

The Messenger
Histórico de preços
Últimos 36 meses · atualizado todo diaOs preços cobrem a Steam e 39 lojas autorizadas; só entram ofertas regulares. O gráfico mostra os mínimos semanais do mercado e o preço oficial da Steam nos últimos 36 meses.


01Sobre The Messenger
Quando um exército demoníaco invade sua aldeia, um jovem ninja parte para entregar um pergaminho essencial à sobrevivência de seu clã. The Messenger começa como um jogo clássico de ação e plataforma e se expande para uma aventura temporal, com movimentos acrobáticos, novas habilidades e caminhos secretos. Análises na Steam: 92% positivas entre 10.756 análises. A versão Steam para PC oferece modo para um jogador e suporte completo a controles.
Equipe
Menor preço registrado em 36 meses
US$ 3,162026-07-30 · KinguinJogo base · mesmos registros do gráfico acima; histórico em USD, não o menor preço regional da Steam.Idiomas disponíveis
| Idioma | Interface | Legendas | Áudio |
|---|---|---|---|
| Chinês simplificado | Sim | Sim | — |
| Chinês tradicional | Sim | Sim | — |
| Inglês | Sim | Sim | — |
Mostrar mais 7 idiomas
| Idioma | Interface | Legendas | Áudio |
|---|---|---|---|
| Francês | Sim | Sim | — |
| Alemão | Sim | Sim | — |
| Espanhol | Sim | Sim | — |
| Japonês | Sim | Sim | — |
| Coreano | Sim | Sim | — |
| Português (Brasil) | Sim | Sim | — |
| Russo | Sim | Sim | — |
Dados da versão Steam para PC · 2026-10-17
02Antes de comprar
Modo e controles
A versão Steam para PC oferece modo para um jogador e suporte completo a controles.
Idiomas
A interface inclui inglês, chinês simplificado e tradicional, entre outros idiomas. Os idiomas listados têm legendas, mas não dublagem completa.
03Perguntas frequentes
Qual é a premissa?
Um jovem ninja precisa entregar um pergaminho vital para seu clã enquanto demônios atacam sua aldeia.
Que tipo de aventura é?
O que começa como um jogo clássico de ação e plataforma se transforma em uma aventura de viagem no tempo.
O que dá para descobrir?
É possível descobrir melhorias, habilidades novas, fases secretas e caminhos alternativos.
Análises populares da Steam
Seleção no idioma nativo · 10 análisesAs análises úteis selecionadas neste idioma mostram recomendações e críticas. Esta seleção não representa a avaliação positiva geral; as opiniões refletem a versão analisada.
muito bomMostrar maisMostrar menos
Um metroidvania que NÃO devia ser um metroidvania The Messenger é um jogo indie 2d lançado em 2019, desenvolvido pela Sabotage e publicado pela Devolver, apesar de ser um jogo interessante e até divertido, ele é bem superestimado e um pouco mediano e calma que irei explicar o porque Gameplay A gameplay do jogo é boa, é simples mas funciona, não tenho muito o que falar dela Gráficos Os gráficos são bem bonitos, esse estilo 16bit é muito bom, pra mim é um grande ponto positivo do jogo Trilha sonora Muito boa, pode enjoar as vezes, mas ela é muito boa Problemas Vai por mim, The Messenger tinha um potencial de ser mais do que ele é, mas parece que os desenvolvedores não sabiam o que fazer com o jogo, pois no começo do jogo ele vira um jogo de plataforma 2d linear, igual um Mario da vida, que vai por mim, estava bem legal, você tbm enfrenta alguns boss no caminho, tem o lojista que é dahora, ou seja, o jogo é muito bom no começo... até você chegar na torre do tempo e ter que fazer um desafio pra chegar no topo, que pra mim foi um pouco difícil, mas legal, e dps de conseguir você tem uma espécie de ""boss final"", que você enfrenta ele, derrota ele, e dps você meio que vira o herói do Oeste que você encontra no começo do jogo, dps o jogo continua com você em outro lugar, mas ainda continuava no ritmo de ser meio linear ainda, que estava agradável ainda, mas depois ele do nada, sim, DO NADA ele vira um Metroidvania... jesus cara, eu vou explicar do porque eu acho desnecessário esse jogo ter virado um metroidvania do nada, primeiro que o mapa dele é sem graça e vazio, não tem npcs, não tem um lugar com segredos ou nada, parece que o mapa desse jogo não foi feito pra ser um metroidvania, tanto que nem tem atalhos nele, outra coisa, os inimigos desse jogo não tem variação, nem ao menos tem um inimigo com cor diferente, você vai numa área gelada e tem o msm inimigo que solta fogo em uma área com lava, é broxante ver que não tem quase nada de variações de inimigo, principalmente por ter várias areas que dava pra fazer inimigos únicos igual é em outros jogos como Hollow Knight que é do mesmo gênero, e também parece que não tem mais objetivo no jogo, ele fica simplesmente cansativo pq vc não sabe o que fazer nele, o mapa já é vazio, sem graça, não tem npcs, não tem atalhos, segredos, NADA, e você não sabe o que fazer, você anda pra lá e pra cá sem ao menos saber o que você está fazendo, parece que os devs do jogo pra fazer ele ser mais longo decidiram fazer ele ser um metroidvania pra arrastar o jogo pra ter mais horas, porém isso deixa ele cansativo d+ e chato, se ele tivesse terminado naquele boss da torre do tempo, já estaria satisfeito, mas não, arrastaram o jogo e deu nisso, um jogo vazio, cansativo, mediano, sem objetivo. Eu realmente gostei das primeiras horas, até a torre do tempo, e até um pouco dps de vc derrotar aquele boss, mas quando o jogo te deixa livre, perdeu a graça, The Messenger é bom mas medíocre como um metroidvania, ele é muito inferior a outros como Hollow Knight e Ori, só não é pior que um Chasm da vida, mas do resto achei ele bem mediano Minha nota pra ele é um 7, porque o começo é bom mas o resto é tristeMostrar maisMostrar menos
CarlosMostrar maisMostrar menos
Esse é um game que as pessoas hyparam a muito tempo e eu sempre tive vontade de jogar; então a oportunidade chegou, e sinceramente foi uma decepção. O grande problema do game é que, ele não sabe o que quer ser. Começa como uma versão de Ninja Gaiden do NES, e até um certo ponto é legalzinho, apesar de ser tudo muito simples e fácil. Aos poucos a dificuldade vai aumentando mas até aí tudo bem. Até chegar na Torre do Tempo. O jogo deixa de ser uma versão debochada de Ninja Gaiden e parte para puro plataforma de precisão como Celeste, Super Meat Boy e afins, onde você tem que fazer a fase praticamente perfeita ou então morre. E morre, morre, morre e MORRE. É uma mudança tonal do game que realmente quebra demais o ritmo - para ter uma ideia, até então eu só tinha morrido umas duas ou três vezes; chegando nesse trecho eu acho que devo ter morrido umas 50... Só desse ponto o jogo já fica muito sacal, mas é depois de umas 3 fases que entra o grande "plot twist": o jogo vira um metroidvania, muito esculachado. O grande problema é que, além de ter que ficar voltando pra lá e pra cá quase sem nenhum atalho, pois os warp points são MUITO afastados e muitas áreas não possuem warp, o que te obriga a passar de uma outra fase quase inteira para chegar onde quer. Para piorar, o seu personagem não aprende nenhuma habilidade que vai realmente ajudar no seu progresso daí pra frente; tudo o que você vai encontrar são praticamente chaves para outras áreas, pois tudo o que você precisa de habilidade você ganha no decorrer da parte "de fases", e vai ter que praticamente passar pelos mesmos obstáculos todos novamente (mesmo com a mecânica que muda as fases um pouquinho). Quase que me deu vontade de desistir, sinceramente. Só tem uns dois chefes novos (que nem são tão bons assim), e detalhe, MAIS UMA mudança de gameplay, dessa vez para um desses jogos de nave. Falando nos gráficos e tals, o jogo é bonito, mistura 8 bit com 16 bit e a trilha sonora é legalzinha mas enjoativa. Não tenho muito o que comentar da apresentação do game, cumpre a sua parte. Enfim, já que todo mundo dá tanto hype nesse game, eu deixo ele como negativo. Foi divertido até a metade, até ficar completamente esquizofrênico: tentou fazer muitas coisas mas eu acho que não ficou legal em quase nenhuma delas.Mostrar maisMostrar menos
Faz tempo que não vejo um metroidvania de qualidade por aqui. The Messenger é um jogo linear em plataforma que cumpre seu papel ao trazer diversão e desafios mesclados a um enredo excêntrico, mostrando o esforço e o carinho da Sabotage. Para muitos, títulos como este que tem uma pegada retro são ultrapassados e não proporcionam a mesma experiência como outros que fizeram sucesso na época. Pois então, qual o diferencial que encontramos aqui? A construção do enredo foi feita de tal forma que não se tornasse nem um pouco clichê ou entediante, além de fazer uso de ferramentas atuais na implementação de toda e qualquer mecânica. Em The Messenger assumiremos o papel de um ninja, que por sinal é o mais preguiçoso e menos dedicado da ilha. Após um ataque ao seu vilarejo por um rei demoníaco, o herói do oeste lhe dá o dever de carregar o pergaminho até o outro lado da ilha, mas mal sabia ele como seria árdua a sua jornada como O Mensageiro. Durante a sua viajem, desafios e revelações serão estampados na vida de nosso protagonista. Tal linearidade e compromisso para com o enredo principal terão durações um tanto quanto curtas, e um certo tom de liberdade passa a entrar em cena, abrindo um leque de novos caminhos. A jogabilidade se mostrou suave e bem implementada, mesmo que o conceito já fosse comum em outros jogos. Ser ágil, pular e atacar são habilidades já esperadas de um ninja, conseguimos realizar "saltos infinitos" no ar ao atacarmos inimigos ou algumas lâmpadas. Com a possibilidade de "pular à vontade" e ter um maior controle de sua movimentação podemos até mesmo realizar uma espécie de grinding sob nossos inimigos, o que se torna obrigatório contra alguns bosses e em certas partes do cenário. Determinados chefões serão bem mais difíceis de se encarar do que outros, nos remetendo ao assunto de que desafios estão inertes neste título, assim como em algumas regiões do cenário. Como já foi dito, The Messenger apresenta gráficos retro, os quais contém as ilustrações mais bem feitas que já vi em títulos semelhantes, e uma soundtrack incrível e original, sendo um dos pontos mais chamativos de todo o jogo. Os cenários são ricos em detalhes, e em meio a eles não nos perguntaremos "onde estou?" mas sim "quando?", visto que faremos viagens temporais. Estas viagens mudam o cenário de tal forma que, além de liberarem passagens que antes eram impossíveis de se atravessar, há uma alternância gráfica e sonora entre 8-bits e 16-bits, o que é sensacional. No decorrer do seu progresso teremos checkpoints, e alguns destes checkpoints serão uma passagem para a loja. Na loja teremos um lojista, que é um ser encapuzado e também a figura mais humorística que teremos em todo o jogo. Para não dizer que o humor está restringido ao lojista, teremos vários e vários momentos cômicos com a vivência de nosso ninja. Isso é possível graças à localização para português do Brasil, que ficou bem fiel com as piadas do inglês. Bom, voltando ao lojista, ele nos venderá diversos aprimoramentos e nos dará equipamentos que serão essenciais para seu avanço. Para ser franco não tinha colocado muitas expectativas neste jogo, e acabei ficando boquiaberto com as mais diversas surpresas, sustos e gargalhadas num título com uma proposta simples e tão criativa. Possui Steam Achievements Steam Trading Cards Compatibilidade total com controles de console Steam Cloud Localização para Português do Brasil Qualquer erro encontrado, favor seja educado e comente abaixo. Caso queira, deixe suas dúvidas ou sugestões. Spoilers? Não esqueça de utilizar a tag spoiler. Review para curadoria Jogos grátis BrasilMostrar maisMostrar menos
É um jogo bem problemático.. Com uma estética charmosa e uma gameplay satisfatória de se dominar, The Messenger tem suas primeiras horas de gameplay como um jogo bem promissor e até que diferente da proposta de indies atuais. Isso tudo muda lá pra metade do jogo, onde ele se revela ser um Metroidvania, o que pode ser uma surpresa agradável para muitos, e uma decepção terrível para outros. Particularmente gosto bastante de jogos Metroidvania, não necessariamente da ideia, mas da execução que vários fazem, execução essa que não vejo com bons olhos em The Messenger. A pouca variedade de inimigos, junto do principal, que seria a gameplay extremamente repetitiva e maçante com MUITO backtracking da parte Metroidvania, me deixa com um gosto amargo, já que nunca imaginei que poderia me decepcionar tanto assim com uma mudança de gameplay dentro de um jogo. O problema não seria a ideia de Metroidvania aqui, e sim a forma que foi executada. Ele poderia ser uma fácil recomendação para todos, mas no fim, para mim ao menos, se revelou como uma enorme decepçãoMostrar maisMostrar menos
Review | The Messenger Um jogo que conta a história de vários mensageiros e por ironia do destino, você, o ninja mais inexperiente foi escolhido para carregar um pergaminho que possui uma grande magia Mesclando de forma muito interessante os universos de 8bits e 16bits, The Messenger promete trazer uma ótima experiência para os amantes de platformers pixelados. The messenger, inicialmente tem uma proposta muito simples, a de ser um jogo com dificuldade gradativa e linear, típica característica dos jogos do Nintendinho, mas funcionando de uma forma bem melhor e fluida, porém a linearidade dele é só até um certo ponto do jogo, mais especificamente até você conseguir o mapa, deixando o jogo completamente aberto para uma segunda exploração, tornando-se um metroidvania completo e com viagem no tempo, de uma forma semi-livre, pois ainda são necessários os acessar alguns portais em áreas específicas para isso, fazendo com que alguns lugares que eram inalcançáveis, ou inacessíveis, agora fiquem completamente acessíveis. O gameplay é um dos pontos mais fortes do jogo, com um personagem que é sempre rápido, fazendo com que um dash seja completamente desnecessário e com suas acrobacias que são vistas logo no início do jogo que lhe é ensinado como “dar saltos infinitos enquanto houver algo para bater” (é como eu decidi chamar essa mecânica), uma ótima substituição ao duplo salto, que era algo bem comum em jogos desse tipo e ainda conta com uma árvore de habilidades bem singela, mas que também ajuda no decorrer do jogo. Cada chefe possui a sua história, ou propósito, diferenciando da maioria dos jogos que os chefes são sempre subordinados do chefe final e isso é um ponto muito interessante, pois chegar num chefe e ver o que ele vai falar ou fazer é sempre uma novidade, além de você ter que usar tudo que aprendeu até o momento para conseguir derrotar cada chefe, coisa que alguns jogos esquecem e só utilizam a última habilidade que você aprendeu. Mas o The Messenger não vive somente de gameplay, pois além disso, ele possui uma pixel art muito bem feita e agradável aos olhos, mostrando uma qualidade similar ao Shovel Knight, sendo um game com visual retrô, mas que utiliza todos os recursos possíveis da atual geração. The Messenger também traz como uma das principais características do jogo o seu humor, que foi muito bem localizado para o nosso idioma e é cheio de referências a outros jogos, principalmente com o Ninja Gaiden, que é algo notável desde o início do jogo. (Dica: Converse com o lojista sempre que possível e leia todos os diálogos, você não vai se arrepender). A trilha sonora é outro ponto chave do jogo, com músicas contagiantes, que envolvem o jogador ainda mais com o jogo e que se mesclam de acordo com a “era” em que você está jogando, ou seja, se estiver jogando na era de 8 bits a música vai acompanhar as limitações da era em 8 bits, da mesma forma com se estiver na era dos 16 bits e isso apesar de parecer algo bem simples, é uma coisa que se pararmos pra pensar é bem significativo. Conclusão: O jogo segue fielmente a sua proposta, que era a de entregar um jogo com uma aparência retrô e um game design dos tempos atuais, desafiador e com um toque bem grande de humor, mas o que me deixou mais impressionado foi o fato de existir dois jogos completos em um único, mostrando do que a Sabotage é capaz de executar. The Messenger com certeza está entre os melhores jogos independentes lançados esse ano e com certeza vale a pena pegá-lo no lançamento. Agora vocês devem estar se perguntando: “O que deve ter escrito nesse pergaminho mágico que ele carrega cegamente para cumprir o seu destino?”. Para saber a resposta vocês vão ter que jogar e posso garantir, vocês vão rir muito. Análise feita e fortalecida através do curador do site Lokoo Apoie-nos seguindo nossa Curadoria para futuras análises.Mostrar maisMostrar menos
Um jogo ótimo! Mas que...eu não ache que valha muito a pena. The Messenger é um típico jogo indie que faz uma homenagem a jogos antigos, especificamente Ninja Gaiden e jogos da época, que possuem uma dificuldade alta pra sugar o máximo de fichas em um fliperama. Mas esse é de fato um dos melhores fatores do jogo, não o pior. Sua dificuldade elevada afinal é uma de suas maiores propostas, como um jogo homenagem a estes jogos da época com esse funcionamento. A questão é que... The Messenger fica chato! Não me entenda mal, não quer dizer que o jogo seja uma bosta cagada, não não! A parada é que o restante de sua gameplay não é muito cativante. Depois que The Messenger, uh, """zera""", você é introduzido ao fator de looping temporal do jogo. Com ele é apresentada a mecânica de ir pro futuro nas fases, e é ai que o jogo peca. "Ué mas na proposta principal dele ele é ruim?" É! Mas é pelo fato que não trabalham bem a rejogabilidade das fases. Você vai pro futuro delas, ok. Mas a estrutura continua sendo a mesma, com alguns desafios a mais pra coletar um medalhão que não dá uma recompensa realmente recompensadora no final. Quando o jogo possuía um funcionamento mais linear, era ali onde ele brilhava de verdade, pois é neste ponto que você vai descobrindo as coisas novas. As piadas, as histórias do Lojista, os upgrades que você encontra e compra, além dos diálogos sobre as fases, dão um gás gostoso pra continuar prosseguindo no jogo, naquele interesse de saber "o que será que o Lojista vai falar", ou "o que vou encontrar na próxima fase?" ...A questão é que depois do "looping temporal", o jogo fica sem graça. Os primeiros minutos são divertidos sim! Não me entenda mal, pois assim que você descobre que vai ser você com quem vai acabar com a maldição uma vez de todas, o jogo ainda lhe introduz umas duas fases novas. A parada é que depois, você tem que realizar um monte de backtracking pelo jogo ser um sub-metroidvania, com só algumas partes sendo realmente "engajantes" porque são uns momentinhos de plataforma desafiantes. O jogo não possui upgrades depois disso, e a esse ponto lhe falta só 2-3 pagos largados lá no Lojista pra você pegar. Depois que pega? Ha! Você vai jogar o resto do jogo fazendo a mesma coisa. E como eu sou um tipo de pessoa que gosta MUITO de explorar todos os cantos de um jogo pra estender seu tempo de vida pra mim, a recompensa de fazer as salas dos medalhões é...uma variante da shuriken? O que?! E ela é pior que a base?! Ah pelamor de Deus. Olha, pessoalmente eu não recomendaria o jogo. Ele acabou me decepcionando e me chateando com a forma extensiva dele de enrolar com backtracking por ser um metroidvania estruturado em cima de uma base de jogo linear, mas ainda tem como você se divertir com ele, pois no fim eu ainda adoro o início que esse jogo tem. É super gostoso! Se quiser, pode comprar! Mas por favor pegue em uma promoção. ...Agradeço a Deus que meu amigo me deu o jogo de presente.Mostrar maisMostrar menos
PLATINEI jogo bom, se eu pudesse, eu apagaria este jogo da minha memoria só pra jogar ele outra vez :DMostrar maisMostrar menos
The Messenger é um jogo 8-bit/16-bit de plataforma 2D que traz uma mecânica de metroidvania bem tortinha do meio pro final do game, gráficos e trilha sonora bons, fazem seu papel mas não tem nada de muito incrível. É bem divertidinho até a torre do tempo , depois disso só fica bem estressante e eu digo isso porque mesmo que você passe das fases não é nada gratificante. Os checkpoints são longes um do outro, morrer faz você voltar bem antes e não é tão difícil perder vida durante as fases, eu não desgosto das habilidades que ganhamos mas a trajetória é tão chata e repetitiva que nem isso me animou. É quase desinteressante, eu só me "forcei" a jogar. O final é bem massante e não tem cara de metroidvania (quando eu comprei o jogo, era classificado como metroidvania), de resto é bom. Não que eu não recomende, é mais um meio termo do que um "não".Mostrar maisMostrar menos
Fonte: análises originais de usuários da Steam. Votos úteis são um registro arquivado, não dados em tempo real. Coletado pela última vez: 15/08/2026.