

Mutant Year Zero: Road to Eden
Histórico de preços
Últimos 36 meses · atualizado todo diaOs preços cobrem a Steam e 39 lojas autorizadas; só entram ofertas regulares. O gráfico mostra os mínimos semanais do mercado e o preço oficial da Steam nos últimos 36 meses.


01Sobre Mutant Year Zero: Road to Eden
Mutant Year Zero: Road to Eden combina combates táticos por turnos com exploração e furtividade em tempo real. Comande uma equipe de mutantes por uma Terra pós-humana retomada pela natureza, procure equipamentos e use habilidades e cobertura para superar os inimigos. Avaliações Steam: 89% positivas de 13.350 análises. A versão Steam para PC oferece modo para um jogador e suporte completo a controle. A interface está disponível em Chinês simplificado, Inglês, Francês, Italiano, Alemão, Espanhol, Japonês, Coreano, Polonês, Português (Brasil) e Russo. Lançado em 4 de dezembro de 2018.
Equipe
Menor valor registrado em 36 meses
US$ 6,822026-07-30 · KinguinJogo base · mesmos registros do gráfico acima; histórico em USD, não o menor preço regional da Steam.Idiomas disponíveis
| Idioma | Interface | Legendas | Áudio |
|---|---|---|---|
| Chinês simplificado | Sim | Sim | — |
| Inglês | Sim | Sim | Sim |
| Francês | Sim | Sim | — |
Mostrar mais 8 idiomas
| Idioma | Interface | Legendas | Áudio |
|---|---|---|---|
| Italiano | Sim | Sim | — |
| Alemão | Sim | Sim | — |
| Espanhol | Sim | Sim | — |
| Japonês | Sim | Sim | — |
| Coreano | Sim | Sim | — |
| Polonês | Sim | Sim | — |
| Português (Brasil) | Sim | Sim | — |
| Russo | Sim | Sim | — |
Dados da versão Steam para PC · 2026-10-18
02Antes de comprar
Modo e controles
A versão Steam para PC é para um jogador e oferece suporte completo a controle.
Idiomas
A interface está disponível em português, inglês e outros idiomas; o áudio completo é em inglês. Há legendas nos idiomas compatíveis.
03Perguntas frequentes
Sobre o que é o jogo?
Você lidera uma equipe de mutantes por um mundo pós-humano, explorando ruínas e áreas tomadas pela natureza.
Como combate e furtividade se combinam?
Os combates são por turnos, enquanto a furtividade e o posicionamento acontecem em tempo real antes dos confrontos.
Dá para usar o ambiente nos combates?
O ambiente pode ser usado taticamente, e algumas paredes e construções podem ser destruídas.
Análises populares da Steam
Seleção no idioma nativo · 10 análisesAs análises úteis selecionadas neste idioma mostram recomendações e críticas. A seleção não representa a avaliação positiva geral; as opiniões refletem a versão analisada.
Curti demais o jogo. Confesso que não sou muito fá do gênero, porém, esse jogo me prendeu de tal forma que não consigo parar de jogar. As estratégias são muito importantes, assim como, o upgrade de suas perks, e isso, torna o jogo muito interessante.Mostrar maisMostrar menos
Desde quando foi anunciado, Mutant Year Zero me causou bastante interesse. Não só por ter um combate por turnos, que é um dos meus gêneros preferidos, mas também por ter total inspiração em XCOM. Mas não só isso. O jogo prometia exploração livre em nos mapas e um sistema de stealth que iria contribuir muito para a adição do gênero. Algo novo. Estava indo tudo bem, os gráficos eram lindos, a ambientação idem. Mas já no início do jogo senti falta de algo: a exploração prometida. O jogo teria sistema de loots, mas digamos que ele está "ali". Com muitas aspas mesmo, só "ali". Os mapas das fases são pequenos, isso eu até entendo, mas a exploração é tão insignificante que o mapa se torna gigante recheado de NADA. Os "loots", que na verdade se resumem praticamente a sucata e peça de arma, não tem um padrão de onde eles possam estar. Ou seja, é um mapa pequeno, que se torna grande, pois para você pegar simples sucata, você roda pra caramba, pois é só floresta e mais floresta, o que é ridículo de chato e não faz com que você tenha incentivo para explorar o "nada". Construções? Só nos "encontros" com os inimigos(vou chegar lá ainda). A história é um ponto interessante, o lore do jogo é baseado em livros de RPG e os desenvolvedores optaram por contar a história como um verdadeiro role play, incentivando você a se questionar o tempo todo e buscar nas fases pistas e anotações que contasse mais a história do jogo. Porém, como já foi dito, a exploração é extremamente mal aproveitada e não incentiva em nada o jogador. Você vai ter que ficar procurando papelzinho que pode estar em qualquer chão embaixo de qualquer uma das zilhões de árvores espalhadas por cada fase em mapas vazios e repetitivos. Os gráficos são um ponto positivo do jogo. O modelo dos personagens, o terreno, a vegetação, é tudo muito bonito e com uma direção de arte de dar inveja em vários triple A. Outro ponto positivo, são os personagens. Bastante carismáticos e cheio de humor negro. O trio de protagonista são bem entrosados e deixa, pelo menos nessa parte, a história do jogo divertida. Chegamos ao combate e a furtividade. Principal proposta de Mutant Year Zero. Usaremos o excelente combate de XCOM ao nosso favor, certo? Talvez. Usaremos toda nossa inspiração em jogos stealth em um sistema onde você vai escolher sua posição e hora exata para iniciar um combate, certo? Nem tanto. Explico: O combate funciona direitinho, você tem habilidades interessantes conforme avança no jogo, dá para melhorar suas armas, como um bom rpg tático por turno. Esse é um ponto legal e positivo, funciona muito bem aqui. O level design onde os inimigos se encontram no mapa para iniciar o combate é bem feito, mas nem tanto. Falta algumas coisas para deixar o jogo mais equilibrado. Porém o jogo não executa muito bem sua principal proposta que é a de furtividade. O sistema é falho pelo simples fato da AI ser extremamente mal feita quando não estão em combate. E para um jogo que preza pelo stealth, esse é um quesito impostante e que se for mal executado, o jogo inteiro vai ladeira abaixo. O jogo te diz "vai na surdina, encontre a melhor posição e ataque". Mas infelizmente isso não é possível na maioria das vezes, pois o campo de visão dos inimigos não se limitam apenas para onde os olhos deles estão apontados, e sim, um círculo grande, o que dá a entender que eles tem olhos até na bunda. Isso perde um pouco o brilho do jogo, seria mais interessante usar o elemento de stealth da maneira tradicional. Quando percebi que não fazia sentido algum ficar perdendo tempo, pois jamais eu encontraria uma boa posição para iniciar o combate, taquei o foda-se e fui de qualquer forma para o combate, que é um ponto positivo do jogo. Mutant Yeart Zero: Road to Eden traz consigo uma proposta de jogo inovadora, mas como tudo que é inovador, se não for bem feito, irá pecar e estragar a experiência. O jogo não executa bem seu principal diferencial e isso tira o brilho do jogo como um todo. Mas ainda assim, é um jogo para olhar com bons olhos, talvez tenha uma continuação melhor e que, aprendendo com os erros, possa ser um jogo mais completo e melhor. 6/10Mostrar maisMostrar menos
Nos games pós XCOM, é o primeiro a inovar, com uma história imersiva, funcionamento intuitivo e uma nova abordagem nas batalhas por turno. Acredito que marcará uma nova era de games de estratégia por turnos. Nota 10.Mostrar maisMostrar menos
''Nós, mutantes, não nos lembramos de nada do nosso passado. Somos uma amnésia ambulante. Descobrir quem somos parece a missão das nossas vidas, ou então um erro grave.'' O mundo entrou em colapso depois que a humanidade fez uma cagada nuclear. Em meio ao que restou, os únicos capazes de perambular por aí são os mutantes, criaturas míticas que possuem habilidades especiais e, as vezes, aparências animalescas. Esses guerreiros exploradores cujo passado é um verdadeiro mistério são responsáveis por encarar os perigos do mundo antigo e coletar recursos para manter o único local habitável do mundo, a Arca, um refúgio contra os perigos do mundo pós apocalíptico de Mutant Year Zero. Ao voltar de uma expedição em busca de recursos, os protagonistas Dux e Bormin (um pato e um javali) recebem uma missão do Ancião, o comandante da Arca, para ir atrás de Hammon, um engenheiro do refúgio. A partir daí, a jornada dos mutantes em busca do engenheiro e de respostas em relação aos mistérios de seu passado será um caminho árduo, repleto de desafios e empecilhos gerados pelos problemas técnicos do jogo. A história, apesar de no começo ser interessante, mostra-se bem previsível e acaba se tornando meio entediante, principalmente devido ao fato de ser contada por diálogos carregados de atuações meia boca, dublagem de qualidade duvidosa, péssimas animações e uma sincronização labial terrível. Problemas graves que certamente diminuem a imersão e exercem impacto negativo em relação a história de maneira geral, chegando ao ponto de eventualmente o jogador até perder o interesse na trama. Apesar de durante o gameplay existir uma pequena exploração do mundo ao nosso redor, o jogo não consegue introduzir o universo e sua grandeza de maneira satisfatória. Para quem jogou Fallout, Wasteland ou outros RPGs de cenários pós-apocalípticos, este jogo parece uma oportunidade desperdiçada. Fora isso, acredito que carga emocional dada aos personagens não ajuda muito na questão do carisma, poderiam muito bem, por exemplo, dar ao Dux uma tonalidade mais brincalhona em vez de tanta seriedade, afinal, o bicho é um pato falante, e convenhamos, patos falantes são hilários. Em uma tentativa de se diferenciar dos demais jogos do gênero, Road to Eden mistura combate em turnos com furtividade em tempo real e elementos RPG, uma ideia interessante se pararmos para analisar as qualidades desses gêneros, mas infelizmente a execução não foi a melhor possível, tendo em vista que nenhuma das três principais características do jogo parece ter sido trabalhada ao ponto de dizermos que este é um jogo que se destaca dos demais, e pior, algumas até prejudicam a experiência. Muito além a uma mera inspiração, as características de XCOM incorporadas por este jogo são tantas que posso dizer com convicção que qualquer um que já participou de um combate contra os malditos alienígenas se dará bem aqui. Até existem algumas inovações, como por exemplo a forma como algumas das habilidades se mesclam com cada personagem, mas no geral essas mudanças não são tão impactantes assim. Em suma, o combate é a melhor parte do jogo, mas ainda sim apresenta alguns problemas gerados pelo conflito entre o gameplay em tempo real e a parte em turnos. É estranho, pois a primeira vista o jogo te encoraja bastante a usar a furtividade e evitar o combate, ele te ensina a evitar inimigos com níveis mais altos e buscar um caminho usando recursos como armas silenciadas para derrubar inimigos fora do campo de visão dos demais, mas com o avançar da campanha você acaba percebendo que a dificuldade é tão alta que chega a ser impossível completar certas missões e avançar na história se você não fez literalmente tudo que estava no seu caminho (exploração e coleta de experiência ao matar inimigos), além disso, as armas silenciadas são tão fracas em comparação com as sem silenciador que rapidamente se tornam obsoletas. Em relação a jogabilidade é exatamente aqui onde o jogo mais peca, ao oferecer uma experiência furtiva da qual o jogador é praticamente obrigado a dispensar se quiser prosseguir na campanha. Mas não para por aí, fora do combate é onde a coisa aperta pra valer, principalmente pelo fato do level design ser o mais básico possível. Com forte campanha no que diz respeito a exploração e coleta de equipamentos e recursos, o jogo não consegue atingir o que foi prometido e acaba por mostrar um mundo vazio e simples demais. Ao explorarmos, temos ao nosso dispor vários pequenos mapas que em sua maioria se resumem a planícies cercadas por paredes de árvores e destroços, recursos espalhados pelo chão posicionados em locais sem o menor cabimento (parece que em certa etapa do desenvolvimento eles se cansaram e usaram uma ferramenta de copiar e colar para espalhar o loot pelos mapas) e raras ocasiões onde percebe-se apreço pelo design fora das áreas designadas para combate. É bastante perceptível que alguns recursos simplesmente foram implementados de maneira rápida ou preguiçosa, e para ter uma ideia do que estou falando, a Arca (onde realizamos melhorias nas armas, habilidades da equipe e compramos itens) é basicamente uma imagem animada da qual podemos clicar em um local específico para abrir o menu de interação. Na parte RPG, temos uma árvore de habilidades bem simples que conta com 8 habilidades incluindo mutações passivas, minors e majors (que seriam como graus de habilidades). Fora isso, temos também toda a questão relacionada a vida, movimentação, proteção de vestimentas e alcance de disparo e arremesso (para granadas, bombas de fumaça e PEMs que desativam inimigos robóticos). Fatores que, juntamente com o fato de existirem vários tipos de inimigos com habilidades e equipamentos diferentes, até garantem certa liberdade e variedade ao combate, mas não no nível de você querer repetir o mesmo combate várias vezes, afinal, a inteligência artificial é praticamente inexistente, chegando ao ponto de ignorar corpos em seu caminho, travar e não executar movimentos no turno, e outros. Fora isso, ainda há a questão dos inimigos nunca renascerem pós combate e o jogo não incluir recursos que agregam fator rejogabilidade, tais como novo jogo+, modo online ou criação de mapas e circuitos. Há também alguns problemas menos graves, como por exemplo os locais ''scriptados'' dos quais você precisa passar para ativar uma linha de diálogo dos inimigos e fazer com que eles se movimentem depois da conversa, atraso na renderização das texturas, sons e música dessincronizados, crashes, travadinhas e quedas de frames ocasionais. Devo salientar que alguns desses problemas são recorrentes e provavelmente terão impacto na jogatina, mas no futuro podem ser corrigidos com alguma atualização. Além dos problemas técnicos citados acima, também percebi várias ocorrências das quais conclui que a localização também não recebeu a devida atenção. Sem querer criticar os tradutores envolvidos, mas é perceptível que em certos momentos os termos adaptados de maneira literal não ficaram tão legais e isso acaba por prejudicar ainda mais a experiência de quem opta por jogar em sua língua materna. Conclusão: Com a promessa de inovar ao implementar a mecânica de furtividade misturada com combate em turnos e elementos RPG, Mutant Year Zero consegue entregar uma experiência satisfatória para qualquer fã de XCOM e derivados, mas sofre muito com sua simplicidade nos conceitos RPG, suas limitações ao que diz respeito aos cenários e mundo, diversos problemas técnicos e outros. No geral, este é um jogo mediano do qual até é possível se divertir, mas não espere muito mais além disso. Nota: Jogo cedido pelos desenvolvedores e publicadores, agradeço pela oportunidade. Análise fortalecida através do curador do site Lokoo Apoie-nos seguindo nossa Curadoria para futuras análises.Mostrar maisMostrar menos
Como fã de xcom eu andava procurando por um jogo parecido. E posso dizer que finalmente eu encontrei! Não apenas chegou próximo ,mas conseguiu inovar com um sistema de exploração do cenário livre .aqui vc anda livremente e só entra no sistema de movimentação por quadrados ,nas batalhas . Isso torna o jogo mais dinâmico e pode ajudar a difundir esse gênero para pessoas que não tem muita paciência de ficar andando por turnos durante todo o gameplay . Provavelmente esse novo sistema será a evolução para os próximos jogos desse gênero . A ambientação do jogo é excelente , a narrativa do jogo tbm é boa , tem um humor sombrio interessante e de bônus está tudo legendado em português . Se gosta de xcom deixa de procurar analises negativas e compra logo esse jogo .Mostrar maisMostrar menos
O jogo é muito ruim, está bem loje de ser bom.... 1)Preço: alto, bem caro para um joguinho de qualidade indie; 2)Otimização: mal otimizado, fica carregando textura quando entra no cenário ou da um simples load; 3)Mecanica do jogo: é uma piada sem tamanho, mal feita, porca, não funciona, exemplo: probabilidade de tiro em um certo inimigo: 75%, os 3x personagens atiram e os 3x erram, pode salvar antes do tiro e depois dar load que os personagens vão continuar errando infinitamente (o fator aleatoriedade não existe aqui); 4)Minimapa de batalha: não tem, no cenário de batalha, jogador fica dando voltas e voltas, não sabe se está no meio ou no fim do mapa onde acontecem as batalhas; 5)Quests: secundárias não tem, só uma quest principal, o que é bem estranho para um jogo de estratégia RPG; 6)Bug: personagens presos nos cantos do cenário, ou inimigos voadores que afundão não chão; 7)Lojas: não tem opção para venda dos itens, só compra, chega no final do jogo com 50x itens ruins no inventário; 8)Base: se resume a 2 loja e 1 banca de upgrades; 9)Batalhas: na dificuldade difícil são uma piada, personagens sempre com life na metade enquanto inimigos full life; 10)Pouquissima opção de armas e armaduras, jogo se resume a 10 armas/armaduras/elmos; 11)Final: fraquíssimo; 12)Replay: péssimo, acabar o jogo não abre novas opções ou vantajens; 13)Dificuldade: ruim, aumentar ou diminuir o nível de dificuldade só muda o dano dos inimigos, jogador não recebe bônus ou incentivo para aumentar nível dificuldade; 14)Inimigos: são praticamente os mesmos do inicio ao fim do jogo, jogo não tem mais de 15 tipos de inimigos diferentes, só vai mudando o nível e o nome. Pode esquecer as análises positivas, com essa mecânica furada, onde nenhum valor exibido é verdadeiro. Na boa vai jogar "shining force" do mega driver, que aquilo lá (com mais de 20 anos) tem um mecânica melhor.Mostrar maisMostrar menos
Estou com 5 horas, e o jogo não parece ser extremamente longo, mas o capricho dele me fez vir aqui postar as impressões Se você é fã de X-COM - PEGUE Se você é fã dos Fallouts antigos não esse nojo que é o Fallout 76 - PEGUE O jogo mistura as 2 coisas e te fornece um mundo interessante baseado no livro de RPG de mesmo nome, bons personagens (furros ainda por cima) com dialogos com pitadas de ironia e lembrando bastante os antigos Fallouts Combate tático igual ao do X-Com com a diferença que você não fica do lado do inimigo com 99% e da miss do nada, pelo menos até agora nenhum roubo nos dados O jogo é dificil, mas do jeito certo, você pode usar armas com silenciadores e matar alguns inimigos para deixar a luta mais equilibrada, mesmo assim qualquer marcação é morte certa Até o momento está sendo a surpresa de 2018, confesso que pelos desenvolvedores e CG inicial tava com os 2 pés atrás, mas mesmo sem Review de site grande, resolvi dar uma chance pois amo XCOM e queria algo do mesmo nível, se fosse pós-apocaliptico só seria um plus, grata surpresa ao ver a dedicação do time nesse jogo Ah detalhe as legendas em Português estão excelentes, parabéns ao pessoal que fez a tradução Espero muito sucesso para o time, e como dito logo no review se curte XCom e Fallout clássico pode pegar sem medo, você vai curtirMostrar maisMostrar menos
A porra do jogo crasha de 10 em 10 minutos. O jogo parece bom e achei os protagonistas bem carismáticos, mas ta difícil seguir jogando. Procurei por soluções e alem de não encontrar parece que o jogo esta cheio de problemas pra varias pessoas e os desenvolvedores não fazem ou falam absolutamente nada. Eu não ia nem reclamar nada aqui, mas eles tem a petulância de pedir analise na tela inicial, mesmo antes de você começar o jogo. Se as coisas se resolverem eu dou uma segunda chance.Mostrar maisMostrar menos
Sem sombras de duvidas esse aqui é um jogo fantastico. A Adição de um modo exploração em um turn based tatico é a proxima evolução do genêro. O humor negro e a storyline que é profunda te dá uma imersão mesmo com os personagens serem um pato e um porco que falam. Recomendado para todos os publicos e OBRIGATÓRIO para fãs de turn based tatical em especial o publico do XCOM. Espero que o proximo XCOM tenha essa base de exploração.Mostrar maisMostrar menos
Prós: O jogo é muito bonito Inteligência artificial muito boa Árvore de talentos deferente em cada personagem Armas bacanas e atmosfera pós apocalíptica ao estilo Borderlands Não tem a chatice de ficar administrando uma nave, no caso a arca Uma história legal, com muito humor Contras: Jogo muito curto História podia ser mais explorada, num jogo maior A câmera é ruim, não tem ajuste na vertical Falta um mapa da fase, e um mini mapa Basicamente vc só vai ficar catando lixo nas fases pra depois comprar kits médicos Não tem nada de bom no mercado da arca O port para o Nintendo switch foi a pior coisa que eu já vi fazerem nesses 39 anos jogando videogame Pra mim só vale a pena se estiver em promoção.Mostrar maisMostrar menos
Fonte: análises originais de usuários da Steam. Votos de utilidade são um registro arquivado, não dados ao vivo. Última coleta: 15/08/2026.