

Risen
Histórico de preços
Últimos 36 meses · atualizado todo diaOs preços cobrem a Steam e 39 lojas autorizadas; só entram ofertas regulares. O gráfico mostra os mínimos semanais do mercado e o preço oficial da Steam nos últimos 36 meses.

01Sobre Risen
Em Faranga, suas escolhas moldam o destino de uma ilha de fantasia brutal. Explore um mundo aberto, descubra missões secundárias e criaturas e escolha como lutar: com espada, bastão ou magia. Avaliação dos jogadores na Steam: 89% positivas entre 7.932 análises.
Equipe
Menor preço registrado em 36 meses
US$ 1,712025-06-20 · WinGameStoreJogo base · mesmos registros do gráfico acima; histórico em USD, não o menor preço regional da Steam.Idiomas disponíveis
| Idioma | Interface | Legendas | Áudio |
|---|---|---|---|
| Inglês | Sim | Sim | Sim |
| Francês | Sim | Sim | Sim |
| Alemão | Sim | Sim | Sim |
Mostrar mais 4 idiomas
| Idioma | Interface | Legendas | Áudio |
|---|---|---|---|
| Italiano | Sim | Sim | — |
| Espanhol | Sim | Sim | — |
| Polonês | Sim | Sim | — |
| Russo | Sim | Sim | Sim |
Dados da versão Steam para PC · 2026-10-30
02Antes de comprar
Modo e controles
A versão Steam para PC é para um jogador e oferece suporte completo a controles.
Idiomas
Inglês, francês, alemão, italiano, polonês e russo têm áudio completo e legendas; espanhol e português têm legendas.
03Perguntas frequentes
Onde Risen se passa?
A história se passa na ilha de Faranga, cujo destino é afetado pelas ações do jogador.
Quais estilos de combate estão disponíveis?
É possível lutar com espada, aprender combate com bastão ou se tornar mago.
O que há para explorar?
O mundo aberto inclui missões secundárias e criaturas para descobrir.
Análises populares da Steam
Seleção no idioma nativo · 10 análisesAs análises úteis selecionadas neste idioma mostram recomendações e críticas. Esta seleção não representa a avaliação positiva geral; as opiniões refletem a versão analisada.
Permita-me narrar dois pequenos eventos da minha longa passagem pela ilha de Faranga. Altas horas da noite, estava eu jogando Risen no meu computador, com minha esposa ao lado em seu laptop, completamente envolvido pelos horrendos sons de um templo subterrâneo. Era o primeiro templo que eu explorava a fundo, imerso nas luzes das tochas, nas sombras projetadas nas paredes, nos estranhos gemidos vindos das paredes e no profundo rosnado que parecia vir da próxima esquina. Armadilhas, Esqueletos Guerreiros, Ghouls e outras ameaças em uma área que já havia vitimado outros exploradores minutos antes de meu herói aparecer. Durante minha exploração, encontrei as ruínas de uma cidade muito antiga, com casas, camas e armários de uma civilização perdida. De uma janela, eu avistei um inimigo jamais visto, que aparentemente era capaz de manifestar bolas de fogo. Em Risen, qualquer inimigo jamais visto costuma ser uma sentença de morte. Aproveitando a distância, eu mirei minha besta na silhueta distante e disparei. A barra de energia da criatura diminuiu ligeiramente. Eu estava certo. Seria um adversário poderoso. O ser olhou ao redor, mas não conseguiu me localizar, longe, protegido atrás de uma janela. Disparei outra seta. E outra. E outra. Dez ou mais setas depois, ele caiu. Ao meu redor os sons não pararam um único instante. Sondei a região de minha posição privilegiada e localizei outro Esqueleto Guerreiro. Disparei uma seta e o morto-vivo saiu correndo, tentando descobrir a origem do ataque. Continuei analisando a vasta caverna que se estendia diante de mim. Encontrei outro Esqueleto e este eu derrubei. Mas havia sombras demais, outras casas, outras janelas, outros recantos onde inomináveis monstros poderiam estar me esperando. Meu coração batia acelerado diante da inevitável necessidade de explorar o ambiente. Eu não queria largar minha janela, meu refúgio. Nesse momento, a segurança se quebrou e meu personagem foi atingido por um violento golpe nas costas. Eu gritei. De verdade. Minha esposa pulou do meu lado e me olhou com uma cara esquisita. Mas o primeiro esqueleto que eu tinha acertado estava bem ali: a maldita inteligência artificial tinha conseguido navegar pelo ambiente e não desistira até me atacar. Em outra ocasião, à frente de um exército de Inquisidores invadindo a última fortaleza do inimigo, eu recebi a ingrata tarefa de me infiltrar e abrir os portões. Do lado de dentro, uma tropa de poderosos Saurians guerreiros que poderiam me transformar em picadinho. Do lado de fora, uma poderosa força-tarefa de soldados e templários que poderia me ajudar. Meu procedimento, na maioria dos casos, é entrar, eliminar tudo que houver no caminho e executar a missão. Não desta vez. A quantidade de inimigos era muito superior ao que eu poderia dar conta. Usando a perícia Sneak, eu me esgueirei para analisar a situação. Dois Saurians aqui, três logo ali, mais dois acolá, o lugar estava fervilhando de oponentes. Para evitar o conflito, eu subi uma escada. Lá em cima, mais monstros. Sem ter para onde ir, segui em frente. E vi a alavanca que abriria os portões. Protegido por um dos maiores Saurians já vistos. Joguei a discrição para cima e corri em direção à alavanca. O Saurian avançou em direção. Lutei, movido pelo desespero, pesando cada golpe com precisão. O som da luta atraiu outros inimigos. O tempo que separava minha vitória de um massacre total estava se encurtando. Derrubei o guardião com um golpe decisivo e, com outros Saurians logo atrás de mim, corri até a alavanca e abri os portões. Meus aliados entraram com força total na fortaleza e eu corri para me juntar a eles, com um rastro de monstros no meu encalço. A missão tinha sido cumprida. Isto é Risen. Todo jogo é composto de pequenas histórias como estas que se interligam e formam um todo, uma aventura que você pode olhar para trás e pensar: "eu participei". Grandes jogos tem muitos destes momentos e títulos medíocres não possuem um único instante assim. Apesar da terrível derrapada em seus minutos finais, Risen é um título que redime a Piranha Bytes dos erros cometidos em Gothic 3 e a reaproxima de suas magníficas raízes no primeiro Gothic. Risen, em muitos aspectos, é praticamente um remake do primeiro Gothic: as facções, o mal adormecido, a busca pela arma perfeita capaz de vencer o tal mal, o cinismo e a violência de um mundo à beira da barbárie, o impressionante mundo aberto e as soturnas sequências inteiras em catacumbas, tudo isso veio de Gothic. Não é novidade, mas é um velho amigo que não se via há muito tempo e que agora retorna para uma temporada na cidade. Faranga é bem menor em escopo que Gothic 3 e isso é uma qualidade. Com uma área menor para preencher, a Piranha Bytes conseguiu apresentar um fascinante microverso aberto, com detalhes escondidos em cada canto. Para um Explorador como eu, é um convite à perdição. Some a isto um carismático grupo de NPCs (ainda que alguns modelos se repitam demais), um som ambiental que te arrasta esperneando caverna adentro, batalhas que exigem doses iguais de reflexo e análise tática e temos um título que poderia ter entrado na minha lista de favoritos. Se não fosse o final e sua patética luta com um tradicional e nada criativo chefe de fase. Aos iniciantes no trabalho da empresa, eu recomendo paciência e cautela. A curva de aprendizado é longa e, no começo, você será presa fácil de quase qualquer perigo. Astúcia será sua principal arma. E, ainda que no fim você possa ter se tornado um tanque ambulante, haverá até o último instante inimigos capazes de trucidar seu personagem se você não se focar nas lutas. Esqueça a festa de cliques alucinados de Gothic 3. Permaneça na defensiva e aguarde o momento em que o oponente está de guarda baixa. Siga seus instintos. E, só então, clique. Infelizmente, a trilha sonora não é das mais marcantes. Depois do excelente trabalho executado no espúrio Gothic 3, temos aqui músicas que não tem presença e que não são memoráveis. Por outro lado, talvez a Piranha Bytes tenha criado seu título com os melhores efeitos sonoros até agora, o que ajuda na imersão. O trabalho de voz dos personagens também está impecável, principalmente o leve toque de sarcasmo em algumas das falas do protagonista. A história de Risen poderia ser melhor apresentada. No início, há a clara falta de uma bússola para o protagonista: não há objetivo algum, exceto "se vire". Se isto serve para aumentar a sensação de liberdade, também serve para aumentar a preguiça e a vontade de encontrar uma casa abandonada qualquer e tentar criar porcos. Qual é a motivação inicial do personagem em se juntar a qualquer uma das facções? Por que não ficar quieto em um canto, livre de problemas, então? Mais adiante, após horas de jogo, você é finalmente apresentado à ameaça que paira sobre Faranga e a raça humana e tudo que você supunha antes perde parte do sentido diante da gravidade do problema. Porém, mesmo após a conclusão da trama, algumas perguntas sem resposta continuam pairando em minha cabeça. A falta de um epílogo decente também compromete, fica-se a impressão que os desenvolvedores descartaram todos os NPCs no final, como se o jogador não tivesse criado empatia com eles. Em Risen, a Piranha Bytes prova que a velha receita continua valendo, mesmo que amargue na conclusão. Originalmente publicado em http://blog.retinadesgastada.com.br/2011/01/jogando-risen-conclusao.htmlMostrar maisMostrar menos
Risen é um game que faz tempo que eu estava de olho nele. Depois que resolvi me aventurar por RPG's mais imersivos, ele ficou na minha mira por um longo tempo. Baixei o demo e percebi que ele possuía algumas mecânicas interessantes. No entanto, nunca tive a chance de comprar ele. Inclusive ele saiu pelo menos umas duas vezes no Humble Bundle, mas nunca deu certo de eu comprar. Finalmente numa Summer Sale, Risen entrou em promoção por R$ 4,25 e aí não teve jeito, por esse preço não poderia deixar passar. Risen é um game que foi desenvolvido pela Piranha Bytes (a mesma que produziu a série Gothic) e conta a história de um náufrago (você), vítima de uma grande tempestade no mar que acaba acordando numa ilha vulcânica chamada Faranga. A partir daí você está por si só. Todas as decisões são por sua conta. E foi isso que me atraiu em Risen. Um vasto open world, liberdade pra ir e vir, várias opções de diálogo com os NPC's e o principal: você pode enfrentar qualquer personagem do jogo e até mesmo chegar a matar se quiser. Todas essas decisões influenciam de diversas forma o mundo de Risen. Além disso o game possui todas as mecânicas clássicas de qualquer game RPG, como a possibilidade de aprender habilidades (destravar fechaduras, roubar, alquimia, mineração, construir armas, caçar etc.), além de desenvolver habilidades de combate com armas (espada, machado, bastão, arco e flecha) ou se tornar um aprendiz de magia (fogo, gelo, levitação, telecinesia etc.). Com essa imensa flexibilidade eu iniciei minha aventura logo após comprar o game e já me apaixonei pelo leque de possibilidades que o game apresentava. E cara, Risen é mesmo um bom jogo. De verdade! Tudo nele está bem encaixado, todas as mecânicas estão bem finalizadas. Apesar de ser um game de 2009, ele possui gráficos de boa qualidade. O PROBLEMA começa depois de mais ou menos umas 10h de gameplay, quando você percebe que você ainda é um mendigo, lutando com um galho de árvore, descalço, fazendo favores em troca de nada. O problema de Risen é que os desenvolvedores simplesmente esqueceram de transformar esse RPG num JOGO DE VÍDEO GAME. Pra resumir, Risen é CHATO. O game sofre de um grave problema de ritmo, ou seja, ele é leeeeeeento demais. Eu joguei por 19h e ainda era um simples caçador, com uma roupa super fraca, armas enferrujadas, pouco dinheiro e muita coisa pra fazer. Não que eu não goste de jogos difíceis, muito pelo contrário, adoraria que Risen fosse difícil pelos motivos certos. O caso é que Risen só te dá tarefas chatas pra fazer. Por muito, mas muito tempo no jogo você estará entregando pacotes, levando carne pra cozinheira, devolvendo anéis, colhendo plantas, convencendo pessoas a fazer isso e aquilo ou investigando traições e roubos tudo para simplesmente conseguir alguns poucos trocados que não dá pra você comprar nada. E nem pense em sair pelo mundo explorar, por que VOCÊ VAI MORRER. Isso mesmo, INSETOS são mais fortes que você. Ah, e além disso, como você é um forasteiro, todo mundo na cidade te odeia e são poucos que estão interessados a te ajudar. Então você vai ter que roubar e matar se quiser sobreviver. E isso é legal? NÃO, NÃO É. Risen ainda teve a manha de travar você em algumas partes da história te APRISIONANDO dentro da cidade. Ou seja, se você não fizer todas essas tarefas que são chatas pra dedéu, esqueça, você vai ficar preso pra sempre numa cidade murada. Pois é, preso numa cidade, dentro de um open world gigante pronto para ser explorado. Super legal né? E olha como eu insisti: pesquisei em fórums, wikis pra saber se eu estava fazendo alguma coisa errada, se alguém tinha alguma dica pra eu ficar forte mais rápido, mas não galera, Risen foi concebido pra ser chato, o game é assim mesmo! E no final eu simplesmente desisti, não por que o jogo é mal feito, mas por que ele é chato do inferno! Eu considero Risen um SIMULADOR DA GUARDA MIRIM. Não tem cavernas e castelos para serem explorados, não tem alianças para serem conquistadas, itens para serem descobertos, segredos para serem revelados. Só tem trampo de Office Boy pra fazer. Pega isso, vai no banco, entrega essa carta na contabilidade, deposita esse dinheiro, deixa isso na portaria e assim por diante. Ah, e quase esqueço de dizer: fast travel é um luxo nesse game. Não tem e só destrava muuuuuuuito mais pra frente. É difícil recomendar Risen sabendo que tem por aí RPG's 10.000x melhor e provavelmente pelo mesmo preço, como o The Elder Scrolls IV: Oblivion que foi lançado em 2006 (3 anos antes!!!) ou Dragon Age: Origins que foi lançado no mesmo ano! Risen é um game que eu insisti pra gostar dele, mas infelizmente ele não me convenceu. Faltou ele ser divertido. Faltou ele ser interessante. De coisa chata pra fazer eu já tenho um monte na minha vida. Não recomendo. *Dedico esse review a FaDeNHa, que estava louca pra saber se valia a pena ou não! Espero ter ajudado!!! Veja os screenshots tirados durante a jogatina: http://steamcommunity.com/id/salvego/screenshots/?appid=40300 » Siga meu perfil de Curador do Steam e leia em primeira mão minha próxima análise! Aviso Legal: Textos, fotos, artes e vídeos desta análise estão protegidos pela legislação brasileira sobre direito autoral. Proibida a reprodução do conteúdo em qualquer meio de comunicação, eletrônico ou impresso, sem autorização expressa do autor.Mostrar maisMostrar menos
Contém spoiler! Após os deuses solicitarem à ajuda de titãs na criação do mundo, pelo fato deles terem o domínio dos elementos, os titãs se corrompem, entram em conflito e são banidos à prisão eterna. No entanto, um membro de uma ordem religiosa, que se desviaram de seus princípios e que passaram a impor o certo e a verdade, obteve conhecimento, onde baniu os deuses e liberou os titãs, resultando no completo caos. Então, depois que passei da condição de clandestino de um barco, à um dos 2 sobreviventes de um naúfragio causado pela fracassada tentativa de confrontarem um titã no meio de uma tempestade em alto-mar, acordo em uma ilha procurando encontrar ajuda e acabo me integrando aos militares que alí estão tentando combater as ameaças à quaisquer custo e sendo mau vistos pelos habitantes. Conforme exploro a ilha e as extensões subterrâneas de antigos templos, conheço um Lord Titã, que acabou aprisionado enquanto bania o titã que está agindo na ilha. O ajudo nesta questão de seu cárcere, obtenho seus equipamentos conforme sua orientação e assim, consigo banir à ameaça que subjugava a ilha e províncias.Mostrar maisMostrar menos
Faz anos que eu deveria ter escrito a analise desse jogo, mas eu nunca soube como escreve-la de forma justa. Risen é um jogo com tanto potencial desperdiçado, que chega a ser irritante! Anos depois de ter zerado esse jogo e eu ainda lembro a decepção que foi terminar ele. Bom, vamos do inicio. Primeiramente o jogo tem uma boa história, tem um bom enredo, tem bons personagens e a reputação com as facções é algo bem legal, conforme você vai se identificando com a ilha e criando laços com os personagens. Conforme você vai aumentando sua reputação e ganhando espaço, o jogo começa a se perder. É ai que o jogo começa a ficar chato. Personagens começam a sumir, outros importantes começam a perder a relevância, de repente tudo vira uma confusão em um emaranhado de diálogos e situações sem sentido; É como se os desenvolvedores tivessem diversas ideias, mas o jogo começou a ficar grande demais ou o dinheiro acabou e eles precisaram resumir o final da história. Até mesmo a mulherzinha que começa o jogo com você, de uma hora pra outra some e nunca mais aparece, como se nunca tivesse existido aquela personagem. Enfim, o mundo de Risen é vem variado e gostoso de explorar. O combate dele é um pouco chatinho, mas você pega o jeito com o tempo, não há grandes desafios no jogo principalmente depois que você esta bem equipado e já domina o dom da esquiva. Algo muito interessante nesse jogo é que os monstros quando morrem, não voltam. Eu até hoje não sei se isso é uma particularidade desse jogo ou se foi bug de quando eu joguei. Mas é assim, se você passar por um lugar que tem um monte de aranha ou sei lá que bicho estranho, se você matar todos, nunca mais vai ter nada naquele local. Ou seja, você pode fazer a limpa na ilha e matar tudo até não ter nada (Foi o que eu fiz). E embora ele seja dessa forma, eu não achei ruim, você consegue ganhar experiencia o suficiente e melhorar sua arvore de habilidade, bem como itens o suficiente para fazer dinheiro e etc. Na parte de jogabilidade eu também achei o jogo bem "Ok". Nem de longe é o melhor jogo que já joguei em termos de gameplay e jogabilidade, mas também não é ruim. Lembro até de ter feito uma configuração especifica pra ele no Controller Companion para jogar do controle e foi muito bem. Por outro lado a trilha sonora dele não é nada marcante e completamente esquecível. Eu tive que passar pelo YouTube pra relembrar as músicas, mas realmente, nada que me desse nostalgia. Resumindo e concluindo essa analise, Risen é um jogo que parecia ter muito potencial, porem ele foi um projeto muito ambicioso e talvez maior do que o estúdio conseguia lidar. É notável, através do gameplay, como dos 70% para o final do jogo tudo avacalhou e o jogo perdeu a graça. O que é uma pena, porque ele poderia ter sido tão memorável quanto The Witcher 1 para mim. Se vocês quiserem comprar o jogo, seja para conhecer ou só pra ter na coleção, esperem por uma boa promoção. O jogo possui mecânicas e um ritmo que vale a pena ser curtido, pelo menos no inicio. E da pra perder um bom tempo com ele, explorando a ilha, conhecendo os NPCs e fazendo as quests... Então nem tudo está perdido. Porém, se você é do tipo que gosta de imergir na história e não só jogar, mas fazer parte daquele mundo, eu tenho certeza que você vai se decepcionar assim como eu. O único motivo para eu ter terminado esse jogo, foi porque eu já estava longe demais para desistir de terminar ele.Mostrar maisMostrar menos
Risen é um RPG muito bom, gostei muito. No começo do game é difícil você entender e começar a explorar um mundo novo com recursos diferentes, como algumas plantas que dão Mana e Life. Os monstros mais vistos ao explorar são os mais fáceis, tem pouco HP e são lerdos, mas depois que você vai progredindo na história e conseguindo armaduras e armas melhores, vai ficando mais hardcore, assim precisando upar certas skills. Risen disponibiliza MUITOS itens, como todo jogo de RPG deve oferecer e de muitos você com certeza vai esquecer! O Sistema de combate é bom ? - Sim é bom, mas poderiam ter melhorado. Tem muitos bugs ? - Razoavelmente, só se você tentar burlar algo no jogo. A dificuldade é boa para um RPG com história ? - Sim, a dificuldade vai mudando toda vez que você vai progredindo na história e conseguindo novos itens para combate. Os gráficos são bonitos ? O jogo é antigo (2009) então os gráficos não vão ser aquela maravilha, mas sim, são bonitos no máximo!. Tem Dublagem ou Legendas PT-BR ? Infelizmente não! Tem save automático ? Sim, mas é melhor você salvar manualmente toda vez que progredir em algum lugar Vale a pena comprar ? Sim! Risen é um game para pessoas que são viciadas em RPG e que se viciam fácil a uma história, você vai viciar pelo motivo de conseguir cada vez mais, mas lembre-se, esse jogo é traçoeiro se você for muito ganancioso (já me ferrei várias vezes e é a pior coisa você perder todos os seus itens e ter que voltar em um save antigo que está muito longe do seu progresso).Mostrar maisMostrar menos
3/10 Joguei puramente pela nostalgia da época que eu jogava no Xbox360, sabe aquele doce que na infância era a melhor coisa do mundo mas agora vc adulto e amargurado vai provar e tem gosto de gordura doce que gruda no céu da boca e te deixa 2 horas enjoado, esse jogo é exatamente isso.Mostrar maisMostrar menos
Risen é um bom RPG com maior dedicação à exploração do que ao combate. O jogo trás uma história pouco original, porém interessante e turbinada por um sistema de escolhas capazes de influenciar o rumo a ser seguido. O jogo se inicia em alto mar, quando o navio em que estamos está prestes a afundar. Se não bastassem as precárias condições da embarcação, estamos em meio a uma estranha tempestade que surgiu do nada e está causando ondas gigantes. O naufrágio é inevitável, e você perde a consciência, acordando só lá na praia. Ao explorar o local, você descobre estar em uma ilha tomada por violentos conflitos, em que duas facções opostas brigam pelo domínio do território e por tesouros. Além disso, estão ocorrendo uma série de eventos sobrenaturais, que ameaçam destruir todo o local, e ao que parece, escapar não será uma tarefa fácil. As escolhas são bem legais, já que a grande maioria é capaz de causar reflexos em algum momento do jogo. Há ainda algumas poucas delas que são primordiais e capazes de alterar drasticamente o destino da trama, e até mesmo quais habilidades você será capaz de aprender. Há um certo ar de mistério na trama principal, além de várias outras questões secundárias que giram em torno de cada capítulo. Só que o jogo praticamente não tem cutscenes, sendo tudo desenvolvido basicamente em forma de diálogos, o que apesar de não ser ruim, impede aquele tom cinematográfico que o jogo poderia criar. Porém, o final é aquém do esperado, pois a campanha termina sem acabar, não mencionando nem mesmo o que aconteceu após a luta final. Simplesmente acontece uma cutscene que mostra o ultimo chefão sendo derrotado e só... Não é possível nem mesmo voltar à ilha, ficando muitas questões sem resposta e personagens com destino incerto. Além das pontas soltas, o jogo ainda tem alguns outros pontos fracos, destacando-se principalmente o combate porcamente desenvolvido, que consiste basicamente em cliques no mouse para desferir ataques, eventualmente defendendo-se com o botão direito. Nada de várias habilidades para se usar, muito comuns em outros RPGs. Aliás, até existem algumas, mas a maioria não é voltada para o combate, e sim para rotas estratégicas, como levitação e telecinese, que, dependendo do rumo que você escolha tomar na história, nem mesmo terá acesso a elas. O jogo ainda tem um sério problema de ritmo, ou seria de balanceamento? Sei lá... A questão é que você passa o primeiro capítulo inteiro vestido como um camponês (o jogo tem 4 capítulos), tendo dificuldades até para derrotar simples animais da floresta, mas no final do segundo capítulo você já está praticamente invencível. Isso porque, a esta altura, você já terá acesso aos treinadores, e caso não tenha desperdiçado pontos, poderá maximizar seu ataque, derrotando qualquer criatura facilmente, principalmente no caso de ter optado pelo caminho da magia, pois assim não precisará de armas (e as melhores só são encontradas mais tarde na campanha). Além disso, o jogo tem uns bugs chatos que atrapalham a jogabilidade, sendo o principal dele os buracos para o além, em que você pisa em um solo aparentemente normal, mas o personagem começa a cair eternamente como se estivesse em um abismo... A única forma de recuperar o controle é reiniciar o jogo. Também vejo como negativa a forma rude como o personagem se expressa em diversas situações em que não caberia tal tipo de comportamento. Como o jogo trabalha com escolhas, mesmo que o jogador tente seguir um lado mais humilde e benevolente o personagem não deixa de transparecer sua personalidade marrenta, totalmente incompatível para um mendigo que acabou de sobreviver a um naufrágio. Entretanto, apesar dos seus defeitinhos, Risen é um jogo divertido de se jogar, e mesmo com combate falho e os bugs chatos que atrapalham sua experiência, o jogo é capaz de te cativar. O início é pouco amistoso, mas provavelmente se você sobreviver às primeiras horas, se sentirá bem mais a vontade ao final. Talvez se houvesse uma progressão num ritmo mais adequado o jogo teria se saído melhor. MUITO BOM (8/10).Mostrar maisMostrar menos
*Risen* ---------------------------------------------------- Não costumo analisar jogos logo quando zero, mas desta vez vou aproveitar que está tudo fresco em minha memória, pois RISEN foi uma surpresa para mim, tanto positiva quanto negativamente. Pondo as cartas na mesa, é um RPG travadão de 2009, com MUITO diálogo e sem tradução pt-BR… “Ah, mas tem a tradução feita por fãs?” Errado. O game lançou uma atualização que simplesmente quebrou completamente a tradução feita pela comunidade. Então, se tu não manja de inglês, provavelmente vai ficar andando para lá e para cá sem saber o que fazer, pois o mapa do jogo é confuso e a bússola mais atrapalha do que ajuda. A tradução funciona apenas no modo teclado e mouse e, mesmo assim, não traduz diálogos, apenas itens e descrições. Como eu curto muito RPG e estava curtindo a vibe do jogo, eu continuei, mas prevejo jogadores largando isso aqui logo no início por conta desse problema. Controlamos um personagem sem nome que sobrevive a um naufrágio e desperta em uma misteriosa ilha cheia de perigos, ruínas antigas, monstros e magia. Logo de início, parece mais uma história de RPG clichê, mas essa ilha esconde muito mais lore e personagens interessantes. Ilha esta que está cercada por tempestades constantes, que impedem a saída e a chegada de qualquer barco, e recentemente templos antigos começaram a surgir da terra, trazendo ainda mais criaturas perigosas e mistérios. Conforme exploramos a ilha, podemos escolher com qual facção nos aliar (como os Inquisidores, os Bandidos ou os Magos), o que influencia no desenrolar da história. Imagine um Skyrim de baixo orçamento. Nesta ilha, você está livre para explorar, caçar, fazer missões, adentrar cavernas e masmorras. Porém, o combate é tão travado que é quase um RPG de turno. Pense em um jogo difícil: até um simples lobo pode desviar de seus ataques e te matar. Podemos evoluir nossa classe pagando a NPCs para que nos treinem. Por exemplo: quero ser arqueiro, então vou até o NPC arqueiro e fico pagando a ele para evoluir meu nível de arquearia, e por aí vai… Risen é um jogo com: - Gameplay datada - Ambientação bonita - História boa - Dificuldade grande - Boa trilha sonora - Bastante conteúdo Mantenho minha análise negativada pela sacanagem de lançarem uma atualização que quebrou a tradução do jogo, e ele não vale R$ 46,99!!!! Na Nuuvem dá para pegar os três jogos por um preço bacana (sabendo dos problemas com tradução). https://steamcommunity.com/sharedfiles/filedetails/?id=3657200326 ---------------------------------------------------- 5.4Mostrar maisMostrar menos
Se você amou jogar Fable TLC e nao é um ''Graphic Who**'' você vai achar esse jogo incrivel O que dizer desse jogo....Tirando certas falhas (bugs graficos de renderização e load demorado, na real nem contam muito pra mim) esse jogo é incrivel, a começar pela sua história que é ótima e tem uma vasta variedade de itens, eu particularmente zerei duas vezes e meia pra ver tudo do jogo, entao fui guerreiro e mago. A jogabilidade desse jogo é muito boa e responde bem, o pulo que ele dá as vezes e o jeito que ele escala as coisas é tao estranho que chegou a ser engraçado pra mim. O mapa nao é gigantesco de enorme mas é relativamente grande, dá pra explorar bem porém, se você fizer isso no começo um Ashbeast vai de arregaçar (as vezes se vc tiver mt bem no jogo eles te matam, ainda tenho pesadelos com um templo cheio deles rs). Os dialogos sao otimos também, as vezes tem alguma coisa engraçada exemplo disso é o NPC Luis um caçador que fica perto de uma fogueira no pântano. Bem eu só tenho a recomendar esse jogo, alguns reclamam de bugs dele mas pra mim nenhum bug nunca comprometeu jogabilidade ou progresso no jogo.Mostrar maisMostrar menos
As mecânicas de Risen varia de moderadamente ofensiva a brilhante; tomados juntos, eles são um amálgama de ideias mal executadas e muitas vezes conflitantes, cada uma tirando o pior das outras. Faranga, o cenário tropical de Risen, é exuberante e uniforme. Enquanto o seu náufrago sem nome vagueia (muitas vezes sem rumo) pela ilha, ele não encontrará paredes invisíveis ou telas de carregamento. Os ambientes são bem detalhados e a fauna vagueia livremente - não é raro encontrar, digamos, uma matilha de lobos atacando um grupo de gravemoths ou um clã de gnomos cozinhando refeições e cuidando de suas propriedades (roubadas). Plantas utilizáveis e colhíveis estão por toda parte - um raminho de hortelã restaura um pouco de mana, uma maçã verde, um pouco de saúde. Apoiado por um sistema de clima dinâmico e efeitos de iluminação surpreendentemente competentes, Risen vende Faranga surpreendentemente bem. Explorar Faranga fica mais interessante à medida que seu personagem jogador ganha acesso à magia. Usar um pergaminho de levitação para acessar trechos e fendas anteriormente inatacáveis tem uma certa qualidade zen, e olhar para a terra e o mar do topo das montanhas é simultaneamente sereno e fortalecedor. Faranga pode ser realmente bonita, e é bom saber que suas recompensas visuais são frutos de sua engenhosidade (isso e sua capacidade de usar o botão de pular conforme necessário). Sempre há algo para ver e fazer em Faranga, e a exploração costuma ser recompensadora: ela mantém seus cofres bem abastecidos e incentiva a experimentação e a individualidade. As vilas e cidades da ilha mostram atenção semelhante aos detalhes: as docas de Harbor Town parecem habitadas enquanto você cavalga com soldados e marinheiros, assassinos e clérigos, mercenários e prostitutas. E embora os NPCs que você conhecerá sejam todos relativamente planos, eles também são realisticamente planos: eles não permitem que você os roube em plena luz do dia, eles circulam, solicitam sua caridade ou sexo. Recordo que Risen é um jogo sobre um homem com um monóculo mágico no olho que luta contra gigantes; mas, em relação a outros jogos do gênero, a suspensão da descrença é bastante fácil de acontecer. Infelizmente, apesar de toda a diversão de explorar Faranga, você realmente não vai querer, graças ao combate interrompido. Posso perdoar por ter controles de combate não intuitivos - na verdade, a maior parte da interface do usuário não é intuitiva, um vestígio de suas origens no PC - mas não por não responder. Enquanto o sistema de crescimento de personagem de Risen permite que você adicione pontos à sua escolha de arma, tudo, exceto o ataque mais básico, parece lento e, portanto, inútil. Mesmo depois de trinta horas ímpares, o ataque mais eficaz foi o padrão. Ataques à distância - arcos, bestas, magia - são um pouco mais envolventes, mas o resultado final ainda é algo semelhante ao desgaste. Para seu crédito, os inimigos Farangan são espertos - eles vão atacar em grupos, eles vão tentar flanquear você e raramente seguem um padrão de ataque - mas Risen não dá a você as ferramentas para lidar com o ataque. Não importa o fato de que todos os texugos e gravemoth assassinos em toda a ilha são abençoados com a capacidade de ler mentes. O combate de Risen não apenas torna a exploração da ilha decididamente frustrante - e quebra a melhor parte do jogo - como também destrói qualquer noção de progressão do personagem. Adicionar pontos de habilidade ao orientado para o combate não muda esse fato, eu aposto que a maioria dos jogadores gastará seus pontos aprendendo habilidades - alquimia, fechadura, forja, prospecção, caça - e compra de atualizações incrementais para destreza e força. Como Risen nunca se preocupa em explicar o que, exatamente, governam as estatísticas de força e destreza, essas compras soam vazias. Transformar seu personagem em um artesão variado, por outro lado, é uma faca de dois gumes. ser capaz de criar poções e armas, e roubar de moradores da cidade, e colher peles vai encher seus bolsos rapidamente, quebrando a economia do jogo. Por outro lado, é uma das poucas maneiras de aproveitar ao máximo a generosidade de Faranga. Entrar em uma das muitas cavernas de Faranga para extrair um veio de ouro, apenas para levá-lo de volta à cidade para forjar um novo colar é satisfatório e recompensador. E como você acumula sua matéria-prima durante o jogo normal, nunca parece uma tarefa árdua. Minha última reclamação com a determinação obstinada do Risen de se prejudicar por meio de seu combate de má qualidade é a maneira como ele lida com o jogo emergente. Mencionei antes que a maioria dos NPCs de Risen age de forma realista - se você for esperto, pode liderar criaturas inimigas em grupos de aldeões ou soldados, levando-os a pular em seu (muito necessário) auxílio. Esta parecerá uma estratégia viável até que você perceba que seu personagem jogador não recebe nenhum ponto de experiência por seu esforço. Risen não apenas pune o instinto natural de explorar seu belo mundo, interrompendo você com um combate ruim contra inimigos estupidamente desequilibrados, mas também retém os despojos de guerra quando você tenta ser esperto sobre isso.Mostrar maisMostrar menos
Fonte: análises originais de usuários da Steam. Votos de utilidade são um registro arquivado, não dados ao vivo. Última coleta: 15/08/2026.
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