
Fatekeeper
Histórico de preços
Últimos 36 meses · atualizado todo diaOs preços cobrem a Steam e 39 lojas autorizadas; só entram ofertas regulares. O gráfico mostra os mínimos semanais do mercado e o preço oficial da Steam nos últimos 36 meses.
01Sobre Fatekeeper
Fatekeeper é um RPG em primeira pessoa sobre explorar um mundo artesanal, lutar com espada e magia e moldar seu personagem por meio de escolhas. Ruínas, cavernas, florestas e santuários esquecidos escondem histórias, relíquias e encontros. Adapte-se aos inimigos e refine sua estratégia com estilos de combate, atributos e escolas de magia. Avaliação na Steam: 80% positiva em 10.974 análises. Data de lançamento: 2 de junho de 2026.
Equipe
Menor valor registrado em 36 meses
US$ 7,992026-06-02 · SteamJogo base · mesmos registros do gráfico acima; histórico em USD, não é o menor preço regional da Steam.Idiomas disponíveis
| Idioma | Interface | Legendas | Áudio |
|---|---|---|---|
| Inglês | Sim | Sim | — |
Dados da edição Steam para PC · 2026-10-17
02Antes de comprar
Modo e idioma
Fatekeeper é um RPG em primeira pessoa para um jogador no Steam PC. Há interface e legendas em inglês; o áudio completo não foi especificado.
Exploração e progressão
Explore ruínas, cavernas e florestas, lute com armas corpo a corpo e feitiços e desenvolva seu personagem com estilos de combate, atributos e escolas de magia.
03Perguntas frequentes
Que tipo de jogo é Fatekeeper?
É um RPG em primeira pessoa que combina combate com espada, magia, exploração e evolução do personagem.
Que lugares posso explorar?
Há campos de batalha antigos, cavernas subterrâneas, florestas e santuários em ruínas.
Que equipamentos estão disponíveis?
É possível encontrar armas, armaduras e artefatos e ajustar o equipamento ao seu estilo de jogo.
A versão Steam para PC oferece Steam Cloud?
A Steam lista suporte ao Steam Cloud na versão para PC.
“Want a hardcore first-person action RPG where you swing a blade in one hand and fling foes into fire pits with the other? Fatekeeper looks stunning and its combat works, but there's only two hours here, so treat it as an early bet, not a finished game.”
Nosso veredito
Mostly Positive on day one: what an early slice is really worth
Tally the ledger: Fatekeeper hit Early Access in June 2026 and opened to Mostly Positive, 78% across roughly 7,750 reviews. Critic scores scatter between 6 and 7.5, GameBrief at 7.2, COGconnected on the rosier 7.5-ish end, Game8 dragged down to the low 6s by how little there is to play. That spread is an honest read of where it stands: good bones, rough present.
It is not a finished game you'll happily lose a whole night to tonight. It's an early slice of a project with a clear direction and a skeleton already standing. What you see is a working, highly distinctive combat core wrapped in stunning visuals, packed inside two thin hours of content. Its value isn't in "how much is here," it's in "what this grows into."

It helps to be precise about what "early slice" buys you and what it doesn't. You get a combat sandbox that already produces memorable moments, a world that already looks the part, and a progression layer with real depth to poke at. You do not get a story you can finish satisfyingly, a roster of polished encounters, or the assurance that the pacing across fifteen hours will hold, because those fifteen hours don't exist yet. Pretending otherwise would be doing you a disservice. The honest framing is that this is a foundation you're paying to stand on while the house gets built around you, and whether that's exciting or maddening depends entirely on your temperament.
My composite score is 6.8, and you should read that number carefully. It doesn't say this game offers only a 6.8-grade experience; it says that, judged as an Early Access build at this stage, weighing what's playable now against the potential it flashes, this is where it lands. Visuals could clear 8.5, the combat core is worth a 7, but the two-hours-and-done reality of the content yanks the composite down hard. The low number isn't its talent, it's its progress. Re-grade it eighteen months out and, provided the studio delivers, that figure very likely climbs a long way. Which is exactly why I keep saying early bet, you're not buying today's 6.8, you're wagering on the higher number it's headed for.
Who should board, and who should wishlist and walk
Some straight talk on whether it fits you. The buy-now profile is crisp: you love the Dark Messiah flavor, you relish slow, read-the-tell, punish-the-mistake combat, the "blade in one hand, spell in the other, room as a weapon" loop makes your eyes light up, and you're happy to spend a little and grow alongside a promising project. If that's you, the current size is already enough to have a good time, and the rest is a slow drip of pleasant surprises.

Flip it, and the don't-board profile is just as clear: you want a finished game's heft, you want to sink dozens of hours starting tonight, you want the feel perfectly fluid, or your rig can't clear the RTX 3070 / RX 6800 XT floor. Then drop it in the wishlist with a clear conscience and come back once the 1.0 content fills in and the combat feel gets sanded down. By then it'll very likely be a different animal.
What it can't be swapped out for is that fire-pit idea
A final placement. There's no shortage of first-person action RPGs out there, but practically nobody else is making physics killing this central, this pure. Its most direct rival is something like Avowed, lighter, steadier, more finished, but missing exactly the telekinetic, fling-them-into-the-fire physics wit that Fatekeeper is built around. That wit, plus the THQ Nordic backing and a Paraglacial proof-of-concept that already runs, is the thing most worth wagering on right now. That a small team shipped visuals this striking and combat design this distinctive at Early Access launch already tells you the ceiling is high. What's left, fill the content, smooth the feel, balance the magic and the tree, is finishing, not rebuilding, and the direction is right. One line: today you're buying potential and a seat at the table, not the complete experience, so go in with your eyes open.
Análises populares da Steam
Seleção no idioma nativo · 10 análisesAs análises úteis selecionadas neste idioma incluem recomendações e críticas. Esta seleção não representa a avaliação positiva geral; as opiniões refletem a versão analisada.
# Fomos enganados! ( espere, fable vai ser a mesma coisa ) Vou bater a real: não compre agora. Espere um ano e veja se os desenvolvedores corrigem essa bagunça e entregam o que venderam. O problema não é o jogo ser difícil. O problema é que venderam um sucessor espiritual de Dark Messiah e entregaram um Souls-like disfarçado. É Dark Messiah contaminado pela praga dos Souls-like!! Nas primeiras horas tudo parece caminhar na direção certa. Os inimigos comuns lembram o tipo de combate que muita gente esperava. Você usa bloqueio, posicionamento, troca golpes, aproveita oportunidades e sente que existe algum eso por trás das ações. Mas aos poucos aparecem sinais estranhos. O personagem possui um dash esquisito. No início parece apenas mais uma ferramenta opcional. Eu ignorei completamente e continuei jogando com bloqueio. Só que conforme os combates avançam, você percebe que o dash não é opcional. Ele é obrigatório. Foi aí que a ficha caiu. Isso não é Dark Messiah. É mais um jogo construído ao redor da esquiva com timing perfeito. O verdadeiro combate aparece nos bosses O maior engano acontece quando você encontra o primeiro boss importante. Até aquele momento o jogo tenta vender uma fantasia de combate físico e impacto. Então aparece um boss que parece ter saído diretamente de um Souls-like moderno. O sujeito não tem stamina. Não tem limite. Não tem pausas naturais. É charge, golpe, pisão, golpe, charge, golpe, golpe, pisão. Sem parar. Se você estava investindo em bloqueio, azar o seu. O jogo deixa claro que a resposta correta é apertar esquiva. Maldito Tracking magnético e física inexistente O boss é um minotauro gigantesco usando armadura pesada e carregando uma arma enorme. Mesmo assim ele faz curvas absurdas durante os ataques. O tracking é praticamente magnético. Você vê uma criatura gigantesca mudando de direção no meio da animação como se estivesse usando patins. Cadê a inércia? Cadê o peso? Cadê a física que o jogo tentou vender? Não existe. Acelerações artificiais, é isso aaí, coisa de souls like Outro problema clássico de Souls-like aparece aqui. Os ataques não seguem um ritmo natural. As animações desaceleram, aceleram e mudam de velocidade no meio do movimento. Você observa um golpe pesado sendo iniciado e espera uma continuidade lógica. Mas o boss simplesmente acelera de forma artificial para pegar o jogador. Não parece um guerreiro atacando. Parece um conjunto de animações manipuladas para forçar esquivas de última hora. Bloqueio praticamente inútil O jogo passa horas ensinando uma coisa. O boss exige outra. Muitos ataques ignoram completamente a lógica que o resto do combate parecia estabelecer. Se ele errar um golpe e você estiver próximo quando levantar o machado, pode perder uma quantidade absurda de vida. Em vários momentos eu achei que estava vendo bugs. Mas não. É simplesmente o design do encontro. O boss não parece uma criatura. Parece uma checklist. A pior sensação é que o boss não foi criado para ser um inimigo interessante. Ele parece uma checklist de mecânicas modernas. Tracking exagerado. Esquiva obrigatória. Ataques com aceleração artificial. Combos intermináveis. Dano absurdo. Golpes de área gigantes. Tudo aquilo que já vimos centenas de vezes em Souls-like. A impressão que fica é que os desenvolvedores sabiam fazer os inimigos comuns dentro da proposta de Dark Messiah, mas quando chegou a hora de criar os bosses resolveram economizar esforço e importar a fórmula pronta dos Souls-like. O resultado é um jogo com duas identidades brigando entre si. Você compra esperando Dark Messiah. Aprende um tipo de combate. Investe naquele estilo. E então o jogo revela que queria ser Dark Souls o tempo inteiro. Se você queria um sucessor espiritual de Dark Messiah, tome cuidado. Porque por trás da propaganda existe mais um Souls-like tentando se disfarçar de outra coisa.Mostrar maisMostrar menos
Um jogo oldschool com visuais de última geração Antes da ascensão dos soulslikes, antes da saturação dos hack n' slashs e a popularização dos mundos abertos, haviam jogos RPG fortemente baseados naquele estilo espada e feitiçaria de Conan: O Bárbaro. Onde que na perspectiva de primeira pessoa, vasculhávamos dungeons atrás de tesouros, enquanto enfrentávamos inimigos e evitávamos armadilhas. Jogos como King's Field, Ultima Underworld, Arx Fatalis, Shadow Tower e também o Dark Messiah of Might and Magic (que você vai ver sendo citado em outras reviews). Com o tempo esse subgênero meio que acabou se perdendo, isto é, até eu ver Fatekeeper pela primeira vez. Já vou avisando: Não é um jogo para todo mundo... O lance oldschool aqui é enraizado em suas mecânicas, combate, exploração, até no HUD e na lore. O jogo não te diz nada, não te explica nada, não segura sua mão em momento nenhum. Ele só diz: Tá vendo aquela ruína naquele pico? Chegue lá. Os comandos básicos são ensinados, mas não a forma de como melhor aplicá-los. Não há GPS, nem ícone para seguir, e nem piedade por parte dos inimigos, que vão te cercar e te matar em segundos. Tem inclusive uma "opção imersiva" nas configurações para jogar sem HUD nenhum. Você vai achar ingredientes para poções cujos efeitos... Só testando para ter certeza. Não tem aquela usual "tinta amarela" ou o "cocô de pombo" dos jogos modernos te mostrando onde subir ou para onde ir. Alavancas estarão escondidas, alguns lugares precisarão ser escalados, sendo que nem tem indicação nenhuma que ali sequer dá pra escalar. O sentimento de exploração e progresso aqui é tão recompensador quanto decapitar um inimigo com uma espada grande. Jogamos com um druida que mais parece um Bruxo da Escola do Urso, parrudo, de armas e armaduras pesadas, mas que ainda lança alguns feitiços básicos. Grande parte dos objetos do cenário são destrutíveis, onde você pode desabar passarelas de madeira sobre inimigos, pode chutá-los em abismos, assim como soprá-los com uma magia de vento rumo à espinhos nas paredes para assim empalar todos. Você pode incendiar poças de óleo, e ainda puxar com telecinese um arqueiro atirando do alto de uma torre ou varanda. O combate é realmente divertidíssimo, apesar de faltar alguns efeitos sonoros nesse Acesso Antecipado. A direção de arte e os gráficos são também outros grandes destaques, apesar de eu ter achado o jogo um tanto pesado. Mas ainda assim manteve os 60 FPS estáveis na maior parte do tempo na minha RX 9060 XT, em Full HD e no Ultra. A THQ já disse que o preço do jogo aumentará de acordo com as atualizações que forem sendo lançadas, de forma que com o valor convidativo de R$ 39,99 agora no lançamento, é um prato cheio para quem curte o estilo ou deseja simplesmente apoiar o projeto.Mostrar maisMostrar menos
promete muito e entrega menos da metade... Gráficos lindos e paisagens absurdas, parabéns para o time de desenvolvimento de level. A movimentação e combate é horrível, eu imagino que nem chegaram a testar a primeira bossfight, pq ela é impossivel, e não to exagerando, o boss é um mutante do X-man com ataques que te acertam antes mesmo deles acontecerem. Esperem 1 ano pra comprar esse jogo, no estado atual dá depressão tentar lutar com os inimigosMostrar maisMostrar menos
[IMPORTANTE] Se você planeja comprar este jogo em EA, devo avisar de que é basicamente uma Demo paga. Os DEVs explicam na mensagem de EA que trata-se apenas da experiência inicial do jogo. Comprei sem me atentar a isto e acabei me frustrando. Enfim, sobre o jogo em si, eu me diverti MUITO nas poucas horas disponíveis. O combate é muito divertido e proporciona umas situações muito engraçadas onde você pode empurrar inimigos em fossos e armadilhas. Sistema de progressão e alquimia me parecem bem interessantes também. Gostei demais da ambientação (este jogo é LINDO demais), e o cenário é bem interativo - muita coisa pode ser destruída - o que ajuda na imersão. Porém, tenho que pontuar: a otimização precisa ser melhorada. Em muitos lugares tive quedas inexplicáveis de FPS mesmo colocando tudo no mínimo, e olha que meu computador conseguiu passar dos 100 fps no Ultra. No geral, me parece um jogo MUITO promissor e estou ansioso para ver a obra completa.Mostrar maisMostrar menos
Triste, queria muito ter gostado! O jogo é mal feito em inúmeros aspectos. Começa que claramente se percebe a baixa qualidade e falta de otimização. As lutas são artificialmente difíceis, arqueiros e alquimistas são ridiculamente calibrados com um nÍvel de erro, mas acertos tipo aimbot incrível, acertam até seu ponto futuro. Você passa tempo sem encontrar inimigos ai do nada, 8-14 ao mesmo tempo. Tudo para você morrer meio wtf. Há poucos tipos de inimigos até onde joguei. O level desing, é no minimo terrível, você entra e sai dos mesmos lugares o tempo todo. Não há aquele ar de exploração e avanço como em Dark Souls, você repete cenários atrás de cenários e estão praticamente vazios. É realmente chato. A batalha... meu deus... se comparar com Chivalry 2 da vontade de chorar pois você é engessado e pesa 450kg. Os orcs aleatórios são mais habilidosos e ágeis que você haha. Sinceramente, espero que melhore, vou me puxar para terminar o jogo nesse estado mas passo longe de recomendar. O que mais me incomoda é que tinha tudo para ser um jogão!Mostrar maisMostrar menos
Vou ser sincero, sei ABSOLUTAMENTE que o jogo não esta dentro do padrão do meu sistema, como podem verificar ai em baixo, porém, com algumas alterações (Médio/Baixo), consegui chegar nos 70fps em areas abertas e 35-50 em areas fechadas. Onde quero chegar com isso, é obvio que o jogo é acesso antecipado, vai ter seus defeitos, porém, quando temos mais alguns elementos na tela (inimigos) ele cai o fps de forma bem rápida. Dentro do MEU sistema, se comportou dessa forma, caso alguém que tenha algo parecido queira tentar como eu fiz. Eu pedi reembolso, não porque o jogo é ruim, mas até ele ficar realmente bom, vai levar tempo, afinal, lançou HOJE... kkkk Obrigado a todos que leram, um abraço.Mostrar maisMostrar menos
Infelizmente pedi reembolso, jogo com muito stuttering a ponto de irritar nos primeiros 5 minutos.Mostrar maisMostrar menos
O jogo está maravilhoso, tem bastante potencial, mas o estado do Early Access é decepcionante. Pouquíssimo conteúdo, otimização bastante questionável (apesar de não ter stutterings, o que é louvável se tratando da Unreal Engine 5) e vários, vários bugs. Enfim, perceptível o motivo de estar tão barato. É um jogo para daqui 18 meses, talvez até dois anos, se você não liga de esperar, recomendo comprá-lo agora e aproveitar o desconto.Mostrar maisMostrar menos
Its a good game, but nowadays it's unaceptable a game without subtitles/language in Pt-Br. Besides, you cant play with joystick. Unfortately, i'll refund.Mostrar maisMostrar menos
Fonte: análises originais de usuários da Steam. Votos de utilidade são um registro arquivado, não dados ao vivo. Última coleta: 15/08/2026.