

Quantum Break
Histórico de preços
Últimos 36 meses · atualizado todo diaOs preços cobrem a Steam e 39 lojas autorizadas; só entram ofertas regulares. O gráfico mostra os mínimos semanais do mercado e o preço oficial da Steam nos últimos 36 meses.

01Sobre Quantum Break
Quantum Break combina ação acelerada e uma série em live-action numa história sobre o tempo fragmentado e escolhas que afetam as duas partes. Após um acidente, Jack Joyce e Paul Serene ganham habilidades extraordinárias e entram em conflito pelo controle do tempo. As escolhas feitas no jogo afetam a série em live-action e o desfecho da história. A versão Steam para PC tem suporte completo a controles. Os jogadores dão 86% por cento de avaliações positivas entre 23.398 análises.
Equipe
Menor preço registrado em 36 meses
US$ 3,942026-07-30 · KinguinJogo base · mesmos registros do gráfico acima; histórico em USD, não o menor preço regional da Steam.Idiomas compatíveis
| Idioma | Interface | Legendas | Áudio |
|---|---|---|---|
| Chinês tradicional | Sim | Sim | — |
| Inglês | Sim | Sim | Sim |
| Francês | Sim | Sim | Sim |
Mostrar mais 7 idiomas
| Idioma | Interface | Legendas | Áudio |
|---|---|---|---|
| Alemão | Sim | Sim | Sim |
| Espanhol | Sim | Sim | — |
| Japonês | Sim | Sim | — |
| Coreano | Sim | Sim | — |
| Português (Brasil) | Sim | Sim | Sim |
| Russo | Sim | Sim | Sim |
| Italiano | Sim | Sim | Sim |
Dados da versão Steam para PC · 2026-11-06
02Antes de comprar
Jogo e série
Quantum Break combina ação acelerada com uma série em live-action; as escolhas no jogo afetam a série e o desfecho da história.
Idioma e controles
A versão Steam para PC tem suporte completo a controles. O inglês inclui áudio e legendas; os outros idiomas compatíveis têm legendas.
Um jogador
É uma história para um jogador sobre o tempo fragmentado e habilidades extraordinárias.
03Perguntas frequentes
Qual é a história de Quantum Break?
Um acidente fragmenta o tempo e concede habilidades extraordinárias a Jack Joyce e Paul Serene, colocando-os em lados opostos.
O jogo inclui uma série?
Sim. Uma série em live-action faz parte da experiência, e as escolhas no jogo a afetam.
Como é a ação?
A ação usa habilidades amplificadas pelo tempo, com cenas de destruição que saltam e retrocedem enquanto o tempo se rompe.
Análises populares da Steam
Seleção no idioma nativo · 10 análisesAs análises úteis selecionadas neste idioma incluem recomendações e críticas. A seleção não representa a aprovação geral; as opiniões refletem a versão analisada.
Estou ainda em 48% do jogo, em aproximadamente 5 horas que foram jogadas direto, sem pausa. Por mim é um dos melhores jogos single-player que já joguei, ao menos por enquanto, como referencia considero jogos como Bioshock e Life is Strange sendo os melhores jogos até então. O que mais impressionou foi a criação de um serie dentro do jogo, então basicamente existe o jogo e uma serie, que inclusive é por streaming, se estiver sem internet (ou com uma internet de orelhão) não conseguirá assistir, descobri que era por streaming da pior forma, poisé. A serie também sofre pequenos impactos de desições e interações (de itens achados) durante o jogo. A dificuldade do jogo é baixa, mesmo no modo "Dificil". Na verdade, a dificuldade pode variar dependendo de quão habituado está com os seus poderes e talvez de quão melhorados eles estão, uma vez que poderá fazer "upgrade" nos poderes. Mas, quando começa a entender os poderes e usa-los contra os inimigos e começa a decorar o tempo de carregamento de cada habilitade será muito fácil derrotar o inimigo. Porém, o jogo tenta criar desafios, então justamente nesse momento em que você decorou todos os poderes, o jogo irá começar a colocar espaços onde não poderá usar tais poderes, ou seja vai ter que ser no tiro e só. Existem alguns bugs de colisão e texturas, mas nada que atrapalhe, ou ao menos até o momento nada que atrapalhou. O grafico é muito bom, mas também com alto custo de processamento, possuo uma GTX680 e nem no "Médio" foi capaz de rodar, de qualquer maneira no gráfico o "mais baixo de todos" o jogo ainda é bonito, logicamente que alguns itens do cenario ficam grotestos, como geladeiras, cadeiras, porém da para entender uma vez que os graficos não estão nos máximo, não medi o FPS. Quando altera a textura para "Média" começa a ter pequenos lags, parece está algo de 30~40FPS, mas só medindo para ver, vale lembrar que jogo em resolução de 2560x1080, o que é superior ao 1920x1080, então talvez se configurasse para 1920x1080 seria capaz de jogar. Algumas opções não possuem "Baixo", ou seja o mais baixo do jogo é "Medio" em vários casos, exceto textura. O jogo está todo em portugues (com Dublagem e Legenda, geralmente habilito os dois para saber quem está falando :P), então será fácil de entender a historia. A dublagem no inicio parece "meio bosta", mas depois vai se acostumando com as vozes e fica normal. :D As decisões do jogo aparentemente são "binarias" e não são feitas "durante o jogo", pelo menos as principais decisões não são feitas durante o passeio pelo mapa. A cada capitulo encerrado você passa a controlar outro personagem, o Paul Serene, que seria o CEO do Monarch. Você pode prever o resultado de cada escolha, além disso os resultados "sempre" são: enfraquecer a Monarch ou fortalecer a Monarch, isso fica mais obvio na primeira decisão. Quando você escolhe aparece quantas pessoas (em porcentagem) fizeram o mesmo. No meu caso a primeira decisão foi feita apenas por 6% dos jogadores, ao menos até então. Porém, contrario do Life is Strange não há detalhes sobre outras interações, que podem ser feitas no mapa e que tem pequenos impactos no jogo, principalmente na serie. O jogo mostra um icone quando o que está vendo é resultado de uma escolha feita, por exemplo: existia uma placa de algum restaurante (ao que me lembro era um restaurante) e ao chegar perto (e clicar E) a placa sumiu. Até aí tudo bem (afinal, é normal sumiu coisa nesse jogo). Porém, no fim do capitulo, durante a serie, você vê essa mesma placa em outro local, numa Floresta, e o jogo exibe tal icone. Em outros momentos dados da televisão são mudados e tal. Achei interessante, mas assim como no Life is Strange, essas pequenas escolhas não tem impacto na historia, até então. Existe um detalhe intrigante: você muda o idioma do jogo (incluindo textos) dentro da configuração de "Audio", o que não tem sentido, mas para quem for comprar saiba que para habilitar os textos em português e também a dublagem em português será na opção de "Audios" e são opções diferentes, você pode ter texto em português e o audio original. Para habilitar legendas entre em "Video", ironicamente.Mostrar maisMostrar menos
O jogo faz 30 quadros em 1440p numa 980Ti. Não comprem essa porcaria!Mostrar maisMostrar menos
Imagine viver sabendo o tempo todo o que vai acontecer, sabendo que cada uma de suas ações serão apenas parte de uma dança coreografada. Importante: Infelizmente o Steam limita o tamanho das análises, por isso tive que retirar vários tópicos daqui, clique aqui e acesse nosso site caso queira ler a análise completa. Nossa história se passa Riverport, uma cidade localizada na Costa Leste dos Estados Unidos. Na pele do protagonista Jack Joyce, somos chamados pelo nosso amigo Paul Serene para ajudá-lo em um experimento envolvendo uma máquina do tempo. Assim como praticamente tudo que envolve manipulação temporal, as coisas dão errado e a ativação da máquina acaba causando uma ruptura temporal que inicia a contagem para um evento chamado Fim do Tempo. Este que, basicamente falando, seria uma situação de estado zero, ou seja, o tempo simplesmente pararia, congelando tudo e todos. A ativação da máquina também acaba por conceder a Jack e Paul poderes que envolvem a manipulação temporal, como por exemplo a possibilidade de desacelerar o tempo ou simplesmente pará-lo por completo, fatores que se mesclam a jogabilidade. Depois da confusão, seu objetivo será impedir que o Fim do Tempo aconteça, custe o que custar. Os primeiros capítulos da trama são cruciais para entender o que se segue, as motivações dos personagens e, principalmente, suas relações, mas infelizmente, por mais que eu queira falar mais sobre, entrar em detalhes seria um pecado. Em Quantum, é necessário ser paciente, pois o desenvolvimento da trama segue uma linha lenta e, por isso, a história pode demorar para engrenar, ou simplesmente ficar na mesma até o final. Porém, devo destacar que o enredo é bem redondinho e, caso o jogador jogue da maneira correta, explorando tudo, lendo os documentos, emails e mensagens, com certeza irá se deparar com uma excelente história de ficção científica. Aliás, já que falei sobre a leitura dos arquivos espalhados pelos cenários, aqui fica um dos pontos negativos deste jogo: esta é uma história que depende muito dos detalhes para não ficar confusa e perder a atenção de quem a está consumindo, assim como outras obras que abordam a temática de viagem no tempo. Em um livro, por exemplo, isso não é problema algum, afinal o leitor está limitado ao seu conteúdo e é impossível pular um capítulo sem perder acontecimentos relevantes. Porém, aqui, a coisa é completamente diferente, afinal estamos falando de um jogo em que há certa liberdade para perder (ou simplesmente ignorar) certo conteúdo caso não se atente aos aspectos facultativos ao longo na jogatina. Basicamente falando, o problema disso é que Quantum Break usa e abusa de uma enchurrada de textos para dar profundidade aos personagens e ao desenrolar dos acontecimentos, além de preencher lacunas importantes na trama. Sem exagero, mas aqui há diversos trechos em que você basicamente anda por 10 segundos e para para ler uma nota, anda mais 10 e precisa ler outra, e por aí vai. Isso quando não encontra umas 4 (ou até mais) notas em um só local, local esse que simplesmente não faz o menor sentido, por exemplo, funcionários de alto escalão de uma mega corporação trocando emails ”secretos” através de um computador aleatório localizado no meio de uma área da qual qualquer um teria acesso. Não entenda errado, não estou reclamando da leitura necessária, mas sim da quantidade e da péssima distribuição desses arquivos ao longo da jornada, algo que de certa forma acaba por quebrar a fluidez da narrativa. Para complementar a questão das notas, devo mencionar que ao completar os atos da campanha o jogador terá a oportunidade de realizar escolhas que vão traçar o destino de certos personagens, assim como acontecimentos e suas respectivas consequências. Infelizmente, eu diria que essas escolhas não oferecem mudanças tão drásticas na narrativa, porém, coisas mais específicas podem ser alteradas, como é o caso das notas encontradas. Basicamente, dependendo da sua abordagem na hora de realizar tais escolhas, o mundo reagirá junto a isso, principalmente no que diz respeito as reações humanas. Aliás, falando nisso, observar as reações da cidade e as consequências das suas ações ao longo da campanha é um aspecto bem presente e interessante, algo que contribui para a imersão. Além das notas, essa escolhas também podem influenciar em outro aspecto importantíssimo do jogo: a série em live action. Quantum Break utiliza de um recurso único agregado ao seu enredo para criar uma experiência diferenciada, uma série que utiliza atores reais e foca em desenvolver alguns personagens secundários, além de mostrar o destino de certos personagens. Vou direto ao ponto, analisando a série como uma experiência singular é possível notar um alto valor de produção, com grande maioria das atuações se saindo bem, bons efeitos visuais, excelente dublagem em Português do Brasil e até mesmo cenas de ação que conseguem captar a atenção do espectador, imagine algo beirando séries originais Amazon Prime e Netflix. Entretanto, por mais que a série seja proeminente, sinto que a coisa não casou bem quando misturada ao jogo, muito disso provavelmente pelo fato de seu foco em mostrar personagens que praticamente só aparecem na série e acabam não agregando tanto a história principal. Se no passado a Remedy ficou conhecida por aplicar conceitos diferenciados em seus jogos que de certa forma revolucionaram a jogabilidade com o passar dos anos, aqui a fórmula aplicada infelizmente não representa esse pensamento. Na verdade, o conceito é bem semelhante ao bullet time que a própria Remedy desenvolveu em Max Payne, porém, os poderes de Jack vão além de apenas desacelerar o tempo para desviar de balas. Aqui, nós literalmente podemos manipular o tempo ao nosso favor, aplicando bolsões que congelam tudo que está dentro da área atingida, correndo como o Flash, esquivar e causar explosões temporais, criar campos de força, entre outros. Em teoria, temos aqui uma jogabilidade que mistura elementos únicos para criar uma experiência de combate agradável, mas na prátca a coisa só parece mais do mesmo, a essência dele remente a outros jogos de ação em terceira pessoa que utilizam a mecânica de cover constantemente, como por exemplo Tomb Raider e Uncharted. Conclusão: Embora Quantum Break tenha me encantado por ser um título de alto valor e extrema qualidade de produção, não vou mentir, a impressão final foi um sentimento misto. Parte disso se deve a sua jogabilidade que na prática deixa um pouco a desejar, mas acredito que o verdadeiro problema aqui esteja relacionado em como a tentativa de inovação ao misturar uma série em live action com um jogo de videogame para criar uma narrativa mais elaborada não se saiu tão bem. Mesmo com um ideal benévolo e um capricho que normalmente não se vê mesmo em jogos com orçamentos gigantescos, pra mim essa decisão criativa acabou pensando negativamente na experiência, talvez por ser algo muito diferente de um FMV e de um jogo convencional, ou simplesmente porque misturar os dois não seja uma receita que funcione. De qualquer forma, isso é algo bem triste, principalmente levando em consideração que provavelmente nunca veremos tal conceito aplicado com tamanho valor de produção novamente, o que faz deste, querendo ou não, um jogo único. Por isso, eu diria que Quantum Break é um título facilmente recomendável para quem busca por uma experiência rica no que diz respeito a história e narrativa, além de ser uma excelente pedida para fãs de ficção com viagem no tempo. Talvez não agrade a todos, mas é importante saber reconhecer que este é um título de extrema qualidade. Análise fortalecida através do curador do site Lokoo Apoie-nos seguindo nossa Curadoria para futuras análises.Mostrar maisMostrar menos
Apesar da historia do jogo ser muito boa, não curti a gameplay muito repetitivo e tem horas que enche o saco, mas sugiro que olhem uma gameplay no youtube antes de comprar, vai que vc curta, vai de cada um...Mostrar maisMostrar menos
===Gráficos=== 🔲 Atari 🔲 Paint 🔲 Aceitável ✅ Bom 🔲 Ótimo 🔲 The Witcher 3 🔲 Red Dead Redemption II 🔲 Cada frame foi pintado por Da Vinci ===Requisitos=== 🔲 Qualquer coisa que conduza energia 🔲 Uma calculadora com 1 pilha 🔲 PC da XUXA ou HOTWHEELS 🔲 PC de entrada ✅ PC Gamer 🔲 PC Master Race 🔲 PC com i9 13900k + 2x RTX 4090 (jogo mal otimizado) ===História=== 🔲 História? que história? 🔲 Tem uma historinha ✅ Uma história bacana 🔲 Uma história digna de prestar atenção 🔲 É sobre a vida real 🔲 Feita pelo Tolkien ( prepare seus lenços ) 🔲 Platão escreveu junto com Machado de Assis e virou novela das 21h. ===Jogabilidade=== 🔲 Precisa de dois dedos pra jogar 🔲 Aceitável (4 dedos pra ser específico) ✅ Jogabilidade bacana 🔲 Jogabilidade excelente ===Complexidade=== 🔲 Jogo da velha é mais complexo ✅ Fácil de entender 🔲 Fácil de aprender, difícil de dominar 🔲 É daqueles jogos que as pessoas ficam estudando 🔲 Precisa de, no mínimo, 2 doutorados ===Dificuldade=== ✅ Você escolhe a dificuldade 🔲 Seu cachorro consegue 🔲 Da pra zerar com uma batata de controle 🔲 Fácil 🔲 Médio 🔲 Quase Dark Souls 🔲 Dark Souls 🔲 Você precisa de reflexos instantâneos e 4 mãos ===Tempo de jogo=== 🔲 Da pra jogar enquanto ouve 1 música 🔲 6h ✅ 12h 🔲 24h 🔲 48h 🔲 62h+ 🔲 Você começa, seu neto termina ===Áudio, músicas=== 🔲 Beep 🔲 É melhor jogar no mudo ✅ Aceitável 🔲 Muito bom 🔲 Músicas escritas por Hans Zimmer 🔲 Mozart escreveu junto com Beethoven ===Bugs=== ✅ Nunca vi nenhum 🔲 Pequenos bugs 🔲 Pode ficar irritante 🔲 Pode estragar a gameplay 🔲 Assassin's Creed: Unity 🔲 Cyberpunk 2077 ===Publico=== 🔲 Crianças 🔲 Adolescentes 🔲 Adultos 🔲 Moradores do porão da mãe que comem maionese ✅ Tudo e todos ===Compensa Comprar? === 🔲 IT'S FREE 🔲 Preço justo 🔲 Compre se tiver dinheiro sobrando ✅ Espere uma promoção 🔲 Caro demais não recomendo 🔲 Mais fácil você queimar seu dinheiroMostrar maisMostrar menos
O jogo é bom, boa jogabilidade , boa história, mas tem alguns pontos negativos: -Muito curto: um dos jogos mais curtos que joguei nos ultimos anos -Dificuldade de achar fragmentos de quantum, só consegui 8/60, parabens pra quem escondeu, pq sou mestre em procurar cenario -Má otimização: mesmo num pc com gtx 1660, i5 9400f, 16gb ram, não ficava em 60 fps nem no baixoMostrar maisMostrar menos
Jogue Quantum Break Eu geralmente gosto de tentar platinar os jogos, ou pelo menos tentar fazer o máximo de archivements possível. Por isso quando termino de jogar, geralmente to tão cansada do jogo que se fosse mídia física, tocava fogo na caixa. Mas quando apareceu o archivement final em Quantum Break, de fazer 100%, fiquei triste, não queria que acabasse. E não o jogo não é curto, ele é sensacional!!! A historia é sensacional, um dos melhores takes em viagem no tempo que já vi, ela é totalmente fechada e coerente. Quantum Break te da muita liberdade pra querer se aprofundar na historia. Só jogando a historia principal, sem se preocupar com colecionáveis, vc entende tudo. Mas quando vc vê os documentos, vc alcança um novo nível de entendimento, abre um por.ra de um terceiro olho na sua testa. E as escolhas... o jogo te deixa tomar escolhas, que afetam o fluxo da historia, mas sem afetar completamente o desfecho. Pode parecer redundante, tudo que vc fez no caminho não mudar muito o final, mas de novo tudo é completamente coerente na narrativa da viagem no tempo. O gameplay é ótimo, sensacional tbm. O combate consegue ser realmente excitante, third person shoter com poderes que são muito divertidos de se usar. O maior contra do jogo, é a serie de TV. Não por interromper o gameplay, é que a serie de TV peca na perfeição do jogo. Os personagens dela são um grupo diferente dos personagens no gameplay vivendo um outro lado da historia do jogo, eles são todos ruins, de forma curta e grossa. Soa até estranho mas os personagens do gameplay, sem atuação real, e menos momentos pra dar "emotional deep", são todos melhor explorados e mais profundos que os serie. Sinceramente, só queria que todo mundo na serie levasse um tiro logo, pra eu poder voltar pros personagens bons. Vi muita gente falando que o jogo precisa de uma sequencia, que o final deixa indicado isso, mas a Remedy não faz sequencias, exatamente por que a historia é tão perfeita, que quem prestou atenção já sabe o vai acontecer. É só isso. Eu precisava tietar esse jogo incrível, ele merece. Se vc jogar esse jogo e não gostar, por favor, visite um medico, tem algo de errado com vc, deve ter um tumor no seu cérebro ou sei lá. Obrigado por vir ao meu TED Talk, jogue Quantum Break.Mostrar maisMostrar menos
Esperava um jogo nota 10, e encontrei um jogo nota 6,5. Não é um jogo ruim, e é muito inovador na questão de controle do tempo. Porém a narrativa ficou aquém do que eu esperava, já que gosto muito de games com boas narrativas, como a Remedy já fez em Max Payne e Alan Wake. A narrativa é sim muito elaborada e é preciso prestar muita atenção, mas não me senti em momento nenhum ligado aos personagens ou preso ao desejo de saber o que iria acontecer a seguir. Apenas o começo do primeiro nível me deixou empolgado, talvez pelo hype e pela curiosidade. A mistura de jogo e série de TV não funcionou como eu esperava, deixando em mim a sensação de que cumpriu a base da sua promessa, sendo que poderia ter feito mais... Assistir aos episódios de 20 minutos esperando a presença dos personagens da campanha principal, sendo que ela é dominada por outros personagens diferentes dos in-game é muito frustrante. No geral é um bom jogo, mas tinha potencial para fazer mais e acredito que é muito válido esperar uma promoção de 50% para comprá-lo, pois me arrependi de ter gastado tanto nele. Para finalizar, é importante registrar que comprei o jogo assim que ele saiu na Steam, acredito que há mais de um mês. Estou praticamente na parte final do jogo, e não jogo ele há umas 3 semanas, tendo voltado a jogar GTA V, Rocket League e outros. Isso mostra que nem nos momentos finais e cruciais do game ele me fez sentir vontade de continuar jogando.Mostrar maisMostrar menos
Quantum Break é um jogo que prometeu mais do que conseguiu entregar. Depois do sucesso de Alan Wake o hype para o jogo foi alto, porém passou longe de superar o jogo anterior da Remedy. Em termos de gameplay ele é divertido, contém vários poderes para usar e geralmente é funcional. O maior ponto fraco é o sistema de cobertura que é automático, logo você não pode escolher quando anda agachado ou não, sendo assim trocar de posição sem usar um dos poderes é certeza de tomar dano. A dificuldade do jogo não me apresentou desafio, sendo que quando apareceram os primeiros inimigos realmente desafiadores eu já tinha habilidades o suficiente pra matar eles com tranquilidade. A história é muito interessante, confusa as vezes mas me prendeu o jogo todo. A grande falha foi dar mais tempo de história do que de jogo. Literalmente é um filme, ou seriado. Você joga cerca de uma hora, o capítulo acaba e o jogo vem com quase o mesmo tempo de video live action explicando algo que ocorreu enquanto Jack estava percorrendo seu caminho. Isso foi muito mal aproveitado, seria muito melhor se fosse outro capítulo para jogarmos. O jogo prometeu que nossas escolhas mudariam tudo e por ai vai, mas só tem 2 linhas do tempo com final igual e alguma bobagem ou outra que alteramos e aparece no vídeo no fim de cada capítulo. Graficamente falando o jogo até é bonito, mas o Xbox One fez ele vir capado para o PC. Mesmo rodando em 1080p o jogo é renderizado em 720p, logo serrilhados eram notáveis tirando a beleza que o jogo poderia ter. Fora texturas que não carregam direito durante a jogatina. Nessa área o jogo pecou bonito. Quantum Break é um jogo divertido de TPS com habilidade interessantes de combate, uma história bem feita mas mal executado. 6/10Mostrar maisMostrar menos
Joguei todos os jogos produzidos pela remedy e o que tenho a dizer é que o Quantum Break é o pior deles. É triste ver que um jogo com uma historia que tinha tudo pra dar certo foi feitas as pressas e se perdeu dentro de si. Os personagens não tem profundidade e seu background totalmente fraco. Fico me perguntando porque contrataram estes atores famosos pra uma historia tão ruim. Agora falando de jogabilidade, nao perde nada pra historia, a pior jogabilidade que ja joguei. Concluindo não percam seu tempo e nem dinheiro.Mostrar maisMostrar menos
Fonte: análises originais de usuários da Steam. Votos de utilidade são um registro arquivado, não dados ao vivo. Última coleta: 15/08/2026.
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