
Heavy Rain
Histórico de preços
Últimos 36 meses · atualizado todo diaOs preços cobrem a Steam e 39 lojas autorizadas; só entram ofertas regulares. O gráfico mostra os mínimos semanais do mercado e o preço oficial da Steam nos últimos 36 meses.
01Sobre Heavy Rain
Heavy Rain é um thriller psicológico interativo sobre a caça ao Assassino do Origami. Quatro personagens seguem pistas e motivações próprias, enquanto escolhas e ações rápidas podem transformar a história. O mistério se desenrola ao longo de quatro dias de suspense. A versão Steam para PC oferece modo para um jogador e suporte completo a controles. Idiomas de interface e legendas disponíveis: Chinês simplificado, Chinês tradicional, Inglês, Francês, Italiano, Alemão, Espanhol, Dinamarquês, Neerlandês, Finlandês, Japonês, Coreano, Norueguês, Polonês, Português, Russo e Sueco. Data de lançamento: 18 de junho de 2020. A avaliação atual na Steam é 85%, com 26.990 análises.
Equipe
Menor valor registrado em 36 meses
US$ 1,062026-07-30 · KinguinJogo base · mesmos registros do gráfico acima; histórico em USD, não menor preço regional da Steam.Suporte a idiomas
| Idioma | Interface | Legendas | Áudio |
|---|---|---|---|
| Chinês simplificado | Sim | Sim | — |
| Chinês tradicional | Sim | Sim | — |
| Inglês | Sim | Sim | Sim |
Mostrar mais 14 idiomas
| Idioma | Interface | Legendas | Áudio |
|---|---|---|---|
| Francês | Sim | Sim | Sim |
| Italiano | Sim | Sim | Sim |
| Alemão | Sim | Sim | Sim |
| Espanhol | Sim | Sim | Sim |
| Dinamarquês | Sim | Sim | — |
| Neerlandês | Sim | Sim | Sim |
| Finlandês | Sim | Sim | — |
| Japonês | Sim | Sim | Sim |
| Coreano | Sim | Sim | — |
| Norueguês | Sim | Sim | — |
| Polonês | Sim | Sim | Sim |
| Português | Sim | Sim | Sim |
| Russo | Sim | Sim | Sim |
| Sueco | Sim | Sim | — |
Dados da edição Steam para PC · 2026-10-12
02Antes da compra
Modo e controles
A versão Steam para PC é para um jogador e oferece suporte completo a controles. Teclado e mouse também são compatíveis.
Idioma
Há áudio completo em inglês; os idiomas confirmados de interface e legendas aparecem em tempo real.
03Perguntas frequentes
Sobre o que é Heavy Rain?
Você acompanha o Assassino do Origami por meio de quatro personagens. Suas escolhas e ações podem mudar a história e decidir quem vive ou morre.
Posso jogar Heavy Rain com controle?
A versão Steam para PC oferece modo para um jogador, teclado e mouse e suporte completo a controles.
Quais otimizações para PC estão incluídas?
A versão para PC é descrita com resolução 4K e taxa de 60 fps.
“A multi-protagonist interactive drama where branching QTE decisions shape character fates across rainy cityscapes and multiple endings.”
Nosso veredito
What is left once the dating is stripped away
If you are willing to spend ten hours on a dark suspense film whose direction you get to rewrite with your own hands, Heavy Rain is still worth trying once. The point was never whether it has dated — of course it has — but how much genuinely effective material remains after the dating is accounted for. The answer is: quite a lot. The weight of the branching choices, the pressure of knowing a protagonist might be lost for good, the gloom so thick it feels almost damp on your skin — these things still work today. The game does not lean on a big open world or a complicated set of systems. It leans on relentlessly forcing you to make decisions, and in doing so it turns a story you might otherwise watch and forget into a memory that keeps asking you why you chose the way you did.
It earns its place in history, too. Heavy Rain collected recognition from BAFTA for both its storytelling and its technical innovation, and it stands as a milestone in interactive narrative — a work later designers openly built upon. That lineage is part of why it still matters: Detroit: Become Human and a long line of choice-driven dramas advanced precisely by standing on its shoulders.
There is a particular pleasure, too, in playing a game that was confident enough to let you fail forward. Heavy Rain does not pause to scold you or quietly reload when a scene goes badly; it simply absorbs the misstep and keeps moving, carrying your mistake into the next chapter as if to say this is the story you made now. That refusal to coddle is rare, and it is a large part of why the experience lingers. You finish not with the tidy satisfaction of having optimised a run, but with the uneasier feeling of having lived through a version of events that was partly your fault. Few games of any era are brave enough to leave you holding that.
Do not aim your expectations wrong
But do not point your expectations in the wrong direction. This is not a work that is especially solid at the level of play, nor one that is especially airtight at the level of script. The QTE-driven manner of progression will leave some players feeling like a slightly busier member of the audience, and the shortfalls in dialogue and voice work will keep reminding you that this is an older title carrying the marks of its era. The rule that a game over five years old simply reads differently applies here with obvious force: play it now and you will more easily spot its seams, and more easily recognise how many later interactive dramas kept walking forward from where it stopped.
So is it worth those ten hours? Yes — on one condition. The condition is that what you want is a branching, consequence-bearing, slightly clumsy suspense experience, rather than a mature and comprehensive modern game system. It is not a masterpiece, and it is absolutely not a dish everyone can stomach. The voice work is its weakest seam, the play its thinnest layer, the atmosphere and the stakes its enduring strengths. But on the specific line of interactive storytelling, it still earns the right to be played seriously at least once. A 6.5 overall is the honest reckoning: an imperfect, dated, occasionally awkward game that nonetheless leaves something real behind. Treat it as a suspense film, and it goes down far better that way.
Análises populares da Steam
Seleção no idioma original · 10 análisesAs análises úteis selecionadas neste idioma mostram recomendações e críticas. Esta seleção não representa a avaliação positiva geral; as opiniões refletem a versão analisada.
Que o game Heavy Rain é excelente e impactante, como vem sendo todos os títulos da Quantic Dream, não tenha dúvida. Personagens carismáticos, trilha sonora fantástica e um enredo tão brutal e atual que vai te deixar pensativo. O único problema é vender um port problemático de um game de 2010 para a Steam que vem obrigando vários usuários descobrirem soluções pela internet caso queiram realmente jogar.Mostrar maisMostrar menos
Eu sempre gostei muito de jogos no estilo da Telltale e Life is Strange, qe permitem qe vcê controle o personagem e faça algumas ações, mas é focado na história, no drama, nos diálogos e acontecimentos vivenciados como se fossem filmes interativos. Este aqui segue o mesmo padrão na jogabilidade, porém pra qlqr ação vcê precisa ficar apertando os botões qe surgem na tela (o qe eu achei enjoativo, prqê é exagerada a quantidade de comandos qe vcê precisa ficar dando o tempo inteiro pro personagem fazer coisas simples e triviais).. ainda assim não consegui gostar do jogo e nem prosseguir até o final, na verdade acabei desistindo após algumas horas por conta de dois fatores principais: o enredo simplório qe tenta ser excepcional, mas não consegue sair muito do supérfluo; e a quantidade de personagens qe vcê controla o tempo todo. Primeiramente com relação ao enredo, ele abrange temas mto comuns e qe já se tornaram sem graça, ainda mais pra um jogo qe dura cerca de 10 horas... e são eles problemas/traumas familiares e investigação para identificar um psicopata serial killer. Sinceramente isso ao meu ver já está bem saturado, e não foi o suficiente pra me atiçar a qrer continuar jogando, não conseguiu prender minha atenção nem meu interesse. Para completar, o jogo muda de personagem o tempo todo, vcê joga uns minutos com um, depois vai pra outro, e então pra outro, e vai fazendo esse ciclo o tempo inteiro de mudança de personagem mostrando a história picada e sob a perspectiva de diferentes pessoas – todas envolvidas no caso. Em um momento vcê controla o pai problemático, no outro o investigador privado, logo dpois um agente do FBI, e assim segue do começo ao fim. Ademais, li o resto da história na internet já qe não tive coragem de gastar mais tempo cm esse jogo e agradeci ainda mais pela minha decisão, prqê a trama inteira é clichê e os finais todos previsíveis (sendo qe suas ações durante os capítulos é qe moldam o final qe vcê vai desbloquear), parece mesmo aquele típico filme tradicional de serial killer qe vcê já deduz o final ou o responsável pelos crimes e só se diverte cm algumas cenas legais, desconsiderando o enredo. Com isso só recomendo esse jogo pra qm realmente gosta do tema de investigação policial e de psicopata misterioso e engenhoso, bem como filmes interativos sem tanta liberdade na jogabilidade, mas com bastante diálogos e acontecimentos nos quais vcê participa reagindo aos comandos de acordo com o qe aparece na tela. Fora isso sinceramente esse jogo não vale a pena o investimento, ele não apresenta nada de inovador e nem traz grandes surpresas na história e nem personagens realmente marcantes.Mostrar maisMostrar menos
Assim que li o enredo do jogo, fiquei extremamente animado pra jogar. Fui e comprei o pacote promocional dele, juntamente com Beyond Two Souls e Detroit: Become Human. O jogo, como era de se esperar, possui uma mecânica de interação incrível e uma cinemática bastante bacana. O problema está em "pontos de bug", digamos assim, onde vc executa tais ações e o jogo trava. Só nesses 56 minutos de gameplay que registrei, eu precisei fechar e abrir o game pelo menos 10 vezes. O jogo parece sensacional, mas enquanto não corrigirem esses problemas de travamento, acaba não compensando a dor de cabeça. Uma verdadeira pena, pois a narrativa promete.Mostrar maisMostrar menos
Heavy Rain (THE RAIN IS EVEN HEAVIER AND MORE BEAUTIFUL IN THE PC VERSION) In today's market, games with a strong narrative focus are almost standard, but it wasn't always that way. In February 2010, Heavy Rain hit stores as a PS3 exclusive and became a revolution in storytelling, bringing a plot as engaging and heavy as the title's rain itself, with even the speed at which you press the on-screen buttons changing the course of events. Quantic Dream continued to perfect this theme with two other major releases, the celebrated Beyond: Two Souls and Detroit: Become Human, for PS3 and PS4, respectively. (All three are now available on Steam), a sequence of Quantic Dream re-releases, with the company no longer under an exclusivity contract with Sony. Not only is the title being re-released, but it also features revamped graphics, running at 60 fps and 4K. This is, without a doubt, the best and most definitive way to experience this deep and engaging story. Returning to Heavy Rain on a new platform 11 years after its original release is both a nostalgic experience and a testament to the long road we've come so far, especially when it comes to the evolution of a title in this category. Labeled by the developer as an interactive drama, Heavy Rain puts us in the shoes of four characters with parallel stories, but who ultimately find themselves in the plot of the Origami Killer, a serial killer who has been taking lives. He kidnaps Shaun, the son of Ethan Mars, a man scarred by a tragedy that resulted in the loss of his firstborn, Jason. Along the way, there are also a private detective, a journalist, and an FBI agent, all investigating the case in their own way. The game gives us an in-depth look at the routines and lives of these people, as well as their work in connection with the murders. This insight is so refined that the player finds themselves performing absolutely every kind of action, from opening doors and closing windows to collecting items and talking to people. This is, of course, a linear game, but the information gathered and the dialogue that will move the story forward, with varying degrees of context, are always in our hands. However, as soon as I started the game, I realized that Heavy Rain simply didn't recognize the Xbox 360 controller connected to the computer, unlike what happened with the demo. This issue occurred on two different machines, but not in other Quantic Dream titles on PC, which led me to believe it was some sort of bug with this specific version of the controller. This brought some unintended positives and vice versa, with movements that were unintuitive in a game created for a home console becoming so, and vice versa. Opening a cabinet door, for example, makes more sense when we simply hold down the mouse button and drag it to the side, while performing QTEs using the keyboard doesn't always provide the necessary precision—a serious flaw in a title whose gameplay relies heavily on this, especially in moments of intense action. Walking using WASD, however, is always frustrating. You'll often see the protagonist lost and walking in circles, as their walking position rarely matches the camera's view. There are no knuckles in some actions, as on the PS3, but pressing buttons so far apart isn't always the most comfortable way to perform certain actions. The "storm" is even stronger The awkwardness of the controls, noticeable in the opening moments of Heavy Rain, is replaced by a sense of wonder the next moment, when in a nighttime scene with Scott Shelby we realize how much the graphical overhaul did to the game. The game has always been beautiful, it's true, but it's always important to remember that we're talking about a last-generation title, released almost 11 years ago. And it leaves nothing to be desired compared to games of today. Again, because this is a re-release, Quantic Dream didn't change some aspects of the original, such as the waxy faces of secondary characters or the glazed expressions, especially on the children. Unlike the PS4 remaster, the PC edition doesn't suffer from the frequent loading bugs, running smoothly except for the aforementioned controller difficulty. And when we move past the classic loading screens with close-ups of the protagonists' faces, highlighting their facial flaws, marks, and other facial features, we notice that these elements remain clearly visible throughout the game. The rain falling on coats, with its wet fabric texture, looks even better, just as the environments benefit greatly from the increased resolution. Running all of this at maximum performance, however, is no easy task, especially if you're aiming for the stars. Even on machines well above the recommended specs, I noticed framerate drops during gameplay, which forced me to tweak the settings. Changes to the visual settings, particularly regarding resolution and anti-aliasing, were necessary to get everything running smoothly. The good news is that, even if everything isn't running at its most absurdly high speed, you can still see the improvements in this version. Details like lighting and some interactive elements bear the marks of time, but overall, what we have here is a game that's in no way inferior to any title released in the last week. Quite the contrary, in a characteristic that demonstrates Quantic Dream's quality and attention to its original work, Heavy Rain comes straight from the past to prove itself more beautiful than many recent releases. t's a title made to be played more than once, as different actions can lead to different endings, even dramatic consequences. Furthermore, the game arrives to bring to a new platform those who had already experienced the experience on the PS3. There's something for everyone here, although, as in the past, Heavy Rain doesn't offer localization for the Brazilian Portuguese language, relying on the old, "memoiristic" dubbing and subtitles in Portuguese. Whether you're getting involved in Ethan's family saga, racking your brains to discover the Origami Killer, detesting the technological investigative dynamics used by the FBI, or experiencing all of this for the first time, Heavy Rain is at once an absolute classic and a perfectly contemporary game. And this becomes apparent after the first few hours, when the plot truly kicks into gear and makes you want to keep playing until the events conclude. The arrival on a new platform also marks the existence of a company that has never stopped innovating, always pushing its own skills and the machines at its disposal to the limit. Heavy Rain is a top-notch work from Quantic Dream that is worth appreciating and will certainly please anyone who has played at least one of the other titles, also available on Steam.Mostrar maisMostrar menos
O jogo é muito bom, isso todo mundo já sabe. A Quantic Dream é especialista em criar experiências cinematográficas com escolhas e consequências, e Heavy Rain é uma das melhores provas disso. A história, os personagens e a ambientação continuam excelentes. O problema está na versão para PC, que infelizmente é muito mal feita. O analógico direito simplesmente não funciona corretamente em vários momentos, o que compromete completamente a jogabilidade com controle — algo essencial em um jogo baseado em movimentos e decisões rápidas. Como resultado, o jogo acaba sendo muito mais jogável no teclado e mouse, o que tira boa parte da imersão e da naturalidade da experiência. Para um título que depende tanto da fluidez dos comandos (principalmente do analógico direito), isso é um grande problema. Então, por mais que eu admire o jogo em si, não recomendo essa versão. Ele merecia um port melhor e mais cuidado.Mostrar maisMostrar menos
Ótima história, péssima jogabilidade. "Chuva pesada" é um jogo de drama interativo com foco 100% na narrativa. Uma história intensa e emocionante, mas que somente quem gosta muito do gênero vai conseguir concluir. O jogo é centrado em 4 protagonistas envolvidos com o Assassino do Origami, um/a serial killer que usa longos períodos de chuva para afogar suas vítimas, sendo todas elas crianças e sua marca é deixar um origami e uma flor de orquídea junto aos corpos. Com isso seguimos 4 diferentes linhas de investigação, cada personagem investigando de forma independente. A história vai de 0-100 km/h em 3 horas. O inicio é um verdadeiro teste de paciência com o jogador, porque você fica apenas "vivendo" no game, tipo fazendo café, assistindo TV, tomando banho, botando criança pra dormir, etc. Compreendo que esse inicio serve para apresentar os personagens e gerar resiliência para com eles... porém podiam ter feito isso de uma maneira bem menos monótona. Mas quando a história engrena de fato, engrena pra valer. As coisas vão ficando cada vez mais intensas e perigosas para os personagens, gerando muitos momentos de pura tensão. E o final... bem, não era tão óbvio e confesso que o plot surpreendeu... mas não supriu minha expectativa, poderiam ter feito algo mais grandioso. Obviamente a narrativa se desenvolve com base nas suas escolhas durante a gameplay. Mas para chegar a um final satisfatório não é difícil, basta prestar bem atenção e fazer suas escolhas baseadas em boa moralidade. E claro, ter o mínimo de coordenação motora para os momentos de quick time. Sem pegar spoiler e sem buscar dicas na internet, consegui um final quase perfeito... só um personagem que ficou com um final meio méh, mas consegui descobrir quem é o/a serial killer sem perder ninguém. Mas há muitos finais e vários outros caminhos para seguir, o que gera um bom fator replay. A jogabilidade é simples e se resume em se movimentar pelos pequenos cenários, interagir com algumas coisas e nos momentos de ação apertar os botões no tempo certo conforme vão aparecendo na tela. O problema aqui é a câmera! Jesus, eu nunca passei tanta raiva com campo de visão como passei nesse jogo! Ele é em terceira pessoa só que com câmera fixa, estilo Residente Evil 1. Você consegue apenas mudar para um segundo ângulo de visão, que geralmente é pior que o primeiro! Há vários momentos que você precisa achar algo no cenário, aí você pega essa câmera horrível e soma com o menor FOV da história dos videogames e tem eu que nem uma barata tonta girando o personagem pra achar alguma coisa! E isso atrapalha o andamento do game, porque algumas dessas vezes você tem um tempo limitado para fazer tal ação. Os quick time events são ok e nada punitivos, pois se errar 1, 2 ou 3 vezes sem problema. Você só "perde" um personagem se ficar errando de propósito mesmo. Dica: pra mim, os comandos do analógico direito não estavam funcionando. Mas uma rápida busca pelo fórum do jogo aqui na Steam mesmo encontrei a solução e ela é bem simples. Graficamente, o jogo é feio. E somando com sua direção de arte estilo "noir", que particularmente eu curti, ele parece um jogo de PS2. A exceção são as expressões faciais, que para 2011 até que são muito boas. Recomendo esse game apenas para quem gosta deste gênero e goste de focar em narrativa. Tirando a jogabilidade medonha, é um bom jogo com uma excelente história. Nota: 6/10Mostrar maisMostrar menos
Cara...Não da,os controles são horriveis e a história simplesmente não faz sentido algum,simplesmente é bizarra e desconexa. Os controles são horrorosos,muito mesmo,imagino que 90% das criticas negativas sejam por conta deles. Jogue Detroit se possível,é bem melhor. Nota 5/10(deveria ser menos)Mostrar maisMostrar menos
Heavy Rain Bom esse aqui é um jogo que eu gostei bastante, inclusive acabei jogando por 2 vezes pra ver um outro final que é uma coisa que eu não costumo fazer muito atualmente nos jogos e o único motivo de eu ter gostado no jogo na real foi por causa da trama e o rumo que ela tomou, tenho que deixar avisado no entanto que a história começa um pouco fraca porque está havendo um desenvolvimento dos personagens, mas depois disso vai melhorando muito e então a partir dai que a história prendeu minha atenção e me fez realmente ficar interessado por toda essa história de investigação e alguns mistérios no jogo. Bom quando eu disse acima que a trama foi o único motivo de eu ter gostado, de fato foi só por causa da trama que eu joguei, pois no caso no restante do jogo se por exemplo compararmos ao um jogo bem parecido nesse estilo tipo Beyond Two Souls, você irá perceber que Heavy Rain consegue ser inferior em vários aspectos, tipo além de ter os mesmos problemas com controles no mouse&teclado possivelmente por causa do port no PC não ser exatamente uma maravilha, você ainda tem a falta da dublagem em pt-BR que era uma coisa que tinha no jogo que eu mencionei acima, mas também exitem outros problemas entre eles travamentos aleatórios que podem acontecer apesar de raros e também não pude deixar de nota o "voice acting" ruim de vários personagens na voz em inglês, não sei como é nas outras línguas mas não pude deixar de perceber isso pelo menos na linguagem em inglês, fora que pode haver outras coisas que não lembro agora mas vou deixar apenas isso pra não me prolongar no assunto. Pra mim esse foi um jogo marcante na questão de história, definitivamente eu recomendo você comprar mesmo com os aspectos negativos que eu citei, pois vale lembrar que mesmo que eu o tenha achado inferior em vários aspectos quando comparado ao jogo Beyond Two Souls, a história eu achei muito top e inclusive acabei jogando o game 2 vezes que é uma coisa que eu não fiz com o Beyond, eu atualmente sou muito seleto com o que vou gastar meu tempo e esse jogo foi merecedor pois gostei mesmo da história, então na minha opinião se você curte jogos com esse tema de investigação e quer passar seu tempo com um bom jogo de história e bastante ação, então pode mandar ver. Obs: Há alguns plot holes na trama e pelo que eu vi alguns deles podem são explicados por cenas deletadas que você pode achar em videos na internet, então fica ai a dica pra procurar depois que você terminar o jogo caso demonstre interesse em descobrir o motivos de certos acontecimentos no game.Mostrar maisMostrar menos
Joguei esse jogo com a mente totalmente aberta, genuinamente interessado pela narrativa e pela história. Sabe por quê? Porque é um jogo extremamente aclamado. Muita gente fala bem, elogia como se fosse uma obra-prima. Então eu estava esperando algo muito foda, uma história emocionante, um drama bem construído. Mas… Esse jogo é simplesmente impossível de ser levado a sério. Não dá pra sentir empatia por nenhum personagem quando o enredo inteiro é sem sentido. O caminho que a história toma não tem lógica alguma. O drama é forçado até o talo. Os personagens são burros, cometem erros grotescos e deixam brechas absurdas para ataques e contra-ataques. A polícia então… totalmente FORA DA REALIDADE, DESCONEXA DO MUNDO REAL. Eles prendem um pai de família sem prova NENHUMA e tratam isso como fato. Um fato que não existe e que simplesmente vira realidade dependendo das suas escolhas no jogo. COMO LEVAR ISSO A SÉRIO??? O assassino do Origami é um ex-policial que matou NOVE crianças porque não sentia amor do pai. E, de alguma forma completamente inexplicável, ele conseguia entrar em prédios, casas, montar puzzles elaborados para os pais passarem por testes e tentarem salvar os filhos. O mais bizarro é que NINGUÉM NUNCA VIU ELE. Ninguém suspeita. O cara GORDÃO já com uma certa idade é literalmente um NINJA!!... por que pqp, não é possível. Shaun foi sequestrado no MEIO de uma PRAÇA LOTADA, cheia de gente e crianças. E ninguém viu ele sumir do carrossel. NINGUÉM. A ideia de o assassino ser um detetive e esconder as provas é até interessante no papel. Mas é tudo tão forçado, tão artificial, que perde qualquer impacto. O jogo força um drama que simplesmente não funciona, porque a história não tem pé nem cabeça. Além disso, tive alguns problemas técnicos o jogo crashava em algumas fases e fechava sozinho. Pelo menos não perdi nenhum save. A proposta principal do jogo é a narrativa interativa, com múltiplos finais baseados nas suas escolhas. Mas a forma como essas histórias são dirigidas é completamente boba e forçada. Tão forçada e mal construída que é impossível levar a sério. Reconheço que o jogo tentou inovar e conseguiu. Foi um título inovador pra sua época. Os gráficos são incríveis, a atmosfera é muito bem feita. Mas, sinceramente, os pontos negativos pesam bem mais que os positivos. E eu ainda não entendo como tanta gente conseguiu gostar da história. Em 2010 até entendo algumas pessoas se sentirem imersas. Mas hoje em dia? Essa imersão não esconde o fato de que o roteiro é TOTALMENTE sem sentido. O roteiro é ruim. Mal escrito. Cheio de buracos. Eu poderia listar vários outros momentos absurdos, mas só isso já basta. História: 0 Gameplay: 4 Trilha sonora: 6 Gráficos: 10 (pra época, os gráficos e as expressões faciais eram realmente impressionantes) Esse jogo não vale 60 reais. E se você tiver um senso crítico mínimo, não vai conseguir levar a história a sério. É sempre bom você tirar suas próprias conclusões, assim como eu fiz. Mas novamente: compre em promoção. Eu amo a Quantic Dream. É sem dúvidas um estúdio muito talentoso, mas o diretor desse jogo simplesmente cagou na história. Beyond Two Souls e Detroit Become Human são superiores em absolutamente tudo.Mostrar maisMostrar menos
Fonte: análises originais de usuários da Steam. Votos úteis são um registro arquivado, não dados ao vivo. Última coleta: 15/08/2026.