

DOOM: The Dark Ages
Histórico de preços
Últimos 36 meses · atualizado todo diaOs preços cobrem a Steam e 39 lojas autorizadas; só entram ofertas regulares. O gráfico mostra os mínimos semanais do mercado e o preço oficial da Steam nos últimos 36 meses.

01Sobre DOOM: The Dark Ages
Lute como o DOOM Slayer em uma guerra medieval sombria contra o Inferno. DOOM: The Dark Ages é um jogo de ação para um jogador e uma prequela de DOOM (2016) e DOOM Eternal. O combate combina armas conhecidas, como a Superescopeta, com ferramentas novas, incluindo a Serra-Escudo. Explore castelos em ruínas, campos de batalha e outros mundos em fases extensas. Avaliação dos jogadores Steam: 88% positiva em 32.715 análises. Data de lançamento: 14 de maio de 2025. A versão Steam para PC oferece interface, áudio completo e legendas em português.
Equipe
Menor valor registrado em 36 meses
US$ 19,172026-02-20 · GreenManGamingJogo base · mesmos registros do gráfico; histórico em USD, não menor preço regional da Steam.Idiomas compatíveis
| Idioma | Interface | Legendas | Áudio |
|---|---|---|---|
| Chinês simplificado | Sim | Sim | — |
| Chinês tradicional | Sim | Sim | — |
| Inglês | Sim | Sim | Sim |
Mostrar mais 12 idiomas
| Idioma | Interface | Legendas | Áudio |
|---|---|---|---|
| Francês | Sim | Sim | Sim |
| Italiano | Sim | Sim | Sim |
| Alemão | Sim | Sim | Sim |
| Espanhol | Sim | Sim | Sim |
| Árabe | Sim | Sim | — |
| Coreano | Sim | Sim | — |
| Polonês | Sim | Sim | Sim |
| Português (Brasil) | Sim | Sim | Sim |
| Russo | Sim | Sim | Sim |
| Espanhol (América Latina) | Sim | Sim | Sim |
| Japonês | Sim | Sim | Sim |
| Turco | Sim | Sim | — |
Dados da edição Steam para PC · 2026-10-18
02Antes de comprar
Modo de jogo
A versão Steam para PC é para um jogador e oferece suporte completo a controles.
Idioma
O português está disponível para interface, áudio completo e legendas.
03Perguntas frequentes
Dá para jogar com outras pessoas?
É uma experiência para um jogador; os dados fornecidos não indicam modo cooperativo.
Em que ponto da série se passa?
É uma prequela de DOOM (2016) e DOOM Eternal, ambientada em uma guerra medieval contra o Inferno.
Quais armas estão disponíveis?
Entre as armas estão a Superescopeta e a versátil Serra-Escudo.
“Shield-centered combat loop emphasizes pressure-filled frontal advances within a dark sci-fi medieval fantasy setting, though simplified exploration may disappoint veterans seeking systemic depth.”
Nosso veredito
If you plan to sink twenty-plus hours into this campaign, that time is very likely well spent, provided you accept that it is not a straight-line upgrade of the previous game but a clearly branching evolution toward heavier, grounded advance. It shifts the combat's center of gravity away from high mobility, aerial combos, and intricate solutions, and onto shield-driven frontal control.
A deliberate change of direction
Some players will adore this change, because the force of pushing a tide of hostile forces back one step at a time is genuinely rare. Others will feel let down, because simplified systems, shallower secrets, and more direct combat solutions mean the series' once near-obsessive precision has surrendered part of its place. The good news is that the game does not present its trade-offs as a compromise, it presents them as a direction. It commits, and that conviction is what separates a watered-down sequel from a confident reinvention. You always know what kind of experience the team wanted to build, and the design holds that line with impressive discipline from the first hour to the last. That clarity of vision is rarer than it sounds, because plenty of sequels try to chase two audiences at once and end up satisfying neither. This one picks a lane and commits fully, accepting that it will lose some of the players who loved the previous formula in exchange for winning over a different crowd. It is a confident bet, and whether it pays off for you depends almost entirely on which of those two crowds you belong to, but you can never accuse the game of being unsure of itself or hedging its design philosophy.
What holds up and what does not
The visuals remain ferocious, the audio remains punchy, and the content volume is more than enough to carry a complete campaign. The story is more proactive than before, though it still has not reached the point of standing entirely on its own. You can feel very clearly that this is a work trying to fully realize the idea of the series planting its feet and fighting from a fixed stance. Against its main rival in the series, the previous entry, it loses the contest of raw systemic depth and ceiling, but it wins on immediacy, momentum, and the sheer tactile force of every advance. Which of those matters more is genuinely a matter of taste rather than a question with a single correct answer. Across the board the scores tell a consistent story: combat is the standout, presentation and audio are strong and dependable, while narrative and the depth of exploration sit a step behind without ever dragging the whole down. There are no glaring weak points here, no dimension that feels broken or neglected, just a clear hierarchy of strengths that all serve the same grounded, aggressive identity. That balance is part of why the package holds together so well, even when individual elements fall short of the genre's very best, because everything is pulling in the same direction toward a single coherent experience.
Who should buy it
It will not necessarily become everyone's favorite entry in the series, but it may well be the one that pulls a particular kind of player back in. So is it worth those twenty-plus hours? If you want a sturdily made, distinctly styled, consistently spectacular heavy action shooter, yes. If you only want to see the previous game's design pushed even further toward the extreme, lower your expectations a touch, because this entry did not crank the dial upward. It brought the hammer down instead, and it did so with real satisfaction. For newcomers it is an unusually approachable doorway into the series, and for veterans willing to meet it on its own terms it offers a fresh, weighty take on a formula they thought they had fully mapped. The recommendation is simple: if you like standing toe to toe and refusing to flinch, do not pass this one up. It is a polished, purposeful action shooter that knows exactly what it wants to be, and it executes that vision with enough craft and spectacle to justify the asking price for anyone drawn to its grounded, relentless style of play. Go in expecting a confident reinvention rather than a familiar encore, and there is a great deal here to enjoy.
Últimas notícias sobre DOOM: The Dark Ages
Análises populares da Steam
Seleção no idioma nativo · 10 análisesAs análises úteis selecionadas neste idioma incluem recomendações e críticas. Esta seleção não representa a avaliação positiva geral; as opiniões refletem a versão analisada.
Só passei a primeira fase e o meu receio não se concretizou, achei que o jogo seria bem pesado, porém, o jogo está muito bem otimizado e me espantou porque está rodando muito suave (muito mesmo), gameplay frenética e o escudo adicionou mecânicas de parry que casou muito bem com a gameplay frenética típica da franquia! O game está lindo e a gameplay fantástica! Atualizo esta análise após jogar mais...Mostrar maisMostrar menos
A ID Software esqueceu como otimiza os jogos? Desde quando virou uma boa ideia forçar Ray Tracing nos jogos? Só pra deixar claro, meu PC é mais que suficiente pra rodar esse jogo tranquilamente. RX 6750 XT Ryzen 7 5800x 48Gb de Ram Mas o combo RT Forçado & Denuvo fizeram a boa dessa vez...Mostrar maisMostrar menos
Primeiras impressões daquele jeitão! Tô na fase 10 de 22 — quase na metade — e já posso dizer que o jogo é pura adrenalina. O tiroteio tá insano, é demônio brotando de tudo quanto é lado e é um prazer absurdo mandar todos pro limbo. A adição do escudo foi um baita acerto! Agora tem parry — sim, PARRY num jogo estilo Doom — e vou te falar: casou perfeitamente com a pegada frenética da gameplay. Dá pra jogar o escudo nos inimigos, atordoar geral, dar dash com dano... a mecânica ficou redonda e muito divertida. Tem várias armas, cada uma com sua utilidade, seus upgrades... no fim, a vibe é: andar pra frente, esmagar o botão de tiro e se divertir como se não houvesse amanhã. Por enquanto, tá valendo cada segundo! Se você curte Doom, vai fundo que esse aqui entrega tudo o que promete — e ainda mais! Edit após zerar o game: O jogo continua frenético até o fim, ouso dizer que da pra ser até um "Comfy game" pra quando você chega em casa depois de um longo dia, e só quer esquecer de tudo, abre o Doom e vai fundo! Ponto fraco do jogo é que faltou música, faltou mais um metalzão tocando por mais tempo, mas até ai tudo bem! Jogo é divertido, tem boas mecânicas, a quantia de armas é absurda, as Boss Fights sensacionais, pode ir fundo que até quem não gosta de Doom vai gostar desse aquiMostrar maisMostrar menos
De DOOM Eternal no ULTRA 100 fps+ pra 50 fps com tudo no low+FSR nessa BOMBA, obrigado ray tracing OBRIGATÓRIO. Além de regredirem e deixarem o jogo mais lento a otimização veio com tudo, o que me resta é fazer o L.Mostrar maisMostrar menos
A id Software conseguiu de novo: criaram um jogo que transpira Doom e, também, é diferente de qualquer outro da série. The Dark Ages talvez não tenha um combate tão rico quanto Eternal, mas tem os melhores mapas pra se explorar, assim como um ritmo excelente e muita variedade de gameplay, alternando os tiroteios com robôs gigantes e vôos no dragão. As ótimas cutscenes e uma maior atenção à história também fazem desse jogo uma ótima porta de entrada na franquia. Os gráficos também são lindíssimos, com um alto grau de interatividade na iluminação e física, e tudo isso rodando bem, sem stutters. É ótimo viver em um mundo onde ainda há um estúdio como esse, criando shooters single-player grandiosos, e onde Doom segue sendo sinônimo de FPS.Mostrar maisMostrar menos
um doom legal e aparar com o escudo e bem satisfatorio mas a otimizaçao mal feita a raytrace forçado atrapalham demais a experiencia, alem disso apesar do jogo ser legal ele nao vale 350 nem de longe, infelizmente para doom a verdadeira "the dark ages" e a era em que vivemos com mais jogos dependendo de ia, dlss e placas de video superfaturadasMostrar maisMostrar menos
Infelizmente eu acordo cedo amanhã para trabalhar, por que eu queria muito passar a madrugada jogando esse jogo. Eu não faço mais do que reclamar de preço de jogos no Brasil e ainda sim fiz a pré venda mais cara por que DOOM é uma das minhas franquias favoritas e uma das poucas que manteve a alta qualidade mesmo depois de tanto tempo. Meu primeiro susto foi me deparar com os requisitos para rodar esse jogo, juntei o útil ao agradável e comprei um SSD NVMe para garantir a melhor experiencia. Meu PC é bom, mesmo não sendo top de linha, e apesar dos requisitos SATÂNICOS desse jogo, consigo rodar na configuração mais alta sem nenhum problema, sendo esse o terceiro titulo consecutivo da franquia que compro no lançamento e vem bem otimizado(raridade nos dias de hoje). Quanto a gameplay, pelo que joguei dos 2 primeiros capítulos, realmente fez jus ao hype. Uma gameplay frenética e extremamente violenta. Algumas mecanicas vem direto do Eternal mas passando por algumas melhorias, como o Escudo que tem a função de dash (como era com a escopeta de 2 canos), mas também defende e é arremessável sendo também utilizado para acessar lugares mais altos. A manopla do slayer tem a função da antiga moto serra e além de conseguir munição ao atingir os inimigos permite que você crie combos de (inicialmente) até 3 golpes. O jogo tem uma arvore de melhorias bem grande que pode ser comprada com ouro, que você consegue pelo mapa, além dos colecionáveis que já são clássicos (bonequinho, codex, etc). O sistema de customização do Slayer também voltou, assim como pro arsenal de armas e agora também por robozão gigante e pro dragão (que eu preciso MUITO testar). A trilha ta frenética como sempre e o jogo parece que vai ter um foco narrativo mais próximo do que vimos no Old Gods, o que é bom, mas admito que pelo tempo que se passou me senti um pouquinho perdido com alguns elementos da lore. A interface ta linda, o hud ta intuitivo e voltou a ter o rostinho do Slayer no centro exatamente como era nos primeiros jogos e eu achei isso muito legal. Essa análise é so a minha primeira impressão e eu vou atualizar ela quando jogar mais e se amanhã não fosse meu primeiro dia em um novo emprego eu admito que iria pegar um atestado. O preço é realmente salgado, beirando hipertensão, mas é o que ta tendo. O jogo ta lindo, bem otimizado, em português tanto na interface quanto na dublagem (que está muito boa) e até então, sem nenhum problema técnico. Eu achei que seria impossível superar o Eternal na minha concepção, mas mesmo que não chegue lá, acredito que Doom: The Dark Ages fica muito perto de ser um dos melhores da franquia. EDIT 31/05 - 17 Horas de Jogo / Campanha Concluída. Acabei de terminar a campanha principal do jogo e gostei bastante. Vou re-jogar pelos colecionáveis em breve, o que deve me dar mais algumas horas em registro. Essa duração de pouco mais de 15h é o que você deve esperar quando comprar o jogo, e é certamente muito pouco para justificar o preço, apesar disso ser o padrão dessa industria hoje em dia (não que eu concorde, que fique claro). Eu amei as novas mecânicas em relação aos títulos anteriores, o escudo e a dinâmica de parry são muito divertida, e pelo menos nesse titulo funcionam muito bem. O robô foi uma decepção momentânea por não corresponder o hype, e as fases com ele realmente são muito simples e até bem curtas, mas as últimas missões são muito legais. O dragão em contraparte foi a melhor parte do jogo pra mim e as fases dele são as minhas favoritas. Pelo que andei lendo nas analises e acompanhando em videos de review, de forma geral os jogadores estão achando esses trechos muito simples e desinteressantes, além de achar o escudo algo que fugiu da proposta de doom, deixando o jogo supostamente muito fácil. Discordo completamente de todas essas opiniões, mas eu entendo elas perfeitamente e acredito que você deve jogar e tirar suas próprias conclusões, questão de amar ou odiar. Minhas principais ressalvas com esse titulo são a história, que sinceramente é totalmente ignorável e tem elementos e decisões que até agora não entendi muito bem, a trilha sonora, que também é bem esquecível (isso é uma blasfêmia se tratando de DOOM), e a reciclagem de inimigos, onde todo boss do jogo vira um inimigo comum que você vai enfrentar várias vezes, alguns são um saco e tem designs bem ruins na minha opinião, e isso se agrava muito pelo fato de que eu gostei muito das boss fights do final do jogo, e acredito que se tivessem mais dessas durante o game eu teria me divertido muito mais. Concluindo, eu achei um titulo muito sólido. Me diverti bastante e no fim do dia é só isso que importa pra mim quando se trata de video game. Pontos como a história e repetição de inimigos são completamente irrelevantes se tratando de DOOM, onde a gameplay frenética sempre foi o carro forte. A trilha sonora fica sendo o maior pecado mesmo e acredito que as músicas certas tornariam alguns trechos ainda melhores. Não é o melhor da franquia, certamente não vale o preço, mas em um futuro onde você consiga jogar ele acredito que você deva dar uma chance. Fico no aguardo da DLC de história e na expectativa de um modo online, que eu não sei se vai ter. Algo que sinto muita falta é o criador de mapas do 2016 que eu aprendi a respeitar com o passar dos anos, acho pouco provável algo assim para o Dark Ages mas com certeza ajudaria a expandir o tempo de jogo, que sinto que foi extremamente curto e me deixou querendo mais.Mostrar maisMostrar menos
O jogo não é ruim e tem um gráfico muito bonito, mas o problema não é esse, o problema é que falta muita essência da franquia "Doom" nesse jogo, o que me faz não poder recomendar o jogo para outros fãs da franquia. Agora vamos aos pontos que me fizeram não gostar de Doom Dark Ages. - Primeiro, a trilha sonora, não trazerem Mick Gordon para fazer a trilha desse jogo deixou ele sem alma, faltou aquele toque único que estava presente nos últimos 2 jogos da franquia. - Segundo, o tamanho das missões, são longas demais e se tornam chatas e cansativas, associado a momentos "plataforma" que fazem o jogo ficar perder totalmente o ritmo frenético que tinha nos outros jogos, principalmente no Doom 2016. Sem contar as missões de ficar voando em dragão e pilotando "megazord" que ficaram um pé no saco. - Terceiro, o jogo está menos brutal e violento que os anteriores, remover as execuções gloriosas tirou uma das principais graças da franquia que é a possibilidade de trucidar o seu inimigo das maneiras mais brutais e criativas, outra questão é a variedade e qualidade das armas, simplesmente não convence. Minha percepção geral é de que o jogo se tornou chato e arrastado, é o primeiro jogo da franquia em que eu realmente estou sofrendo para concluir a campanha por falta de vontade. O começo do jogo é interessantes, mas logo perde a graça e fica tedioso. Como fã de longa data franquia eu espero que os próximos jogos voltem às origens e tragam a franquia de volta à gloria. *O jogo vale a pena em alguma promoção boa, definitivamente não compensa o valor cheio. **Quanto ao desempenho, não achei dos jogos mais pesados, mas também não é super leve, vai precisar ter um PC fortinho para rodar bem o game em resoluções mais altas (QuadHD pra cima).Mostrar maisMostrar menos
Jogo gostoso, satisfatório de jogar,muito bem otimizado, rodando de boas com tudo no ultra no meu PC de "entrada", pros virjola de plantão, garanto que é melhor que SEXO 🥵Mostrar maisMostrar menos
O jogo é bão, mas vai se fuder Raytracing obrigatório (emoji de dedo do meio)Mostrar maisMostrar menos
Fonte: análises originais de usuários da Steam. Votos úteis são um registro arquivado, não dados ao vivo. Última coleta: 15/08/2026.


