

Dying Light
Histórico de preços
Últimos 36 meses · atualizado todo diaOs preços cobrem a Steam e 39 lojas autorizadas; só entram ofertas regulares. O gráfico mostra os mínimos semanais do mercado e o preço oficial da Steam nos últimos 36 meses.

























01Sobre Dying Light
Em uma cidade devastada por um vírus zumbi, Dying Light combina exploração em mundo aberto, parkour, coleta de suprimentos e combate contra infectados. Reúna recursos, crie armas e use o ambiente, o equipamento e suas habilidades para enfrentar inimigos. À noite, a caçada se inverte: você vira a presa e precisa escolher entre lutar ou fugir. Avaliações de jogadores na Steam: 95%% positivas em 375.223 avaliações. Data de lançamento: 26 de janeiro de 2015.
Equipe
Menor preço registrado em 36 meses
US$ 2,992024-05-09 · SteamJogo base · mesmos registros do gráfico acima; histórico em USD, não menor preço regional da Steam.Idiomas disponíveis
| Idioma | Interface | Legendas | Áudio |
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| Chinês simplificado | Sim | Sim | — |
| Chinês tradicional | Sim | Sim | — |
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| Idioma | Interface | Legendas | Áudio |
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| Turco | Sim | Sim | — |
| Tcheco | Sim | Sim | — |
Dados da versão Steam para PC · 2026-10-17
02Antes de comprar
Modos de jogo
A versão Steam para PC oferece modo solo e cooperativo multijogador para até quatro pessoas.
Controles e idioma
Há suporte completo a controles. O português inclui interface e legendas, mas não áudio completo.
03Perguntas frequentes
O que se faz no jogo?
Explore uma cidade tomada por zumbis, vasculhe suprimentos, crie armas e enfrente infectados.
Dá para jogar a campanha em cooperação?
Sim. A campanha da história pode ser jogada em cooperação com até quatro pessoas.
O que muda no ciclo de dia e noite?
Ao anoitecer, o perigo se inverte: você vira a presa e precisa enfrentar as ameaças ou fugir.
“The open-world benchmark that welded first-person parkour onto zombie survival, with night-time escapes as its still-uncopied signature mechanic”
Nosso veredito
Put every dimension together and Dying Light is the classic case where the score lies but the experience does not — a middling aggregate, an astonishingly high retention.
Where it sits in time
To grasp the game's place in history, rewind to 2015.
Before it, the viral-apocalypse template ran on "hide" and "hold" — the player pinned to the ground, working the infected with tools and cover. What Dying Light did was weld first-person parkour onto that template and make the player run. Movement went from a function to the spine of combat and escape. That seemingly small pivot redefined the genre's tempo, and it explains how the game broke out of a tired subject: twenty million copies for the single title, over thirty million across the series — a market verdict bought with one mechanical idea.
Stretch the timeline and the influence is still running. The game proved that "movement feel" can be a core selling point rather than a garnish, and it nudged later open worlds to take verticality and dynamic environments seriously again. A title that launched in the mid-seventies and still gets brought up years later, still pulls in fresh players generation after generation, owes all of it to that one refusal to follow the crowd.
Who it is for, and who it is not
The game's positioning is dead clear, and whether it fits you turns on what you actually want from one.
If you crave top-tier movement feel and an adrenaline escape every single night, and you will grind through a bitter opening to get there, this hands you a high nothing else replicates — it was built for exactly your kind of open-world player. That player walks away still haunted by those rooftop sprints and dives straight into the expansion and multiplayer to keep going.
Flip it around. If you want a finely polished main narrative, cannot stand fragile weapons and a steep teaching curve, and have no appetite for farming materials to progress, you will likely reach for the door inside the first few hours. This is not a question of quality but of fit — the game never tries to please everyone. It bets the house on one core mechanic, so you either love it enough to beat it four times or set the controller down early, with little middle ground.
That polarisation is not a flaw to be patched out; it is the direct consequence of a design with a strong point of view. Games engineered to offend no one rarely inspire anyone either. Dying Light accepts that it will lose a slice of players at the door in exchange for owning the ones who stay completely, and the twenty-million sales figure suggests it made the right bet.
The verdict gap, and the version to own
Understand the positioning and you can read the game's most fascinating data point. On OpenCritic it is merely a 74-average, Fair-rated game; on Steam it holds a ninety-five percent approval rating. That chasm between critic and player says it cleanly: the game's value is not in covering every base but in pushing its single core — day-night parkour — to the extreme, and the pull of that for players dwarfs the narrative shortfalls that dragged the score down.
Critic scores tend to demand balance across narrative, visuals and play, where any obvious weak slab pulls the total down; players voting with their feet care most about the core that hooks them. This game is the textbook lopsided student — its play strength runs long enough to bury its story weakness, and the players who fell for that strength simply do not weigh the plot the way a review rubric does.
For getting in, the pick is the Definitive Edition bundling the base game and The Following, because only with both in hand do you experience the complete day-night loop. The base campaign alone is a strong game; the campaign plus the expansion is the version that earned the devotion. That bundle is the best entry point for understanding why a 74-rated title commands a ninety-five percent player score years on.
The thing nothing replaces
We circle back to the opening verdict. What no peer has replaced is not the story but that day-night role reversal — daytime hunter vaulting rooftops in control, night-time prey hunted by Volatiles, surviving on parkour reflex alone between the roofs. Even now, games that render this mechanic so purely, so heart-in-throat, can be counted on one hand.
It even outgrew Techland's own Dead Island — that game pinned you to the ground with tools to hold a line, while this one made movement itself the spine of survival, a leap that turned the studio from a competent zombie hand into a mechanics innovator. Taken whole, this is a flawed yet irreplaceable game: the eight in its overall verdict holds both the salute to its gameplay ceiling and the honest deduction for its narrative and its barrier to entry. You may not remember what happened in Harran, but you will never forget one specific night, sprinting across the city's rooftops with something fast and furious at your back. A game that leaves a moment that vivid and scalding inside you has already won. That is enough.
Avaliações populares da Steam
Seleção no idioma nativo · 10 avaliaçõesAs avaliações úteis selecionadas neste idioma incluem recomendações e críticas. A seleção não representa a porcentagem positiva geral; as opiniões se referem à versão avaliada.
Sim, é verdade. O ceticismo que eu tinha com relação a este jogo vem da banalização dos jogos de sobrevivência, principalmente focados com a temática de mortos-vivos. Mais um jogo de zumbi ? Foi o que eu e muitos pensaram. O mercado está cheio deles. Desde DayZ, H1Z1, infestation survival stories e poderia continuar citando. Entretanto, Dying light, desenvolvido pela Techland, mesmo estúdio que desenvolveu Dead Island (e por isto ainda era maior meu ceticismo) e publicado pela Warner Bros. Interactive é um título muito diferenciado e de alta qualidade. Você já perceberá isto na introdução do jogo, com o detalhamento exuberante na visão panorâmica da cidade. A trilha sonora e sons ambientes passam uma atmosfera apreensiva de imersão fantástica, deixando-nos sempre prontos para ficar cara-a-cara com zumbis. História Dying light se passa na cidade fictícia de Harran, na Turquia, que durante o ano de 2014 foi tomada por uma desconhecida epidemia viral, conhecida posteriormente como "Virus Harran". A cidade foi colocada em quarentena pelo governo. É neste cenário que Kyle Crane, um agente do GRE (Global Relief Effort) chega na cidade para desempenhar sua missão, que nada tem a ver com a contenção da epidemia, causada por uma variação di vírus da raiva. A missão do protagonista é encontrar Kadir Sulaiman, o ditador sanguinário, que está com um documento confidencial do GRE. Entretanto, após a queda, você é infectado por uma mordida e salvo por um grupo de sobreviventes. A partir daí, você fica dividido entre ajudá-los, lutando por uma substância chamada "antizina", que impede a "transformação" dos infectados e sua missão original. Para complicar ainda mais, existe um grupo brutal de mercenários e bandidos que lutam para ter a hegemonia na cidade. Gameplay Dying light é fantástico. Ao contrário do jogo anterior, Dead Island, com um gameplay lento e desajeitado dos protagonistas, a inserção do sistema de Parkour o torna frenático, ágil e muito gostoso de jogar. Este sistema possibilita pular entre prédios, escalar sacadas, cercas e correr pela cidade sobre os telhados e prédios da cidade. Isto tudo para tentar escapar dos zumbis. Com o desenrolar do jogo, ao destravar habilidades da árvore de evolução, você poderá usar "slide", "chute pulando", "pular por cima dos inimigos ao correr", entre inúmeras outras evoluções. O sistema de progressão é dividido em três partes: Agilidade, combate e sobrevivência. A primeira evolui executando manobras de parkour; a segunda matando inimigos e dá habilidades de combate novas e a terceira fazendo as missões da história do jogo e missões extras. Outra grande inovação é o ciclo diurno/noturno, que coloca os Zumbis mais pacíficos e lentos durante o dia, sendo mais fácil lidar com eles. À noite, não só os zumbis se tornam mais ágeis e mortíferos, como surge um novo tipo de inimigo: Os voláteis, mais fortes e rápidos do que você mesmo. Este sistema, torna literalmente o caçador durante o dia a ser caçado durante a noite. Os voláteis além de serem violentos também chamam os inimigos ao redor. Se você os encontrar à noite, prepare-se. Será uma luta árdua. Mas, a vantagem é que você ganhará XP dobrada. Gráficos, trilha sonora e sons ambientes A parte gráfica de Dying light é muito linda. O nível de detalhamento das casa, ruas, telhados, becos, da água é fantástico. E o melhor ainda. Não exige computadores top end para rodar. Obviamente, placas mais antigas perderão em muito detalhes do jogo, mas deverão rodar sem problemas. A trilha sonora, sons ambientes, dublagem dão uma imersão absurda ao jogo. São de excelente qualidade. Os gritos e ruídos dos zumbis, o barulho de garrafas quebrando e outros nos deixam sempre tensos e à noite, é um salve-se quem puder. Ainda há uma dublagem em português, de qualidade bem menor do que a americana, mas que ajuda bastante, e demonstra a preocupação da companhia com o mercado brasileiro. Conclusão Dying light é, sem dúvida, o melhor título de survival zumbie atualmente no mercado. A inovação fica por conta do Parkour e do ciclo dia/noite, que nos obriga a mudar completamente a estratégia. A tensão e a imersão do jogo são fantásticas. Além disto, você se perderá horas e horas fazendo "sidequests", correndo pelas ruas, escalando prédios e torres e matando zumbies. Título obrigatório para quem gosta de FPS.Mostrar maisMostrar menos
Para de procurar análise negativa e compra logo essa maravilha.Mostrar maisMostrar menos
Eu sou um pai de 69 anos, provavelmente uma das pessoas mais velhas a jogar este jogo. Sou pai solteiro criando meu filho, que agora tem 14 anos. Meu filho ganhou este jogo no Natal de 2022 de seu tio, então o instalamos em seu computador e ele começou a jogar. Até o final da semana ele tinha 24 horas neste jogo. Isso foi horrível para mim, pois já era difícil encontrar maneiras de passar o tempo com meu filho, pois ele está sempre com os amigos ou apenas assistindo ao YouTube. Então eu decidi fazer uma conta no Steam e pegar esse jogo para ver se eu poderia jogar ao lado dele. Eu comprei o jogo, criei meu Soldado e comecei a jogar, mas eu estava preso no que você deveria fazer. Pedi ajuda ao meu filho e ele organizou um jogo para eu participar. Adorei, pois foi o melhor momento que passei com meu filho desde que minha esposa morreu. Desde então, esse jogo aproximou eu e meu filho novamente e agora passamos um tempo juntos fora de casa também. Este jogo me lembrou que há diversão em tudo, e trouxe muitas lembranças felizes para mim e meu filho.Mostrar maisMostrar menos
ta procurando comentario negativo né? compra logo esse jogo rapaiMostrar maisMostrar menos
Eu sou um pai de 45 anos, provavelmente uma das pessoas mais velhas a jogar este jogo. Sou pai solteiro criando meu filho, que agora tem 14 anos. Meu filho ganhou este jogo de seu tio, então o instalamos em seu computador e ele começou a jogar. Até o final da semana ele tinha 24 horas neste jogo. Isso foi horrível para mim, pois já era difícil encontrar maneiras de passar o tempo com meu filho, pois ele está sempre com os amigos ou apenas assistindo ao YouTube. Então eu decidi fazer uma conta no Steam e pegar esse jogo para ver se eu poderia jogar ao lado dele. Pedi ajuda ao meu filho e ele organizou um jogo para eu participar. Adorei, pois foi o melhor momento que passei com meu filho desde que minha esposa morreu. Desde então, esse jogo aproximou eu e meu filho novamente e agora passamos um tempo juntos fora de casa também. Este jogo me lembrou que há diversão em tudo, e trouxe muitas lembranças felizes para mim e meu filho.Mostrar maisMostrar menos
É um jogo muito bem trabalhado, bem legal, mas para pessoas como no meu caso não recomendo. Pode ser que você nem saiba que possua Cinetose (Motion sickness) e descubra que possui ao jogar Dying Light. Você não conseguirá passar 5~10minutos jogando e começará a ficar enjoado(a), o que pode não compensar o investimento. Me pegou de surpresa, a princípio nem sabia que eu tinha isso e pensava que fosse frescura ou cansaço da minha parte, mas como foi ficando recorrente a naúsea nesse jogo acabei perguntando a amigos e um deles afirmou que existia muitos casos em que as pessoas tinham cinetose com a jogabilidade referente o Dying Light. Então cuidado ao investir no jogo, sem saber se poderá se acostumar com a jogabilidade e os enjoos. Bom jogo!Mostrar maisMostrar menos
Uma das Maiores Surpresas que A Indústria dos Games Nos Mostrou Dying Light é um Game em 1ª Pessoa de Survival Zombie com Elementos de Parkour, Desenvolvido Pela Techland e Distribuído Pela Warner Lançado Em 2015! História do Game: O Jogo Acontece Depois de Um Paraquedista Cai na Numa Zona de Quarentena Infestada Por Zumbis, O Nome do Paraquedista é Kyle Crane, Um Agente da GRE que é Uma Organização Secreta do Governo, e Ele Cai na Cidade e É Mordido Por Um Infectado mas é Salvo Por um Grupo de Sobreviventes e Ensinam Ele Técnicas de Parkour e Como Sobreviver na Cidade! Mas os Infectados não são os Únicos Problemas, Existe um Grupo Rival que É Comandado Por "Rais" o Principal Antagonista do Game que Quer que Todos os Sobreviventes Morram Para Pegar os Seus Suprimentos, Kyle Tem que Ficar Forte e Experiente Para Impedir o Controle de "Rais" na Cidade. Mecânicas: O Game que Apresenta Elementos de Parkour é Bem Variado e Muito Bem Feito, Assim como seu Sistema de Luta que é Bem realista e Você Pode Desbloquear Ataques e Técnicas de Parkour! Outra Coisa que Impressiona é o Gráfico do Game que é Um dos Gráficos Mais Bonitos que eu Já Vi nessa Minha Jornada de Game, Além das Armas Brancas que são customizáveis na questão de Aumentar a Força e Durabilidade, Existe as Armas de Fogo que só são úteis nas Missões Finais do Game, Onde Exige Mais o Uso delas. Considerações Finais: Dying Light é o Meu 2º Game Favorito de Zumbis, Eu Acho o Game Original Incrível e Também Gosto Muito de Sua DLC que Se Chama: Dying Light The Following, Que em Breve eu Analisarei Aqui.Mostrar maisMostrar menos
Justificando aqui minha não recomendação deste game que é sim excelente, porém empresas que tem essa politica de lesar o consumidor já não leva mais minha grana, vc compra a versão ultimate, que seria a versão completa, mas eles lançam mais e mais dlcs com o tempo, deixando vc que comprou a versão que seria a mais cara sem muito conteúdo, então não caia nessa de versão ultimate, gold ou que quer que seja.Mostrar maisMostrar menos
Bom, o que tenho pra dizer é que este jogo mudou minha opinião sobre jogos de zumbis. O jogo é ótimo, com uma história bem feita em uma luta pela sobrevivência. O modo coop é excelente, sessões com até 4 jogadores, e os servidores são muito bons. No iníco o game era bem fácil, pois não tinha como definir em qual dificuldade queria jogar, mas nada que foi resolvido com uma atualização, e a idéia de deixar a dificuldade mais dífícil a noite, foi ótima. Sobre o desempenho, até o presente momento não tive problema nenhum, sem quedas de fps ou qualquer outro tipo de travamento. Os gráficos são bonitos, mas não é uma coisa que eu me importe muito. 08/12/2015 Já faz muito tempo desde o lançamento e o jogo ainda "causa emoções." Diferente do que eu achava, que o modo coop não iria ter tantas sessões, após tanto tempo, estava completamente enganado. Agora é só esperar a expansão *The Following,* que pelo jeito vai superar minhas expectativas! Se você curti jogos de sobrevivência/zumbi, pode comprar sem medo! O jogo faz jus ao valor ^^Mostrar maisMostrar menos
Se for pela ação do jogo, eu recomendo. Mas o enredo em si é fraco porque só foca em missões rasas e um tanto quanto aleatórias (resgate, recuperar itens, matar tantos inimigos, etc) e a ação, depois de algum tempo, começa a enjoar. Claro, existem habilidades novas, novos itens e armas e outros elementos para dar mais fôlego à essa mecânica do jogo. As missões secundárias são mais legais e melhores trabalhadas do que a missão principal. Parece que os desenvolvedores usaram tanto tempo e recursos na parte de "parkour" de Dying Light que se esqueceram de é que preciso um bom roteiro em um jogo com elementos de RPG. Vale destacar que a expansão "Be the zombie" é bem interessante, mas cada vez mais menos jogadores aceitam jogar por haver uma claro desequilíbrio entre quem é o Night hunter e quem são os caçadores: não existe um matchmaking bem feito e um Night hunter pode entrar em qualquer partida praticamente. É possível jogar solo, mas nesse caso deixa-se uma parte interessante do jogo de fora. Por fim, a expansão "The following" também segue o mesmo padrão: enredo fraco com missões rasas e personagens com pouca profundidade, mas ainda é mais interessante que o jogo base. Continuarei atrás das conquistas do jogo, mas só por isso mesmo. NOTA 06/08/2018: Finalizei o jogo principal. Com mais de 70% das conquistas, pretendo fazer todas elas. O final é ridículo e segue a falta de qualidade de enredo de todo o jogo. Deixa uma brecha para o Dying Light 2. Sério, com tanta ação e parkour, realmente deve ter faltado grana para contratar um roteirista de verdade. NOTA 24/10/2018: Recebi uns comentários bem babacas de uma galera mais babaca ainda dizendo que "eu não sei o que é jogo bom", "que não sei jogar" e etc. Os comentários agora estão desabilitados. Não sou obrigado a aturar ninguém.Mostrar maisMostrar menos
Fonte: avaliações originais de usuários da Steam. Votos de utilidade são um registro arquivado, não dados ao vivo. Última coleta: 14/08/2026.