

Life is Strange: Reunion
Histórico de preços
Últimos 36 meses · atualizado todo diaOs preços cobrem a Steam e 39 lojas autorizadas; só entram ofertas regulares. O gráfico mostra os mínimos semanais do mercado e o preço oficial da Steam nos últimos 36 meses.

01Sobre Life is Strange: Reunion
Em Life is Strange: Reunion, você joga com Max e Chloe enquanto uma catástrofe iminente ameaça a Universidade Caledon e sua comunidade. Max pode desfazer decisões, mudar conversas e resolver quebra-cabeças do ambiente; Chloe usa sua astúcia para desvendar segredos. 89% das 4.701 avaliações de jogadores na Steam são positivas. A versão Steam para PC oferece interface e legendas em português.
Equipe
Menor preço registrado em 36 meses
US$ 29,992026-06-25 · SteamJogo base · mesmos registros do gráfico acima; histórico em USD, não é o menor preço regional da Steam.Suporte a idiomas
| Idioma | Interface | Legendas | Áudio |
|---|---|---|---|
| Chinês simplificado | Sim | Sim | — |
| Chinês tradicional | Sim | Sim | — |
| Inglês | Sim | Sim | Sim |
Mostrar mais 9 idiomas
| Idioma | Interface | Legendas | Áudio |
|---|---|---|---|
| Francês | Sim | Sim | Sim |
| Italiano | Sim | Sim | — |
| Alemão | Sim | Sim | Sim |
| Espanhol | Sim | Sim | — |
| Japonês | Sim | Sim | Sim |
| Coreano | Sim | Sim | — |
| Português (Brasil) | Sim | Sim | — |
| Russo | Sim | Sim | — |
| Espanhol (América Latina) | Sim | Sim | — |
Dados da versão Steam para PC · 2026-10-30
02Antes de comprar
Modo de jogo e controle
A versão Steam é para um jogador e tem suporte completo a controles.
Idioma e áudio
A versão Steam para PC oferece interface em português e legendas, além de áudio completo em inglês, francês, alemão, italiano e japonês.
03Perguntas frequentes
Como as partes de Max e Chloe são diferentes?
Você joga com Max e Chloe. Max pode voltar atrás nas decisões, alterar conversas e resolver quebra-cabeças ambientais; Chloe usa respostas afiadas para desvendar segredos.
Sobre o que é a história?
A história leva Max e Chloe à Universidade Caledon, ameaçada por um incêndio que também coloca os amigos delas em risco. As duas precisam descobrir os responsáveis e tomar decisões difíceis.
A versão Steam para PC aceita controles?
Sim. A versão Steam para PC informa suporte completo a controles.
Últimas notícias sobre Life is Strange: Reunion
Avaliações populares da Steam
Seleção no idioma nativo · 10 avaliaçõesAs avaliações úteis selecionadas neste idioma incluem recomendações e críticas. Esta seleção não representa a proporção geral de avaliações positivas; as opiniões refletem a versão analisada.
Life is Strange: Reunion é sobre voltar pra casa. Alerta textão! Falar sobre Life is Strange nunca foi algo simples pra mim. A franquia Life is Strange, para mim, nunca foi só um jogo, sempre foi algo muito maior, um lar que eu sei que sempre posso voltar. Foi aos catorze anos que, através dele, comecei a descobrir o mundo e conhecer mais de mim mesma por meio da representatividade. Graças à Max e à sua paixão por fotografia, uma personagem que amo profundamente, me inspirei como pessoa e também criei um vínculo de amor pela fotografia, transformando isso na minha tão sonhada profissão. Foi por causa de Life is Strange que aprendi a valorizar os pequenos detalhes, admirar o cotidiano, as pessoas e enxergar melhor o que realmente importa. O Reunion surge como um lembrete de que esse jogo é um presente. Um presente para fãs que permaneceram apaixonados por essa história e que continuam amando essas duas protagonistas incríveis durante todos esses anos, assim como eu. Lembro que, quando terminei o primeiro jogo pela primeira vez, corri para procurar mais conteúdos da franquia e descobri que, inicialmente, havia sido confirmado que seria apenas um único título sobre a história desse duo incrível. Lembro o quanto aquilo me deixou triste, com aquela sensação de “poxa, queria saber mais delas”. E depois de seis anos de espera, veio a notícia do retorno da Max. Depois de oito anos, a confirmação do retorno da Chloe. Esse jogo mexeu comigo do começo ao fim. Falando um pouco sobre o jogo, a narrativa é guiada por escolhas e pelas consequências emocionais que elas carregam. Nesta trama, acompanhamos Max em mais uma tentativa de mudar o destino, dessa vez, tentando impedir um incêndio ao lado de seus amigos. Mas, no meio dessa jornada, ela também reencontra alguém que marcou profundamente sua vida: Chloe Price (bang!). Max e Chloe nunca foram apenas amigas de infância. Elas são almas gêmeas, seja no sentido romântico ou na amizade, sempre destinadas a se completar. Com esse tão esperado retorno, isso fica ainda mais evidente. No momento em que se reencontram, por mais difíceis que sejam as circunstâncias, tudo parece um pouco mais leve de enfrentar quando estão juntas. Um dos grandes pontos fortes do jogo é a atmosfera. Mesmo sem depender apenas da nostalgia, o título consegue transmitir uma sensação constante de familiaridade, como revisitar um lugar importante depois de muito tempo. A trilha sonora, mais uma vez, é impecável, trazendo músicas de artistas incríveis que merecem muito reconhecimento. Sobre o desenvolvimento dos personagens secundários, foi a única coisa que me incomodou um pouco. Entendo que a história tinha como foco principal esse reencontro tão aguardado, mas alguns personagens acabaram ficando de fora de um desenvolvimento mais aprofundado, sendo uma delas a Amanda. Gostaria de ter visto mais sobre ela, mas infelizmente isso não aconteceu. Mas saiba, Amanda, que você sempre terá um lugar guardado no meu coração! Um detalhe muito importante que também quero comentar é a evolução dos próprios jogos da franquia ao longo dos anos, seja na melhoria gráfica, nas escolhas mais impactantes, finais alternativos ou nas novas mecânicas apresentadas. Durante minha jogatina aconteceram alguns pequenos bugs, mas nada que realmente me incomodasse. Ver esse crescimento me trouxe uma felicidade genuína. Desde os primeiros minutos desse jogo, me senti com catorze anos novamente. Aquela sensação de “casa” voltou imediatamente. Cada referência ao primeiro jogo, ao Before the Storm, ao segundo título e também a True Colors parecia me levar de volta ao dia em que conheci essas histórias pela primeira vez, fazendo com que eu me apaixonasse ainda mais por esse universo. As músicas e os artistas mencionados novamente foram a cereja do bolo para esse sentimento de nostalgia. Foi como voltar no tempo e conhecer tudo pela primeira vez. Não tenho palavras para descrever o que foi finalmente ver as duas juntas novamente, mesmo que seja para uma última aventura. Eu cresci com elas! Estava na adolescência quando elas também estavam e agora pude acompanhar Max como professora e Chloe como empresária de uma banda (inclusive da ex banda da Steph!!), ambas mais velhas, também na minha fase adulta. Ver as duas, ainda com suas personalidades únicas, continuando a ser as mesmas garotas cativantes de sempre, capazes de aquecer o coração de qualquer pessoa, me deixa extremamente feliz. E foi nesse momento que percebi que não estava apenas jogando um novo jogo, eu estava me despedindo. Fico muito triste pelo fim, mas, pela primeira vez, senti que estava vivendo o fechamento de ciclo que eu precisava em relação a essa história e a elas duas. Claro, se novos jogos surgirem em um futuro distante (nunca se sabe), eu jogarei sem pensar duas vezes. Ainda assim, existe uma felicidade enorme nessa sensação de conclusão, acho um final digno. Acompanhar essa jornada por tantos anos, ver o crescimento delas como pessoas e perceber que eu também cresci junto é algo profundamente especial para mim. Amo muito essa franquia e sempre vou recomendar sem pensar duas vezes. Todos deveriam conhecer Life is Strange e sentir tudo aquilo que cada jogo consegue transmitir. Essa franquia não é apenas uma história, é um sentimento que precisa ser vivido pelo menos uma vez na vida. "Partners in crime?" "Only if you’re my partner in time"Mostrar maisMostrar menos
Há 11 anos eu esperava ansiosamente um episódio novo de Life is Strange sair, uma espera de meses e que me fez jogar o último episódio da história de Max e Chloe de madrugada, com o dia seguinte para acordar cedo e seguir a vida de CLT. Lembro de ter ido dormir soluçando de tanto chorar com o final tocando Spanish Sahara e com a cena do cemitério passando pelo meu monitor. Naquela época, eu tinha comprado o jogo tanto na Steam quanto na PSN para jogar 2 saves diferentes, poderia fazer isso só na Steam, mas o tanto que eu amei esse jogo me fez querer ter qualquer coisa que a marca Life is Strange estivesse estampando. Ao final de Reunion, nenhuma das emoções sentidas no primeiro jogo foi sentida, e acho que isso resume bem Life is Strange: Reunion, é um produto que lhe oferece uma nostalgia. E nostalgia é simplesmente uma saudade acompanhada da dor de saber que aquele passado não voltará. Aquela experiência proporcionada por um jogo de gráficos simples, mas uma história surpreendentemente bem contada e uma trilha sonora magistral nunca vai voltar. Nada vai se comparar aquilo. O triste é saber que Life is Strange: Reunion teve que se agarrar a isso, e o jogo se agarra a isso o tempo todo. Até o primeiro terço do jogo, é uma sensação boa, te faz lembrar daquela obra de arte criada pela DON’T NOD. Quando chega a cena, já divulgada em trailers, da Chloe chegando ao encontro de Max em Reunion, um arrepio na espinha me pegou de surpresa, ignorando completamente a animação da personagem em frente ao farol da caminhonete que parecia mais uma entrada de personagens de jogos de luta. O triste foi terminar o último jogo da franquia e esse único arrepio fora a coisa mais próxima que eu tive de alguma sensação que esse jogo me deu. Sabe quando encontramos uma pessoa com alguma habilidade técnica de alguma atividade artística? Uma pessoa que aprendeu a tocar violão, por exemplo, mas só sabe tocar músicas já criadas por outras pessoas, um violonista que só sabe replicar o trabalho alheio. Bom, Life is Strange: Reunion é o resultado de uma Deck Nine que só sabe replicar o trabalho alheio e o ruim é que ela não é boa tecnicamente, já que o jogo está bem mal otimizado. São glitches visuais o tempo todo, sério, é um trabalho de porco nesse sentido e é o pior aspecto do jogo inteiro. Em Reunion, a Max e a Chloe quase 90% do jogo estão separadas, com cada uma realizando um pedaço do “quebra-cabeça” do jogo que no final, nem possui tanto peso assim visto que elas não resolvem nada juntas, apenas saem individualmente e depois conversam sobre o que cada uma descobriu, nem em cenas que as duas estão elas sequer trabalham juntas em algo, como descobrir a localização do bunker durante o primeiro jogo. Sério, toda vez que elas se juntavam eram só falas reforçando o quanto elas não queriam se separar, do quão bom estarem juntas, só para na fala seguinte elas se separarem para irem dar uma de Scooby-Doo por Caledon. Os puzzles são tão bestas de resolver que não valem nem a pena o esforço mental para achar uma solução, se você só sair andando e apertando o botão de interagir, uma hora ou outra você resolve. O storytelling do jogo te cria expectativas do então aclamado clímax final e ele simplesmente não chega. Eu terminei o jogo e esperei qualquer coisa que viesse após pra tentar explicar algo. O roteiro simplesmente apaga coisas que aconteceram em Double Exposure para ser conveniente, tá que a história do jogo anterior foi uma porcaria do episódio 3 para frente, mas mudar determinadas coisas que fizeram parte da cena final do último jogo? Pareceu que fizeram isso só para terem menos coisas para explicar em Reunion. Nem tudo no jogo é algo negativo, tirando a história e diálogos, Moses ainda é um personagem incrível e ainda é o meu preferido do “Time Caledon”. A trilha sonora é excepcional. As cenas dos momentos de calmaria são ótimas. E é claro, poder jogar com Max e Chloe, ainda que nessa versão com um roteiro sem alma, ainda tem resquícios de bons momentos. E o primeiro terço do jogo é ótimo, possui uma ótima introdução que até mesmo jogadores novos vão ser introduzidos muito bem na história.Mostrar maisMostrar menos
Deixou um buraco no meu coraçãozinho por ser o fim de uma história... Mas eu amei. Única coisa que eu gostaria é que fosse dividido em episódios como os anteriores e consequentemente, fosse maior! Talvez se tivesse um episódio extra só da gente voltando em Arcaria Bay (teria sido incrível reencontrar os personagens antigos, Warren, Kate, Joyce, etc...), com certeza daria a sensação de um jogo mais completo. Continuo odiando a Safi aqui (ainda mais que antes), prêmio de pior amiga/pessoa continua sendo da diva... Não tem como! Ela sempre consegue tomar as piores atitudes e decisões em tudo o que faz... Não suporto a personalidade da mona, não importa o quanto eu tente! Independentemente, eu amei rever a Chloe, jogar com ela, foi nostálgico e realmente o que importa pra mim é ter a chance desse novo encerramento que fizesse justiça para a primeira escolha que fizemos no LIS 1 e acho, honestamente, que esse game aqui conseguiu me proporcionar isso. Pretendo rejogar com outras escolhas para explorar as alternativas... Dito isso, valeu a experiência.Mostrar maisMostrar menos
LIS Reunion além de acertar mais, é MUITO mais Life is strange em sua essência que o LIS Double Exposure. MASSS 🫤 Life is Strange Reunion acerta em algumas coisas em cheio mas em outras tropeça de mais. Começando com as coisas que gostei aqui é coisas simples que é a alma de um LIS que não teve no Double exposure que é os momentos de reflexão, digo momentos que você para tudo que está fazendo e ouvir uma música nova e alguns pensamentos da Max, isso teve em todos LIS e são momentos da história para dar uma respirada e curtir o momento mas que não teve em Double exposure. A segunda coisa que para mim é o melhor ponto do jogo é a relação da Max e da Chloe. Chloe voltar inicialmente não fez sentido para mim nos trailers, mas no jogo como acontece faz sentido e os momentos das duas juntas em tela TODOS é um fã service absurdo. Quem joga LIS desde 2015, vai se emocionar fortão aqui com os momentos das duas juntas em tela. E por fim eu achei bem escrito o amadurecimento da Chloe nesse universo que ela está viva, depois de tudo que ela fez e passou a pessoa que ela se torna em REUNION é muito legal. Agora as coisas que acho que o jogo errou e algumas coisas que não me agradou narrativamente. Começando pela parte técnica eu acho que REUNION foi rushado e entregaram antes do tempo. Coisas que eu achava impecável em Double Exposure que eram as expressões faciais aqui senti o jogo bem truncado em algumas falas, ao ponto de achar preguiçoso em algumas partes. Outra coisa que me incomodou foi algumas cenas de diálogos que a câmera não foca nos personagens, as coisas no fundo em segunda tela fica em foco e os personagens conversando em primeiro plano fica em desfoque. Não sei se é bug ou proposital mas acredito em ser um problema técnico porque como o personagem esta tendo seu tempo de fala na cena ele ficar desfocado não faz muito sentido. Eu não tive problemas com desempenho mas muita gente que li na internet teve e esse é outro problema a ser relatado também que é a otimização. Agora oque me deixou com gostinho amargo no jogo foi as consequências narrativas do meu final. SESSÃO SPOILERS. No meu final três personagens importantes para a historia morreram e as consequências foram totalmente ridículas e nada life is strange, e aconteceram coisas que a Max que eu conheço desde 2015 e sou apaixonado, nunca falaria ou tomaria algumas atitudes. O jogo é sobre evitar uma catástrofe e salvar o máximo de pessoas mas no meu final apesar de ela ter salvado algumas pessoas próximas outras importantes não sobreviveram e fica um clima leve e feliz no ar, pessoas que a Max tinha uma proximidade não teve peso nenhum narrativo para Max ou para o mundo do jogo. Tudo bem que os devs escreveram o jogo para ter outro final mas como é um jogo de escolhas outros finais deveria ter um peso narrativo e aqui eles ignoram completamente e deixa um clima estranho e sem pé e nem cabeça. Eu cheguei a ver o final que tudo da certo mas ainda sim não foi muito diferente as consequências, mesmo com tudo oque aconteceu em relação a universidade, o acidente em si não teve peso nenhum. No fim eu recomendo REUNION para quem é fã de Max e Chloe mas em uma promoção. O jogo acerta fortão em algumas coisas mas em outras infelizmente me deixou um gostinho amargo.Mostrar maisMostrar menos
A espera valeu a pena. <3 Como uma fã da saga Life is Strange, o reencontro entre Max e Chloe foi muito marcante e cheio de emoção. (chorei, confesso) Bateu uma nostalgia carregada de memórias do primeiro título da saga. É uma sensação de ver as duas personagens que cresceram, sofreram e possuem cicatrizes do passado relembrando tudo outra vez ao ficarem face a face. Uma relação marcada por perdas, escolhas difíceis e pelo medo constante de repetir erros. Pra quem gosta de exploração o jogo possui muitos objetos e pistas em diversos ambientes e os diálogos e escolhas nos fazem facilmente mergulhar na história. As realidades que antes existiam em paralelo no Double Exposure (e representavam os estados emocionais da Max) agora começam a colidir no Reunion, mostrando o encontro entre quem a Max foi, quem ela se tornou e quem ela ainda pode ser. Não como alguém que tenta consertar o passado, mas como alguém que precisa aprender a conviver com ele. P.S.: Quero agradecer ao meu namorado por ter me presenteado com esse jogo lindo. Te amo. <3Mostrar maisMostrar menos
Life is Strange: Reunion é um jogo preguiçoso, sustentado por um roteiro fraco e entediante, uma nostalgia mal explorada e uma otimização técnica precária. Uma verdadeira sofrência.Mostrar maisMostrar menos
Eu estou EXTREMAMENTE FELIZ EU AMEI ESSE JOGO Deck Nine, você teve a sua redenção! --- Ele não eh o melhor da franquia, longe disso, mas como fã, e um jogo feito para os fãs... ELE ENTREGOU Ele ainda tem alguns problemas, como: - Otimização que não eh das melhores - Pequenos furos de roteiros - Escolhas rasas com poucas mudanças, e pouco constantes - Pequenos detalhes que fazem boa diferença na imersão, como os corte secos, não mostrar data das mensagens no celular e etc. Esse tipo de detalhe --- MAS NO GERAL? O JOGO FOI OTIMO Ele consertou muitos problemas - A narrativa desta vez realmente me chamou a atenção. Diálogos, cenas, momentos lindos (que não houve no outro jogo) - Mudanças como nn ter mais 2 realidades, na qual atrapalharia demais pra se conectar com a historia e personagens - Não haver mais poderes novos desnecessários, ou ate pior; OUTROS PERSONAGENS COM PODERES. Graças a Deus desfizeram toda essa merda E o restante o jogo continua MARAVILHOSO - Trilha sonora, direção de arte, dublagem, momentos emocionais, exploração pelo cenário... Eles realmente fizeram algo bom desta vez. Depois do desastre do LiS DE, eles tinham que tomar vergonha na cara e fazer tudo certo. E FIZERAM --- Esse eh o fim de Life is Strange? Sinceramente, eu espero que seja. Deixem a franquia descansar Mas finalmente eh o fim da Max e da Chloe O relacionamento delas no jogo foi lindo Os momentos As conversas A falta que cada uma sentia da outa O FINAL... Maravilhoso... --- Ele não eh perfeito, ainda tem coisas que poderiam ser melhores, mas como principal, ele AGRADOU DEMAIS Eu rejogaria FACILMENTE 8.5/10Mostrar maisMostrar menos
Eu não tenho palavras pra descrever minha decepção com esse jogo, pelo qual eu estava tão ansiosa. Um produto apressado e preguiçoso, que parece que mirou no fan service, mas nem pra isso serve direito. Apesar de começar com bastante potencial, não souberam equilibrar os elementos centrais da história. O que deveria ser o foco do jogo, a REUNIÃO, fica escanteado, e a maior parte acaba sendo um jogo chato de encontrar pistas e ler muitos, mas MUITOS documentos. Os poderes da Max são muito mal aproveitados, só sendo usados em situações muito específicas. A habilidade de discutir da Chloe, igualmente. As escolhas não parecem ter grande impacto no desenrolar da história, e, a julgar pelo resumo comparativo no final, a maioria nem parece dividir muito os jogadores. O enredo é cheio de furos, com coisas mal pensadas e mal desenvolvidas, os personagens têm atitudes que não fazem sentido, aparentemente só pra tentar gerar um drama quando vocês está enterrada num mar de pistas que apontam pra todos os lados. E pequeno spoiler: se você fizer tudo "certo" na investigação, sua recompensa é não ter nenhuma agência sobre o clímax da história. Você pode ajudar alguns coadjuvantes, mas na hora de salvar as pessoas mais importantes pra Max, você larga o controle e vira apenas uma expectadora, com direito a uma cena apelona em câmera lenta. O que piora a situação é a qualidade gráfica, que deixou muito a desejar em comparação com o jogo anterior, e talvez eu fosse um pouco mais generosa com este se não tivesse pulado direto do Double Exposure pra ele, pois a comparação é inevitável. Além de estar cheio de pequenos bugs visuais, os movimentos dos personagens e as expressões faciais são extremamente mal feitos. As bocas se movem de um jeito estranho que, no momento em que se nota isso, é difícil desver e não prestar atenção nesses detalhes. Isso sem contar algumas cenas que parecem MUITO ter coisas feitas por IA. Eu só fico imaginando que daqui um ou dois anos a Square Enix vai lançar um "remaster" pelo triplo do preço, que já está muito alto pro que recebemos agora. Enfim, acabei o jogo triste pelos motivos errados. Queria ter ficado emocionada com a história, mas acabei muito frustrada com a falta de carinho que tiveram com uma série que me é tão querida.Mostrar maisMostrar menos
Esse jogo é uma reparação do anterior. A forma como a história se desenrola, os personagens e a volta do meu amor (e da Max também) Chloe 😍. Sempre foi elas e isso é algo que não tem como discutir. É de deixar o coração quentinho, vou rejogar mais vezes porque amei muito. Aos que tiverem oportunidade e querem jogar, aproveitem cada momento dessa obra. #Pricefield ❤️Mostrar maisMostrar menos
uma tristeza ver o que fizeram com uma historia incrivel que era o primeiro jogo e o Before the Storm. Tentei jogar esse jogo por conta da nostalgia e para ver o que faria com a historia ja que resolveram trazer a Chloe de volta. Mas n consegui jogar nem 1 hr do jogo. A historia n cativa ja no inicio, n prende, n mostra a que veio, os personagens são sem graça e sem nenhuma personalidade... Parece que so queriam ganhar dinheiro em cima dos fãs e em cima do peso do primeiro jogo. Os monólogos da Max são horríveis e nenhum soa natural. As animações desse jogo conseguem ser piores do que as animações do primeiro. Teve uma cena em que a Max ta falando com um personagem e ela andando em direção a janela parece que ela ta toda cagada, andando toda esquisita... Então sinceramente, eu n tive saco, nem me senti instigado ou cativado o bastante pra querer ver essa história até o fim. O que é uma tristeza... Pq eu amo o primeiro jogo e o Before the Storm, mas justamente por amar esses jogos, prefiro manter eles na minha mente como historias que acabaram ali, e ignorar tudo isso que vêm fazendo com essa franquia.Mostrar maisMostrar menos
Fonte: avaliações originais de usuários da Steam. Votos de utilidade são um registro arquivado, não dados em tempo real. Última coleta: 15/08/2026.
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