✅Espere uma promoção 🔲Caro demais não recomendo 🔲Mais fácil você queimar seu dinheiro Avaliação By RAZOR Gostou?? Me dê um prêmio que eu agradeço muito <3 Pode me add que eu aceito rsrsMostrar maisMostrar menos
O jogo é bom. É divertido. Entretanto, estava chegando no final, na fase "O Poço", quando o savefile ficou corrompido. Não consigo voltar a jogar de onde parei, tentei vários fixes e nada. Nunca usei nenhum tipo de cheat ou coisa parecida. Decepção total.Mostrar maisMostrar menos
Uma vez um Pastor disse: Doom é a melhor oportunidade de deitar demônio safado na porrada.Mostrar maisMostrar menos
Bom. Pensei muito a respeito desse jogo antes de dar a minha opinião. O jogo tem muitos pontos positivos, como a dificuldade e a mecâncica de upgrades que não são fatores necessários para finalizar o jogo, só facilitam. Excelente efeitos sonoros, e visuais, mas parece que a engine do jogo tem um problema sério. A Bethesda. É fantástico como em todos os jogos a Bethesda faz os inimigos ficarem PARADOS esperando vocÊ pisar em algum lugar que ele possa acessar andando, se for pra chegar até você. Sim... o que eu quero dizer é que eles vão ficar parados esperando você atirar neles até morrerem. Para entender o próximo preciso ser prolixo: Se por alguma eventualidade você encontra um spot para se proteger e mata todos os montros presentes outros surgirão. Mantendo-se nesse mesmo spot e os novos que surgirão não perceberam você, eles DO NADA MORREM! Sim!! Eles morrem sozinhos! De desgosto... de depressão... de fome... sei lá.... MORREM Á TOA! Também morrem á toa e pro nada quando você foge para longe de uma sala com uma horda de demônios, os que ficam para traz SOMEM.... desaparecem.... deixam de existir.... você volta para matar os que ficaram e descobre que economizou munição depois de passar um tempo procurando os demonios rapitados pelo void. Ok. Tirando os (constantes) problemas mencionados acima, o jogo é repetitivo demais.... Céus.. Não tem nenhuma novidade... entra, atira... desvia, desvia... atira... e ta limpo... Na próxima sala a mecânica se repete. E assim vai... A campanha é composta por constantes mini arenas. Sim... são mini arenas. Doom 3 foi muito melhor em em superar expectativas nos combates, porquê, qualquer besteira que você pudesse fazer, chamaria mais monstros e a coisa ficaria pior. Não só o Doom 3, os anteriores também! Doom 2016 é o jogo MAIS FÁCIL de todos! Eu estava esperando passar raiva... e fui supreendido com desgosto. O que me fez jogar por horas e horas foi a dificuldade de completar os desafios de cada mapa o que é uma coisa opicional e irrelevante. Os Bosses. Fala sério... Quake 4 é infinitamente mais divertido. Ok o boss final é complicado pra kct. Mas os demais, poxa vida... O jogo faz um BAITA suspense, fazendo você pensar que vai ter um trampo do caramba, quando de repente é aquilo.... E, diferente de Doom 2, só aparecem uma única vez. Po.. fala sério, eles pareciam trash mob. No todo, o jogo foi desenvolvido para PVP. Pois o modo campanha não é de surpreender. E os desafios são tediosos. Na real? Quake 1 ainda consegue ser o melhor FPS.Mostrar maisMostrar menos
Fonte: análises originais de usuários da Steam. Votos de utilidade são um registro arquivado, não dados ao vivo. Última coleta: 14/08/2026.



