

The Witcher: Enhanced Edition Director's Cut
Histórico de preços
Últimos 36 meses · atualizado todo diaOs preços cobrem a Steam e 39 lojas autorizadas; só entram ofertas regulares. O gráfico mostra os mínimos semanais do mercado e o preço oficial da Steam nos últimos 36 meses.

01Sobre The Witcher: Enhanced Edition Director's Cut
The Witcher: Enhanced Edition Director's Cut é um RPG para um jogador ambientado em um mundo de fantasia sombria, onde escolhas morais têm consequências. Como Geralt de Rívia, você se envolve em uma trama de intrigas e desenvolve o personagem com habilidades, técnicas de combate e magia. O combate tático em tempo real combina seis estilos de luta, poções, alquimia e armas modificáveis; suas decisões afetam a história e levam a um dos três finais. Avaliação dos jogadores Steam: 89% positiva em 82.077 análises. Lançado em 15 de setembro de 2008.
Equipe
Menor preço registrado em 36 meses
US$ 1,492023-08-18 · Humble StoreJogo base · mesmos registros do gráfico acima; histórico em USD, não o menor preço regional da Steam.Suporte a idiomas
| Idioma | Interface | Legendas | Áudio |
|---|---|---|---|
| Chinês tradicional | Sim | — | — |
| Inglês | Sim | — | — |
| Francês | Sim | — | — |
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| Idioma | Interface | Legendas | Áudio |
|---|---|---|---|
| Alemão | Sim | — | — |
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| Polonês | Sim | — | — |
Dados da versão Steam para PC · 2026-10-18
02Antes de comprar
Modo solo
A página da versão Steam para PC identifica o jogo como para um jogador.
Idiomas
Os idiomas indicados incluem inglês, chinês simplificado e chinês tradicional. A descrição menciona diálogos revisados em inglês e alemão, mas não confirma suporte completo de áudio ou legendas.
03Perguntas frequentes
Sobre o que é a história?
Você controla Geralt de Rívia em uma história não linear, na qual escolhas morais afetam a trama e levam a um dos três finais.
Como é o combate?
O combate em tempo real combina seis estilos de luta, poções, alquimia, armas modificáveis e magia.
Quais conteúdos extras são descritos?
A descrição cita uma história em quadrinhos interativa, um editor de aventuras, duas novas aventuras e outros bônus.
Análises populares da Steam
Seleção no idioma original · 10 análisesAs análises úteis selecionadas neste idioma incluem recomendações e críticas. Esta seleção não representa a avaliação positiva geral; as opiniões se referem à versão analisada.
É difícil a gente escrever sobre um game antigo. Principalmente quando o game foi, e ainda é, aclamado como um dos melhores RPGs de todos os tempos. Apesar de ser visivelmente datado, The Witcher é game que foi minuciosamente desenvolvido para que dure além de sua época. Te garanto, você não estará jogando Watch_Dogs daqui 7 anos... Então, incumbido dessa responsabilidade, preciso antes fazer um paralelo justo. Não podemos comparar The Witcher, por exemplo, com Dragon's Age, lançado em 2009 ou com Skyrim, de 2011. Na mesma época de lançamento de Witcher a gente estava jogando já fazia 1 ano o Elder Scrolls Oblivion, lançado em 2006. Ainda assim, The Witcher teve que brigar com grandes lançamentos de 2007, como os primeiros capítulos de Assassin's Creed, Portal e Bioshock, sem falar no lançamento do blockbuster Call of Duty: Modern Warfare. Ok, agora que estamos todos contextualizados, podemos começar a falar do game. The Witcher é um RPG com todos os elementos e mecânicas clássicas que se espera de um game do gênero. O jogo é baseado na série de livros do escritor polonês Andrzej Sapkowski e conta a história de Geralt of Rivia, um caçador de monstros e um dos últimos remanescentes da classe de Witchers. Pode parecer besteira citar que o game é baseado numa série de livros, mas o escritor Andrzej Sapkowski fez um belíssimo trabalho em criar toda uma ambientação que dá muita credibilidade ao conceito do game. Já que o jogo foi feito em parceria com o escritor e também com sua consultoria, é possível perceber que todos os elementos possuem descrições detalhadas que fazem sentido e que se conectam entre si. Todos os monstros possuem uma história, pontos fortes e fracos. As poções dão atributos relacionados a cada um dos ingredientes com qual foram feitas. As raças, as províncias e seus relacionamentos são baseados em centenas de anos de história. Ou seja, não é um game com uma história simplória a la Assasssin's Creed. Não pegaram um escritor de obituários pra fazer a história do game baseada numa mecânica "legal". The Witcher vem de uma série escrita com seriedade que vem agradando seu público desde 1992. O que mais me impressionou em The Witcher foi a possibilidade gigantesca de decisões que você pode tomar durante o desenrolar de sua campanha. Mas olha, não é aquela decisão do tipo, "mata ou não mata", "sigo a trilha da direita ou da esquerda". Muitas de suas decisões são sutis e menos diretas. Responder uma pergunta de forma mais elegante ou mais ríspida pode mudar o fluxo da história. E se você tá pensando em salvar pra ver o que vai acontecer e depois voltar e tomar a melhor decisão, meu caro, pode ir tirando o cavalinho da chuva. Algumas decisões só trarão resultados depois de muitas horas de gameplay. Ah, e o mais legal, acabei de descobrir que algumas dessas decisões (e itens também!) são levadas para o Witcher 2. Isso dá uma continuidade na trama e expande o universo do game aumentando ainda mais a imersão proposta pelos desenvolvedores. Outro ponto bastante completo e complexo do game é a criação de poções. Os Witchers são experts na criação de substâncias que alteram seu metabolismo. Mas não é tão simples assim. Para colher ervas ou partes de monstros e de animais você precisa conhecê-los antes, e para isso é necessário adquirir livros sobre determinados assuntos para então assim você colher corretamente os ingredientes. Além disso, poções só podem ser produzidas durante seu estado de meditação e para isso você precisa de um local apropriado (uma fogueira ou um quarto de hóspede). Witchers também podem criar óleos, com atributos próprios para melhorar a eficiência de espadas e bombas com diversos efeitos. Witchers também são dotados de poderes sobre-humanos que são chamados de Signs. São 5 no total que são destravados ao longo do game ao serem encontrados de acordo com a história. Cada um deles ajudam no sistema de combate do game de várias formas, desde controlar a mente do inimigo, plantar armadilhas ou atacar com fogo. E por falar em sistema de combate, chegamos provavelmente no ponto principal que fez todo mundo que eu conheço desistir do jogo. The Witcher possui uma forma de combate um tanto confusa, pois ela funde mecânicas de um Dragon's Age (pausa e clique para atacar) com uma câmera OTS (sobre os ombros) e QTE's (quicktime events). É muita sigla pra cabeça né? Vou tentar simplificar: você clica no inimigo que deseja atacar assim que o ícone do seu cursor se tornar uma espada. Você deve clicar UMA ÚNICA VEZ e após o ataque você só deve clicar novamente quando o ícone do cursor se tornar uma espada de fogo. Se você clicar antes, a sequência de golpes é interrompida. Além disso você tem duas espadas, uma de aço, para humanos e animais e outra de prata, para seres de composição mágica, como monstros e espectros. Para cada uma das espadas você possui 3 estilos de luta: forte e pesado, leve e rápido e luta em grupo. Você deve escolher a espada e o estilo para cada tipo de situação. Complexo? Sim. Fácil de entender? Não. Vou pegar o jeito? Sim, em 1 ou 2 horas de gameplay o sistema se torna bastante intuitivo. É difícil no começo, mas depois se torna natural. Um ponto que não considero como negativo, pois acredito ser uma característica do jogo, mas que é importante salientar: The Witcher não é um game open world. O game possui extensos mapas que são divididos em capítulos, ou seja, você irá acessar determinada parte do mapa quando estiver em determinado capítulo do game. Caso você passe para outro capítulo (e normalmente isso acontece sem te avisarem com antecedência), você não terá mais acesso àquela parte anterior do mapa. Quests relacionadas também serão canceladas. É evidente que The Witcher possui gráficos ultrapassados. As animações são mesmo de 2007, portanto não espere nada espetacular. Ele está bem, mas bem bem bem longe do Wicther 2 que foi lançado em 2011. Então é necessário rodar esse game com uma certa tolerância. Agora um alerta. O game possui uma história e quests bem complexos. Muitas vezes não aparece no mapa uma bolinha pra onde você tem que ir, nem uma flechinha na cabeça do cara que você precisa conversar. Então se você não domina o idioma inglês, terá grandes dificuldades em descobrir o que precisa fazer, exceto é claro que você pesquise uma tradução PT-BR no Google da vida. E por falar no idioma, uma curiosidade: Witcher é uma palavra inventada, uma neologia criada ao traduzir a palavra original "wiedźmin". Pois "witch" em inglês significa bruxa e o masculino seria "warlock". Mas os desenvolvedores da CD Projekt Red chegaram num acordo com o autor e acharam que o nome Witcher descreve de forma única a profissão de Geralt of Rivia. :) Pra fechar: The Witcher foi um dos mais complexos games de RPG que já joguei com uma história que faz você se sentir como um real protagonista responsável por suas decisões pronto para assumir suas consequências. As quests se entrelaçam. As missões são interessantes de verdade. Os temas discutidos são adultos. Se você jogar o game ou ler o livro, tenha certeza que está tendo contato com um belíssimo e bem estruturado conteúdo. Veja os screenshots tirados durante a jogatina: http://steamcommunity.com/id/salvego/screenshots/?appid=20900 » Siga meu perfil de Curador do Steam e leia em primeira mão minha próxima análise! Aviso Legal: Textos, fotos, artes e vídeos desta análise estão protegidos pela legislação brasileira sobre direito autoral. 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Bom, eu poderia fazer uma ficha técnica do jogo e analisar os detalhes de uma forma bem objetiva. Entretanto, tanto por preguiça, como por desejo próprio, gostaria apenas de analisá-lo subjetivamente. Essa série tem um hype muito grande, os dois últimos jogos da trilogia parecem ser incríveis. Tentei jogar esse jogo uma outra vez, entretanto, seu nível de curva de aprendizagem, sua mecânica falha e seu sistema de combate fraco me desiludiram. Não importou, para mim, naquele tempo se a história era interessante. Eu simplesmente abdiquei de jogar esse jogo simplesmente por cair num marasmo. Recentemente, senti-me forçado a jogar, tentei me forçar a gostar. Passei do prólogo e do primeiro capítulo. Ao entrar no segundo capítulo, uma onda de questionamentos sobre a lógica dos diálogos, sobre a construção de batalha, sobre as atividades que você precisa se por para conseguir passar pelas partes legais me possuíram. Esse jogo segue um ritmo bastante lento. Tão lento que chega a ser angustiante. Digamos que você consiga superar a parte dos diálogos fracamente construídos, digamos que você suporte as supostas 25h de combate que esse jogo proporciona, você ainda vai ter que passar por missões secundárias fracas, onde o objetivo seria de pegar livros para aprender a buscar suprimentos para fazer suas poções. Você vai ficar andando para lá e para cá diversas vezes até descobrir que o personagem não-jogável com quem deseja conversar só se encontra em tal lugar durante à noite. Você vai se ver morrendo diversas vezes injustamente por um inimigo que te deixou atordoado numa probabilidade aleatória. Você vai morrer diversas vezes devido ao sistema fraco de batalhas. Claro que fazer as poções ajudam, mas você vai acabar se entoxicando e vai ter que salvar o jogo numa parte no início da batalha para que a aleatoriedade te dê uma chance de vencer aquele chefão. Tirando essas partes do jogo, ainda tem os jogos de bebida e de pôquer de dados, o que são terríveis, mal-pensados e acabam perdendo o quê de interessante a partir da terceira vez que você o faz. Esse tipo de mecânica está datado, se você gosta daqueles estilos de jogos JRPG onde você tem que fazer um grinding para seu personagem evoluir ou se gosta de uma experiência 'vai e vem', provavelmente você não vai se sentir tão chateado quanto me senti jogando-o. O jogo não é linear, o que é interessante, sim. O problema é que ele não sabe administrar bem a jogabilidade com o desenvolvimento da história. O jogo valeu o preço que você gastou nele? Provavelmente sim. Entretanto ele não vale o tempo desperdiçado. Sinceramente com 40h, posso jogar outros jogos que vão me fornecer uma experiência melhor. Talvez até mesmo pular esse jogo e jogar o Witcher 2 seja uma solução. Eu, por exemplo, vou ver vídeos de como a história se desenrola e jogar o segundo mesmo, que parece estar bem mais interessante do que esse. Uma outra análise que gostaria de fazer é a de que o jogo consegue ser bem ingênuo. Algumas frases me chamaram muito a atenção no começo do jogo e chegaram a ser motivo de galhofa. Frases de mulheres como 'Vamos ver se a cama mais confortável daqui consegue nos suportar' para frases de mendigos como 'Eu não sou pobre por escolha, a sociedade me fez assim'. Essas são algumas pérolas medianas para o jogo, no decorrer dele, mais delas aparecem. Enfim, isso tudo acabou enchendo meu saco, minha paciência estorou e acho que até escrever uma resenha sobre ele para alertar os meus amigos sobre o quão agonizante essa experiência é algo necessário para os fazerem mudar de ideia. Vendo outras resenhas sobre ele no metacritic me fez ponderar se eu realmente estava sendo duro demais, mas vendo que muitos grupos deram 100 para ele me deixou bem irritado. Mas, como eu não estou analisando ele tecnicamente, acho que posso dar uma nota bem mais condizente com a experiência que EU acho que você vai ter. Diria que esse jogo merece um 40/100. E todos esses 40 pontos vão para um universo bem criado, monstros novos e ambientação bela.Mostrar maisMostrar menos
----<Gráficos>---- ( ) Roblox ( ) 144p ( ) Aceitavel (X) Bom ( ) Ótimo ( ) Cada frame foi pintado por Da Vinci ----<Requisitos>---- ( ) Uma pilha de batata (X) qualquer coisa que conduza energia ( ) Um i5 com uma GPU mais antiga ( ) No minímo uma GTX 1050TI ( ) uma RTX3070 e um gerador industrial ----<História>---- ( ) Que história?? ( ) Tem história só pra não dizer que não tem (X) Uma história digna de prestar atenção ( ) Uma história bem elaborada ( )Mais complexa que Machado de Assis ----<Jogabilidade >---- ( ) Tudo travado igual a coluna de uma senhora de 90 anos ( ) Precisa de dois dedos pra jogar (X) Ruim, mas com muita determinação vai ( ) Gostoso de jogar ( ) Jogabilidade excelente ----<Trilha sonora>---- ( ) Meu peido faz um barulho mais bonito ( ) Deixa mutado (X) Nada de especial ( ) Boa ( ) Memorável ( ) Toque isso no meu funeral ----<Nível de diversão>---- ( ) Tão legal quanto assistir uma poça d'água evapora ( ) Entretém (X) Vai te prender por horas! ( ) Meu mundo melhorou depois de jogar isso aqui ----<Bugs>---- ( ) Esse é o novo CyberPunk ? (X) Dá pra jogar ( ) Os bugs deixam o jogo mais divertido ( ) Um ou dois ( ) A palavra bug é desconhecida ( ) Esse jogo saiu perfeito do forno ----<Tempo de jogo>---- ( ) 3 horas - É aqueles hentais pra ganhar conquista ( ) 8-15 horas (X) 24-48 horas ( ) + 100 horas ( ) Multiplayer inifinito ( ) One Piece acaba e você ainda não fez tudo ----<Dificuldade>---- ( ) Dá pra zerar vendado e bêbado (X) Medio ( ) Com um pouco de prática vai ( ) Bem desafiador, as vezes difícil ( ) Souls like ( ) Você precisa de reflexos instantâneos e 4 mãos ----<Complexidade>---- ( ) Jogo da velha é mais complexo ( ) Dá pra jogar casualmente de boa (X) Fácil de aprender, difícil de dominar ( ) É daqueles jogos que as pessoas ficam estudando ( ) Precisa de, no mínimo, 2 doutorados ----<Preço>---- ( ) De graça ta caro ( ) Socaram o teclado e deixaram o preço que ficou ( ) Compre se tiver dinheiro sobrando ( ) Espere uma promoção (X) Preço justo ( ) É de gratis meu parceiro ----<Para melhor experiencia>---- ( ) Desinstalar. (X) O jogo é Offline ( ) SinglePlayer ( ) Coop ( ) Multiplayer ----<Vale a pena ?>---- ( ) Arrependimento ( ) Reembolsa isso ai ( ) É bom, mas pra zerar uma vez só (X) Recomendo! ( ) Bom pra caralho, JOGUEM! ( ) Queria apagar a memória só pra me encantar de novoMostrar maisMostrar menos
Eu realmente queria terminar este jogo, eu posso dizer a vocês: eu tentei.... The witcher: enhanced edition é um game que realmente tem uma boa história, muito bem contada, com detalhes e personagens carismáticos. Temos um game bem raiz para quem gosta de algo mais complexo ( principalmente no quesito de herbalismo e mágicas), mas se tem uma coisa que me deixou Pistola foi a mecânica do game. TUDO neste jogo é simplesmente travado e mal feito, Geralt (o seu personagem) é tão robótico nos seus movimentos que faz o ROBOCOP parecer realista. Eu realmente joguei por um bom tempo apenas pela pura e simples curiosidade em saber mais da história, mas a gameplay deste é simplesmente mal feita. E não me entendam mal, não tenho problemas com jogos difíceis, pois já zerei dark souls, bloodborne e outros bem difíceis. O problema central deste game não é a dificuldade meus amigos, mas a construção de seu gameplay, realmente eu já joguei games muito bugados e mal feitos, mas com histórias ótimas ( fallout new vegas por exemplo), mas the witcher: enhanced edition perdeu muito pela falta de polimento na gameplay... realmente eu queria poder jogar mais e ver o desenrolar de tudo, ver Geralt vai chegar até o final.... mas os bugs e a gameplay mal trabalhada deste game simplesmente não ajudam. Outra coisa que me atrapalhou muito foi o layout do game, as barras de tarefas possuem letras quase em neon e extremamente pequenas e finas, e se torna muito ruim ler algo por muito tempo sem ter dores de cabeça. Eu tenho problema de visão e achei isso bem ruim.... Enfim, eu não gostei do game por isso, admiro quem conseguiu ter a paciência ( ou insanidade) de zerar este game, mas sinceramente... eu achei bem ruim! Se você é um fanboy retardado da saga e vier me xingar, eu vou te mandar pra casa do crl!Mostrar maisMostrar menos
Tentei jogar The Witcher 1 pela primeira vez em 2016, durante o hype do Wild Hunt (eu tenho dessas de me obrigar a jogar tudo em ordem cronológica. Pular os jogos anteriores está sempre fora de cogitação). Não rolou. Jogo truncado, com uma gameplay estranha, um sistema de câmera confuso, gráficos defasados (o que é o menor dos problemas) e uma história que não me prendeu nos primeiros 30 minutos. Quando se tem dois empregos e mais de 180 páginas de dissertação de mestrado para produzir, é estupidez insistir em jogos "ruins". Consequência disso: até 2021, nunca havia me embrenhando na franquia The Witcher (pelo menos nos jogos). Assim como a maioria de vocês, minha vida mudou bastante nos últimos 2 anos e meu tempo livre aumentou consideravelmente, e talvez por alguma espécie de masoquismo, influência da Netflix, ou fascinação por ruivas, eu resolvi dar outra chance para a saga do Geraldo de Riviera. Começando esta análise pela jogabilidade, que é uma reclamação recorrente naqueles que jogam The Witcher 1, diferente do que eu fiz em 2016, agora eu optei pelo modo isométrico de câmera. Sei que não é a experiência mais envolvente, mas meu foco era o roteiro. Em 10 minutos de jogo eu já revi algumas opiniões. A gameplay desse jogo é muita mais fluida neste modo, lembrando a leveza e dinamismo de bons jogos como Neverwinter Nights, isso porquê o combate fica muito mais estável no modo isométrico. O sistema de evolução de personagem é um pouco inflacionado para o meu gosto, já o de criação de poções (que nada muda de um modo de câmera para o outro) funciona muito bem aqui, e um bom entendimento dele é vital para o jogador não passar perrengue ao longo da trama. O sistema de combate se resume em 4 pontos: saber usar as lâminas e técnicas certas (de acordo com os inimigos), clicar nos inimigos nos momentos precisos, ativar os signos em situações oportunas e em ter uma boa mobilidade (nisso aqui a câmera isométrica é vital). Sobre a trama, que é provavelmente o melhor quesito desse jogo, a impressão que eu tenho é que The Witcher 1 é o encontro entre Tolkien e Martin (regado a muito café e cerveja), ou uma história começada por um e desenvolvida pelo outro. O jogo começa nos apresentando os Witchers, mutantes mercenários matadores de monstros, dando um enfoque maior no protagonista da trama, Geralt de Rívia. Geralt sofre de amnésia e se recorda apenas das premissas mais básicas do seu ofício: "saving people, hunting things, the family business". É nesse ponto que ocorre a transição do dualismo Tolkeniano para um mundo mais complexo, com conflitos raciais, sociais e um caldeirão político nos reinos do norte. Geralt logo no começo da trama recorda-se que humanos podem ser monstruosos e que nem toda criatura sobrenatural é necessariamente maligna. O suposto preto e branco da vida de um bruxo logo dá lugar a inúmeras tonalidades de cinza, isso porquê os próprios witchers são vítimas de preconceitos. Além disso, witchers não são inimigos do "mal", witchers são inimigos dos monstros, no sentido mais stricto-senso possível. Mas o que define um monstro? O número de pernas? A rigidez da pele? A alimentação? O modo como vive? Geralt até tenta ignorar essas questões, fugir dos conflitos humanos e dos dilemas morais, buscando agir como um witcher agiria, mas essas questões espreitam o protagonista em cada esquina, e quando ele menos espera é sugado para o meio de uma guerra política entre uma igreja corrupta e cruel (Ordem da Rosa Flamejante), e um grupo de não humanos revolucionários extremistas (Scoia'tael), com a grata possibilidade de você mandar as duas organizações à merda durante o ato final do jogo. Tal como muitas vezes ocorre no mundo real, ambas organizações são manipuladas por uma terceira, que se beneficia do conflito e do caos gerados pelo ódio. Esta organização criminosa se chama Salamandra, cujas motivações de criar um exército mutante aos poucos se revelam profundas e desesperadas. e levantam as velhas questões como: os fins justificam os meios? Salvar o mundo justifica o assassinato de inocentes e a abolição da liberdade? Mas não se engane, se por um lado a trama se mostra mais complexa do que o maniqueísmo que rege as eras da Terra Média, por outro ela também não se rende ao relativismo moral preponderante nos Sete Reinos de Westeros. The Witcher 1 é uma história de vingança e autodescoberta. Não há decisões fáceis ao longo da jornada, e as consequências das suas escolhas certamente martelarão a sua consciência. Com um final magnífico, um ótimo desenvolvimento de personagens, uma gameplay que exige boa vontade dos mais experientes gamers e gráficos bastante defasados, The Witcher 1 corriqueiramente é ignorado pelos fãs da franquia, que preferem começar as aventuras do Geralt direto pelo terceiro jogo (quando muito dão uma espiada em The Witcher 2, ou assistem alguma gameplay dos jogos anteriores). Eu não culpo esses fãs. The Witcher 1 não envelheceu bem, e mesmo lá nos seus primórdios ele já parecia velho. O que salva o jogo é a sua esplêndida história, e mesmo ela exige um perfil específico de RPGista, que além de priorizar a lore também tenha gasto muitas skill points em paciência, e que aprecie (bastante) a saga do famigerado lobo branco. Ou simplesmente você precisa ter um tipo de transtorno obsessivo compulsivo que te obrigue a jogar antiguidades... Nota: 8/10Mostrar maisMostrar menos
Me forcei ao máximo para gostar deste jogo, porém, as mecânicas de gameplay do jogo estão totalmente quebradas. O jogo envelheceu muito mal para o meu gosto e você percebe um certo desleixo no balanceamento do jogo. Witcher no nível hard tem um pico de dificuldade inacreditável, tendo no início inimigo bem fáceis, contudo, sem nenhum tipo de progressão gradual, a dificuldade cresce de forma totalmente horrível, tornando muitas vezes a progressão do jogo impossível Aos que já jogaram, vocês devem se lembrar da transição do capítulo 1 para o capítulo 2 em que você enfrenta a cockatrice que é praticamente impossível derrotar-la no difícil, ou o hellhound no fim do capítulo 1. Não me importo com o jogo ser difícil, inclusive prefiro jogar nas maiores dificuldades, mas esse jogo aumenta o desafio de forma totalmente abrupta.Mostrar maisMostrar menos
Este jogo é incrível, mas não é para todos, ele possui uma complexidade tática única, o que vai faz muita gente achar ele difícil quando na verdade se você usar a estratégia certa ele fica relativamente fácil. Jogue este o jogo se você: Gosta de Leitura. Gosta de RPG. Gosta de explorar. Gosta de Jogos com características táticas complexas. Gosta de jogos clássicos como os primeiros Dark Souls e Neverwinter Nights. Tem disposição para coletar e craftar itens. Evite este jogo se: Não gosta de Leitura, (Há muita coisa para ler no jogo) Não gosta de RPG ou escolhas complexas. Não gosta de ficar perdendo tempo falando com todos npcs e entrando em todos os lugares. Gosta apenas de lutar metendo a espada nos inimigos sem frescuras como magia e alquimia. Não gosta de jogos datados ou com jogabilidade estranha. Não quer perder tempo coletando e craftando itens. Alquimia O uso de poções não é opcional, é OBRIGATÓRIO. Neste jogo você precisa coletar itens como plantas e partes de animais, comprar e ler formulas para poções e óleos, crafta-los e usar de acordo com o contexto, inimigo e sua estratégia. Essas informações custam caro no jogo, tanto em tempo conversando com npcs quanto em ouro para comprar as formulas. Inimigos e Combates A parte mais divertida para mim e mais odiada para outros. No jogo você possui uma espada de prata e uma de aço, além de 3 estilos de combate, você precisa usar a arma certa no estilo de combate certo contra o inimigo certo, e juntamente com isso combinar a magia e alquimia para explorar as fraquezas dos adversários, isso é fundamental especialmente nos chefes. Os pontos fracos dos monstros e chefes do jogo também não são de graça, você precisa comprar livros, e falar com npcs para descobri-los, o que você pode facilmente perder durante a progressão do game ou simplesmente ficar sem dinheiro para adquirir as informações, deixando o game mais difícil e menos rico em termos de lore. De posse da informação você precisa ficar consultado o codex do jogo para elaborar as estratégias de combate. As coisas não explicitas no codex, por exemplo, ele diz que o chefe do primeiro capitulo é pouco vulnerável a magia Aard, se você se deu o trabalho de aprender ou usar a magia Aard em combate sabe que ela tonteia os inimigos possibilitando que você os mate com um só golpe. De posse dessas duas informações você pode elaborar a estratégia de fortalecer o Aard para matar o chefe "super difícil" do capitulo 1 com apenas um golpe. Mas cabe ao jogador chegar nesta conclusão e planejar com antecedência. Parece algo simples mas a maioria dos jogadores não o fazem pois jogam irrefletidamente. The Witcher não vai te pegar pela mão. cabe a você pegar os insumos que o jogo te oferece para ter uma boa experiência. História A lore da série witcher dispensa comentários, só não posso deixar de mencionar que em diversos momentos o jogo tem coloca entre escolhas morais de fritar a cabeça. Você sempre se pega tentando entender qual a coisa certa até se dar conta que no jogo não existe isto de coisa certa, e que ninguém é inocente. Uma coisa importante é que a história avança de forma inesperada, é normal coisas ficarem para trás na primeira jogada, sempre tenha isso em mente ao entrar em um lugar ou completar uma quest, as vezes o jogo avança e algumas quests não podem ser completadas, outras o jogador acaba deixando passar. Desta forma o jogo tem um valor alta para quem for re-jogar.Mostrar maisMostrar menos
Eu sempre tive curiosidade de jogar o The Witcher 1, mas sempre ouvi que a jogabilidade dele era ruim... enfim, chegou meu momento de jogar... e realmente, a jogabilidade desse jogo é horrível! muito travado para fazer qualquer coisa no jogo! certamente a CD Projekt RED devia da uma nova versão com as funcionalidades dos dias de hoje! creio que muita gente iria querer jogar! tem uma baita história, mas nessa versão antiga infelizmente é bem desapontante. Recomendo esse jogo apenas para quem é muito fã da história do Bruxo! (só por isso fui até o fim e zerei, muitas vezes tive vontade de parar de jogar mais continuei)Mostrar maisMostrar menos
Um RPG ímpar, marcante e maduro. The Witcher é um RPG de ação e fantasia, baseado nos livros do polonês Andrzej Sapkowski. Desenvolvido e distribuído pela também polonesa CD Projekt Red, lançado em outubro de 2007, exclusivamente para os PCs. Em The Witcher somos apresentados ao reino de Temeria, situado em um mundo de fantasia medieval. Na trama acompanhamos Geralt de Rivia, um bruxo caçador de monstros, que apos sua suposta morte, retorna misteriosamente ao mundo dos vivos, porém ferido e sem memória. Ao ser encontrado é levado a Kaer Morhen, fortaleza dos bruxos, onde presencia a invasão do local pelo grupo criminoso Salamandra, que rouba os segredos dos mutagênicos dos bruxos, deixando muitos mortos e feridos. A trama começa de fato com Geralt se unindo aos bruxos remanescentes em uma busca desesperada para recuperar os segredos roubados e descobrir os objetivos da Salamandra. O maior destaque de The Witcher com toda a certeza é sua historia e seu rico universo de fantasia. O game se baseia nos livros escritos pelo polonês Andrzej Sapkowski, que criou um universo ficcional, cheio de elementos da mitologia eslava, que o torna quase que único e distinto da maioria dos universos de fantasia. Um bom exemplo disso é a origem e função dos bruxos, criados e treinados desde a infância, sofrendo experimentos que envolvem magia, alquimia e até mesmo alteração fisiológicas, tornando-se assim sobre-humanos e exímios caçadores de monstros. Alem disso os mitos e lendas da cultura eslava, apresentam uma serie de criaturas nunca vistas em um RPG, vemos uma os tradicionais, vampiros, lobisomens e fantasmas, todos com uma nova interpretação e o melhor vemos uma quantidade considerável de novas criaturas, tais como os Graveir, um grande monstro em forma humanóide que se alimenta de cadáveres, ou o emblemático Cockatrice, uma espécie de dragão com cabeça de ave e tantos outros que fazem o game tornar-se único. Além da extensa variedade de criaturas, o game se destaca, por apresentar uma trama extremamente madura, com altas doses de violência, sexo, intrigas políticas e principalmente conflitos éticos, diferenciando-se por não tratar tudo de forma obvia, fazendo o jogador aos poucos perceber que não há somente o bem e o mal, que nem tudo se resume ao certo e o errado e que não só os monstros podem espalhar a maldade pelo mundo. E isso se intensifica ao longo da campanha quando Geralt se depara com situações que ele mesmo não sabe como resolver, como por exemplo, a escolha de aceitar um Lobisomem como aliado em sua busca para deter a organização criminosa Salamandra, ou mesmo permitir que um b0r#el permaneça sobre o domínio de Vampiras, apenas para não prejudicar algumas pessoas que dependem do funcionamento do estabelecimento. E um dos principais conflitos que o game apresenta é o entre os humanos e os não-humanos. Na sociedade de Temeria, elfos, anões e até mesmo os bruxos são tratados como parias, obrigados a viver a margem da sociedade, muitas vezes sem direito algum. Nos primeiros capítulos do game Geralt consegue se manter neutro ao eminente conflito entre os humanos e não-humanos, apenas observando os atos de ambos os grupos, mas com o desenvolvimento da historia, o game força o jogador a tomar partido de um dos lados. Porém essa não é uma escolha fácil, uma vez que ambos os lados se demonstram com motivações justas, do mesmo modo que tomam atitudes questionáveis. Não importa qual dos lados se escolha, inevitavelmente haverá conseqüências e baixas serão sofridas em ambos os lados do conflito. Isso faz com que a trama se torne muito verossímil e marcante, pois faz o jogador de fato realizar uma escolha, não só seguir um caminho já pré definido. Além da excelente trama, The Witcher conta com ótimos personagens, como a bela feiticeira Triss Merigold, que além de servir de interesse amoroso para Geralt, esconde alguns segredos que te fazem indagar sobre seus reais objetivos, ou o determinado elfo Yaevinn, líder dos Scoia'tael, grupo rebelde que luta pelos direitos dos não-humanos. Porém todos se tornam pequenos perto de Geralt de Rivia. Geralt é um personagem muito bem construído, que mesmo sem memória, demonstra uma personalidade forte, extremamente serio, mas igualmente carismático, que não hesita perante a qualquer desafio. Geralt é um personagem determinado, mas porem aos poucos vai percebendo que o mal que ele busca combater, nem sempre esta limitado aos monstros que caça, mas também existe em meio aos humanos, isso o faz questionar suas convicções, deixando a trama ainda mais envolvente e crível. A jogabilidade talvez seja o fator mais controverso de todo o game, muitos jogadores simplesmente abandonaram o jogo por não conseguir se adaptar a jogabilidade diferente de The Witcher. Primeiro a movimentação é um pouco estranha, muitas vezes Geralt parece desengonçado ao se movimentar pelos cenários. Mas o principal fator que afastou muito jogadores é o modo de combate, ao contrario de muitos jogos de ação, em The Witcher a regra de esmagar os botões de ataque incansavelmente não se aplica, uma vez que o personagem só realiza o ataque se o jogador apertar o botão correspondente do tempo certo, além disso, há três tipos de estilos de ataque, o estilo forte, estilo ágil e o em grupo, e para complicar um pouco mais, há dois tipos de espadas, uma para monstros e outra para humanos. Com isso o jogador a cada combate terá que escolher corretamente a espada, o estilo de ataque correto, além de realizar os comandos no momento certo. É uma jogabilidade complexa e nem um pouco convidativa, mas que apos algumas horas de jogatina se torna quase tão natural que deixa de ser um incomodo. A ambientação do game impressiona já no primeiro mapa. O game é dividido em regiões que vão sendo liberadas conforme se avança na campanha, há basicamente quatro localizações, a cidade de Vizima, o pântano e duas vilas, há outros mapas menores, mas que basicamente complementam os mapas principais. Pode parecer pouco, mas todos os mapas são muito bem detalhados e amplos, tornando-se repetitivos apenas nos interiores de cavernas, masmorras e casas. Mas de forma geral a ambientação esta ótima, uma vez que cada cenário apresenta uma fauna e flora distintas, dando uma ar de novidade a cada novo mapa descoberto. Além disso, o game apresenta a alternância de dia e noite que deixa os cenários ainda mais belos. The Witcher é um excelente RPG, com uma historia madura, uma mitologia extremamente interessante e um protagonista forte e marcante, cheio de momentos surpreendentes que o tornam um RPG ímpar e um dos melhores jogos do gênero que tive o prazer de jogar. Um RPG como poucos, que mesmo com algumas falhas, como sua jogabilidade confusa e seus loads intermináveis, merece ser jogado mesmo hoje, apos 8 anos de seu lançamento. "Cale a boca, seu b@st@rdo. Vocês são todos iguais, todos culpados!" - Geralt. Informações adicionais: Nota geral: 10. Tempo para finalizar a campanha: Aproximadamente 60 horas. Dificuldade: Média. Fica a dica: Evolua as habilidades de Geralt visando deixa-lo mais forte e ágil em combate e escolha apenas uma das magias para evoluir, dessa forma os desafios se tornarão mais fácies. Modo de jogo: Singleplayer. Idioma: Inglês, porém com tradução disponível no site GameVicio. Imagens durante a jogatina: Clique aqui. Análise publicada originalmente no Blog PortoHQ.Mostrar maisMostrar menos
Acredito que esse é um dos casos de que o jogo precisa de um remake... Não consegui completar o jogo de tanto bug que tem... Quests que não são completadas quando o objetivo é sucedido, crashs (muitas vezes), problemas de performance... O pior disso tudo é que a história até o ponto que eu joguei é boa, com elementos de fantasia bastante interessantes, mas que infelizmente é difícil de se explorar em um jogo que você precisa toda hora abrir e reabrir porque bugou. Nota N/D (jogo não zerado)Mostrar maisMostrar menos
Fonte: análises originais de usuários da Steam. Votos de utilidade são um registro arquivado, não dados ao vivo. Última coleta: 14/08/2026.
