

Spiritfarer®: Edição Farewell
Histórico de preços
Últimos 36 meses · atualizado todo diaOs preços cobrem a Steam e 39 lojas autorizadas; só entram ofertas regulares. O gráfico mostra os mínimos semanais do mercado e o preço oficial da Steam nos últimos 36 meses.


01Sobre Spiritfarer®: Edição Farewell
Em Spiritfarer®: Edição Farewell, você é Stella, barqueira dos falecidos: construa um barco, explore mares fantásticos e cuide dos espíritos antes de ajudá-los a partir. A versão Steam para PC oferece suporte completo a controles e cooperativo local para duas pessoas. A interface está disponível em Chinês simplificado, Chinês tradicional, Inglês, Francês, Italiano, Alemão, Espanhol, Português (Brasil), Russo, Japonês e Coreano. Avaliação dos jogadores: 94% positiva em 47.425 análises. Lançado em 18 de agosto de 2020.
Equipe
Menor valor registrado em 36 meses
US$ 2,362026-07-30 · KinguinJogo base · mesmos registros do gráfico acima; histórico em USD, não o menor preço regional da Steam.Idiomas disponíveis
| Idioma | Interface | Legendas | Áudio |
|---|---|---|---|
| Chinês simplificado | Sim | Sim | — |
| Chinês tradicional | Sim | Sim | — |
| Inglês | Sim | Sim | — |
Mostrar mais 8 idiomas
| Idioma | Interface | Legendas | Áudio |
|---|---|---|---|
| Francês | Sim | Sim | — |
| Italiano | Sim | Sim | — |
| Alemão | Sim | Sim | — |
| Espanhol | Sim | Sim | — |
| Português (Brasil) | Sim | Sim | — |
| Russo | Sim | Sim | — |
| Japonês | Sim | Sim | — |
| Coreano | Sim | Sim | — |
Dados da versão Steam para PC · 2026-10-17
02Antes de comprar
Controle e cooperativo
A versão Steam para PC oferece suporte completo a controles e cooperativo local para duas pessoas; a segunda controla a gata Daffodil.
Idiomas
A interface está disponível em onze idiomas, incluindo português. Não há indicação de áudio completo nesses idiomas.
03Perguntas frequentes
Qual é a proposta do jogo?
Você joga como Stella, barqueira dos falecidos. Construa e aprimore seu barco, explore o mundo e cuide dos espíritos antes de ajudá-los a seguir para o além.
O que dá para fazer?
É possível cultivar, minerar, pescar, cozinhar e criar itens, além de percorrer fases de plataforma correndo, pulando e planando.
Há modo cooperativo?
Sim. Duas pessoas podem jogar no cooperativo local, com a segunda controlando a gata Daffodil. Remote Play Together também é compatível.
“Want a game that has you keeping house and still crying at the goodbyes? It turns building, cooking and hugging into daily care for dying spirits, then has you ferry them off yourself. The story and music are the real draw — the late-game chores wear on you.”
Nosso veredito
Tally it all up and Spiritfarer: Farewell Edition is a work with a perfect emotional core and a flawed loop — worth your time on balance. We score it 8.6.
It defined a genre in 2020 and still sets the bar in 2026
When it launched in 2020, Spiritfarer all but single-handedly defined the "cozy game about dying." Before it, few games dared to make end-of-life care and grief processing the playable core, let alone handle them this unsentimentally and with this much dignity. Its Games for Impact win at TGA 2020 wasn't because it was the most fun; it was because it proved this medium could talk about death gently.
Looking back from 2026, nothing has taken that spot. Cozy games have multiplied in the years since, but on the sheer purity and completeness of "making the goodbye itself the core loop," it remains the yardstick that every peer in the space still gets measured against. Its irreplaceability isn't the art or the music — those can be surpassed — it's the way it handles caring for the dying and finally letting them go, still the clearest reference point in this emotional subgenre.
Who it's for: anyone ready to keep house and cry at the goodbyes
Be clear about who fits. If you want an experience that's genuinely moved by its characters, if you'll spend dozens of hours keeping house and caring for a boatful of souls, and if you've made peace with crying at the farewells, this game was built for you. It's especially good as the one title you can recommend to family who don't play games at all — plenty of people use it as the gateway to get someone they love into the hobby.

It also suits players who like a slow pace, lean into atmosphere, and value emotional payoff over challenge and adrenaline. You aren't here to win; you're here for the company and the goodbyes. If those two words move you, it almost certainly won't let you down.
Who should steer clear
Conversely, a few kinds of player should pass. If you chase combat thrills, optimal numbers, a tight crisp pace, and can't stand backtracking and fiddly housekeeping, the late-game management load will only sour the experience. Its loop was never designed for "challenge" or "efficiency," and holding it to that standard just makes it feel like a slog.
The other group is anyone simply short on time. A 31-hour main story and a forty-something completion run is a real investment for a narrative-forward game, and the game won't hurry on your behalf. If you only want a moving story in two or three hours, something like Gris or Journey suits you better — Spiritfarer asks for long companionship, not a one-shot tug at the heart. It earns its tears by making you do the daily work first, and that trade only pays off if you actually have the hours to give it.
Which version, and one last word
Version choice is a non-question: get the Farewell Edition. It folds in the Lily, Beverly, and Jackie & Daria updates and is the most complete, most narratively whole cut, with even local co-op polished. There's no reason to touch the old base release today — this edition hands you a complete emotional loop, and the added characters happen to fill the narrative gaps the original left open. It supports local co-op, with the second player steering Daffodil the cream-colored cat, ideal for sharing the voyage with a partner or family — one sails, one helps keep house, which fits the game's "live it together" spirit exactly. It's on every platform — Switch, PlayStation, Xbox, PC — and looks consistent everywhere, so any machine gives you the same ache. Spiritfarer: Farewell Edition is not a flawless game; the late-game management wears on you, and the backtracking and chores are real shortcomings we won't paper over just because it moves you. But on the one thing it truly cares about — telling a string of lives about loss and farewell well — it hits the highest mark in its class. Opposite Stardew Valley's management-first, feeling-as-byproduct approach, here management is only the vehicle and the goodbye is the lead. Spend the dozens of hours, care for a boatful of souls, remember each of their tastes and stories, then ferry them one by one through that glowing door, and it pays you back with a journey you won't forget for a long time. Few games will ever ask you to practice goodbye this many times, and fewer still will leave you grateful that they did. You were never here to win.
Análises populares da Steam
Seleção no idioma original · 10 análisesAs análises úteis selecionadas neste idioma trazem recomendações e críticas. A seleção não representa a avaliação positiva geral; as opiniões refletem a versão analisada.
Spiritfarer me fez lembrar do meu irmão, que se foi há 2 anos, e me emocionou de uma forma que poucos jogos conseguiram. Poder abraçar alguém que se ama, se despedir segundos antes da travessia para o além, é algo que esse jogo proporciona e eu não tive na minha perda. A narrativa não é triste, pelo contrário. Provoca emoções positivas e uma análise sensível sobre legado, marcas que deixamos nos outros e eles deixam na gente. O core do gameplay é uma mescla de gerenciamento com exploração muito bem feita, mas que acaba cansando um pouquinho em alguns momentos. Indico demais para todos, especialmente aqueles que perderam alguém querido. Meu Review completo 👇 https://gamehall.com.br/analise-spiritfarer-e-um-belo-jogo…/Mostrar maisMostrar menos
Spiritfarer: Uma linda perda de tempo Eu juro que tentei MUITO gostar desse jogo. Os visuais, animações e músicas são incríveis, o conceito é bom e super fofo, mas... Spiritfarer não é só entediante, é chato e repetitivo. O jogo consiste em você ficar navegando pra lá e pra cá, de ilha em ilha, com um trajeto longo entre elas, pra depois que você chegar nelas, poder explorar as pouquíssimas coisas que elas oferecem. Você coleta recursos, tem conversas inúteis com dezenas de NPCs iguais e sem relevância, e acha um ou outro baú escondido que te da... mais recursos! Teve vezes que eu fui embora de uma ilha sem fazer NADA, porque ela só tinha um NPC aleatório. O sentimento que eu to gastando muito do meu tempo pra tão pouco é constante, mas claro, você pode fazer coisas no barco enquanto espera chegar no seu destino! Da pra cozinhar, plantar, pescar, refinar matéria-prima e construir... e todas essas atividades são repetitivas e entediantes. Além disso, reparem: Mais da metade dessas tarefas são com o intuito de fazer comida no fim. E pra que serve a comida? Pra alimentar seus passageiros, o centro desse jogo. Porém, adivinhem: Eu odeio todos eles. Eles só ficam pedindo comida toda hora, te dão um monte de tarefas e ajudam pouco, e isso seria tolerável se eu pelo menos gostasse deles. Caso vocês não saibam, a protagonista, Stella, é a sucessora de Caronte, ela é a nova barqueira de almas. E pelo menos até onde joguei, TODOS meus passageiros eram família ou amigos da Stella. Se já não bastasse isso não fazer muito sentido (bom, porque um barqueiro de almas não da passagem só pros seus conhecidos), como faz parecer que os desenvolvedores acharam que apenas isso bastasse pra existir uma conexão emocional do jogador com esses personagens, porque o jogo não tenta construir uma. Você encontra seu passageiro, faz uma quest dele, ele embarca no seu barco e fica lá pedindo comida e te dando mais quests, contando como a vida dele foi triste. Quando ele vai embora, ao invés de ser emocionante, como deveria ser, é um ALÍVIO, porque é menos uma boca pra alimentar. Ser parente da Stella não é o bastante pra eu automaticamente gostar de um personagem, especialmente porque eu não tenho carinho pela Stella também. Ela é uma protagonista muda, sem personalidade, e o máximo de "interação" que ela tem com os outros personagens é a mudança de expressão dela no meio do diálogo que... eu sinceramente notei poucas vezes porque, bem, eu tava olhando pro texto, não pra cara dela. Construir e melhorar o barco são as poucas coisas que dão algum sentimento de progresso/recompensa/conquista (tirando o fato das construções não encaixarem bem uma nas outras, não jogue isso se você for fã de Tetris). Mas infelizmente isso não compensa pelo resto das coisas, principalmente porque coletar matéria-prima é entediante também. Eu joguei esse jogo por mais de 10 horas, com a esperança de que ele iria melhorar alguma hora. Me senti compelido a escrever isso porque fiquei inconformado com o tanto de review positiva. E não me entendam mal, eu fiquei muito triste por não ter gostado, porque é um jogo muito lindo e fofo, e tinha um conceito com muito potencial, mas infelizmente foi mal executado.Mostrar maisMostrar menos
Não sou muito de escrever review em jogos, mas não poderia de deixar meu relato sobre esse. Sou psicólogo e por 3 anos trabalhei com cuidados paliativos, assistência a pacientes terminais. Não pude deixar de relacionar esse jogo ao trabalho em cuidados paliativos. Um jogo que fala sobre cuidado, afeto, aproveitar o máximo da vida, refletir, aceitar e evoluir diante das imperfeições. Tudo isso com gráficos pintados à mão e uma trilha sonora impecável. Me emocionei muito a cada despedida, lembrei dos pacientes que passaram pela minha vida e que também deixaram marcas, assim como deixaram na vida da Stella. Spiritfarer é o tipo de jogo que você encontra por acaso, compra pra ter na biblioteca e, quando dá uma chance de verdade, não deixa de se surpreender pela profundidade aliada à diversão.Mostrar maisMostrar menos
O jogo e ótimo em vários aspectos, mas simplesmente não recomendo porque não me prendeu, basicamente tu e escravo de um monte de espírito triste e vagabundo.Mostrar maisMostrar menos
-Para quem esse jogo foi desenvolvido? ( ) Crianças (x) Tudo e todos ( ) Adolescentes ( ) Adultos ( ) Pessoas que conhecem a morte --Texturas, Gráficos, Lindeza? ( ) Parece com os gráficos dos jogos do Atari ( ) 220 x 120p ( ) Meia boca, tem piores ( ) Dentro da média atual ( ) Quase um The Witcher 3 ( ) The witcher 3 (x) Isso veio de outra dimensão --Falhas ( ) Isso é uma falha ( ) Bug pra todo lado, tipo tiro em favela no Rio ( ) Muita falha mas dá pra jogar ( ) Bugs que são legais e não atrapalham ( ) Sem falhas (x) Esse jogo saiu perfeito do forno --É difícil? ( ) Basta assisitr o jogo (x) Zera com uma guitarra ( ) Pega logo as manha, mas sempre normal ( ) Bem desafiador, as vezes difícil ( ) Vai dar rage,bater na mãe,se matar,até conseguir ser pro. --Tem uma história? ( ) Não, um Pubg da vida ( ) tem história só pra não dizer que não tem ( ) Dá pra gostar da história ( ) Consegue te arrancar uma lágrima ou duas (x) Dava pra fazer um livro ( ) Deveria constar no curriculo do Ensino médio --Audio, músicas ( ) Jogue mutado ( ) Dá pra escutar ( ) Os caras capricharam no áudio ( ) Baixe a play list pra escutar no ônibus (x) Toque o tema no seu casamento --Trambolho necessário pra rodar ( ) Nokia 1995 ( ) Windows 98 sem placa de video (x) Um PC meh, com um I3/I5 e com uma gt 730 ( ) Um PC decente, com uma gt 1030 ( ) Um PC já considerado gamer ( ) Invista no minimo 4k em hardware ( ) SLI de 1080ti ( ) Esqueça, a tecnologia atual não dá conta --Compesa comprar? (x)Vale cada centavo ( )Espere ficar na promoção ( )Não ( )jogo mer@#,como pode ter alguem feito essa por#! --NOTA-- 10/10Mostrar maisMostrar menos
Vou começar dizendo o que não gostei: *O jogo tem MUITOS bugs, recomendo darem uma lida na página de Discussão do jogo. Eu não encontrei nenhum bug até as últimas quests (entre 17-18h de gameplay), mas tem gente que acha bugs em menos de uma hora de jogo e não consegue prosseguir pois o jogo te dá soft lock. A única "solução" que o developer dá é utilizar um save anterior ao bug ocorrer. *Muito grind. Entendam que o problema não é adquirir recursos, e sim processar eles. Tem uma cadeia de 2 ou 3 máquinas para produção de algumas coisas, para piorar, a produção das coisas é lenta e manual (não tem como deixar algo produzindo e voltar depois para o produto feito). Pontos positivos: É a melhor história sobre a morte que já vi em jogos, triste na medida certa, com diferentes pontos de vista e histórias comoventes. O jogo tem um bom sistema de fast-travel. O mapa é vasto, e pode ser explorado a vontade pelo jogador. Não existe pressão temporal, o jogador faz as coisas em seu próprio tempo.Mostrar maisMostrar menos
Spiritfarer é um jogo que, assim como diz na sua própria sinopse, trata sobre a morte, mas na verdade ele consegue tratar de uma maneira extremamente encantadora, sem envolver religião, algo muito além disso, que é a nossa própria vida, a maneira com que as pessoas passam por ela, e também sobre a inevitável despedida. Poderia falar sobre os pontos técnicos do jogo, como o quão belo visualmente ele é, o quanto suas músicas são maravilhosas, ou quanto tudo é feito com um notável carinho pelos criadores, mas seria superficial demais considerando o tanto que esse jogo conseguiu mexer comigo e me envolver a cada minuto de gameplay. Só os meus amigos mais próximos sabem o quanto eu não paro de elogiar esse jogo e de sofrer a cada detalhe! Já saiba que essa análise não será curta, então se continuou até aqui comigo e está curioso, senta que lá vem textão. Eu, como alguém que tem extrema dificuldade em lidar com despedidas, e ainda mais dificuldade em lidar com a morte, me vi repetidas vezes sentindo meu coração em pedaços ao ter que me despedir de algum personagem, até mesmo dos que eu menos me apeguei, mesmo que eu já soubesse desde o momento que o encontrei que essa hora chegaria. Cada despedida foi dolorosa e necessária, e cada uma delas me deixou uma lição, que cada pessoa pode interpretar de maneira diferente de mim, é justamente essa a beleza de toda a história! O ponto forte dessa obra são justamente eles, os personagens e suas histórias de vida e de morte. Alguns personagens são extremamente cativantes e até mesmo engraçados, já outros são mais contidos, mas não significa que eles não tem algo valioso a te ensinar. Talvez algum deles até te faça lembrar de alguém que você conhece, ou até mesmo de alguém que já se foi, o que foi o meu caso e que me fez ficar ainda mais triste com a iminente despedida e passar por todas as fases do luto de uma só vez, me recompor e voltar a jogar porque eu simplesmente queria mais. A maior lição que eu posso dizer que esse jogo deixa, com toda a certeza do mundo, é que ninguém passa pela sua vida sem deixar nada, há sempre algo a se aprender, que se você tiver esse cuidado em tentar entender o outro, pode ter certeza que você levará um pedacinho dessa pessoa com você para onde quer que você vá, por mais doloroso que esse aprendizado possa ser. E talvez até mesmo repensar que tipo de aprendizado você está deixando na vida das pessoas. O jogo mostra justamente isso, cada personagem chega para te ensinar algo novo, que mesmo depois que ele se vai, ainda há um pouco dele em você, além da saudade e a certeza de que um dia você se juntará a ele, mas não naquele momento, ainda há mais para aprender, ainda há mais para ensinar, ainda não é a sua hora. Recomendo esse jogo com toda a certeza do mundo para qualquer pessoa que esteja aberta a repensar a morte, ou até mesmo repensar a vida, e para qualquer um que adore jogos que te faça refletir e te traga boas histórias! ♥Mostrar maisMostrar menos
O jogo é muito bonito, bem relaxante de jogar, a viagem entre os locais, os crafts, tudo bem relaxante, exceto por uma coisa que matou o jogo pra mim, que é COMO OS DIÁLOGOS SÃO EXAUSTIVAMENTE LONGOS! Na minha opinião é claro. Eu entendo que é um jogo mais focado na relação entre os personagens, então diálogos são necessários, mas primeiro que não é diálogo, é monólogo, o personagem principal só ouve, poderiam ter feito conversas mesmo, ficaria melhor, mas o problema não é esse, o tamanho dos diálogos é o problema. Teve um momento que determinado personagem me chamou para falar que queria comer uma comida específica, eu precisei avançar mais de 10 vezes o diálogo para o personagem no fim dizer que queria comer frango. Tem diálogo que eu simplesmente dou skip, porque é pura enrolação. Os npcs que eu vejo nas ilhas também, é diálogo de mais de 10 avanços pra falar que gosta de cuspir da ponte, é demais. Se vc não se incomoda com isso, entenda minha análise como positiva, caso isso te incomode como me incomoda, não vale a compra.Mostrar maisMostrar menos
"Querido vazio, eu aprendi um truque novo. Eu descobri que não adianta te preencher, afinal, não é completude o que você quer. Porque aí você deixaria de ser vazio, e ninguém gosta de deixar de ser o que é. O que você quer é um pouco de atenção. [...] Querido vazio. A ausência do furo dá sentido à roda. A ausência da porta dá sentido à casa. A ausência entre os acordes dá sentido ao ritmo. A absência é uma mal necessário e o silêncio tem muito a dizer, pra quem duvida é só parar na beira de um rio e ouvir. Querido, maldito, infinito vazio. Depois de muito chorar, depois de muito sofrer, hoje sou eu que procuro você." - LudoviajanteMostrar maisMostrar menos
JOGO AVIADADO. É BACANA PRA QUEM CURTE TOMAR UM SUCO DE LARANJA E RELAXAR. UM SIMULADOR DE VIAJEM. OU MELHOR, UM LIVRO JOGÁVEL. 100 INIMIGOS, 100 OBSTÁCULOS DESAFIADORES. APENAS UM JOGO DE FAZENDINHA QUE COM O TEMPO ENCHE O SACO. A ARTE É BONITA E COMO DISSE É BOM PRA QUEM CURTE ESSE ESTILO DE JOGO. PRA MIM NÃO COLOU. FICOU MAÇANTE _-Mostrar maisMostrar menos
Fonte: análises originais de usuários da Steam. Votos de utilidade são um registro arquivado, não dados ao vivo. Última coleta: 15/08/2026.