

Trine 4: The Nightmare Prince
Histórico de preços
Últimos 36 meses · atualizado todo diaOs preços cobrem a Steam e 39 lojas autorizadas; só entram ofertas regulares. O gráfico mostra os mínimos semanais do mercado e o preço oficial da Steam nos últimos 36 meses.


01Sobre Trine 4: The Nightmare Prince
Trine 4: The Nightmare Prince é um jogo de plataforma e quebra-cabeças em 2,5D. Um mago, um cavaleiro e uma ladina atravessam cenários de conto de fadas e resolvem desafios baseados em física, sozinhos ou juntos, enquanto procuram o príncipe Selius e tentam conter seus pesadelos. Jogadores da Steam avaliam o jogo positivamente em 88%% de 11.745 análises. A versão Steam para PC oferece interface, áudio e legendas em português.
Equipe
Menor preço registrado em 36 meses
US$ 2,852026-07-30 · KinguinJogo base · mesmos registros do gráfico acima; histórico em USD, não é o menor preço regional da Steam.Idiomas disponíveis
| Idioma | Interface | Legendas | Áudio |
|---|---|---|---|
| Chinês simplificado | Sim | Sim | — |
| Chinês tradicional | Sim | Sim | — |
| Inglês | Sim | Sim | Sim |
Mostrar mais 11 idiomas
| Idioma | Interface | Legendas | Áudio |
|---|---|---|---|
| Francês | Sim | Sim | Sim |
| Italiano | Sim | Sim | Sim |
| Alemão | Sim | Sim | Sim |
| Espanhol | Sim | Sim | Sim |
| Japonês | Sim | Sim | — |
| Polonês | Sim | Sim | — |
| Português (Brasil) | Sim | Sim | — |
| Russo | Sim | Sim | — |
| Tcheco | Sim | Sim | — |
| Coreano | Sim | Sim | — |
| Turco | Sim | Sim | — |
Dados da edição Steam para PC · 2026-10-26
02Antes de comprar
Modos de jogo
Na versão Steam para PC, é possível jogar solo ou em cooperativo local e online para até quatro pessoas. Os quebra-cabeças se adaptam ao número de jogadores.
Idioma e controles
A versão Steam para PC tem suporte completo a controles. Interface, áudio e legendas estão disponíveis em português.
03Perguntas frequentes
Qual é a história?
Amadeus, Pontius e Zoya procuram o príncipe Selius, cujos pesadelos escapam para o mundo real.
Que tipos de quebra-cabeça existem?
Os quebra-cabeças usam elementos como fogo, água, luz, ímãs e eletricidade.
Dá para jogar em cooperação?
Sim. Na Steam para PC, o cooperativo local e online permite até quatro pessoas.
Análises populares da Steam
Seleção no idioma nativo · 10 análisesAs análises úteis selecionadas neste idioma incluem elogios e críticas. Esta seleção não representa a avaliação positiva geral; as opiniões se referem à versão analisada.
Fiquei tão encantada cm esse jogo, simplesmente mágico, lindo e maravilhoso assim como os outros Trine... porém na minha opinião este aqui conseguiu superar todos os outros, não somente pelas lindas paisagens e gráficos de tirar o fôlego, mas também pela jogabilidade melhorada e toda criatividade envolvida nos puzzles e nas batalhas. O jogo é completamente em 2.5 D (visão 2D com uma modelagem 3D) e é possível jogá-lo com companhia online ou local – inclusive funciona o Remote Play da Steam tirando a necessidade de ambas as pessoas comprarem o jogo pra ir coop. Pra quem já conhece a saga vai notar qe fizeram algo mais desafiador, embora a maioria dos puzzles possa ser resolvida facilmente como acontece nos outros Trine, tem alguns mais complexos e qe dão um pouco de dor de cabeça até serem compreendidos, nem tudo é intuitivo e o trabalho em equipe é sempre bem-vindo. Os três personagens principais também receberam novos poderes qe vão sendo desbloqueados ao longo da campanha, trazendo mecânicas novas super legais e divertidas, como a possibilidade de conjurar esferas de metal cm o mago, usar um laço mágico cm a arqueira ou ainda eletrocutar inimigos cm a espada encantada do guerreiro. O foco no combate também foi maior qe nos anteriores, inclusive há mtos bosses qe precisam ser vencidos com estratégicas únicas, nenhuma batalha contra boss é repetitiva ou ir só atacando até vencer, e o final boss então é super desafiador até na dificuldade mínima, e tenho certeza qe vcê vai cansar de morrer até pegar o jeito e entender como vencê-lo!! Desse modo eu super recomendo todos os Trine para todos os públicos, é uma saga mágica e maravilinda sem violência gratuita e em um mundo incrível onde até os vilões são carismáticos e cheios de cores e vida.. garanto qe vcê vai se divertir muito e ter uma experiência tão inesquecível qnto eu tive, ainda mais se tiver uma companhia pra passar raiva jntos em alguns momentos e rir mto em outros com acidentes e besteirinhas qe sempre acontecem durante as jogatinas, vale mto a pena msmo dar uma chance seja dentro ou fora de uma promoção.Mostrar maisMostrar menos
o jogo é otimo, mas só vou deixar positivo quando a empresa consertar o erro que acontece no coop, toda vez que o host inicia a partida o que esta entrando perde todos os colecionaveis. se voce for jogar sozinho tudo boem, mas se for jogar cooperativo com algum amigo, saiba que só o host vai conseguir todas as conquistasMostrar maisMostrar menos
Que jogo Maravilhoso!!!!!!! que mudança linda que trouxe boas lembranças de verdade não avia gostado do Trine 3, tinha uma mudança na serie que ficou parecendo outro jogo, senti falta daquela essência que tinha no 2, como os upgrades, salas secretas e outras habilidades dos personagens. Mas isso esta de volta no Trine 4 que trouxe aquele sentimento de nostalgia junto com uma inovação, e nossa esses cenários cada vez mais lindo e agora o 4 trouxe isso de volta, suas raízes estão nele de novo e senti uma pitada de Nine Parchments também Frozenbyte vocês estão de parabéns amo vocês, beijos no popo <3Mostrar maisMostrar menos
●Como um amante de trine não consigo falar que o game é ruim, mas deixou a desejar em alguns pontos, o que tornou minha análise negativa; ●Os gráficos 3D e a jogabilidade 2D (que o torna 2,5D) além do clássico quebra-cabeças e muitos desafios que é característico de toda a saga; ●Sendo a pessoa que platinou todo a triologia antiga, quer jogar o melhor trine? Vai com o 2 então, o jogo é bonito, 3D, história melhor. Já em questão visual e bosses mais desafiadores Vai com o terceiro jogo mesmo, ambos serão experiências muito boas, recomendo com toda a certeza os outros 3 jogos; ●Como sempre, o game pode ser jogado solo ou em co-op local e online, onde dessa vez até quatro jogadores podem se unir. Jogar solo é mais desafiador, enquanto me cooperativo pode-se compartilhar informações para avançar; ●Embora os puzzles sejam o ponto chave do game, as batalhas ainda trazem uma certa antiguidade. Embora a desenvolvedora alegue que ouve evolução, os inimigos ainda mostram um certo “ctrl c e ctrl v”, com poucas variações de movimentos.O combate realmente só brilha contra os chefes, que possuem muitos mais detalhes em relação aos demais inimigos. O jogador enfrentará bruxas, lobos gigantes, cavaleiros e muito mais. Os boss eram algo que realmente poderia ter sido muito mais explorado. Sinceramente achei bem fraca a imersão, não sei se me deixaram muito mal acostumado com o nível do terceiro jogo que me decepcionei tanto com esse, ou se realmente ficou tão ruim assim, boss fights muito fáceis, bosses ridículos, se tivessem igualado a gameplay ao antigo jogo realmente seria perfeito; ●O gráfico nunca deixou de ser impecável, mas os devs foram bem "Biluteteia" nesse jogo, não vale 58,00 Reais de forma alguma, espera uma oferta de 75% e seja feliz. Se for o primeiro trine que você jogou, com certeza vai sei o seu preferido por ser muito bonitinho e tal, e caso seja chato com mimimi de gráficozinho, mas os outros jogos são muito bons sim; ●Por fim, outro problema de Trine 4 é o combate. Vira e mexe aparecerão inimigos na tela que são facilmente destruídos por Pontius, mesmo na dificuldade mais difícil. Portanto, o combate acaba sendo algo maçante e sem graça. Se Trine 4 fosse composto apenas dos puzzles (sem essas partes de combate) seria algo ideal, um jogo puzzle e não realmente Trine, tendo combate e história;Mostrar maisMostrar menos
Trine é uma franquia com jogos conhecidos por seus quebra-cabeças baseados em física e seus belos ambientes. Trine 4: The Nightmare Prince marca o retorno desse mundo e da franquia, e também traz todo o aprendizado que o estúdio absorveu durante todos os esses anos, tanto com os acertos quanto os erros, e que serviu para fazer com que o novo jogo seja maior, melhor e mais bonito. O jogo da Frozenbyte está de volta não apenas com cenários belíssimos, mas também uma jogabilidade muito estratégica e com uma narrativa bem interessante, que muitas vezes soa como se estivéssemos dentro de uma fábula que está sendo narrada especialmente para você. Trine 4: The Nightmare Prince não inova tanto na sua fórmula já estabelecida, o que não é necessariamente ruim, pois os desenvolvedores fazem isso com grande competência ao apresentar seu mundo para os jogadores. Em Trine 4: The Nightmare Prince acompanhamos a jornada do arrogante príncipe Selius, que de tanto estudar a magia e tentar dominar seus poderes, acabou libertando algum tipo de maldição. Esse grande mal faz com que os maiores medos dele, e dos outros ao seu redor, se tornem realidade, inundando o reino de criaturas sombrias e perigosas, que estão longe serem controladas pelo príncipe. Para ajudar na missão de encontrar Sellius, que fugiu desesperado ao se deparar com seus pesadelos, e tentar resolver todo esse problema, temos a volta os grandes heróis da série: a ladra Zoya, o mago Amadeus e o cavaleiro Pontius. A narrativa é uma grande corrida contra o tempo para alcançar o príncipe antes que o mal se espalhe por todo o reino. A ideia da franquia é trazer histórias que soem como algo que saiu de um conto de fadas, e levar o jogador para dentro daquele universo, enquanto se aventuram por puzzles e combates. Mesmo que não seja nada de extraordinário, pois o foco na série sempre foi o seu gameplay, que realmente coloca o jogador para pensar em como avançar através dos seus puzzles, a narrativa funciona bem como pano de fundo. Assim como os jogos anteriores da série, Trine 4: The Nightmare Prince tem grande foco nos seus puzzles para a progressão dos cenários, onde precisamos usar as habilidades de todos os personagens para conseguir avançar. O mais interessante nesse sistema de Trine é que você nunca fica preso a um único personagem, pois irá precisar entender cada um deles para seguir a sua jornada. O trabalho de equipe é a chave para o sucesso, seja jogando sozinho ou com outros jogadores. A parte visual de Trine 4: The Nightmare Prince é um espetáculo à parte. O jogo apresenta ambientes detalhados e bem coloridos, que oferecem uma explosão de cores na tela. Os cenários são bem variados e contam com uma ambientação belíssima e texturas muito bem trabalhadas, além uma profundidade sensacional em diversas partes, sendo algo que enriquece ainda mais o já excelente trabalho visual. O trabalho de iluminação e as partículas espalhadas pela tela também embelezam ainda mais o jogo. O jogo apresenta pouquíssimos problemas, e os poucos que existem não atrapalham a diversão, e são insignificantes frente a qualidade técnica dos puzzles e a exuberante direção de arte do título, que nos oferece uma obra belíssima e marcante. Nota:8.5 Grupo da Comunidade Steam:OficialMCHIMostrar maisMostrar menos
O jogo tem alguns pontos negativos que são a dificuldade que só tem normal e facil, sinto falta do Hard Core que tinha no Trine 2 e que tornou ele tao inesquecivel, sem falar que quando vc morre instantaneamente vc é revivido, a morte nesse jogo se tornou algo bem banal, tbm nao entendi muito bem a função daquela bola de borracha do Amadeus que pra mim é totalmente inutil, porem os graficos e os mapas possuem uma beleza absurda, é um jogo bastante bonito, mas por essas coisas que deixo avaliação negativa, esperava muito mais. E é issoMostrar maisMostrar menos
Mesmo após ouvir somente elogios da trilogia Trine, fui relutante em experimentar o jogo: não era muito fã de cooperativo e, como diz o ditado, de jogo bonito a biblioteca está cheia. Entretanto, cedendo à tentação anos depois, pude experimentar os jogos em sua melhor forma: jogando com amigos, e constatar que eles não se resumem só em um multiplayer legal e um visual atraente. Trine 3 foi ambicioso apresentando estágios com profundidade, um avanço para a série e uma demonstração de ousadia dos desenvolvedores em ter que considerar mais isso durante o level design. Todavia, mais do que coragem, me pareceu que isso também custou uma parte do jogo que, para mim, terminou abruptamente, o único defeito que consigo citar no título. Ao terminá-lo - mais rapidamente do que o segundo e então frustrado por esperar mais - ficou em mim um misto de: querer jogar mais, quiçá um quarto título, e; não querer que um próximo título da série seguisse os passos que o terceiro jogo seguiu: melhorar um pouco a custa de um corte na história. De qualquer forma, depois de saber da falta de perspectiva sobre um próximo jogo, uma angústia em mim era despertada toda vez que lembrava de Trine. Eis que se passa um ano e sou surpreendido pelo anúncio de Trine 4: The Nightmare Prince. Passada a frustração, só saudade residia em mim em relação à franquia e o saudosismo me levou a querer o jogo logo na pré-venda. Por já ter os demais jogos da série, este também me saiu quase pela metade do preço, o que, se por um lado temo ter sido descuido na venda, por outro encaro como um agradecimento da desenvolvedora para com os jogadores que acompanharam a saga até aqui, adquirindo todos os jogos, então porque não dar a essa galera um desconto camarada? Trine 4: The Nightmare Prince busca sua inspiração no melhor título da série, o segundo, retornando à câmera lateral e sem a possibilidade de se movimentar pela profundidade das fases, como em Trine 3. Contudo, os cenários ainda possuem esse amplo espaço, sem a possibilidade de exploração, mas que é essencial para as paisagens deslumbrantes que são características da série. Aliado á isto, os planos de fundo também parecem terem sido cuidadosamente arranjados, sendo também elementos fundamentais na construção do visual estonteante. A iluminação abundante realça a paisagem rica em detalhes e deixa claro - em ambos os sentidos - o caminho a ser seguido enquanto o tênue contraste com as partes mais escuras delimitam as áreas onde você não pode alcançar, um trabalho primoroso de level design te mostrando o caminho intuitivamente, sem a necessidade das jurássicas setas, placas de afins. A câmera também é parte importante dos cenários, se aproximando, distanciando e rotacionando em momentos que parecem ter sido escolhidos a dedo. Em lugares abertos, com grandes árvores e céu bonito ela irá abrir, permitindo admirar toda grandeza daquela área. Em um puzzle ou calabouço ela irá fechar e focar no que realmente importa: o quebra-cabeças à frente ou o estreito caminho a se seguir, respectivamente. Em inícios de fases e diálogos da história ela irá rotacionar para quebrar a monotonia do movimento lateral e exibir melhor os personagens. Os quebra-cabeças (puzzles) mantém-se como ponto forte da série e, tendo jogado Trine 1 recentemente, pude ver o quanto eles evoluíram conforme a série avançou. Eles sempre se utilizam de elementos condizentes ao cenário atual: plantas, espinhos e estufas no jardim e grades, correntes e moinhos no castelo, nada é posicionado somente para servir o desafio, mas sim como para também compor o belo cenário. Além da beleza, ainda há aqueles desafios em que você pensa "está bugado, os desenvolvedores devem ter esquecido de algo" e poucos instantes depois se sente recompensado ao desvendar como superá-lo, uma sensação que é cada vez mais rara em jogos no geral mas que aqui não são escassas. Por vezes logo após terminar um quebra-cabeças já há outro na sequência, o que poderia vir a se tornar cansativo se não fosse a grande variedade de desafios, que me faz até tentar mensurar o quanto de desenvolvimento é dedicado à elaboração deles, pois são diversos, criativos e instigantes, sempre buscando aproveitar uma recente habilidade adquirida pelos personagens. Personagens estes que continuam carismáticos e com a personalidade mercante que construíram ao longo da saga. Muito disso continua a ser desenvolvido por diálogos durante as fases, que confesso não ser o momento que mais me agrada ter que parar para prestar atenção na conversa. Por mais leviana que seja, eu quero absorver todo conteúdo e é difícil escolher prestar atenção no diálogo ou na fase/inimigos/coletáveis. Não lembro se há no terceiro jogo uma árvores de habilidades, mas aqui sim, curta, mas que demarca bem a progressão dos personagens quanto às suas habilidades, que, volto a dizer, têm uma ótima sinergia com os quebra-cabeças: a partir do momento em que você libera uma nova habilidade, recorrentemente você a usará, alternando entre as disponíveis e não mantendo nenhuma inutilizada. A trilha sonora também é um ponto positivo do jogo. Não é a excelência que é no segundo título nem possui tantas músicas marcantes, mas é prazerosa o suficiente para acompanhar durante as fases e, principalmente no tema, percebi uma inclinação em direção à trilha de Ori and the Blind Forest, que se realmente existe é uma inspiração muito bem válida. Quanto à performance, das poucas opções de configuração a única que fez diferença foi a escolha do filtro anisotrópico, que se escolhido em níveis mais altos pune muito o desempenho, mas que no nível inicial já cumpre perfeitamente o papel de remoção de serrilhado. O tamanho de carregamento das texturas também é ajustável e pode ser que você prefira texturas menores caso tenha pouca VRAM disponível, o que também não deixará o visual do jogo ruim. Fora isso, jogando desde o lançamento não presenciei bugs, crashes ou qualquer mal funcionamento de alguma mecânica. Trine 4: The Nightmare Prince, na minha opinião, trás de volta a franquia ao seu posto de referência enquanto jogo de quebra-cabeças multijogador. O insucesso de seu antecessor, por mais infeliz que tenha sido, fez com que os desenvolvedores viessem a entender o que os jogadores realmente gostam na série e intensificassem isso sem custar no enredo do jogo. Há algumas horas jogando e sequer na metade, posso afirmar que houve aqui o cuidado para que não acontecesse o que aconteceu no terceiro jogo. Passando e completando os estágios fica implícito o cuidado e atenção que cada canto dali recebeu durante sua construção e após concluídos, durante testes. Bom conteúdo entregue adjunto um visual que sempre renderá belíssimas screenshots, tudo sem custar um valor exorbitante.Mostrar maisMostrar menos
Esse jogo é um COMPLETO fracasso comparado aos Trine 1, 2 e 3 (inclusive são maravilhosos, recomendo). 1- Mudaram toda a jogabilidade dos personagens, resolver os puzzles é muito sem graça. 2- A história do jogo é fraca e extremamente sem graça, parece que foi feito pra criança de -10 anos. 3- As conquistas e saves do jogo são MUITO BUGADAS! Não consegui metade das coisas do jogo porque quando fechava o jogo e abria de novo ele perdia tudo (as vezes acontecia, as vezes não). 4- As salas de multiplayer são muito bugadas, é muito rolê pra conseguir entrar na sala com amigo porque o convite não funciona, tem que ficar procurando ele na lista. 5- Depois de 20 mil horas matando o boss final, o jogo simplesmente não conta a conquista. O lado bom do jogo? Alguns puzzles são realmente interessantes de fazer, mas não vale o valor do jogo atual (50 conto? por ai)Mostrar maisMostrar menos
Trine 4 fez um retorno às origens, voltando a usar gráficos 2.5D para criar o visual fabuloso que já lhe é característico. Puzzles inteligentes e uma boa trama fazem parte do pacote e o nível de dificuldade está em um patamar bem justo, resolvendo aquele problema da dificuldade infantil apresentada no jogo anterior, se aproximando bastante do visto no segundo jogo da franquia. No melhor e mais elaborado roteiro da série até então, os três heróis são chamados a resgatar o Príncipe Selius, que caiu na tentação de usar magia das trevas e acabou invocando algo que não podia controlar. Como resultado, ele libertou de sua mente todos seus pesadelos que agora assolam todo o reino. A história desenvolve bem e conta com outros personagens que encontraremos durante a jornada, além de referencias aos jogos anteriores e colecionáveis escritos que nos ajudam a entender melhor os acontecimentos de fundo. Como de costume, é possível jogar sozinho ou em modo cooperativo com três jogadores, onde cada um controla um dos personagens. Porém, há ainda um modo alternativo em que podem jogar até quatro pessoas repetindo-se os personagens e com alternância livre entre eles. Ainda que seja válida a adição, é no modo clássico que o jogo brilha mais forte, incentivando os jogadores a trabalharem em equipe para combinar suas habilidades para resolver os desafios propostos. Os quebra-cabeças estão bem mais diversificados, já que agora podem fazer uso das técnicas extras que os três heróis possuem, como a corda encantada de Zoya, o multi espelhamento de Pontius e o arremesso de caixa de Amadeus que, infelizmente, “ainda não aprendeu a conjurar bola de fogo”. Os tradicionais frascos de experiência estão presentes novamente e ao coletá-los você ganha níveis e pontos para distribuir em sua árvores de habilidades. Porém a distribuição é meio engessada, já que a maioria das habilidades só pode ser desbloqueada em determinada altura da campanha. O combate no geral não teve grandes melhorias, sendo a melhor delas que Amadeus agora também pode participar. Por outro lado, os chefões são bem mais interessantes e numerosos, muitos deles com lutas divididas em fases e tudo mais. Em resumo, Trine 4 deu um passo atrás mas foi apenas para tomar impulso e saltar lá na frente, mostrando que a franquia ainda tem muito a oferecer. Com jogabilidade consistente e uma trama muito bem amarada, este é certamente um bom título para os amantes do gênero. EXCELENTE (9/10).Mostrar maisMostrar menos
simplesmente não funciona o coop já tentamos de várias maneiras de todos os jogos que tenho só essa mmerda não funciona.Mostrar maisMostrar menos
Fonte: análises originais de usuários da Steam. Votos de utilidade são um registro arquivado, não dados ao vivo. Última coleta: 15/08/2026.
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