

Pillars of Eternity II: Deadfire
Indisponível em Estados Unidos (1)
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Histórico de preços
Últimos 36 meses · atualizado todo diaOs preços cobrem a Steam e 39 lojas autorizadas; só entram ofertas regulares. O gráfico mostra os mínimos semanais do mercado e o preço oficial da Steam nos últimos 36 meses.


01Sobre Pillars of Eternity II: Deadfire
Persiga um deus rebelde pelo arquipélago Deadfire e explore ilhas, portos e missões no seu ritmo. Navegue entre destinos, melhore seu navio e tripulação e monte um grupo de companheiros com classes e habilidades personalizáveis. Suas escolhas moldam a aventura. Análises de jogadores na Steam: 87% positivas entre 14.694.
Equipe
Menor preço registrado em 36 meses
US$ 5,242026-07-30 · KinguinJogo base · mesmos registros do gráfico acima; histórico em USD, não o menor preço regional da Steam.Idiomas disponíveis
| Idioma | Interface | Legendas | Áudio |
|---|---|---|---|
| Chinês simplificado | Sim | Sim | — |
| Inglês | Sim | Sim | Sim |
| Francês | Sim | Sim | — |
Mostrar mais 6 idiomas
| Idioma | Interface | Legendas | Áudio |
|---|---|---|---|
| Italiano | Sim | Sim | — |
| Alemão | Sim | Sim | — |
| Espanhol | Sim | Sim | — |
| Polonês | Sim | Sim | — |
| Russo | Sim | Sim | — |
| Português (Brasil) | Sim | Sim | — |
Dados da versão Steam para PC · 2026-10-18
02Antes de comprar
Um jogador
É um RPG para um jogador, com foco em exploração, missões e escolhas por terra e mar.
Idioma e áudio
No Steam para PC, a interface está disponível em inglês, alemão, francês, italiano, espanhol, polonês, russo, português e chinês simplificado. O áudio completo é em inglês; os idiomas listados têm legendas.
03Perguntas frequentes
Qual é a história de Pillars of Eternity II: Deadfire?
Persiga um deus rebelde pelo arquipélago Deadfire, viajando por terra e mar.
Há um modo por turnos?
Sim. A versão Steam para PC inclui um modo por turnos.
É possível montar um grupo?
Você pode escolher entre sete companheiros e personalizar suas classes e habilidades.
Análises populares da Steam
Seleção no idioma nativo · 10 análisesAs análises úteis selecionadas neste idioma incluem recomendações e críticas. Esta seleção não representa a avaliação positiva geral; as opiniões refletem a versão analisada.
cópia fornecida pelo distribuidor para divulgação e análise antes do lançamento PoE 2: Deadfire é um jogo isométrico que oferece um sistema de combate em tempo real com pausa, comum em CRPGs clássicos como Baldur's Gate, Icewind Dale, KotOR, Planescape: Torment, Temple of Elemental Evil, entre outros. Você pode apertar a barra de espaço para pausar a ação, dar ordens durante a pausa e assim que o jogo continuar elas serão executadas em sequência das mais rápidas até as mais lentas. Um elemento similar ao Knights of the Old Republic, e novo em Deadfire, é a opção de tornar a pausa na realidade uma câmera lenta e as ordens serem dadas em tempo real também. Uma terceira opção é permitir que a inteligência artificial faça todo o trabalho para você e ver o combate se resolvendo em alta velocidade como se fosse um filme. Um outro tipo de resolução que foi inovação no jogo original e que volta neste jogo, são as "interações roteirizadas", um jeito bonito de dizer que existem escolhas estilo livro-jogo (ou seja, dilemas que podem levar a teste de perícias, similar ao jogo Renowned Explorers). O número de heróis diminuiu para 5 desta vez. Os atributos possuem nomes diferentes dos clássicos de Dungeons & Dragons, mas a escala numérica é bem parecida: 10 é o valor médio e 20 são atributos já sobrenaturais. Outra novidade é o nível máximmo, no jogo anterior a progressão ia até o nível 12 e agora é possível ir até o nível 20, além de ter 55 possíveis multiclasses e sem incluir as subclasses (que também são possíveis). As perícias são afetadas por bônus raciais, passado dos personagens, classes, etc. O jogo oferece níveis de progressão variados, em que você pode elevar ou diminuir o nível dos inimigos dinamicamente se assim preferir ou jogar da forma clássica e deixar a sua exploração te levar para lugares mais ou menos perigosos. A progressão não é apenas dos personagens, os itens "vinculados" apresentados na expansão The White March do primeiro jogo estão de volta. Parecidos com as "heranças" de World of Warcraft, os itens sobem de nível junto com os personagens. No entanto, diferente de WoW, você pode definir o aprimoramento desses itens, além de poder optar por algo mais rápido em que o jogo determina quais melhorias serão feitas. As dicas de contexto para ajudar na imersão do universo continuam presentes e funcionam muito bem para exposição de informações que os habitantes de Eora não perderiam tempo explicando numa conversa normal. Por fim, é possível criar uma história que representa o legado do primeiro jogo. Um questionario feito para escolher os pontos de virada mais importantes, parecido com o que é feito no início de Witcher 3. Pontos altos das novidades - Gráficos muito melhores do que o primeiro, graças aos aprimoramentos no motor Unity. - Similar a Divinity: Original Sin 2, neste jogo você precisa cuidar do relacionamento entre os personagens, todos os tipos de sentimentos podem surgir dependendo da personalidade de cada um e o jeito que você abordar as situações. - Neste jogo a sua fortaleza será móvel, um navio. Ao contrário do resto do jogo, o combate ao navegar os mares é por turno e apesar disso às vezes lembra jogos como Endless Sea e Tempest. A interface de conflitos é interessante e feita para parecer um diário de bordo. Gerenciar os recursos, suprimentos, aprimoramentos e posicionamento da tripulação no navio também é importante ao longo do jogo. Existem 7 postos no navio: timoneiro, marujo, contramestre, canhoneiro, navegador, cozinheiro, e cirurgião. Colidir os navios vai criar uma transição para o combate convencional no convés dos navios emparelhados. - A personalização de inteligência artifical para determinar as ações dos personagens quando você não der ordens é extremamente robusto, existe um editor interno para decidir como cada herói vai se comportar e em quais condições. - Ainda na interface: agora existe uma árvore para todas as habilidade de todas as classes. Isso permite planejar com calma e antecipar todo a progressão dos aventureiros. - Redirecionamento de feitiços, o que é sensacional visto que alguns feitiços demoram muito para serem lançados. Assim você pode escolher outro alvo caso as circunstâncias do combate se alterem durante a invocação. - Enfrentar um inimigo em corpo a corpo é similar às regras de ataque de oportunidade do antigo D&D 3.5. Sair desse tipo de engajamento provoca um ataque de oportunidade grátis se nada for feito para permitir um recuo seguro. - Há a opção de centralizar a câmera nos personagens, ao contrário dos clássicos CRPGs em que era necessário mover a tela a cada alguns passos dos aventureiros. Mas deslizar a tela encostando nas bordas ainda é possível. - A movimentação da IA é mais eficaz do que no primeiro jogo, a busca de rotas e o desvio de obstáculos melhorou bastante. - A música excepcional é composta por Justin E. Bell que também fez a trilha do primeiro jogo, de Tyranny, Pathfinder Adventures, e do show Critical Role. - E por falar em Critical Role, existe um DLC grátis com vozes do elenco inteiro do show. Matthew Mercer, Liam O'Brien, Sam Riegel, Ashley Johnson, Taliesin Jaffe, Travis Willingham, Laura Bailey, e Marisha Ray participam com suas vozes neste pacote de Deadfire. A história até agora (cuidado, spoilers do primeiro jogo) No primeiro jogo, o deus Eothas encarnou num corpo mortal e levou seu séquito numa cruzada sagrada. Os outros deuses queriam acabar com ele, e com a ajuda de seus servos humanos fizeram isso com uma bomba gigantesca chamada Martelo Divino. Em seguida, uma praga chamada Crise dos Nativagos se espalhou por Dyrwood, a nação que Eothas invadiu. As crianças de Dyrwood nasceram sem almas, pessoas vazias. Várias teorias se espalharam quanto aos motivos da crise, pensavam que o próprio Eothas tinha amaldiçoado o povo de Dyrwood por matarem seu avatar. Assim que o vigia de Caed Nua (o jogador em Pillars of Eternity 1) se envolveu com a Crise dos Nativagos, a situação tomou outro rumo. O vigia descobriu que o culpado pela crise era Thaos Ix Arkannon, um semi-imortal incumbido de proteger um dos segredos mais antigos de Eora: que os deuses eram artificiais e deviam trazer ordem ao mundo e controlar o ciclo da reincarnação. A cruzada de Eothas era parcialmente para acabar com esse controle dos deuses. Em Pillars of Eternity II: Deadfire, Eothas voltou. Após sair dos subterrâneos do castelo de Caed Nua, ele começou uma longa jornada ao norte passando pelo arquipélago Deadfire . Você, como vigia, o segue. Conclusão Para "marinheiros de primeira viagem", com o perdão da piada, Deadfire vai parecer assustador inicialmente e com muitas opções a se fazer na criação de personagem, no diálogos e no gerenciamento. Mas é isso o que denota um RPG: escolhas. Felizmente, o jogo oferece antes mesmo de você começar formas de "calibrar" sua experiência de jogo. E devo ressaltar como isso é importante para que você se divirta. Lembre-se de ajustar a dificuldade para o seu conforto, não tente jogar o modo clássico se você for novo ou estiver enferrujado no gênero CRPG. A opção de escalar o nível dos inimigos com base no nível do seu grupo também é uma boa escolha. E não escolha o teste de ferro caso não seja muito experiente e saiba o que está fazendo. O jogo é divertido e muito recomendado, é um gênero que aos poucos está voltando e que ajuda o jogador a se interessar por leitura. Não espere ação desenfreada a cada esquina porque isso não vai acontecer. Boa parte do tempo você vai passar lendo, escolhendo e explorando. ------------------------------------------------------------------ Quer saber mais? Siga a curadoria no Steam com mais de 1000 jogos: Salsa nos seus Jogos www.salsagames.net Siga e inscreva-se: www.twitch.tv/salsatheone www.youtube.com/salsatheone http://steamcommunity.com/groups/SalsaNosSeuJogosMostrar maisMostrar menos
Jogo muito bom, mas o tempo em telas da carregamento estraga qualquer jogo. Chato demais ter que passar por 3 telas de carregamento para ir em qualquer lugar do jogo.Mostrar maisMostrar menos
Obrigado Obsidian! Muito obrigado mesmo! Já mandei e-mail para os caras agradecendo por tudo que eles tem feito no cenário gamer mundial. Mas eles sempre inovam e trazem toda vez um jogo melhor que o outro. Pillars of Eternity II é aquele jogo que você paga com gosto. (shut up and take my Money). Se foi a obsidian que desenvolveu, você sabe que a experiencia vai ser fora de série! E realmente está sendo com o pillars II! O jogo está com gráficos melhores, áudio caprichado e dessa vez veio todo legendado em português do Brasil (parabéns mais uma vez obsidian), com uma trama bem pesada e gostosa de embarcar. Várias melhorias foram feitas no gameplay, como um hub mais organizado, tela de skills agora está bem organizada e fácil de direcionar suas habilidades, as quests estão muito bem desenvolvidas, este jogo tem algum defeito? Pois eu não consigo ver... Nota 10/10Mostrar maisMostrar menos
Problemas com loading do game. Crasha no início... tinha tudo para ser um ótimo jogo, mas não roda.Mostrar maisMostrar menos
Recusei a quest principal e a deusa me matou. Entrou os créditos do jogo e chegou ao final em menos de 10minutos. 10/10 auhuahauaMostrar maisMostrar menos
Achei o visual legal, uma puta historia foda, criação do personagem é animal. Porém o combate é muito ruim, achei extremamento chato, como estamos falando de um jogo meio caro, acabei pedindo reembolso. O combate do divinity Original Sin é 1000x melhor doq desse game, infelizmente...Mostrar maisMostrar menos
depois de 450 horas de game, posso dizer, um dos 3 melhores game do estilo, jogo na versão final é excelente!Mostrar maisMostrar menos
Muitos bugs. O modo turno desse jogo é terrível.Mostrar maisMostrar menos
Pillars of Eternity é uma espécie de sucessor espiritual de Baldur's Gate. Dito isso, minha análise será uma comparação direta entre os dois. Antes de mais nada, se você nunca jogou BG e tá em dúvida entre BG ou PoE, a resposta é simples: jogue BG, pois é muito superior. BG é o melhor RPG já feito. Não é uma tarefa fácil competir com esse jogo. Portanto, isso não quer dizer que PoE é ruim. O primeiro PoE falhou em muitos aspectos, mas fico feliz em dizer que o PoE 2 é muito melhor que o anterior. A primeira mudança drástica que PoE 2 fez em relação ao anterior foi mudar completamente a ambientação do jogo. Agora você é um pirata e controla um navio. Surpreendentemente, isso deu muito certo. A exploração (que era o pior aspecto do anterior) ficou muito melhor. O mapa foi expandido e o mundo é muito mais aberto do que antes. O único problema desse conceito pirata foi a inclusão das batalhas navais. São muito sem graça, é apenas um jogo de texto. Joguei apenas uma vez e depois ignorei pelo resto do jogo. Quando você se deparar com um confronto naval, o melhor é apenas invadir o barco inimigo e derrotar todos ali mesmo. A história do jogo começou bem. Parecia algo grandioso, você enfrenta um dos vários deuses do jogo que se rebelou e quer basicamente acabar com a humanidade, e ainda diz que faz isso por amor. Os primeiros encontros com esse deus são bem escritos. Da metade pro final, a coisa desanda totalmente. Aí está o primeiro ponto em que BG é um bilhão de vezes melhor. BG tem vilões melhores, mais complexos, o personagem principal tem um background muito mais interessante e toda a história é contada em uma épica trilogia, sendo excelente no começo, meio e fim. A história dos personagens que te acompanham passa pelo mesmo problema. São poucos personagens. São histórias vazias, pouco exploradas e poucas opções de romance. E cometem um grande erro, você pode montar sua party como quiser, ignorando as diferenças de personalidade. Esse é um dos aspectos mais interessantes de BG, pois era praticamente impossível montar uma party com membros muito diferentes, por exemplo, um chaotic evil com um lawful good. A personalidade importava e logo os membros começavam a se matar ou deixar a party. PoE ignorou completamente esse ponto para favorecer jogadores casuais e não deixar o jogo mais complexo. O combate está bem melhor. Agora a party é limitada a 5 membros, o que achei bom, elimina um pouco do micro-management, que pra alguns é maçante nesse tipo de jogo. E, felizmente, está mais parecido com BG, após uma batalha você dorme e recupera o uso de skills e sua vida. Não precisa mais de itens limitados pra montar barraca, igual era no PoE 1. Também adicionaram a opção de multi-class, mais uma vez seguindo o BG, que sempre teve, e, por algum motivo, o PoE 1 não teve. Isso adicionou muitas novas possibilidades de builds e deu um grau de complexidade para o jogo. O combate em si é bem fluído e rápido. Você pode mudar nas opções o quão rápido quer o combate, sendo essa uma opção original do PoE e uma mudança muito bem vinda. A inteligência artificial dos personagens também está boa e na maioria das vezes funciona como deve. Nos quesitos mais técnicos, não tenho nada a criticar, esse jogo é um grande salto tecnológico em relação ao anterior. Tudo é melhor: Gráficos, fps, som, dublagem... Os modelos 3D dos personagens estão bem melhores e tem mais vida. Tive uma excelente experiência jogando, me diverti bastante e platinei o jogo. É muito bom reviver a era de ouro dos RPGs e felizmente o mercado produziu o kickstarter, que foi o meio de financiamento que deu vida para esse e muitos outros RPGs que prestam um tributo ao passado. Porém, não posso dar uma nota perfeita para o jogo, ainda deve e muito pro BG. Os desenvolvedores estão no caminho certo, foi uma grande melhora em comparação ao PoE 1 e espero que o PoE 3 seja ainda melhor. 8/10Mostrar maisMostrar menos
Talvez eu esteja sendo injusto com o jogo ao marcar a opção "não recomendo". Eu gosto de jogos com combates por turnos, ao estilo XCom. Pillars of Eternity II pode ser jogado em tempo real ou por turnos, mas obviamente não foi feito para ser jogado por turnos. Diferente de outros jogos, que seguem a linha "tático", PoE II de tático não tem nada. quando se inicia um confronto, a coisa toda se resume a cada um bate na sua vez e pronto. não há como usar o ambiente a nosso favor, como para se proteger de projéteis, por exemplo. Achei extremamente pobre essa parte tática por turnos que foi o que me seduziu a adquirir o jogo e por isso não o recomendo. Os gráficos não chegam a ser ruins, mas estão muuuito longe de um Baldur's Gate 3. A história começa de uma forma interessante que até me empolgou a jogar. A tripulação que nos acompanha não é editável, mas é possível em uma taverna contratar mercenários moldados à nossa vontade, semelhante a Pathfinder. Uma coisa que agrada nesse jogo é o fato de as legendas, pelo menos, terem a opção da língua portuguesa. RPG com um milhão de diálogos em inglês ninguém merece! Mas é isso aí: se você está procurando um bom jogo por turnos, esse não é bom. se está procurando um bom RPG em tempo real, esse vai servir para saciar a vontade de jogar, mas há melhores.Mostrar maisMostrar menos
Fonte: análises originais de usuários da Steam. Os votos de utilidade são um registro arquivado, não dados ao vivo. Última coleta: 15/08/2026.
