

Furi
Histórico de preços
Últimos 36 meses · atualizado todo diaOs preços cobrem a Steam e 39 lojas autorizadas; só entram ofertas regulares. O gráfico mostra os mínimos semanais do mercado e o preço oficial da Steam nos últimos 36 meses.


01Sobre Furi
Furi combina combates rápidos de espada com tiros usando dois direcionais em uma fuga do cativeiro. O carcereiro é a chave para a liberdade, e cada confronto coloca você diante de um chefe. A versão para Steam PC oferece modo para um jogador e suporte total a controles. A interface está disponível em Chinês simplificado, Inglês, Francês, Italiano, Alemão, Espanhol, Japonês, Português (Brasil), Russo, Polonês e Coreano. Furi foi lançado em 5 de julho de 2016 e tem 90% de avaliações positivas entre 11.272 análises (Muito positivas).
Equipe
Menor preço registrado em 36 meses
US$ 1,992025-06-20 · SteamJogo base · mesmos registros do gráfico acima; histórico em USD, não menor preço regional da Steam.Suporte a idiomas
| Idioma | Interface | Legendas | Áudio |
|---|---|---|---|
| Chinês simplificado | Sim | Sim | — |
| Inglês | Sim | Sim | Sim |
| Francês | Sim | Sim | Sim |
Mostrar mais 8 idiomas
| Idioma | Interface | Legendas | Áudio |
|---|---|---|---|
| Italiano | Sim | Sim | — |
| Alemão | Sim | Sim | — |
| Espanhol | Sim | Sim | — |
| Japonês | Sim | Sim | Sim |
| Português (Brasil) | Sim | Sim | — |
| Russo | Sim | Sim | — |
| Polonês | Sim | Sim | — |
| Coreano | Sim | Sim | — |
Dados da edição Steam PC · 2026-10-12
02Antes de comprar
Idioma e áudio
A versão para Steam PC oferece interface e legendas em inglês, chinês simplificado e chinês tradicional. Há áudio completo em inglês.
Modos e controles
Furi foi desenvolvido para um jogador e oferece suporte total a controles e Steam Cloud.
03Perguntas frequentes
Que tipo de jogo é Furi?
Você luta para escapar usando combates rápidos de espada e tiros com dois direcionais.
Posso jogar Furi sozinho?
A versão para Steam PC é para um jogador.
Furi aceita controles?
Sim. A versão para Steam PC tem suporte total a controles.
“Pure boss-rush duels and a stellar synthwave score drive a fierce style; precision-combat fans will be hooked, exploration seekers should look elsewhere”
Nosso veredito
Furi is a game that knows exactly what it is and refuses to be anything else. It is a boss-rush distilled to its purest form, a relentless string of one-on-one duels wrapped in neon and driven by one of the finest electronic scores in the medium. What it lacks in breadth it repays in intensity, offering a concentrated, uncompromising experience that lands like a fist and lingers like a melody. It is not for everyone, and it has no interest in pretending otherwise.
The Sum of Its Trade-Offs
The verdict turns on a single deliberate gamble: trading scope for purity. Furi gives up exploration, side content, and a fully fleshed narrative, and in exchange it delivers a combat-and-music fusion that few games can match. The deflect-driven duels, the perfect-dodge time-slow, the seamless shift between blade and sidearm — these systems are tuned to a fine edge, and every guardian is a fresh test of how well you have internalized them. When the soundtrack locks into the rhythm of a fight and you read a pattern you once thought unreadable, the game reaches a high that justifies the whole austere design.
The costs are just as real. The package is short and linear, the difficulty wall will turn away players who do not relish friction, and the story stays so restrained it borders on absent. None of these are flaws of execution so much as consequences of intent — Furi chose to be a fierce, narrow thing rather than a broad, comfortable one. The mixed-to-positive scores across outlets capture that honestly: this is a craft-forward game whose ceiling is sky-high for the right audience and whose floor is real for everyone else.
Against the Field, and Who Should Climb
Set beside its peers, Furi's identity sharpens. Where a game like the parry-driven epic from FromSoftware surrounds its dueling with a full world to explore and infiltrate, Furi cuts all of that away and keeps only the confrontations. The result is something more concentrated and more single-minded — higher in purity, lower in variety. That focus is its entire value proposition, and it is why the game still feels distinct years after release rather than merely smaller.

The audience math is simple. If you live for reading an opponent, for the snap of a perfectly timed deflect, for combat that doubles as a music-driven performance, Furi is close to essential, and the roughly nine-in-ten positive player rating on Steam reflects how completely it satisfies the people it is built for. If you want a world to wander, a story to follow, or a gentle on-ramp, this is not your game, and no amount of stylistic brilliance will change that.
In the end, Furi earns its place not by being big but by being exact. It is a master class in doing one thing — the boss duel — with total conviction, set to music that elevates every blow. Take it on its own terms and it is a standout; ask it to be something broader and it will simply, fiercely, refuse. That refusal is the whole point, and for the players ready to meet it, the climb is more than worth making.
Análises populares da Steam
Seleção no idioma nativo · 10 análisesAs análises úteis selecionadas neste idioma mostram recomendações e críticas. Esta seleção não representa a avaliação positiva geral; as opiniões refletem a versão analisada.
A ligação do protagonista com o Afro Samurai foi foda. O jogo conta com excelente trilha sonora, jogabilidade, e historia. Se você for comprar, considere ter um joystick(Eu joguei um pouco no mouse e teclado e foi difícil) Você usa o máximo do seu reflexo e ao mesmo tempo que ele é um hack'n slash, você deve pensar estratégicamente em como dar counter em cada ataque do inimigo. Cada arena e cada boss é 90% inovação, os outros 10% são ideias anteriores dos boss só que mais forte. OST 10/10 Historia 10/10 Jogabilidade 10/10Mostrar maisMostrar menos
Tá fazendo o que aqui? Recomendo você ver as analises positivas!Mostrar maisMostrar menos
Antes de mais nada, saiba que é altamente recomendado o uso de um controle para jogar este game, jogar no teclado e mouse não é impossível, mas a dificuldade será consideravelmente mais alta e sua experiência poderá não atingir seu ápice. Meu primeiro contato com Furi foi dramático, morri tantas vezes que acabei abandonando e só voltei a jogar dois dias depois... O jogo é uma mistura de Hack 'n' Slash e Bullet Hell, ou seja, é um game que aposta muito na dificuldade. Para você ter uma ideia: Nem mesmo as conquistas são liberadas caso você jogue na dificuldade ''Fácil'' (o que foi o meu caso depois do primeiro chefe). "O Carcereiro é a chave. Mate-o e você estará livre." O enredo é meio superficial, nosso personagem é um sem nome que, após ser libertado pelo coelho da páscoa por ''The Voice'' (um ser misterioso que usa um chapéu de coelho), vaga por uma prisão em busca da saída, logo no início do jogo ''The Voice'' explica que para escaparmos da prisão temos que derrotar os chefes (é daí que vem ''O Carcereiro''). Enquanto percorremos nossa jornada em busca da liberdade somos acompanhados pelo coelho misterioso, inclusive ele é muito tagarela e a maior parte dos diálogos ficam por conta dele, antes de cada chefe ele costuma revelar algumas informações sobre os inimigos. Aproveitando que cometei sobre os diálogos, lá vai uma critica sobre essa característica do jogo... Um fator que me incomodou muito foi a lentidão na transição entre os chefes. As caminhadas são longas e tediosas, se ao menos houvesse um recurso para explorarmos os cenários em busca de itens, segredos, ou qualquer coisa mais interativa que andar ou ficar olhando seu personagem caminhando lentamente... Eu não ousaria dizer que isso irá estragar seu jogo, mas é um ponto que deve ser levado em consideração. A jogabilidade é fluída e agradável, todos movimentos dos personagens foram bem desenhados, cada chefe tem ataques únicos e formas diferentes de agir, o que mostra que Takashi Okazaki fez um ótimo trabalho com o boss design. Ultimamente ando jogando muitos jogos desses estilos (Bullet Hell, Boss-Based e Hack 'n' Slash), por isso me acostumei mais facilmente ao gameplay, mas creio que qualquer um jogando no controle irá dominar as habilidades em poucos minutos. Agora, jogar Furi não se trata somente de dominar as habilidades, o jogo é inteiramente focado em Boss-Based, isso significa que cada chefe foi unicamente construído para te f****, a estratégia dos carcereiros se baseia em executar uma serie de combos para te causar dano, em contrapartida você deverá desviar dos ataques e executar contra-ataques no tempo correto com o intuito de destruir as barras de vida dos chefes, e falando nisso... Assim como nosso personagem, os chefes tem várias barras de HP (vida), a cada barra destruída o chefe se ''transforma'' e fica mais furioso, como se fosse um ''modo turbo''. É importante lembrar que jogadores que não estão habituados com games desses estilos provavelmente irão se irritar, pois morrer excessivamente é muito mais do que comum e o rage compõe o conjunto da obra. Minha única critica em relação aos movimentos e a jogabilidade em geral é o timing em relação ao momento em que você pressiona o comando e ele ser executado in-game, inclusive esse foi um dos motivos que me fizeram perder a paciência com o jogo no começo, parece que algumas vezes o comando falha e o personagem não executa o movimento, muitas vezes você aperta o botão para desviar de um ataque, mas o personagem não desvia. Em relação aos gráficos... Furi não possui o visual mais original possível, mas o visual minimalista combinado com as cores e design dos cenários são muito bonitos e agradáveis de se olhar, diferente dos voxels que me incomodaram Nex Machina. Até onde pude testar, o jogo está bem otimizado e acredito que mesmo máquinas com placa de vídeo integrada conseguirão rodar o jogo normalmente (nem que seja a 30fps e 720p). Furi também conta com uma excelente trilha sonora focada em músicas eletrônicas, a trilha foi composta pelos artistas Carpenter Brut, Danger, The Toxic Avenger, Lorn, Scattle, Waveshaper e Kn1ght exclusivamente para o jogo. As músicas são eufóricas e viciantes, além de combinarem muito com o visual e jogabilidade. Um extra que recomendo aos interessados é o documentário ''Making of Furi''. São 4 episódios de mais ou menos 12 minutos cada, cada episódio é focado em um aspecto do desenvolvimento: Conceito, jogabilidade, arte e animação, e música. Katya Mokolo (o diretor) acompanhou os desenvolvedores por 2 anos, desde os conceitos básicos até o lançamento. Infelizmente o documentário não está legendado em Português do Brasil, é realmente uma pena. Todos sabemos que o ''vale a pena ou não'' é muito subjetivo, por exemplo, um usuário fissurado pelos estilos Bullet Hell e Hack 'n' Slash poderia facilmente comprar Furi pelo full price e achar que o valor é justo, enquanto um usuário que prefere jogos de corrida e esportes poderia comprar Furi com 50% de desconto e achar que pagou muito. Mesmo tendo adorado o jogo, acredito que R$50,00 seja um valor muito alto pelo o que ele apresenta, principalmente quando levamos em conta que lá fora o jogo custa US$20. Se os publicadores usassem a conversão recomendada pela Valve o valor cobrado seria de R$36,99 (um valor bem mais em conta). Enfim, no geral Furi é excelente jogo indie, uma obra composta por uma ótima trilha sonora que combina perfeitamente com seus visuais agradáveis e tudo mais, porém é um jogo muito restrito aos jogadores mais hardcore, jogadores que têm preferencia por jogos que apostam na dificuldade extrema misturada com a velha mecânica de tentativa e erro. Análise fortalecida através do curador do site Lokoo. Apoie-nos seguindo nosso Curador para futuras análises.Mostrar maisMostrar menos
Jogo muito divertido e a música é excelente, porém os achievements não funcionaram comigo, caso isso mude, volto aqui e mudo minha avaliaçãoMostrar maisMostrar menos
Admito que sou uma das (provavelmente muitas) pessoas que se interessaram pelo jogo primeiramente pela trilha sonora. E ela realmente não deixa a desejar, basicamente alguns dos principais nomes do movimento synthwave atual, com músicas compostas especialmente para o jogo, que encaixam perfeitamente nos momentos mais tensos do gameplay. O jogo em si não fica atrás também. Apela pra fãs de clássicos do estilo shoot-em-up e mescla isso com combates corpo a corpo e bloqueios que lembram muito os jogos da Platinum Games. Possui uma história simplista, com poucos diálogos, mas que fazem você questionar o que é ser um herói a cada passo do jogo. Recomendo e espero que mais pessoas joguem esse jogo.Mostrar maisMostrar menos
Várias escolhas de design contestáveis. O dodge do jogo funciona por Negative Edge (quando você solta o botão, não quando pressiona). Compreensível, não é o primeiro jogo que funciona dessa forma, mas em outros jogos com essa mecânica, você sente a resposta de maneira muito mais precisa. Tem muita gente na internet criticando essa escolha dos devs, não é uma opinião só minha. No próprio site do estúdio, no FAQ, eles abrem um espaço pra responder essa reclamação relativamente comum dizendo basicamente que "é assim mesmo, nós escolhemos conscientemente". O jogo tem um monte de comandos duplicados no layout do controle, o que custaria implementar um dash instantâneo num segundo botão, sem tirar a mecânica de dash carregado? Outro grande problema foi a fase final de alguns dos chefes, onde o jogo vira um bullet hell onde a gameplay muda totalmente e o foco passa em ser "desviar", não "atacar". Em alguns casos, como no 4º chefe (Scale), as bullets das primeiras fases são infinitamente mais fáceis que a fase final, onde o spike de dificuldade é bem alto, e dependendo de onde você fica no mapa, é praticamente morte certa. Ou seja, você enfrenta as primeiras fases em um mix de combate corpo a corpo e tiros, e do nada a mecânica muda totalmente. Dá pra acostumar e passar, claro, mas eu achei bem frustrante. Além disso, o timing dos parries é meio esquisito (não é pra apertar parry quando a arma do inimigo pisca, e sim logo em seguida quando vem um som característico). Por fim, as hitboxes não são super confiáveis no modo de combate próximo, várias vezes o inimigo me atravessou com um ataque, ou eu o atravessei, às vezes para benefício meu, outras em que eu perdia vida "injustamente". Enfim, dá pra acostumar com tudo isso e aproveitar, a trilha sonora é fantástica, mas precisa querer bastante passar por essas inconsistências e barreiras artificiais de dificuldade.Mostrar maisMostrar menos
Furi é um jogo em que você é um prisioneiro sem nome ao qual deve derrotar diversos inimigos para poder se libertar. Basicamente se resume na frase "the Jailer is the key. Kill him and you will be free." Gameplay: O jogo é COMPLETAMENTE feito em boss-battle, não possui hordas de inimigos fáceis de derrotar, não possui puzzles ao quais você tem que enfrentar para chegar até o boss, nada disso o jogo é completamente a base de tornar os "boss" seu saco de pancada (beat em' up). Os controles do jogo tanto no teclado quanto no controle são bons, porém, você precisa ter bastante reflexo em algumas lutas, então os próprios desenvolvedores (e eu e-e) recomendam o uso de controle, pois no começo do jogo você sentirá que não tem problema em jogar com teclado e mouse mas depois de algumas luta você vai ver que seus reflexos no teclado já não serão o suficiente. Apesar do jogo ser somente de boss-battle, isso não o torna fácil, pelo contrário, em cada inimigo que você derrota vai ficando mais difícil, beirando o impossível para alguns. Gráficos: Os gráficos do jogo são simplesmente fenomenais, possui o estilo de "Cel Shading" com cores bastantes puxadas para o tom de roxo, vermelho e azul, porem, em alguns locais possui uma mudança no para outras coisas (do mapa, não do personagem) mas nada que deixe o jogo feio (muito pelo contrário). Além das incríveis texturas que o jogo possui, ele possui diversos efeitos que tornam tudo mais "energizado". Trilha sonora: A soundtrack do jogo é completamente eletrônica e com muitos 'drops' (acho que essa não seria a palavra correta mas não consegui pensar em outra xD) que dá bastante animação as lutas e principalmente quando você vai chegando mais perto de ganhar e o ritmo da música muda para "aumentar sua agitação". Contras: -O jogo é um pouco curto, apesar das lutas serem cumpridas mas anda sim, o jogo pode ser zerado em menos de um dia. -Possui um interlúdio muito cumprido e as vezes gera conflitos de controle com a posição da câmera (no teclado ocorre muitas vezes por ser mais complicado de ajustar, o que torna um pouco mais chato esses interlúdios) -A história é um pouco "rala", bem básica mesmo e sem muitas explicações (demonstra o foco dos desenvolvedores no conceito beat em' up do jogo) Enfim, mesmo com alguns pontos negativos, Furi é um jogo muito bom, recomendo bastante a compra e jogatina dele, mesmo que seja no fácil (que não da conquista, mas ainda sim, as coquistas são bem complicadas de se fazer) vale muito a pena e aos fãs de uma boa trilha sonora, recomendo a compra da OST.Mostrar maisMostrar menos
de 0 a 10 leva 5Mostrar maisMostrar menos
Imagina a minha cara ao derrotar o chefe secreto final do jogo e ler: PARABENS, VC ZEROU O JOGO, AGR VC DESBLOQUEOU UMA NOVA DIFICULDADE, FINALMENTE UM DESAFIO DE VERDADE EM eu fiquei mais de 1h no chefe final pra ler que "agora o desafio de verdade começou" 10/10 jogaçoMostrar maisMostrar menos
os controles do jogo no pc e injogavel mesmo que o foco dele ser no controle (não gosto de jogar no controle so no teclado mesmo) um dos erros foi no desviar que mesmo apertando não desviava outra coisa o desviar não devia ser influenciado pela mira e sim pela direção do personagem (W A S D)Mostrar maisMostrar menos
Fonte: análises originais de usuários da Steam. Votos úteis são um instantâneo arquivado, não dados ao vivo. Última coleta: 15/08/2026.