

Total War: ATTILA
Indisponível em Estados Unidos (1)
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Histórico de preços
Últimos 36 meses · atualizado todo diaOs preços cobrem a Steam e 39 lojas autorizadas; só entram ofertas regulares. O gráfico mostra os mínimos semanais do mercado e o preço oficial da Steam nos últimos 36 meses.







01Sobre Total War: ATTILA
Total War: ATTILA começa em 395 d.C. e combina uma grande campanha por turnos com táticas em tempo real. Lidere um reino bárbaro ou oriental, ou defenda os últimos remanescentes do Império Romano. Política, árvore familiar, administração urbana e tecnologia moldam as decisões da campanha. Edifícios podem queimar, enquanto a devastação remove cidades e regiões do mapa. A versão Steam para PC aceita um jogador, multijogador e cooperativo. Avaliação: 82% de 27.029 análises. Lançado em 17 de fevereiro de 2015.
Equipe
Menor registro em 36 meses
US$ 4,842026-07-30 · KinguinJogo base · mesmos registros do gráfico acima; histórico em USD, não menor preço regional da Steam.Suporte a idiomas
| Idioma | Interface | Legendas | Áudio |
|---|---|---|---|
| Inglês | Sim | Sim | Sim |
| Francês | Sim | Sim | Sim |
| Italiano | Sim | Sim | — |
Mostrar mais 6 idiomas
| Idioma | Interface | Legendas | Áudio |
|---|---|---|---|
| Alemão | Sim | Sim | Sim |
| Espanhol | Sim | Sim | — |
| Tcheco | Sim | Sim | — |
| Polonês | Sim | Sim | — |
| Russo | Sim | Sim | — |
| Turco | Sim | Sim | — |
Dados da edição Steam para PC · 2026-10-17
02Antes de comprar
Modos de jogo
Combina uma campanha por turnos com batalhas em tempo real. Há suporte para um jogador, multijogador e cooperativo.
Idioma e controle
A versão Steam para PC oferece áudio completo em inglês e legendas. O suporte a controle não é especificado nos dados disponíveis.
03Perguntas frequentes
O que se faz em Total War: ATTILA?
Você lidera uma facção em 395 d.C. e administra política, família, cidades e tecnologia.
Quais sistemas de destruição existem?
Edifícios podem queimar, e a mecânica de devastação pode remover cidades e regiões do mapa da campanha.
É possível jogar com outras pessoas?
A versão Steam para PC aceita um jogador, multijogador e cooperativo.
“A reverse campaign driven by climate collapse, asymmetric factions, and harsh strategic depth, built for patient hardcore history-strategy veterans.”
Nosso veredito
If you ask whether this game is worth fifty or sixty hours, I would answer with a question of my own: can you accept a grand-strategy game telling you, in all seriousness, to stop dreaming of conquering the world and start figuring out how to merely stay alive? If you can, it is very much worth it. If you cannot, it will hurt.
From a present-day player's vantage point, Total War: Attila occupies an interesting position. Its visuals are only upper-middle tier and its UI carries plenty of historical baggage. But in terms of systems design and content composition, it plainly reads like a work from its era that concentrated a whole set of new ideas into one experiment.
A game that refuses to flatter you
The nomadic horde mechanic, the reverse-campaign rhythm born from climate pressure, and the heavily asymmetric faction design still do not feel dated today; if anything, they remain rare. And yet this is not a game that flatters you. Its learning curve is steep, its difficulty is unfriendly to newcomers, and the campaign repeatedly forces you into decisions that are unpleasant but rational: dismantling your own city, giving up an entire stretch of border, signing an ugly truce with a power that had you on the ropes only a turn ago. If you are used to the crowd-pleasing arc of climbing from weak to strong, this will more often feel like starring in a heavy historical documentary where the protagonist is not you but an age destined to fall apart. The game asks you to sit with that discomfort rather than escape it, and that single demand is what separates the players who bounce off in the first few hours from the ones who quietly fall in love with it over the next forty.
For the patient strategist, that is the appeal
For veteran strategy players, this is exactly where the magic lives. Every campaign is a long-distance run: you have to account for resources and terrain, but even more for your own state of mind, accepting an outlook where doing everything right still only postpones the loss. Players willing to chew on that oppressive mood as a deliberate part of the design will realize, dozens of hours later, that they have rewritten several different versions of the answer to "why did Rome fall," each through a different faction's eyes. Stacked against peers like a long historical strategy epic, Attila trades broad accessibility for a sharper, darker thesis, and it commits to that thesis without blinking. So it is not the kind of fast food everyone should take a bite of; it is a heavy dish that only yields its flavor with time and patience. Players who love strategy and are happy to wrestle with systems will find here a battlefield worth settling into for the long haul, and a score in the mid-eights reflects exactly that: a flawed, demanding, and genuinely distinctive grand-strategy game that knows precisely who it is for.
Análises populares da Steam
Seleção no idioma original · 10 análisesAs análises úteis selecionadas neste idioma mostram recomendações e críticas. Esta seleção não representa a avaliação positiva geral; as opiniões refletem a versão analisada.
Simplesmente fantástico. Sistema de administração ótimo, sistema de ordars, muitas facções para serem compradas com dlc. Obs: Aguardem promoções pois sai 3,99 cada facção e VALE A PENA. Jogo na minha opinião só não é 10/10 pela demora que a máquina tem para fazer suas jogadas, mas o jogo é ótimo. O melhor da série sem dúvidas.Mostrar maisMostrar menos
O jogo é realmente bom, a diplomacia inovou muito, as batalhas estão mais realistas, porém essa pratica de vender DLC's com outras facções em um jogo que já não é barato, isto deixa a desejar. Se o jogo já possui um valor razoável, então o mesmo deveria ser lançado com todas as facções e as DLC's deveriam ser apenas referentes a campanhas ou períodos históricos diferentes. Resumindo eu não apoio está pratica, embora tenha amado o jogo!Mostrar maisMostrar menos
Agora sim dá gosto jogar Total War, aprenderam com os erros do Rome II e fizeram uma obra-prima do gênero. Quem curte esse estilo de jogo pode comprar sem pensar, a jogabilidade está excelente e muito mais dinâmica e fluída. Caso você tenha dificuldade com a lingua Inglesa não se desespere, pode jogar tranquilamente em Espanhol, dá para entender com muita facilidade todos os termos e o tutorial de campanha vai te ensinar a jogar. Eu estou jogando no modo Difícil e estou sofrendo bastante para conseguir conquistar as províncias, a AI do jogo teve uma melhora absurda e sua dificuldade está muito melhor. Quem quiser uma ajuda com o jogo pode me adicionar, podemos jogar juntos.Mostrar maisMostrar menos
Primeira análise negativa que faço de algum jogo Prós : Inovaram em algumas coisas, e voltaram com coisas dentro dos jogos antigos da saga que deram certo, como Family tree Contra : bom, o Atilla decepcionou demais no quesito otimização, a produtora do jogo está mais preocupada em fazer um jogo para vender DLC do que um jogo bem feito logo de inicio, inúmeros patchs de otimização e um pc igual o meu X6 da AMD FX 6350 3.9, 16 Gb de Ram e uma R9 285 Compact 2 gb tem dificuldade para o jogo rodar no High, porque no Ultra segundo a propria empresa "nenhum pc existente roda", para mim foi um grande tiro no pé sendo que o Rome 2 rodava tranquilo no meu pc com uma placa de video HD 7770 1 gb depois de 15 mil patchs de otimização mas rodava, Sem contar que pra mim foi meio que uma propaganda enganosa,o recommend do jogo é pura balela, se vc quiser rodar esse jogo tranquilo no high vc precisa de um "pc não existente", se vc não tiver uma máquina absurdamente potente, aconselho nem passar perto desse jogo, compre o Rome 2 que vc faz mais negócio.Mostrar maisMostrar menos
Esse jogo era um sonho de consumo. Sinceramente eu tenho dificuldades em escolher com qual facção jogar, eu teria que pegar uma campanha e ir até o fim, isso nunca acontece hahaha. É bem mais complexo que o Total War Rome 2, fizeram um ótimo trabalho.Mostrar maisMostrar menos
Pros - Awesome campaign - Cool research tree - Good innovations over previous titles Cons - Some concepts are very misleading and confusing - Battles were much better on Rome 2 and Shogun 2 - Not many units - Diplomacy doesn't work properly - AI cheats - AI agents are annoying - Sometimes AI attacks you for no reason, even your client states (therefore it is a stupid move to make a client state) - DLCs bull****s By the way, i just played Medieval II and it has some very good aspects. I wonder how stupid is a developer that can't keep good mechanics in future titles? Clearly all they care right now is making money, instead of providing a decent experience. I love total war series, it has so much potential, it is a shame that these games are broken. I have low expectations for "Total Warhammer" (as they should've named it). And for newcomers: Shogun 2 was the best TW in my opinion.Mostrar maisMostrar menos
Eu sou um pai de 45 anos, provavelmente uma das pessoas mais velhas a jogar este jogo. Sou pai solteiro criando meu filho, que agora tem 14 anos. Meu filho ganhou este jogo no Natal de 2019 de seu tio, então o instalamos em seu computador e ele começou a jogar. Até o final da semana ele tinha 24 horas neste jogo. Isso foi horrível para mim, pois já era difícil encontrar maneiras de passar o tempo com meu filho, pois ele está sempre com os amigos ou apenas assistindo ao YouTube. Então eu decidi fazer uma conta no Steam e pegar esse jogo para ver se eu poderia jogar ao lado dele. Eu comprei o jogo, escolhi o império romano e comecei a jogar, mas eu estava preso no que você deveria fazer. Pedi ajuda ao meu filho e ele organizou um jogo para eu participar. Adorei, pois foi o melhor momento que passei com meu filho desde que minha esposa morreu. Desde então, esse jogo aproximou eu e meu filho novamente e agora passamos um tempo juntos fora de casa também. Este jogo me lembrou que há diversão em tudo, e trouxe muitas lembranças felizes para mim e meu filho. Além disso deixou meu filho super inteligente. obrigado.Mostrar maisMostrar menos
Não posso positivar um jogo que desrespeita os milhares de fãs brasileiros e portugueses da saga Total War ao não disponibilizar o jogo em nossa língua materna... Jogo a saga desde Roma I (se n me engano em 2004) e em 2015 a SEGA continua sem uma mera legenda e interface em português enquanto outras desenvolvedoras disponibizam até msm áudio em português. VERGONHA... só possuo essa palavra para vcs... Ahhhhh...se redimiram com os Warhammers, que inclusive são os meus preferidos... mas não custa nddd traduzir os antigos para os jogadores nostálgicos, principalmente porque as demais linhas continuam a serem expostas nas vitrines...Mostrar maisMostrar menos
Nota 2000/10! Jogaço sensacional, livre de arrependimentos. Total War: Attila é um EXCELENTE jogo da CA. Ele traz gráficos melhores, correções de bugs e novas ideias se comparado ao seu antecessor: Rome Total War 2. Com todas as honras a este último, o Attila foi uma enorme inovação, te colocando num período histórico caótico, quando o implacável poder do Império Romano do Ocidente está em rápido declínio. Existe, acima de todo o resto, a sensação de TRANSIÇÃO histórica que o jogo te traz. Analisando no enfoque de romanos x bárbaros, ou civilização x barbárie: toda a arquitetura, costumes e cultura romanos, peças-chave na romanização dos povos nativos europeus durante a expanção da República, de nada servem contra um mundo brutalizado e hostil, tomado pelo medo da fome, do frio e da guerra, todos personificados em aspectos que o jogo incrementa durante a campanha. As tribos bárbaras são fantásticas de se jogar com. Há Suevos, Francos, Alamanos, Saxões, Jutos, Caledônios, Vândalos, Ostrogodos, Visigodos e tantos mais povos brutais que disputam entre si meios de se manter vivos frente às dificuldades do jogo. Pois bem, é justamente isso que torna a campanha de Attila tão interessante, aqui o objetivo principal não é simplesmente conquistar e expandir, tal qual o Rome 2, aqui o foco é simplesmente: sobreviver. Sim, tudo na campanha implica na destruição de tudo e de todos. Em exemplos: Sensação de inconfiança absurda: todos os povos com que se faz fronteira podem decidir que a sua cidade/vila é um alvo fãcil, e que, quando os seus exércitos estiverem ocupados em outro lugar, seria uma ideia fantástica tomar a sua capital e rir na sua cara. Apesar disso, o famoso backstabbing/traição não é algo comum, se uma facção tiver boas relações e alianças com a sua, é provável que ele mantenha tais relações por muito tempo, jamais declarando guerra por motivos desconhecidos, fique tranquilo. Ordem pública caótica: as devastações, saques e imigrações em massa prejudicam exponencialmente a ordem pública dos assentamentos, o que faz todo o sentido. Agora na campanha, é possível DESTRUIR a cidade que foi tomada, numa animação extremamente satifatório de uma explosão flamejante que consome todo o território da região, deixando apenas árvores chamuscadas e uma imensidão de cinzas. Tais eventos, prejudicam a ordem pública de regiões vizinhas uma vez que as pessoas desalojadas buscam refújio nas cidades mais próximas. Em números: uma região destruída gera um modificador de -3 à -17 na ordem pública de regiões vizinhas, bastante pesado. Doenças: o saneamento é algo crítico de se preocupar na campanha. Ao contrário de Rome 2, onde o saneamento servia apenas como incremento de ordem pública e crescimento populacional, aqui a proposta é outra: ela previne doenças de irromperem na cidade/vila. O mais interessante à respeito destas epidemias é que elas não são iguais, não é só uma "doença" que desola as cidades, elas são diferentes, COM EFEITOS diferentes. Achei isso uma inovação simples mas muito bacana de acrescentar ao jogo. Varíola, tuberculose, lepra e tantas outras enfermidades que dificultam ainda mais a campanha, novamente, tornando tudo muito mais imersivo. O clima contra a vida: a campanha é acompanhada paralelamente por mudanças climáticas radicais. Em curtos termos: o inverno fica mais duradouro e rigoroso e a fertilidade geral de todas as regiões declina paulatinamente. Isso causa extremas complicações tanto econômica quando militarmente. Na economia, as construções agrícolas dependem do nível de fertilidade da região para a geração de comida e rendimentos, conforme o clima piora, há cada vez menos comida e dinheiro provindos destas construções, tornando necessária a adaptação das cidades às mudanças do tempo. Uma mudança dessas querbou minha economia e deixou o balanço de comida negativo durante uma campanha com o os Romanos Orientais. É um grande desafio que ajuda na imersão no jogo. Bom, é por aí. Falando de política, Attila trouxe de volta a adorada árvore genealógica da sua família, tal qual podia se ver em Medieval 2 e Rome 1. Ao contrário desses títulos, aqui a árvore é extremamente interativa, onde você ve com clareza seu soberano, irmãos, filhos e respectivas esposas. A força política do seu governo é definida de acordo com um medidor relacionado à esta árvore, ou seja, por meio de diversas ações políticas disponíveis (até para as mulheres) é possível manipular, premiar, promover, rebaixar e assassinar personagens dentro e fora da dua família para que o balanço de poder se mantenha equilibrado e para que não ajam personagens desleais tramando contra a família. Há também um sistema de cargos militares extremamente divertido de manipular, você pode acompanhar a evolução da carreira de um personagem conforme ele assume cargos mais importantes e que lhe agregam cada vez mais poder. Por fim, é um sistema político renovado, simples e divertido de mecher, longe de algo parecido com Crusader Kings ou Europa Universalis, mas mesmo assim, ér digno de nota e louvor. Agora o principal: combine tudo isso acima com o principal aspecto de Total War, a guerra. Como diz o título, neste jogo isso tem nome: Attila, o Huno. O jogo simplesmente gira entorno dele e da escória demoníaca de cavaleiros que ele comanda. É fácil perceber após algumas centenas de horas de jogo: os Hunos são um povo nômade, jamais vão se assentar, portanto, não têm de se importar com todas as questões de ordem pública, clima (mais ou menos nesse) e vizinhos inconfiáveis. Os hunos devastam regiões de povos fracos e isolados desde o primeiro turno. A intenção: causar prejuízos de imigração nas facções vizinhas. Entretanto, o principal objetivo dos hunos é um só: causar medo. O jogo todo, não importa com qual facção se jogue, é sempre incrementado com a atmosfera de medo, o receio de que, em algum momento da campanha, uma horda gigantesca de nômades vai aparecer nas suas terras e começar os saques, até que a guerra se torne inevitável e por fim, depois de derrotar umas 3 ou 4 hordas de nômades, tendo sofrido baixas exorbitantes em cada batalha, você percebe que não vai conseguir vencer Attila e sabe que está condenado. Além disso, ele não aceita a paz, uma vez declarada guerra, ele não para até te destruir completamente. Isso torna as coisas MUITO mais interessantes do que títulos passados da Total War, onde é só ficar invadindo e conquistando até perder totalmente a graça. Resgato o que disse no começo: a sensação de transição. Me refiro à passagem da História Antiga para a Idade Média, de Roma aos bárbaros, ou talvez, da luz para a escuridão. A campanha, com todo esses elementos temperando a gameplay, traz uma incrível sensação de insegurança, de impotência frente ao grande Flagelo de Deus que está por vir. Creio ser um grande sucesso a imagem de você, jogando contra tamanhas dificuldades, e de repente acontece tudo: o clima muda, as plantações não rendem mais o que deviam, os exércitos começam a morrer de fome, um surto de tuberculose surge numa cidade comercialmente importante, uma facção vizinha declara guerra e começa a saquear suas terras, causando prejuízos terríveis nos rendimentos e no suprimento de comida; os hunos devastam cidades próximas, explodindo a ordem pública do seu domínio, levando à rebeliões em regiões indefesas; a lealdade de alguns generais começa a falhar, e com o tempo pode ser que aja uma guerra civil, com estes rebeldes arrancando metade dos exércitos para uma causa desastrosa. Tudo isso, e você tem que dar um jeito de sobreviver. Difícil, não? É isso que falo sobre a transição: um período histórico, maestrmente recriado pela CA, onde a humanidade foi lançada nas trevas, quando Roma e seu poder político e militar falharam frente à insegurança, desconfiança e brutalidade da época, e você estará lá, no meio de tudo isso, lutando para sobreviver. Portanto, recomendo Total War: Attila. É um título inovador e imersivo! Aproveite!!Mostrar maisMostrar menos
É uma vergonha, estamos entre os cinco maiores copnsumidores de jogos eletrônicos no mundo e não ter ele na língua portuguesa, dependermos muitas vezes de grupos de pessoas independentes que realizem a tradução, enquanto a desenvolvedora não pode disponibilizarMostrar maisMostrar menos
Fonte: análises originais de usuários da Steam. Votos úteis são um registro arquivado, não dados ao vivo. Última coleta: 15/08/2026.