

Thief
Histórico de preços
Últimos 36 meses · atualizado todo diaOs preços cobrem a Steam e 39 lojas autorizadas; só entram ofertas regulares. O gráfico mostra os mínimos semanais do mercado e o preço oficial da Steam nos últimos 36 meses.





01Sobre Thief
Assuma o papel de Garrett e percorra becos e telhados da Cidade para invadir casas vigiadas em busca de tesouros e segredos. Thief aposta em furtividade em primeira pessoa e permite escolher como superar obstáculos: evitar guardas, usar flechas ou um cassetete e manipular o ambiente com habilidades de foco. A avaliação dos jogadores na Steam para PC é 75%, com 17.430 análises. O jogo para Steam PC foi lançado em 27 de fevereiro de 2014. A interface da versão Steam para PC está disponível em Inglês, Alemão, Francês, Italiano, Espanhol, Polonês, Russo e Tcheco.
Equipe
Menor preço registrado em 36 meses
US$ 0,002024-04-04 · Epic Game StoreJogo base · mesmos registros do gráfico acima; histórico em USD, não é o menor preço regional da Steam.Idiomas disponíveis
| Idioma | Interface | Legendas | Áudio |
|---|---|---|---|
| Inglês | Sim | Sim | Sim |
| Alemão | Sim | Sim | Sim |
| Francês | Sim | Sim | Sim |
Mostrar mais 5 idiomas
| Idioma | Interface | Legendas | Áudio |
|---|---|---|---|
| Italiano | Sim | Sim | Sim |
| Espanhol | Sim | Sim | Sim |
| Polonês | Sim | Sim | — |
| Russo | Sim | Sim | Sim |
| Tcheco | Sim | Sim | — |
Dados da versão Steam para PC · 2026-10-18
02Antes de comprar
Jogo e idioma
A versão Steam para PC oferece modo para um jogador e suporte completo a controles. O português está disponível na interface, no áudio e nas legendas.
Abordagens
A descrição destaca furtividade e roubos, com opções como flechas, um cassetete e habilidades para manipular o ambiente.
03Perguntas frequentes
Quem é o personagem jogável?
Você controla Garrett, um mestre ladrão que percorre a Cidade furtivamente e invade casas em busca de tesouros e segredos.
Como Garrett pode lidar com os guardas?
A descrição cita flechas, um cassetete e habilidades de foco que permitem manipular o ambiente.
É possível jogar sozinho?
A versão Steam para PC oferece modo para um jogador; os dados fornecidos não mencionam multijogador.
Análises populares da Steam
Seleção no idioma nativo · 10 análisesAs análises úteis selecionadas neste idioma incluem recomendações e críticas. Esta seleção não representa a avaliação positiva geral; as opiniões refletem a versão analisada.
Estava me perguntando: como faço para escrever um review sobre um game que foi massacrado pela maioria da mídia "especializada"? Pra quem não sabe Thief recebeu um metascore de 68, incluindo um 60 da Gamespot, um morno 68 da IGN e um 70 da Edge Magazine. Meus caros, me perdoem, mas essa galera não soube aproveitar Thief. Todo mundo já sabe que eu sou crica com games. Pelo tom dos meus reviews de Batman Arkham Origins, AC Brotherhood e AC Revelations já dá pra perceber que não é qualquer coisa que eu engulo. Thief não será tratado de forma diferente. O problema é que Thief tem todo o potencial para ser um lixo imprestável e absoluto. Sim, está na caixinha do jogo, no trailer, nos gameplays, na introdução, nos recursos. Tudo do jogo foi feito para que ele fracassasse. Pois é, e funcionou direitinho. Ninguém gostou do game mesmo. Mas escondido em Thief está um dos melhores games de exploração que já joguei há muito tempo. Então, meu caro leitor me pergunta: "Salvego, como fazemos para jogar esse game escondido em Thief? Como transformar Thief metascore 68 num game AAA metascore 86???" O segredo está em evitar jogar o game da forma em que ele veio ao mundo. Quando você instalar Thief pela primeira vez, irá iniciar o jogo no normal, do jeito que a Square Enix quer que você jogue: sem nenhum desafio, sem nenhuma dificuldade, com tudo entregue pronto e mastigado, transformando uma experiência inesquecível num joguinho meia boca que foi feito as pressas. Para evitar isso, ao iniciar um novo game, recomendo as seguintes configurações de dificuldade: - Entre as opções Rogue, Thief e Master, escolha a última: Custom. Nessa opção você poderá escolher como irá vivenciar toda a experiência do game. Lembre-se que isso não poderá ser alterado após o início do jogo. - Base Difficulty: Master - Oponentes são mortais (basicamente te matam com uma espadada), nocautear ou matar civis não é permitido e equipamentos e upgrades são mais caros. - No Focus: On - Focus é um recurso no jogo feito pra ajudar a criançada que quer logo roubar tudo e sair dando espadada em todo mundo. Você é um ladrão, não precisa disso. - Stealth Takedowns Only: On - Você vai mesmo querer lutar contra um soldado armado, sendo que você só tem um cassetete? Nocautear só quando o cara não te perceber. - No Reticule: On - Esse jogo não é Call of Duty. Atire com seu arco sem mira. Isso mesmo, feche o olho esquerdo e torça pra acertar. Até o final do game você será o melhor arqueiro da cidade. - No Alerts: On - Se alguém vir você, tchau, game over. Isso envolve cães e pássaros em gaiolas. Ou seja, será impossível você confrontar alguém frente a frente. Além disso recomendo acessar Options > Game & Hud e desligar os seguintes itens abaixo. Essas opções podem ser alteradas a qualquer momento no game, então se você realmente se sentir perdido, vai lá e liga de volta. - Navigation Prompts - Cara, o mais fantástico que esse jogo tem a oferecer é exatamente você descobrir onde estão as coisas, as salas, os itens. Com isso ligado o jogo simplesmente aponta pra você onde você deve ir. Desligue e aprenda a confiar nos seus olhos. - Interaction Prompts - Sabe aquele botão escondido atrás do armário? Quando você chegar perto dele vai aparecer escrito "press E". Pronto, o que era escondido já não é mais. Você não achou nada, foi o jogo que te deu de graça a solução. - Waypoint Markers - Mesma coisa. Mostra o caminho que você deve seguir para seu próximo objetivo. Acesse o mapa apertando F1 e você saberá onde deve ir. - Object Hightlights - Esse é super importante. Simplesmente TUDO no mundo que você pode interagir será azul. Escadas, cordas, loot, maçanetas, botões, quadros. Tudo. Esse recurso simplesmente acaba completamente com a sua experiência. Desligue. Ok! Agora que o jogo está pronto, podemos começar a falar sobre a fantástica experiência que tive com Thief! Thief conta a história de Garrett, o mesmo personagem dos Thief anteriores (pois é, esse game é um reboot dos clássicos lançados entre 1998 e 2004), que o único objetivo é roubar dos ricos. Mas devido a uma praga que assola a cidade, chamada de "The City", Garrett passa a ajudar os rebeldes na busca de uma cura. Na real? A história tanto faz. Ela não será importante na sua experiência geral. Vamos começar a falar sobre o que Thief não é: - Thief não é um jogo de assassinato. Então pare de comparar ele com Dishonored. - Thief não é um jogo de assaltos. Existe uma diferença entre assalto e furto. - Thief não é um jogo de ação. Jogue-o se quiser exercitar sua paciência. Mas posso com certeza dizer o que é: THIEF É UM JOGO DE STEALTH E EXPLORAÇÃO. Você passará várias horas procurando combinações de cofres, desativando armadilhas, destravando portas, procurando passagens secretas, resolvendo puzzles cabeludos, lendo documentos em busca de pistas e aguardando o exato segundo para passar por aquele guarda sem ele te perceber. O mais legal de Thief é que não tem como você avançar sem estudar minuciosamente o ambiente, decorar a movimentação dos soldados, saber se adaptar a situações de perigo e pensar rápido para enganar os seus oponentes para chegar no seu objetivo. O level design do jogo é FENOMENAL. O game conta com 8 missões principais. As missões principais possuem mapas gigantescos, diversas possibilidades de entrada e saída, segredos super bem escondidos, puzzles de fritar o cérebro e é claro, segue a história principal. Se você quiser explorar cada centímetro dessas missões, irá passar ao menos 1h e meia (senão mais) em cada uma delas. Além disso, a cidade, que funciona como um hub de missões e tarefas, conta com outras 6 Client Jobs, que são missões específicas para roubar um determinado item e outras 25 Basso Jobs, espalhadas pela cidade, que irão exigir de você máxima atenção para conseguir entrar em determinadas casas e roubar os itens pedidos. Eu fiz todas as missões, pois todas elas, sem exceção, valem o tempo investido e terminei o jogo com 25 horas de gameplay numa única campanha de um total de 32 horas com jogatinas adicionais. No entanto é importante dizer. Thief não é um jogo perfeito. Está longe disso. Ele possui problemas gravíssimos, que tenho certeza, que se fosse lançado daqui um ano, não existiriam. A história principal do jogo é bem bem fraca, com argumentos fraquíssimos, péssimos textos e personagens medíocres. O voice acting é um dos PIORES que já vi nos últimos anos, com lip sync da pior qualidade e cutscenes super mal acabadas. Os NPC's que povoam a cidade repetem a cada 10 segundos a mesma frase que chega a irritar, sem falar nas suas animações que parecem que surgiram de um jogo de 1999. Uma das principais reclamações dos reviews que li: o mapa do jogo é super confuso. Não tem como negar isso, a cidade, apesar de super bem desenhada, foi feita para você se perder. O mapa não é único, ele é dividido em partes com áreas de transição entre essas partes. O problema é que você nunca sabe onde está a transição para a parte que você quer acessar. A trilha sonora é secundária nesse game, já que boa parte dele você precisa de silêncio para ouvir passos e prestar atenção nas conversas. Mas quando ela entra no jogo, dá o clima correto ao ambiente em que você está. Pra fechar: o jogo valeu cada centavo investido. Adorei a experiência proposta pelos devs. O único problema é que poucas pessoas vão ter a chance de jogar o game escondido que está dentro de Thief. Veja os belos screenshots tirados durante a jogatina: http://steamcommunity.com/id/salvego/screenshots/?appid=239160 » Siga meu perfil de Curador do Steam e leia em primeira mão minha próxima análise!Mostrar maisMostrar menos
ANTES DE TUDO! (Joguei 9 horas offline, por isso não aparece) ISSO NÃO É DISHONORED, então não crie falsas expectativas! Por que não recomendo? Bom... Quando iniciei o jogo estava esperando algo emocionante, com uma narrativa boa, personagens bem construídos e o mais importante, uma jogabilidade decente, mas não foi o que vi. A narrativa do jogo é mal construída, você não consegue sentir nada pelos personagens, se alguém morre ou algo acontece você não sente-se abalado, a história do jogo é fraca e não me prendeu em momento algum. A jogabilidade... ahhh... bom, ela é boa no momentos básicos como andar, derrubar, atacar, mas na hora de pular, meu amigo... por exemplo, temos uma corda no meio de um buraco, você pula na corda mas o jogo decidi que não, você cai no buraco e morre, isso acontece diversas vezes no gameplay e é no mínimo irritante. Por você ser um ladrão o seu "combate" acaba sendo útil somente em ataques stealth, logo no ataque frontal o personagem acaba se saindo muito mal, mas pense comigo, você é um ladrão treinado que escala muro, uso arco, sabe como se esconder mas você não tem a mínima noção de como usar uma espada? Ahhh por favor, claramente foi um descuido não tem combate com espadas no jogo, aquele porrete é de longe uma porcaria. MAS DORITOS, POR QUE VOCÊ JOGOU ATÉ O FIM SE ACHOU TÃO RUIM? Simples caro leitor, eu fiquei um dia inteiro sem internet e não dava pra baixar outro jogo, então eu fui até o fim desse. MAS DORITOS, VOCÊ SÓ VIU PONTOS NEGATIVOS NO JOGO? Não, não é bem assim, o jogo pode ter diversos pontos negativos, porém ele pode ser divertido até certo ponto, se você acha divertido um jogo onde você tem que roubar e "não colocar a cara a tapa" você irá gostar, mas recomendo que se mantenha na história principal porque é bem repetitivo as missões paralelas, não digo isso por ter que fazer a mesma coisa em todas, digo isso porque você irá passar pelo mesmo local da cidade 1, 2, 3, milhares de vezes realizando as missões secundárias, e não é nada divertido os loadings que existem espalhados pela cidade, sim não é mundo aberto. Minha recomendação final seria um 6/10.Mostrar maisMostrar menos
A única coisa que você precisa saber sobre este jogo, está explicito no próprio título: ‘Thief’. Ladrão. E um erro que muitas pessoas cometem, é ignorar justamente isto. Ignoram a proposta e a ideia geral que o jogo oferece, e isso acaba prejudicando de forma reversível toda a experiência. Por parte, a produtora tem culpa. Porque de certa forma criou ‘novidades’ que os fãs da série não gostaram (eu não sou um fã da série e esse é o primeiro ‘Thief’ que já joguei, mas por parte eu entendo as críticas). Então vou tentar fazer um breve resumo de tudo que vi de positivo e negativo, e o ‘porque’ de Thief ter entrado na minha lista de favoritos. Antes de começar, precisamos avaliar a qualidade que o mesmo oferece. Para mim, a ‘qualidade’ pode ser uma melhor aproximação a ‘realidade’. Existem quatro modos de dificuldade: Rogue, Thief, Master e Custom. As dificuldades Thief e Master, não possuem tanta diferença. Então entre as duas, selecione a Master, para uma melhor aproximação a realidade. Na dificuldade ‘Thief’, os guardas são bem lesados e praticamente cegos. Não aconselho. Na verdade, ainda acho melhor que você siga direto para ‘Custom’. Em Custom você pode escolher a dificuldade de base, que no caso seria a Master, e então, configurar o jogo de uma forma que não se torne impossível, mas que também não seja um ‘docinho de coco’. Nas opções é possível observar que existem pontos que contam quando se ativa uma delas. Se vocês ativarem um total de quinhentos (500) pontos, eu já ficaria satisfeito. Pode parecer idiota, mas ‘pense’ como um ladrão. Existe uma diferença gigantesca entre um ladrão e um assassino. E algo que vai empobrecer a experiência, é justamente jogar como assassino. Evite ao máximo matar quaisquer das criaturas (ou pessoas) que apareçam durante a jogatina e garanto que as coisas se tornarão mais interessantes. Tanto por uma melhora na dificuldade, quanto por seu papel como 'Garrett'. Agora que você sabe que trata-se de um jogo de ladrão, ou seja, furtividade acima de tudo, seguimos para a jogabilidade. Logo no inicio do jogo (ao final do prólogo, mais precisamente), você descobrirá a habilidade de ‘Focus’, que permite revelar todos os detalhes e segredos ao alcance da vista, que antes seriam bem mais difíceis de serem identificados com a visão normal. E tipo, isso praticamente entrega o jogo. Porque você se acostuma ao ‘Focus’ e passa a usá-lo constantemente. Isso torna a experiência digamos, preguiçosa. Você perde completamente o instinto de cautela e cuidado. Bom, a primeira vez que joguei, usei o Focus. Não vou mentir que parei de jogar duas vezes porque achei um pouco repetitivo, oras. Não tinha mais nada para descobrir porque o Focus já havia mostrado tudo. Então na segunda vez eu desativei o Focus e só então entendi o que é ser um ‘thief’. Garanto, melhora absurdamente a experiência. Mas fique a vontade para usar ou não. Em Thief você pode seguir três perfis diferentes. Existe o ‘Ghost’ (fantasma), que vai contar a medida que você tenta não ser visto (não ser visto em hipótese alguma). ‘Opportunist’ (oportunista), que vai contar a medida que você usa o cenário ao seu favor. E ‘Predator’ (predador), que conta a medida que você utiliza a força bruta para completar seus objetivos. Neste caso, aconselho manter um perfil ‘Fantasma’ ou ‘Oportunista’. São os mais próximos de um ladrão na nossa dita realidade. O perfil ‘Predador’ pode diminuir a experiência por dois motivos: Matar e derrubar. Nem preciso explicar o ‘matar’. Mas o ‘derrubar’, pode influenciar tanto na experiência, quanto na própria missão. Por exemplo: um guarda que foi ‘derrubado’, pode acordar perto do final da missão e alertar os outros, e aquele objetivo de permanecer oculto durante a missão, vai por ralo abaixo. Mesmo assim, sintam-se livres para jogar da forma que melhor lhes aprouver. Já que os senhores(as) foram introduzidos ao que seria uma experiência quase real de ‘Thief’, vou me reter a outros detalhes não menos importantes, como o visual e a arte que são simplesmente incríveis. Sério, a profundidade dos detalhes é simplesmente absurda. Em qualquer lugar que você vá, seja um ambiente externo ou interno, o jogo simplesmente não peca. Eu procurei falhas, defeitos, texturas estranhas e simplesmente não encontrei. Seja num beco escuro e sujo, seja na Torre do Relógio, o jogo é lindo. Sem dúvida. E algo que muita gente reclamou, foi no desenho do mapa. Realmente, a cidade é incrivelmente fácil de enganar e a navegação é muito complicada. Trata-se de um emaranhado de casas, como uma cidade que acabou de ser findada e a população se aglomerou nos subúrbios formando algo parecido com ‘favelas’. Mesmo assim, esse fato não me incomodou. Eu achei até divertido. Afinal, é uma cidade portuária e os ‘puxadinhos’ são até consequências de uma população pobre. Então pelo menos para mim, a cidade nunca será um ponto negativo. Mas a falta de temporalidade, sim. Da mesma forma que o visual é perfeito, o sistema de som também é. Aconselho aumentar o volume. Os guardas quase não produzem som ao caminhar. O sistema de iluminação do jogo também não deixa a desejar. Afinal, a iluminação é o ponto primordial para um jogo que preza a furtividade. E a atmosfera fantasmagórica e o clima sinistro do jogo, simplesmente fecham com chave de ouro esse mundo de Thief. Assim como todos que já jogaram, me senti mal por algumas falhas absurdas cometidas pelos desenvolvedores. A primeira delas, na própria historia do jogo. Meu Deus, seria melhor que não houvesse historia. Seria melhor nos deixar livre, roubando pela cidade. Se por acaso você gostar da historia, aproveite então. Porque eu simplesmente vi o potencial que este jogo tinha, ser estragado por uma historia fraca, mal elaborada e pessimamente narrada. Garrett é o intitulado ‘Master-Thief’, mas que de mestre não tem nada, e de ladrão, muito menos. A movimentação do personagem é muito travada. A começar pelo pulo. Ops, perdão. Não existe pulo. Você navega pelo mapa de acordo com o mapa e não com você. Isso limitou de forma absurda a jogabilidade. Claro que os produtores só queriam limitar o cenário, evitar acidentes e nos manter na linha. Mas que se dane! Eu quero o botão de pulo e pronto! A trilha sonora,... Eles poderiam ter deixado o jogo sem musica alguma, e na minha opinião ficaria melhor. Em raros momentos a musica vai se encaixar ao que acontece no real momento, mas na grande maioria... Sério. O que há de errado com essas pessoas... Vai acontecer bastante de você andar pela cidade de boa e se deparar com duas, três, quatro pessoas iguais. Uma perto da outra. Eu simplesmente não sei como me sentir quanto a isso. Porque qualquer tentativa de ignorar, falhou. Lá estou eu, encarnado na pele de um ladrão das sombras, até entrar em uma taberna e ver duas pessoas iguais conversando. Sério, isso quebra qualquer tentativa de imersão que o jogo possa ter tentado criar. E de todas, foi a mais difícil de engolir. Mesmo assim... Acreditem, vale a pena. Existem momentos tão épicos, que sério. Eu voltei para jogar novamente. Não quero soltar spoiler, mas puts... Existe um capitulo que eu simplesmente me apaixonei. O jogo poderia muito bem ser simplesmente como aquele capitulo (e não, não estou falando do capitulo do bordel, seu espertinho). O que quero dizer, é que mesmo estragado pelos produtores, Thief ainda tem o poder de ser um ótimo jogo. Thief - 9/10Mostrar maisMostrar menos
O jogo não é ruim, ele só é chato. Dá sono... - Um jogo de loot, cujo loot que acumula não serve para muita coisa; - Um mundo semi-aberto, onde o jogo faz loading a cada 30m andado. Ridículo um jogo dessa geração com um número tão grande de loadings; - O jogo stealth mais linear que já joguei, se resume a andar pelos becos sem ser pego pelos guardas. Não tem muitas opções de caminhos, não tem ferramentas que poderiam serem mais úteis para distração. Você tem uma única forma de passar na maioria das vezes; - A IA se reveza entre o tosco e o genial, ás vezes você passa na frente deles e nem desconfiam, e outras vezes você passa longe deles, no escuro, e te enxergam na hora; - E a história... sem profundidade, cutscenes bem sem graças, personagens bem esquecíveis... Pra quem gosta de um "walk simulator", não curte muita ação e não liga para a história, vai dizer que esse jogo é bom. Mas na real, é bem fraquinho...Mostrar maisMostrar menos
==========REVIEW NOVO (APÓS TERMINAR O JOGO)========== Pra começar, eu estava enganado sobre o jogo, mas não totalmente. Sim, é um Thief que não se parece tanto com os outros Thief, mas é um bom jogo. Nas minhas primeiras horas de jogo, eu gostei dos gráficos, de abrir gavetas e armários para procurar itens, passar silenciosamente pelos guardas e explorando a cidade (que no início era bem confusa mas agora é bem familiar, já sei de cor). Tudo parecia chamativo e até me fazia continuar a jogar, apesar de não parecer gostar de início. Joguei capítulo por capítulo, deixei de explorar a cidade (porque ouvi que dá pra explorar ela depois que você termina o jogo, o que é verdade), tudo pra tentar ver o que eles fizeram de certo com o jogo. Nos primeiros quatro capítulos do jogo, praticamente tudo é linear. O jogo não te dá caminhos alternativos para entrar em lugares novos do mapa, você fica com a sensação de que é uma "linha" com várias curvas e retas e várias cenas scriptadas. Fica até parecendo um FPS genérico, tipo Call of Duty. Mas aí vem o capítulo cinco. Moira Asylum. O equivalente do fantástico Shalebridge Cradle, de Thief: Deadly Shadows (que na minha opinião é o melhor Thief de todos). O lugar é beeem grande, você pode explorar praticamente sem seguir a tal "linha" e tem vários momentos de susto. Não chegou a ser o mesmo que Shalebridge Cradle, mas passou perto. Depois de Moira Asylum, você tem outros capítulos tão grandes quanto o capítulo cinco. Mas a linearidade retorna... Uma coisa que eu não gostei muito de todos os capítulos do jogo, é que sempre termina com uma sequencia de ação. Não vou dar muito spoiler aqui, mas não se surpreenda quando perceber que o clima mudou de uma hora pra outra no jogo. Significa que você está no fim daquele capítulo. ►Sobre as músicas do jogo. Não é tão imersiva quanto às dos outros Thief, mas pelo menos as músicas que tocam no jogo enquanto você explora são boas. Não achei uma boa ideia terem colocado músicas mais frenéticas para partes mais cheias de ação. Pareceu estranho, especialmente pra um jogo que se passa numa época mais antiga. ►Sobre controles. Não dá pra negar o fato de que fizeram o jogo pensando nos consoles. A maior parte das ações no jogo são feitas com um botão apenas. ►Sobre a HUD e menus. Outra vez, claro sinal de "consolização". Não se deram ao trabalho de criar algo mais imersivo. Parecia que eu estava jogando um Assassin's Creed no universo de Thief. Sabe como é, aqueles menus simples. Eu não entendo como a Eidos Montreal errou NESTE JOGO, o que ela fez certo no Deus Ex: Human Revolution: quando você interagia com um tablet (ou o que quer que seja aquele jornal interativo), você via um tablet na sua tela e podia mexer com ele. Parecia algo imersivo, mas eles não fizeram isso com Thief. Uma bola fora. ►Texto pra fechar o review: mesmo zerando o jogo, não fiquei satisfeito. Tá certo que ficou melhor mais pro final do jogo, mas achei tarde demais. Já de início o jogo deveria te prender, mas não aconteceu comigo. Só continuei jogando porque eu queria jogar um novo Thief e ver se fizeram algo certo. E foi bola na trave, quase entrando. ►Nota final: 8/10 (7/10 no review antigo). ==========REVIEW ANTIGO========== Bem... pelo que eu pude jogar até o momento (depois da primeira missão de verdade do jogo), este novo Thief não é tão merecedor de ser chamado "Thief", pois bastante coisa aqui foi refeita pra se adaptar à "geração preisteixon", significando: QTEs, um modo de visão que te deixar ver tudo que é interativo, várias inclusões da palavra "f.u.c.k." para atender às necessidades do jovem revoltado de hoje em dia; e falta de imersão, só pra nominar alguns dos defeitos do jogo. Fiquei desapontado pelo fato do jogo não usar um inglês de época e também pelo fato de que jornais/cartazes que são interativos não funcionarem no estilo dos outros Thiefs, onde se abria uma tela mostrando um jornal/livro/etc com caligrafia, como se alguém realmente tivesse escrito algo e com inglês de época. A Eidos deve ter pensado que o público alvo não seria inteligente o suficiente pra entender o básico de inglês. Até agora eu consegui acesso à primeira parte do Hub World, mas fiquei meio desapontado pelo fato de que quando você acha algum lugar pra entrar e roubar, costuma ser apenas um pequeno quarto genérico de talvez 5m². Se for um quarto menos genérico, pode chegar a até 10m²! Impressionante! A música até que é boa, exceto quando começa a tocar um dubstep, o que faz todo o sentido em um jogo de stealth... Mas pelo menos o jogo tem um ponto positivo: os gráficos. Não chega a ser uma maravilha de arte, mas não é desagradável de olhar e é bem detalhado. Eu daria (até o momento) uma nota de 7/10 pro jogo. Espero que se tiver uma sequência, para que os desenvolvedores façam um trabalho melhor e que satisfaça também aos verdadeiros fãs da série. E menos "consolização".Mostrar maisMostrar menos
O primo de quarto grau do Dishonored que não é muito bem visto pela família, algo assim. Nunca havia jogado um título da franquia Thief, mas já tinha ouvido falar da franquia. Acabei comprando o pacote Eidos Anthology e recebi este jogo dentre vários outros. Ao meu ver, este jogo tinha um bom potencial de se tornar um destaque, revigorando a franquia, entretanto, acabou sendo uma experiência bem mediana. A jogabilidade é um misto de satisfação e ódio, pois, em sua essência, devemos ser majoritariamente furtivos e evitar o combate, só que alguns aspectos dessa mecânica de furtividade deixam a desejar, principalmente o sistema de detecção envolvendo animais (cães e pássaros engaiolados). Muitas vezes, fui detectado estando doutro lado do cenário após eliminar uma ameaça ou causar uma distração com elementos do cenário, mesmo que eu estivesse em plena furtividade (tem um indicador). É como se eu soltasse um peido na minha casa e um morador do bairro vizinho passasse a minha geolocalização em tempo real para a PF com as coordenadas exatas. Além disso, a subdivisão do mapa principal, que conecta aos cenários dos capítulos, é um porre, pois alguns locais somente conseguimos acessar passando por telas de carregamento ao adentrar uma janela ou esgueirar-se por um beco, para ir para o mesmo mapa só que em outra parte, não fazendo o menor sentido devido o jogo ter bastante meios verticais de exploração. Devo dar crédito à ambientação e trilha sonora, muito bem feitas e imersivas, trazendo a sensação de desolação, e perigo, de forma efetiva. Agora, a história, foi bastante razoável. Imagine uma montanha russa, subimos...subimos...subimos até o ápice, despenca e acaba o passeio, é mais ou menos assim. Depois de uns quatro, dos oito, capítulos eu já não aguentava mais, tanto é que pausei a campanha e fui fazer uns contratos secundários para ver se reacendia a chama em continuar o jogo. Ajudou um pouco, mas encerrei o jogo mais ou menos assim: "Acabou assim mesmo? É sério?" (suspiro de desânimo) Não recomendo!Mostrar maisMostrar menos
Uso meus talentos para cometer furtos. Nenhum obstáculo barra meus planos. Sem dúvida, meu maior talento é sempre estar um passo à frente. Garrett.Mostrar maisMostrar menos
Eu pensei que pelo nome ser "THIEF" imaginei que iria representar a vida de um carioca mas me enganei, é apenas um ladrão emo que fica reclamando de tudo que ta fazendo e o jogo apresenta um sistema de roubo muito básico, recomendo que fique longe do jogo pois é chato do começo ao fim.Mostrar maisMostrar menos
Há excelentes reviews por aí e nada que eu fale irá acrescentar novidade. Valendo então como um aviso. Recomendo este jogo pela parte da equipe que trabalhou e pensou em cada detalhe do ambiente, estilo e atmosferas excelentes. Enquanto a metade que cuidava do enredo, profundidade e coenrencia jogava LoL. - Não há um NPC admirável nesse game. Recomendo este jogo pela parte da equipe que fez a melhor optimização que vi até hoje, enquanto a equipe que cuidou do modo comoque mudamos de região para região da cidade fumava alguma substancia ilícita. E novamente recomendo este jogo pela equipe que fez um trabalho realmente bonito. Pois não posso acreditar que a mesma equipe que criou tanta coisa boa, também fez uma criatura invisível que faz barulho de engrenagem quando está próxima! ps.: considero a idéia de que este jogo permite ter diferentes abordagens para atingir o objetivo seja um embuste em 80% dos casos Em suma, sugiro o jogo para quem, assim como eu, gosta de perder tempo vadiando pelo cenário. Como voar por Arkhan City escutando conversas, navegar por horas nos mares de Black Flag, explorando em Tomb Raider e etc... sendo que são liberadas side-quests e mini-missions a cada novo capítulo da história principal (que é fraca e deve ter sido inventada por aquele lado ruim da equipe),Mostrar maisMostrar menos
Comprei pois gosto de jogos desafiadores! Mas me decepcionei com Thief, reforço o que muitos já resaltaram, a história é fraca e confusa, NPCs genericos, de motivações wherever com pouca profundidade, os loadings pela cidade cansam e tem um bug bizarro nos efeitos sonoros e dialogos, pois surgem conversas entre NPC quando não há uma alma viva por quilometros, rs, isso so acaba por confundir o jogador e o final então.... melhor nem comentar.... O game é massante, se torna repetitivo e sinceramente acho que o estilo 3ª pessoa combinaria muito mais ou pelomenos o player deveria ter a opção de escolher a visão preferida. Pros: Os graficos são muito bons, a arquitetura e ambientação dão uma ótima imersão, assim como o modo steath.Mostrar maisMostrar menos
Fonte: análises originais de usuários da Steam. Votos de utilidade são um registro arquivado, não dados ao vivo. Última coleta: 15/08/2026.
