
Mixtape
Indisponível em Estados Unidos (1)
Estas ofertas são indicadas expressamente como indisponíveis em Estados Unidos: não dá para comprar nem ativar. Consulte a loja para ver o detalhe das restrições.
Histórico de preços
Últimos 36 meses · atualizado todo diaOs preços cobrem a Steam e 39 lojas autorizadas; só entram ofertas regulares. O gráfico mostra os mínimos semanais do mercado e o preço oficial da Steam nos últimos 36 meses.
01Sobre Mixtape
A caminho da última festa juntos, três amigos revivem lembranças da juventude em Mixtape. As cenas narrativas combinam momentos marcantes com atividades como andar de skate, fotografar e jogar beisebol. Jogadores Steam avaliam o jogo com 87%% de aprovação em 7.484 análises. A interface está disponível em Chinês simplificado, Chinês tradicional, Inglês, Francês, Italiano, Alemão, Espanhol, Japonês, Coreano, Polonês, Português (Brasil), Espanhol (América Latina) e Russo. Lançado em 7 de maio de 2026.
Equipe
Menor preço registrado em 36 meses
US$ 12,362026-07-30 · KinguinJogo base · mesmos registros do gráfico acima; histórico em USD, não é o menor preço regional da Steam.Idiomas disponíveis
| Idioma | Interface | Legendas | Áudio |
|---|---|---|---|
| Chinês simplificado | Sim | Sim | — |
| Chinês tradicional | Sim | Sim | — |
| Inglês | Sim | Sim | Sim |
Mostrar mais 10 idiomas
| Idioma | Interface | Legendas | Áudio |
|---|---|---|---|
| Francês | Sim | Sim | — |
| Italiano | Sim | Sim | — |
| Alemão | Sim | Sim | — |
| Espanhol | Sim | Sim | — |
| Japonês | Sim | Sim | — |
| Coreano | Sim | Sim | — |
| Polonês | Sim | Sim | — |
| Português (Brasil) | Sim | Sim | — |
| Espanhol (América Latina) | Sim | Sim | — |
| Russo | Sim | Sim | — |
Dados da versão Steam para PC · 2026-10-17
02Antes de comprar
Modo e controles
A versão Steam para PC é indicada para um jogador e oferece suporte completo a controles.
Idioma
A interface está disponível em português; o áudio completo é em inglês. Há legendas em vários idiomas.
03Perguntas frequentes
Sobre o que é Mixtape?
Três amigos revivem lembranças da juventude a caminho da última festa juntos.
Quais atividades aparecem no jogo?
As cenas jogáveis incluem andar de skate, fotografar um parque abandonado, rebater bolas de beisebol e soltar fogos.
Dá para jogar sozinho?
Sim. A versão Steam para PC é indicada para um jogador.
“If you'll sit down for a mood and a playlist of real licensed songs, it's the best playable coming-of-age film of the year — but know there's almost no puzzle, choices don't change the ending, and you're done in a few hours. Come for the music, not the challenge.”
Nosso veredito
Critics nearly unanimous, players split into two camps

Lay the reception out and the position is clear. The critics are almost wall-to-wall positive. OpenCritic shows an 87 average, 88 percent of reviews recommending it, and a Mighty tier across 111 reviews, putting it in the top 4 percent of the whole site. IGN handed out the year's first perfect score. GameSpot and Game Informer both sit at 9. Steam reads Very Positive, with 88 percent of more than six thousand five hundred reviews giving it a thumbs up. That is a gorgeous scorecard.
But a crack opens on the player side. A slice of them find it overrated and grumble that it basically plays itself, and PC Gamer's 74 is essentially that voice in print. The split is not about who is right. It is about people holding up different rulers — measure it by traditional mechanical depth and it is thin, measure it by emotional experience and it is full. Once you understand which ruler is in your hand, you know whether this game is for you.
The argument is fascinating in its own right, because it drags everyone back to an old question: what counts as a game at all? Mixtape stands right on the seam between interactive narrative and traditional play, and it presses down on that line hard enough that you cannot ignore it. Its champions say games were always allowed to be more shapes than one, and that feeling and music deserve to be taken as seriously as systems. Its detractors hold the opposite line: if you want my money for a "game," give me enough to actually play. Both are right, and that is exactly the point — it is a work with a stance, willing to make a trade, rather than the kind of inoffensive product that pleases no one by refusing to risk anything. I land on the first side myself, but I get the second side's frustration completely.
Who should buy it, and who should walk away

I will say it straight. If you will sit down for a mood and a playlist crammed with real songs, and treat it as a coming-of-age film you complete with your hands, it has almost no competition at this price, so buy it without flinching — especially since it landed on Game Pass at launch, where subscribers can simply try a night for nothing. It also suits anyone who occasionally wants to be alone, to be ambushed by a particular melody and a particular memory.
Flip it around. If you buy games for systemic depth, for puzzles that burn, or for the Life is Strange kind of weight where choices truly reshape the story, Mixtape will likely let you down — it deliberately subtracted in exactly those areas, and the more you expect, the harder the drop. That player should walk away early, or at least try it on Game Pass before committing.
What no one can copy is the playlist itself
In the end, the part rivals cannot simply lift is not the art or the story, it is that genuinely licensed playlist plus the songs-first, design-around-the-music philosophy that runs backwards from the norm. The first is a hard cost barrier — dozens of name tracks are not rights a small studio casually clears, and the negotiation alone reportedly stretched across years. The second is a barrier of conviction — most teams are wired to build the loop first and score it later, and few will truly put the music at the very top of the design chain where every scene bends to serve it.
Stacked together, that is the most singular thing it has among coming-of-age games, and the hardest to imitate without both the budget and the nerve. It may not be the year's richest game to play, but it might well be the one that leaves you reaching for repeat long after the credits, the rare title where hearing one of its songs years from now will pull a whole summer night back into the room. Adding it all up, I give it 8.5.
Últimas notícias sobre Mixtape
Análises populares da Steam
Seleção no idioma nativo · 10 análisesAs análises úteis selecionadas neste idioma mostram recomendações e críticas. Esta seleção não representa a avaliação positiva geral; as opiniões refletem a versão analisada.
É o típico produto apelativo e de baixíssimo esforço criativo da Annapurna para tentar surfar em uma falsa sensação de nostalgia e conquistar um público acostumado com obras medíocres, se você é desses talvez seja uma boa compra. Pra mim essa experiência interativa fraquíssima e esquecível não valeu as 3 horas de vida que perdi nela, muito menos os 50 reais que gastei.Mostrar maisMostrar menos
Este jogo não é um que você deva recomendar para as pessoas. Não por ser ruim ou talvez que ''não possa ser considerado um jogo''. É um que você desfruta sozinho e reflete sobre a vida em um domingo a tarde, e isso é extremamente pessoal. Não há agenda a ser cumprida. Não há política. Nem mesmo há jogabilidade de verdade, mas tudo bem, a indústria já provou diversas vezes que isso não é preciso para contar uma história dentro da mídia de videogames e que aqui não é diferente. Em Mixtape há apenas a capacidade de olhar para trás para os momentos com os quais você cresceu, e é por isso que ele é tão bom. Vivemos em um mundo onde as pessoas são performáticas a todo momento. Onde tudo o que fazemos é julgado e repostado, curtido, compartilhado. Este jogo me trouxe de volta aos tempos mais simples de personalizar o MSN, de jogar futebol na rua, de comprar DVDs piratas, de vagar pela cidade atrás de uma lan-house aberta ou simplesmente procurar um lugar para beber escondido dos pais. É quando bate aquela realização que você já esteve com pessoas importantes na sua vida e depois nunca mais se viram novamente. Mixtape foi deliberadamente feito não para te deixar nostálgico pelos anos 90 do estadunidense, mas para te levar de volta por aquele momento da sua vida que não volta mais, seja ele qual for. Ainda que eu adorei o jogo, é fato que Mixtape tem uma escrita bastante simples, sem muito diálogo nas entrelinhas, com personagens bobos e é um produto totalmente dependente de nostalgia, acertando muito na seleção das músicas e no apelo para entusiastas, principalmente da cena indie. Mas o real problema aqui é que hoje todo lançamento tá acompanhado da mesma guerra de sempre: De um lado a galera da OBRA-PRIMA intocável dos games que se você não gostou você é burro, do outro a galera que quer te proibir de gostar, que se você gostou você tem problema, slop disso, slop daquilo. Mixtape está longe de ser o que dizem, dos dois lados da história. Certo é que a comunidade precisa crescer e entender que o meio evoluiu muito e que há diversas formas da representação de um jogo como arte, avançamos o suficiente para que não se resuma mais a apenas reflexos e condições de vitória. E que se você se incomoda com análise de jornalista ou opinião alheia, recomendo terapia.Mostrar maisMostrar menos
Comprei e me arrependi. Não me entendam mal: o jogo é lindo, as músicas são fantásticas e a ideia do “FPS baixo” tem muito estilo. A atmosfera realmente chama atenção. Mas, no fim das contas, eu não senti que estava jogando um videogame, mesmo achando a história interessante. Também achei bem estranho existir uma “gameplay” focada em beijo de língua envolvendo dois adolescentes. Extremamente esquisito, são menores de idade. No geral, a jogabilidade parece muito preguiçosa. Você aperta meia dúzia de botões e praticamente só assiste aos acontecimentos. Parece mais um filme interativo do que um jogo de verdade e isso me incomoda bastante, porque, no fim do dia, estamos falando de videogame. Eu gosto de sentir que estou jogando, tomando decisões mecânicas, dominando sistemas, explorando gameplay. Aqui, essa sensação simplesmente não existiu pra mim. Então pedi reembolso e fui atrás de algo que realmente parecesse um jogo, e não só um filme disfarçado de videogame.Mostrar maisMostrar menos
Unico defeito: ser muito curto --- Serio, esse jogo foi uma surpresa do caralho. Eu ja esperava que vinha coisa boa, MAS NAO TAO BOA DESSE JEITO Ele eh totalmente focado em narrativa linear. Voce e mais 2 amigos saem juntos uma ultima vez, ja que a protagonista ira se mudar para ir atras de seus sonhos A aventura do jogo se baseia nas lembranças que eles tem entre si. Cada lembrança de um momento juntos, eh uma aventura que o jogo te coloca para vivencia-la O melhor disso? TODOS são únicos, todos tem alguma mecânica divertida, uma jogada de câmera incrível, trilha sonora maravilhosa que, eh a parte PRINCIPAL de todo o jogo A sua personagem prepara uma playlist de musicas para tocar nessa ultima noite juntos, e em cada lembrança, ela narra para o jogador, quebrando a 4a parede, dizendo qual eh a musica que ira tocar para aquele momento em especifico Os graficos são lindos, bem cartoonescos, meio misturado com stop motion? Os personagens se movem de forma diferente, como se o FPS deles estivesse menor doq o do ambiente, cria um contraste unico para o jogo Eu não me arrepende de nem 1 segundo dessa experiencia, e fico ate em duvida se entraria no meu top 10 da vida... posso estar pensando na emoção, mas eu sinceramente não vejo defeitos nele Eh o tipo de jogo que eu gosto: Divertido, criativo, relaxante, com uma direção de arte impecável, trilha sonora perfeita, personagens carismáticos e com personalidade... PEDRADA E sim, a otimização esta muito boa! (aconteceu 2 stutterings, mas foi coisa leve, da pra passar) 10/10Mostrar maisMostrar menos
Diante de todas as polêmicas recentes e do burburinho coletivo, acabei me vendo na obrigação de comprar Mixtape para descobrir se ele realmente fazia jus a tudo o que a rapaziada vinha dizendo pela internet nos últimos dias. E sendo bem justo? Este é um jogo totalmente contemplativo, que vem acompanhado de uma trilha sonora bizarramente boa e com uma direção artística que, particularmente, me fascina bastante. Contudo, meus elogios terminam por aqui. Mesmo com os pontos positivos acima, me vi entediado em diversos segmentos do jogo. Não consegui me conectar com a narrativa que estava sendo construída e muito menos com os personagens que estavam me sendo apresentados. Não considero Mixtape um jogo "woke". A galera do Twitter claramente exagerou nesse ponto. Ainda assim, reconheço que existem diálogos (poucos) e interações aqui e ali que claramente tentam conversar com um público não muito legal ai. E por fim, vamos falar do elefante na sala: a gameplay. Não há o que ser dito mano. A gameplay, tal qual um possível fator replay, são basicamente inexistentes. O "jogo", que mais se parece com um filme interativo (só que sem a parte da interação) é basicamente um walk simulator: você anda por cenários minúsculos e muitas vezes em linha reta, apenas apertando quadrado para interagir com objetos marcados ou para ter diálogos chulos com os amigos da protagonista. É um jogo que se joga sozinho mano. Mixtape funcionaria melhor se fosse adaptado em filme, série ou algo do tipo.Mostrar maisMostrar menos
Aos cinquenta e dois anos de idade, eu estava seguro de acreditar que todas as minhas lembranças de adolescência estavam costuradas, esterilizadas, cicatrizadas e esquecidas, como um acidente antigo que deveria estar devidamente superado, uma anedota que não valeria cinco minutos em uma mesa de bar, para logo ser substituída por um assunto político, uma questão profissional ou o FOMO da semana. Mixtape tem o dom de recolocar em perspectiva uma fase conturbada da minha vida e de muitos de nós. "Mas me disseram que não tem jogabilidade nenhuma e poderia ser um filme de animação". A desenvolvedora Beethoven and Dinosaur (do ainda mais estranho The Artful Escape) tem o dom de recolocar em perspectiva uma discussão que já deveria estar resolvida e devidamente enterrada, com a graciosidade de quem sabe o que está fazendo. Esse mix está muito bem trabalhado e essa obra é uma grata e surpreendente combinação de jogabilidade nos momentos exatos, que reforçam, de forma que nenhuma outra mídia conseguiria, a sensação de ter estado lá. Don’t You (Forget About Me) Mixtape é simples em sua premissa. É uma história que já foi contada milhares de vezes, é uma história que já foi vivida bilhões de vezes em bilhões de lares: é o rito de passagem, o assustador ponto de virada em que termina o colégio e se inicia a vida adulta. É o momento de decidir quem você realmente é, mas também é o momento em que as dúvidas são mais fortes e os sentimentos estão todos na flor da pele. A adolescência é um fio desencapado a espera de um contato, positivo ou negativo. Nesse contexto, controlamos Stacey Rockford. Ela não é perfeita, está muito longe de ser perfeita, assim como todos nós nessa fase e a maioria de nós (se não todos) até o final dos dias. Rockford está vivendo a dor da despedida, na última noite ao lado de seus maiores amigos: a reprimida Cassandra e o sonhador Slater. Tudo que importa nesse dia é se preparar para uma grande festa que vai acontecer entre os jovens, mas essa meta esconde conversas mal resolvidas, assuntos pendentes e o grande elefante branco na sala: Stacey está indo embora, buscar o seu destino. Essa é linha condutora para Mixtape alternar momentos no presente e memórias desse trio ao longo dos últimos anos. Superficialmente, pode parecer um jogo sobre banalidades, cenas extremamente constrangedoras, diálogos pseudo-filosóficos, um jogo sobre nada, um gigantesco videoclipe conduzido por uma trilha sonora quase desconhecida. Entretanto, o que a Beethoven and Dinosaur consegue fazer é destilar a essência da amizade, da felicidade presente nos pequenos detalhes, da liberdade almejada, mas também da busca constante por pertencimento, o conflito com as limitações impostas pelo tecido social e a confusão de não se ter as respostas. Tudo se traduz em forma de aventura. Mixtape joga o realismo de lado, em prol da forma idealizada como nossas lembranças são construídas. Não com detalhes quase documentais ou objetivos, mas com sensações mágicas. A raiva é explosiva, a euforia é libertadora, a vitória é arrasadora, a derrota não tem cores. Nesse ponto, há uma escolha estética: nem a própria animação é fluida ou os modelos realistas, derivados do stop and motion. O resultado é um retrato que não é fiel, é um quadro construído de uma adolescência quase mítica. Não foi exatamente assim como as coisas aconteceram, mas assim é como parece. Happy When It Rains Mixtape tira seu nome da trilha sonora preparada por Rockford. Obcecada pelo impacto que a música exerce na forma como ela lida com os eventos da vida, ela quebra a quarta parede para nos apresentar uma sequência de faixas que transmitem diferentes atmosferas para cada cena. É uma seleção curiosa, que foge de boa parte dos chavões dos anos 90. Nada de Nirvana, nada de Alice in Chains, nada de Pearl Jam, nada de REM ou quase qualquer coisa que tivesse atingido o Top 10 de alguma lista. Essa seleção pode acabar funcionando como uma barreira de entrada para boa parte do público, inclusive os que viveram sua adolescência nesse período. A trilha sonora de Rockford está bem longe do Metal MTV, de Gastão Moreira, e bem próximo do Lado B, do reverendo Fábio Massari. Mixtape não fala com os normies ou com os headbangers ou os posers, mas dialoga com os shoegazers, com os geeks, com os esquisitos, com os invisibilizados dentro de uma geração que já tinha pouco espaço. E então Rockford flerta com as mais ouvidas, com faixas como "Candy" (Iggy Pop) ou "Freak" (Silverchair), para mergulhar em décadas mais antigas e resgatar músicas que eu jamais escutei. Ao mesmo tempo, Rockford é um enciclopédia musical ambulante, com detalhes sobre datas de gravação e análises rápidas das faixas. As duas últimas canções me devastaram. Não apenas por conhecê-las ou amá-las, mas porque elas se encaixam com perfeição na conclusão dessa jornada. Ao focar em apenas três personagens, Mixtape vai construindo um quebra-cabeças de relações. Em questão de minutos, já simpatizamos com eles. Em questão de minutos, eu queria ter sido amigo de Rockford, Cass e Slater. Acompanhamos suas crises de insegurança, seus atos de egoísmo e como tão somente a união improvável que os conecta é capaz de servir como combustível para transformações. Não percebemos a importância dos outros em nossas vidas até estarmos distantes demais e só aí entender que uma única faísca pode desencadear o Inferno. Beethoven and Dinosaur tem a sensibilidade de não dourar demais a pílula da nostalgia, nem pesar demais os dramas que afligem o nosso trio. A inevitabilidade da partida de Rockford é um fantasma mais do que suficiente para gerar os momentos mais fortes da experiência. My Favourite Game É estranho demais acompanhar a existência de uma polêmica em torno de Mixtape. Não que seja impossível não gostar desse jogo. Mixtape não vai falar com todo mundo da mesma forma que falou comigo. Vivências diferentes, percepções diferentes. E, se pareço emocionado, é porque estou emocionado. Poucos foram jogos os que terminei em lágrimas. Esse foi o único em que terminei soluçando. Por outro lado, a experiência da Beethoven and Dinosaur é uma experiência profundamente narrativa. Personagens, música, eventos ocupam o ponto central. A jogabilidade está em segundo plano, é pontual. E esse pode não ser o tipo de experiência que alguns jogadores buscam. Ainda assim, é uma discussão ultrapassada questionar o mérito de Mixtape de ser classificado como jogo ou não. Se funcionaria melhor como filme ou não. Em pleno 2026? Em que campanhas de títulos AAA nos apresentam longas e cinematográficas sequências, que são interrompidas para que o jogador dispare duas dúzias de balas contra inimigos pré-determinados em espaços pré-determinados? Em que gênios como Hideo Kojima podem introduzir cenas e diálogos que duram até 60 minutos e o jogador aperta um botão ou outro ao longo desses momentos? Em pleno 2026, treze anos depois de Gone Home? Em pleno 2026, quinze anos depois de To The Moon ter nos mostrado que era possível oferecer uma experiência inigualável, com gráficos simples, trilha sonora arrebatadora, personagens cativantes e interatividade pontual? Nenhum dos exemplos citados está errado em seu design. E todos eles tem algo em comum: a jogabilidade está ali a serviço da narrativa. Porém, é importante apontar que isso é ainda mais válido em Mixtape. Cada um dos pontos de jogabilidade oferece a oportunidade do jogador se colocar no lugar de Rockford ou seus amigos e sentir ou lembrar uma fração do que deveria sentir aquele momento. É algo que um filme, um livro, uma música, não conseguem proporcionar. É a participação mecânica que amplifica a imersão. Análise completa publicada originalmente em: https://gamerview.com.br/reviews/mixtape-review/Mostrar maisMostrar menos
os 54 reais que gastei nisso vão fazer faltaMostrar maisMostrar menos
Escrevendo isso 03:00 da manhã enquanto os créditos sobem e a musica toca. Esse foi um dos jogos mais bonitos e divertidos que joguei, esteve na minha wishlist por 1 ano e eu sabia desde o trailer que seria incrível. Tem muita criatividade, paixão e liberdade artística envolvida, em pouquíssimas horas, te entrega muito mais do que jogos com 100 horas de duração não conseguem entregar, essa é a magia dos jogos indies. Não costumo fazer analises, mas recomendo a todos essa experiencia.Mostrar maisMostrar menos
esse é o típico jogo do estudante de cinema de universidades federais. se voce se identifica, compre se não, passe longe eu joguei 10 minutos e senti mais vergonha alheia do que senti vendo o manoel gomes como deputado federal. típico jogo de quem não come carne e diz ser não binarieMostrar maisMostrar menos
Fonte: análises originais de usuários da Steam. Votos de utilidade são um registro arquivado, não dados ao vivo. Última coleta: 15/08/2026.



