

Vampyr
Histórico de preços
Últimos 36 meses · atualizado todo diaOs preços cobrem a Steam e 39 lojas autorizadas; só entram ofertas regulares. O gráfico mostra os mínimos semanais do mercado e o preço oficial da Steam nos últimos 36 meses.

01Sobre Vampyr
Londres, 1918: o doutor Jonathan Reid é médico e um Vampyr recém-transformado. Busque uma cura para a cidade devastada pela gripe enquanto enfrenta caçadores de Vampyr, skals mortos-vivos e outras criaturas sobrenaturais. Seus poderes ajudam a lutar e a investigar a vida das pessoas ao redor. Mas sobreviver exige escolher de quem se alimentar. Os cidadãos formam uma rede interligada que reage às suas decisões, capazes de salvar Londres ou levá-la à ruína. Na Steam, 77%% das 20.252 avaliações de jogadores sobre Vampyr são positivas.
Equipe
Menor preço registrado em 36 meses
US$ 3,992025-11-25 · GOGJogo base · mesmos registros do gráfico acima; histórico em USD, não o menor preço regional da Steam.Idiomas compatíveis
| Idioma | Interface | Legendas | Áudio |
|---|---|---|---|
| Chinês simplificado | Sim | Sim | — |
| Inglês | Sim | Sim | Sim |
| Francês | Sim | Sim | — |
Mostrar mais 6 idiomas
| Idioma | Interface | Legendas | Áudio |
|---|---|---|---|
| Alemão | Sim | Sim | — |
| Espanhol | Sim | Sim | — |
| Português (Brasil) | Sim | Sim | — |
| Russo | Sim | Sim | — |
| Polonês | Sim | Sim | — |
| Italiano | Sim | Sim | — |
Dados da versão Steam para PC · 2026-10-17
02Antes de comprar
Controles e idiomas
A versão Steam para PC tem suporte completo a controles. O inglês inclui áudio completo; os demais idiomas compatíveis oferecem legendas.
Modo de jogo
A Steam classifica Vampyr como jogo para um jogador, com foco na história de Reid e nas escolhas que ele faz em Londres.
03Perguntas frequentes
Quem é o protagonista?
Você joga como o doutor Jonathan Reid, transformado em Vampyr em Londres, em 1918.
Qual é o dilema de Reid?
Ele busca uma cura para a cidade assolada pela gripe enquanto luta para sobreviver como Vampyr.
Como as escolhas afetam Londres?
Os cidadãos interconectados reagem às suas escolhas, inclusive à decisão sobre a próxima vítima de Reid.
Avaliações populares da Steam
Seleção no idioma original · 10 avaliaçõesAs avaliações úteis selecionadas neste idioma incluem recomendações e críticas. Esta seleção não representa a porcentagem geral de avaliações positivas; as opiniões refletem a versão avaliada.
Resumo: É um jogo que podia ser muito mais. A história, até agora (2 horas de jogo) parece ser boa. A narrativa é boa. As conversas são esquisitas, com a câmera na nuca do teu personagem. Os gráficos são OK. Não é ruim, mas podia ser melhor. A trilha sonora e ambientação são bem feitas. (Na verdade a trilha sonora do jogo é perfeita pra esse gênero de vampiro e terror) A jogabilidade é OK, é bem simples. O cara não pula, mas isso não estraga o jogo. O combate... faltou aquele polimento de jogos AAA. Faltou algum cuidado aqui. Ele parece que mirou no Witcher 3 ou Dark Souls mas acabou lembrando muito um combate de um ActionMMO barato. Não é uma merd@ inacreditável! Mas podia ser muito melhor... [edit]: estou começando a me acostumar com o combate do jogo... como eu disse, não é tão ruim. Gravei um vídeo para demonstrar o combate do jogo: https://www.youtube.com/watch?v=ey7WnsGj_14 É isso... é um jogo OK. Poderia estar mais barato tmb pra um jogo "OK". O jogo está longe de ser ruim. Nada disso! A temática dele (vampiro) é muito boa. É um tema bastante escasso no mercado de games, por isso eu ainda recomendo. Jogando Vampyr, me faz ver o quão orfão eu estava de jogos de vampiro. Principalmente pra quem jogou "Vampiro a Máscara" (rpg de mesa) Seria muito melhor se a CD Projekt Red fizesse um? óbvio que sim, mas... Vampyr é o que tem pra hoje. =P [edit2]: 12 horas de jogo até agora e devo dizer que eu estou gostando bastante, inclusive o combate já não me incomoda mais! kkkkk (me julguem) O sistema de combate é mais estratégico do que visualmente cool. E acaba funcionando bem. Já me considero um expert no combate de Vampyr. uhuuu! \o/ O jogo virou um "gerenciamento de comunidade". Gerenciado por um médico que por um acaso é um vampiro, mas beleza... E dependendo das escolhas que vc toma durante o jogo, as pessoas "desaparecem", morrem, ou a comunidade inteira pode ser tomada pela praga. Ok, eu acho que eu estou curtindo esse jogo mais do que eu deveria... hehehe Vampyr é aquele tipo de jogo que a primeira vista pode não agradar, mas melhora MUITO com o tempo. Acredite. [edit3]: Os combates não te dão muito XP. No entanto... as pessoas, os moradores da cidade, te dão MUITO XP! E a quantidade de XP pode melhorar ou piorar, depende de como o cidadão está de saúde, a qualidade do sangue pode baixar ou diminuirm afetando a quantidade de XP q ele pode te dar se vc resolver "abraça-lo". Achei essa idéia GENIAL! Vc , como um vampiro, se sente atraído e seduzido a sair arrancando a jugular da cidade inteira! kkkkkkk Aí vai de cada um. Com quase 20 horas de jogo estou conseguindo me segurar. Mas confesso que a vontade é tão grande quanto a fome por sangue do personagem. Fazer quests tmb dão bastante XP.Mostrar maisMostrar menos
O RPG de vampiro que todo mundo queria, mas não desse jeito. Na carência de um bom RPG de vampiro as pessoas embarcaram no trem do hype, quando Vampyr apareceu pela primeira vez ele chamou a atenção por sua atmosfera sombria e imersiva, sua lore e principalmente sua temática vampiresca. Infelizmente, o tal trem do hype acabou acelerando mais do que deveria e descarrilou... Em uma Londres vitoriana açoitada pela gripe espanhola e repleta de consequências da revolução industrial espreita uma criatura sedenta por sangue, um sanguessuga, um verdadeiro monstro. Seu nome é Reid, Dr. Jonathan E. Reid. A premissa do jogo é baseada no sentimento de vingança, Reid, um médico especialista em hematologia que jurou salvar vidas acorda em uma cova comunitária com uma sede insaciável de sangue, ele não pensa em mais nada a não ser beber este líquido vermelho que corre nas veias das pessoas, sua primeira vítima? Sua querida irmã, Mary. Com a culpa por ter bebido sua irmã o consumindo, o doutor resolve ir atrás de quem o transformou e destruir a praga que contamina a cidade. Você e Jonathan passarão por diversos dilemas ao longo da história, por exemplo, um carpinteiro viúvo pai de dois filhos está na suas mãos, tudo o que ele tem são os filhos... Beber o pobre viúvo e deixar os filhos órfãos para aprimorar suas habilidades vampirescas e prosseguir na sua jornada ou deixar que o homem viva em harmonia com seus filhos? E aí, qual será a sua escolha? O enredo é tão bom que sozinho quase consegue sustentar o game, o problema é que ao decorrer do desenvolvimento os desenvolvedores não tiveram a atenção (ou tempo?) para trabalhar em aspectos importantíssimos em um jogo de combate em terceira pessoa, tipo o combate! O combate (ataques, esquivas e outros movimentos) é ''travado'' e os movimentos gerais dos personagens (animações faciais, caminhar e outros movimentos) são robóticos, é perceptível que ambos foram mal trabalhados por parte dos programadores e atores, não estou falando de mecânicas mal acabadas, mas sim de mecânicas mal feitas, desde o básico. Lembro de jogar games em terceira pessoa de PS One cuja jogabilidade e movimentação são mais reais, suaves e bem feitas do que Vampyr. Junte isso com uma câmera que se comporta de maneira péssima durante lutas, diálogos, cutscenes e praticamente qualquer momento que não seja a exploração para que o resultado final seja o oposto de agradável e a experiência do jogador seja frustrante. A questão da troca de armas, equipamentos e habilidades também é meio bagunçada e pouco intuitiva, dependendo do jogador e da build levará um certo tempo para que você se acostume, há também a questão do teclado e mouse ou controle usados. O sistema de upgrades (melhorias) tem um conceito excelente e que faz todo o sentido vampiresco: Beber pessoas para evoluir. Mas infelizmente ele não foi muito bem elaborado, a árvore de habilidades é simples e meio estranha, não espere o mesmo nível de combinações e possibilidades de builds de Divinity: Original Sin ou Path of Exile. Este é o tipo de RPG em que os diálogos e história foram claramente priorizados em relação a qualquer outra coisa, ou seja, se você é o tipo de jogador que gosta de criar várias builds diferentes e rejogar o game várias vezes de diferentes maneiras este game provavelmente não é pra você, jogue The Elder Scrolls. Como todo jogo da DONTNOD, Vampyr também bebe de características de outros games. Isso não é ruim, muito pelo contrário, certas mecânicas de outros jogos podem ser muito positivas se executadas corretamente, como por exemplo os ''Sentidos de Bruxo'' do The Witcher 3 ou ''Detective Mode'' (ou ''Detective Vision'') do Batman Arkham Asylum, aqui o modo é chamado de ''Sentido Vampírico''. O peso das decisões tomadas flutua como uma montanha russa, da mesma forma que você pode literalmente beber qualquer NPC que encontrar pelo caminho e isso modificar a sua jornada de forma positiva ou negativa, há também várias escolhas em diálogos que não fazem a menor diferença, entretanto, seja cauteloso(a) na hora de fazer uma escolha, afinal não há salvamento rápido, uma decisão errada pode ser fatal. Apesar da atmosfera ser cativante e extremamente imersiva, ela não consegue atingir o seu ápice, bem, não no mesmo nível de jogos como Inside e Assassin's Creed Syndicate. Não digo isso pela questão gráfica ou coisa do tipo, mas sim pelos cenários e atuação... muitos cenários são mal acabados, pouco detalhados, ''mortos'' e até mesmo réplicas idênticas de outros. Eu sei que reutilizar assets (modelos) não é novidade no mundo dos jogos, mas aqui essa questão foi elevada ao patamar onde me senti incomodado por ver os mesmos assets em diferentes locais, isso é chato e quebra um pouco a imersão do jogador. A questão da atuação (dublagem) foi comprometida pelo fato das expressões faciais não serem tão boas, na real estou pegando leve... a parada é nível Mass Effect Andromeda pra pior, acredite. Felizmente a trilha sonora é o oposto disso, o nível de qualidade das músicas é são alto que dá vontade de abrir o jogo só para ouvir, acho que a última vez que vi algo desse nível foi quando joguei Wolfenstein II. O estilo gráfico do jogo está entre o real e a fantasia, tipo Remember Me, porém melhor, obviamente. O jogo é bonito, mas os gráficos nem beiram o nível de jogos como Assassin's Creed Origins, God of War (2018) ou até mesmo o premiado indie que roda na mesma engine, Hellblade. O desempenho também é questionável, eu enfrentei muitos stutterings (travadinhas) em alguns cenários do jogo, e sim, o game não é mundo aberto... Há vários e vários carregamentos espalhados pelo mapa, inclusive para entrar em certas construções, sem falar que esses loadings são meio demorados, mesmo em máquinas mais potentes, problema que não acontece quando o jogo está instalado em um SSD. O desempenho no geral é aceitável, mesmo com as travadinhas, só não espere um milagre de otimização como em Resident Evil 7 ou GTA V. A tradução para o Português do Brasil é boa, porém, as legendas não poderiam se posicionar de forma pior, sem falar que muitas vezes elas ficam fora de sincronia com o que é dito pelos personagens, talvez isso não te incomode, mas pra mim foi terrível. O único erro de tradução que encontrei foi um erro de gênero em um diálogo, nada muito grave. Conclusão: Vampyr tinha um conceito interessante que não vemos muito por aí e um potencial gigantesco, mas infelizmente foi feito por uma empresa que parece não ter experiência com jogos do gênero RPG e mecânicas de combate em terceira pessoa, isso foi sua maldição. Em contrapartida temos uma trama interessante, atmosfera imersiva e lore que provavelmente agradará quem curte a temática em questão. No final fica a pergunta: Por que escolheram fazer um RPG em terceira pessoa com combate? Por que não fazer um ''Point-and-click'' focado na história, nos personagens e na trama? Por quê? O jogo tem vários pontos positivos e vários pontos negativos, pra mim ele foi aceitável, pra você pode não ser. Mais uma vez me encontro em uma encruzilhada proporcionada pela falta de recursos das análises do Steam, mais uma análise que excedi o limite de caracteres e mais uma que gostaria de dar recomendação ''neutra'', mas não posso. Críticas e sugestões são sempre bem-vindas, só peço que, por favor, seja educado(a) nos comentários e não poste spoilers sem usar a tag spoiler. Análise fortalecida através do Curador do grupo Magnaway. Apoie-nos seguindo nosso Curador para futuras análises.Mostrar maisMostrar menos
Eu esperei tanto por este jogo... lembro até hje o qnto fiquei chateada qndo adiaram ele em 2017 e msmo eu já tendo ele em mãos tive que esperar por mais um ano pra enfim jogá-lo!! E sendo bastante honesta, apesar de ter AMADO o jogo, eu esperava mais, não foi tudo aquilo que eu imaginava e o adiamento não foi justificado pelo conteúdo. Primeiramente achei o jogo super curto, vcê consegue terminar ele em menos de 15 horas, e há pouca coisa pra fzer e qse nenhuma missão secundária, fzendo vcê se concentrar apenas na trama principal - que é um tanto qnto curta... podiam ter explorado mais o mundo dos vampiros, ter criado uma história cm mais personagens vampiros, cm mais emoção e cm acontecimentos mais marcantes. Achei tbm o mapa do jogo mto pequeno, cm pouco lugar pra explorar, e isso já remete em outro ponto negativo que é a falta de liberdade!! vcê não consegue pular paredes e nem andar por cima das coisas e por onde vcê bem entender, mto pelo contrário, msmo tendo poderes de vampiro vcê só pode andar pelas ruas e por caminhos pré estabelecidos, tendo que abrir portas e encontrar ruas alternativas qndo algum portão estiver trancado.. é bem chato isso e faz o mapa parecer um pouco maior do que realmente é, já que vcê tem que ficar andando o tempo todo e não tem fast travel (justamente pelo mapa ser pequeno). A variação de cenário foi outro ponto criticável, pois vcê se sente andando por um labirinto, já que os cenários são todos iguais, a cidade de Londres obscura e cm várias casas sombrias e ruas vazias, vcê anda, anda, anda e parece que está no msmo lugar. Mas apesar desses pontos negativos que me deixaram bastante chateada, o jogo teve seus fortes... no início estava bem chatinho, eu até meio que joguei sem vontade, mas dpois de 2-3 horas de jogo as coisas esquentaram e ficaram super demais, vale a pena dar uma chance msmo que vcê ache o começo ruim, prqê conforme vcê vai entendendo como lutar e as mecânicas do jogo, tdo fica mais simples e divertido!! sempre quis ter a experiência de ser uma vampirinha, e tive um leve gostinho de como seria enqnto jogava, porqê vcê pode investir perks ao aumentar de nível em vários poderes incríveis, todos voltados para ataques de sombra e de sangue, e além do mais vcê pode se locomover cm mta facilidade se transformando em sombra enqnto corre e pode até se tornar um vilão matando inocentes pra beber o sangue deles cm aquela clássica mordidinha no pescoço. O mais legal é que toda ação qe vcê toma repercute na saúde do distrito.. conforme vcê mata inocentes de determinada região, ela vai decaíndo e os habitantes vão piorando até chegar num estado de calamidade onde a região é tomada por vampiros inferiores (que lembram zombies, só que ágeis) e todos os habitantes morrem!! em contrapartida, vcê tbm pode ser bonzinho e criar antídotos para os habitantes, conversando cm cada um deles e curando-os para aumentar a saúde da região, o que torna o sangue de seus moradores mais saboroso e mais recompensador qndo vcê dá aquela experimentada (recebendo mais experiência para aumentar de nível e liberar novos poderes e efeitos). É primordial se alimentar de sangue para sobreviver, seja ele de pessoas ou de ratos (no estilo do Lestat em "entrevista com o vampiro"), assim a dificuldade do jogo varia conforme suas ações, pois os inimigos vão dar trabalho se vcê não tiver perks aprimorados, já que eles variam desde caçadores cm armas de fogo em até outros vampiros de diferentes formas (tendo inclusive um que parece lobisomem). Quanto ao enredo, tem um desenvolvimento lento mas uma vez que engaja se torna incrível, cm direito a reviravoltas formidáveis!! entretanto as suas decisões não importam mto e todos os quatro finais diferentes são de pouco impacto por ter um romance forçado e que não te emocionada em nadica de nada.. tanto que tive um final considerado "ruim" mas achei melhor do que o que seria o final "bom"... pois não tive a intenção de ser uma vampira gente boa e ética o tempo todo (afinal ql seria a graça do jogo em fzer tudo certinho??). Contudo, os prós e contras ficaram bem equilibrados, e só recomendo fortemente o jogo pra qm ama o tema de vampiros e gostaria de ter a experiência de controlar um (sem tanta liberdade como o desejado)... e mesmo assim não é interessante pagar o preço total, espere uma promoção prqê infelizmente não tem conteúdo o suficiente para justificar o valor que está sendo cobrado.Mostrar maisMostrar menos
O game é ok em varios aspectos mas infelizmente nao ta valendo o preço cobrado. No momento é melhor esperar e pegar o jogo em uma promoçao mais pra frente.Mostrar maisMostrar menos
Vampyr é um RPG de mundo semi-aberto ambientado em Londres durante a Primeira Guerra Mundial, em meio à pandemia da Gripe Espanhola. Você irá explorar esgotos, becos, vielas, prédios e luxuosas mansões. Você verá a elegância e charme da moda da aristocracia inglesa do começo do século passado em oposição com o feio e sujo estilo de vida dos que não foram tão afortunados. Prepare-se para conhecer uma Londres infestada por criaturas, vampiros, lobisomens, milicias, caçadores de vampiros e ekons, assim como você, que provavelmente te matarão com 1 ou 2 golpes. Seu personagem é Dr. Jonathan Reid, um neófito. Como médico, seu dever é descobrir a causa da epidemia e encontrar a cura para salvar Londres. E é aí que começam os impasses. Você terá que fazer escolhas ao longo do jogo, algumas importantes, outras nem tanto, mas sempre estará dividido entre ser um médico e curar e salvar todos os cidadãos (por mais que alguns te irritem profundamente) ou seguir seus instintos vampíricos, e se deixar tomar conta pela sua insaciável sede de sangue. Ao longo do jogo, conhecendo e conversando com personagens, você descobre novos fragmentos da história, mais detalhes e histórias próprias de cada cidadão dos distritos, suas necessidades, crenças, preconceitos, etc. Em vários momentos são levantadas pautas sobre o racismo, sexismo, preconceito com classes sociais e xenofobia presentes na época. (até hoje em dia.) Sem dúvidas, zerar o jogo sem se alimentar de nenhum cidadão se torna uma tarefa mais árdua, já que eles são a maior fonte de XP que você irá encontrar no jogo. Porém, nem tudo são flores, já que as consequências de se alimentar dos cidadãos são a rápida baixa da estabilidade no distrito, fazendo com que alguns cidadãos morram, fiquem desaparecidos e monstros comecem a andar pelas ruas. É um dilema egoísta, ou você se alimenta para ficar forte ou você como médico, escolhe salvar a cidade. Prós: Ambientação muito bem trabalhada; Trilha sonora impecável; Dublagem maravilhosa (principalmente do Jonathan); História massiva e rica em detalhes; Personagens com histórias próprias; Plot twist inesperado; Gráficos bonitos; Sistema de habilidades e upgrades simples e bem encaixados; Muitas missões secundárias e coletáveis; Vários tipos de armas (De fogo, brancas ou duas mãos.); Jogabilidade simples; Mudanças na aparência do seu personagem caso escolha se alimentar dos cidadãos; Escolhas importam; Contras: Romance forçado (único ponto fraco na história); Não tem fast travel entre os abrigos; Não tem save manual para fazer outros finais; Não tem mini mapa, você vai ter que pausar o jogo pra ver o mapa; Animações faciais muito engessadas; Sincronização de dublagem com animações; Alguns raros bugs visuais; Loadings demorados em algumas partes; Conclusão: Vampyr é um excelente jogo de temática vampiresca, onde não só aborda o assunto, como insere várias referências do folclore, não só na história, como nos diálogos, mecânicas, habilidades. (autofagia, neófitos, skals, o "medo" do sol, não entrar em casas sem ser convidado, persuasão de mentes, etc.) Grande parte das análises negativas desse jogo se devem a pessoas que jogaram e não são o público alvo dele. Não espere um jogo padrão de mundo aberto, com viagem rápida, história rasa, tiroteio e correria. Vampyr é quase como ler um livro, um simulador de conversa, é feito para quem gosta de sentar por horas e ouvir a história ser contada. Levei aproximadamente 50 horas para terminar 100% e não me arrependo. Recomendo para fãs de jogos ricos em história e, principalmente, histórias sombrias, lendas e mitologia.Mostrar maisMostrar menos
Vampyr tem uma forma unica de vislumbrar o horror vitoriano gótico nos toques de sua sonoridade e ambientação, mas forçadamente poluido por ideias um tanto descabiveis e apreendidas pela carencia de loadings agressivos em métodos de combate terminantemente tediosos!Mostrar maisMostrar menos
"A morte não é má... O verdadeiro castigo seria nunca sentir o doce beijo dela." Segunda revolução industrial europeia, em 1918 logo após a primeira guerra mundial uma nova epidemia assolava os cidadãos de Londres, porém não era só por causa de uma doença comum como a gripe espanhola, e sim a que transformava homens sãs em verdadeiros sangue sugas. O protagonista Doutor Jonathan Reid, é um renomeado médico e cientista que descobriu depois de muitos anos de estudo, o tão complexo procedimento de transfusão sanguínea. Mas mesmo sendo um protetor de vidas, o seu destino foi selado, Dr. Reid foi recrutado para viver nas mais profundas sombras do vampirismo. Vampyr apresenta um RPG com elementos de investigação, em que as suas escolhas vão moldar o destino do seu personagem do início ao fim. O game é inteiramente recheado por diálogos e acaba forçando o jogador a conhecer minuciosamente a biografia de diversos cidadãos para desbloquear as pistas de cada um, que variam entre traços sobre as características do caráter deles ou fatos marcantes em suas histórias. Os NPCs além de oferecer algumas quests secundárias, também possuem um alto valor em experiencia ao mordê-los, que são aumentados de acordo com o número de pistas descobertas. Ao decorrer da gameplay, vamos nos deparar com todo tipo de gente, desde ladrões, homicidas, comerciantes, veteranos de guerra, médicos, padres dentre outros. Embora o foco do jogo não seja o combate e sim a história, será inevitável citar as falhas que acontecem nele. Principalmente o sistema de mira, que pode ser bem irritante nos momentos que tem muitos inimigos em uma luta, pois ela fica alternando facilmente entre eles e acaba provocando a errar alguma skill ou um disparo. Entretanto, o combate ainda continua sendo razoável, em razão de existir uma boa diversidade de armas, consumíveis, habilidades ativas e passivas. O mapa possui um tamanho mediano se for considerado todos os becos, interiores e esgotos. Por esse motivo seria fundamental ter a opção de fazer uma viagem rápida de um ponto ao outro, mas em Vampyr não é possível, tornando então o Dr.Reid em um verdadeiro andarilho. Além disso, os respawn dos inimigos são fixos em certos trechos principais, e fugir ou usar a habilidade de ficar invisível nem sempre vai ser útil para evitá-los, obrigando o jogador a entrar em batalhas repetitivas que só vão te acrescentar por cada morte 5 pontos de experiencia e um pequeno loot. Vampyr é formado por quatro distritos, ambientes que subdividem o jogo. Cada distrito desse possui o seu nível de saúde, que é medido através da salubridade de todos os habitantes, por isso será necessário como o papel de médico ir em cada indivíduo e oferecer o medicamento correto para curá-lo de sua doença. Caso os cidadãos passem muito tempo sem obter um tratamento, os níveis desse distrito podem cair drasticamente até chegar em hostil, no qual deixará a região desabitada. Ao abraçar alguém independente seja a sua índole, o nível do distrito também irá decair, ou seja, todos os seus atos poderem gerar consequências, essencialmente no destino de outras pessoas que tinha ligamento com a vítima. A história foi o maior destaque de todo Vampyr, ela consegue mesclar de uma forma harmoniosa vários acontecimentos históricos com o enredo fictício do título, bons exemplos disso é uma alusão que o jogo faz a respeito do sufrágio feminino e o outro sobre as máscaras que foram criadas para os soldados franceses, vítimas da desfiguração facial durante a primeira guerra. Os desenvolvedores conseguiram explorar profundamente o protagonista, de uma forma que cativa o jogador por completo, constituindo de pouco a pouco os detalhes sobre a dramática vida de Jonathan que entra numa frenética jornada de amor e ódio, em busca de esclarecer quem é o responsável pela sua transformação. Graficamente o jogo realmente é bem-feito, com os cenários noturnos ricos em detalhes e repleto de traços do leste Europeu, criando juntamente com os efeitos sonoros uma verdadeira atmosfera de terror pelas ruas de Londres. Apesar disso, o título é extremamente mal otimizado, basicamente nos locais que são recheados de objetos como no hospital Pembroke, que é a parte principal do mapa e onde mais cai o FPS durante toda a gameplay. Já a trilha sonora instrumental tem um estilo mais clássico e contribui muito com os momentos de ação e suspense do game, especialmente o violino. Contudo, Vampyr possui quatro finais diferentes, sendo eles: o melhor final que inclui a conquista Not Even Once, o médio, o ruim e o péssimo. A sua conduta o levará para algum deles, por isso é importante fazer as decisões sabiamente para não se arrepender. Caso você escolha ser pacífico, toda a jogabilidade ficará mais difícil em razão da diferença dos seus níveis com os dos inimigos, no qual sempre serão um pouco mais altos. O título só será altamente recomendado para aqueles que gostam da abordagem de vampiros, de ler bastantes diálogos e que se identificam com assuntos acerca da área de saúde. Vampyr rende em média de 15 a 20 horas para completar a história principal, conquanto para fazer todas as missões secundárias, desbloquear as conquistas, juntar todos os coletáveis e ler todos os diálogos pode te custar 50 horas ou até mais no total de gameplay. Extras: • Todos os NPCs contém visuais únicos e não há repetições entre eles; • Variedade razoável de inimigos; • Ótimas opções de upgrades nos equipamentos e nas habilidades; • Enredo fantástico; • A dublagem é maravilhosa; • Boa trilha sonora; • Possui 9 idiomas, incluindo o PT/BR; • No total de 28 conquistas. • Save em nuvem e compatível com o controle. Sugestões: • Poderia ter mais variações de trajes para o Dr.Reid, em uma das primeiras cutscenes mostra ele com um sobretudo bege muito elegante que não contém no game. Existe somente o terno padrão e o outro através da DLC The Hunters Heirlooms. • Deveria ter mais side quests; • Melhorar a otimização; • Correção de bugs de texturas e reparar erros que fecham o jogo de repente. Review para Curadoria Jogos Grátis Brasil.Mostrar maisMostrar menos
Como muitos já falaram abaixo, é um jogo apenas "OK".. Li alguma destas análises jurando que poderia mudar de ideia depois das minhas primeiras 3 horas de jogo, principalmente pq eu tendo a ser muito resistente com jogos deste gênero, devido à minha paixão ao clássico rpg de mesa "Vampiro : A máscara". Mas infelizmente, as horas foram passando, passando ao ponto de zerar e poder dizer que no máximo este jogo foi um jogo "ok" mesmo.. Eu diria que existe dois tipos de jogos ok : o "OK quase bom", e o "OK meia boca". Este está no ok meia boca, vc até consegue jogar e zerar por conta da narrativa, mas no final de tudo sente que faltou e pecou num monte de coisas, inclusive na própria narrativa que foi um dos motivos a te levar adiante.. Estranho não ? Não, e já explico.. O game possui um pseudo-sistema de escolhas, vc jura que realmente está impactando algo com suas escolhas, mas é tudo linear e script. O mapa apesar de aberto,vai te broxar por possuir basicamente maioria das portas trancadas,te dando apenas 1 opção de caminho em 90% do jogo e o que seria um mapa aberto se torna um mapa linear estreito e chato, com ambiente bonito porém muito semelhante em tudo, e apenas no final do jogo tudo está destravado, mas tal liberdade já não faz mais sentido visto que vc está para zerar, não existe um sistema de new game +, e tampouco te dá vontade de passar pelas mesmas ruas e encontrar os mesmos inimigos com os mesmos gritos . Sem falar que o ambiente por mais que tenha ali uma coerência em ambientação, ele é ao mesmo tempo monótono (talvezo fato de ser sempre noite atrapalhe mais ainda nessa questão), mas a sensação é que vc está sempre no mesmo quarteirão.. O gráfico não é ruim, mas faltou aquele polimento de design AAA. [Gostaria de salientar que aqui para baixo pode se ter alguns comentários considerados semi-spoilers, mas ao meu ver nada que afetará a experiência do jogador] Voltando aos diálogos e opções, 90% dos diálogos do jogo é apenas abobrinha, vc simplesmente escolhe a ordem das perguntas.. Se existem 5 opções de perguntas no diálogo, 4 darão na mesma coisa, e apenas uma na coloração "cinza ou amarela" impactarão em algo no final do jogo. Outra coisa que realmente muda, é o fato de tentar salvar os distritos, ou abusar e matar todo mundo para ganhar muito xp e consequentemente ficar forte. Dependendo do que tiver feito,(da linha de bom moço ou vampiro egoísta que vc queira seguir) o final será diferente no que se refere ao romance final, que aliás é um romance bem fraquinho e bobo. Do nada são desconhecidos que desconfiam, depois viram melhores amigos, e depois vira amor da sua vida(tudo isso em um curto intervalo de tempo).. Os finais são bem broxantes e bobinhos tbm, nada do que vc espera neste universo, e é meio frustrante, eles te darem a opção de ser uma máquina de matar, caso vc queira fazer o papel de vampiro malzão que quer ser poderoso, e ao mesmo tempo ele sempre ficar com diálogos típicos de um inseguro que não aceitou sua natureza, ou com discursos moralistas e muito mimimi.Ao meu ver se vc escolhe a linha do vampiro mal, os diálogos dele deveriam mudar de forma a mostrar que ele não se importa mais com sua humanidade, infelizmente não é o que acontece. Muita coisa não fechou neste game, mas claro, maioria irá fazer análises superficiais, e análise superficial é algo que não combina com rpgs.. O combate é outra coisa que precisou ser polido, não que seja ruim, mas é muito básico e com o tempo se torna repetitivo. E o fato de os inimigo serem basicamente a mesma coisa o jogo todo, mesmo visual, deve ter uma variação de 5 no máximo no jogo todo, e ficar dando respawn nos mesmos lots chatos que você não aguenta mais passar, visto que o jogo não tem sistema de travel, faz o jogo ficar quase insuportável. E os upgrades de skill qnto de armas, bem simples, e bobo, com variação quase que indiferente, e skins que não mudam. Enfim, é uma decepção, para um jogo que eu diria ser Indie mas foi vendido como jogo grande, como jogo AAA, e o preço abusivo mostra isto.. Outra coisa que reforçou esta expectativa foi o fato de o jogo ter sido adiado, dando a entender que viria muito bem polido, não é o caso..Mostrar maisMostrar menos
Gosto de descrever Vampyr como um diamante não lapidado, e não vejo definição melhor que essa. O jogo é incrível: a narrativa, os personagens, os ambientes, o ano em que se passa. Tudo nesse jogo é impecável, tudo se encaixa, não ficam pontas soltas em nada. A sua ação agora pode não ter consequências de forma imediata, mas em algum momento ela vai voltar com tudo, e você vai ficar completamente desnorteada com o que aconteceu. Mas, de modo geral, infelizmente não é um jogo que recebeu a atenção que merecia, tanto do público quanto dos desenvolvedores. É um jogo abandonado, que não teve correções de bugs, que não tem polimentos, que não recebeu atualizações para se adequar com o passar dos anos. A jogabilidade é travada e lenta, a câmera buga e inverte os controles, não tem viagem rápida mesmo sendo um jogo de backtracking. Para os curiosos que se deparam com isso, logo cansam e desistem do jogo. O fator backtracking é o que deixa esse jogo impecável, pena que se torna cansativo por não ter como se locomover mais rápido. A própria estamina se esgota muito rápido e não dá para usar a habilidade de vampiro o tempo inteiro para atravessar os distritos. A questão dos portões, que se fecham sozinhos e só se abrem quando elimina os inimigos em sua volta, é desmotivante, pois chega a um dado momento em que você já tem experiência e itens e só quer finalizar as missões e os coletáveis, já está de saco cheio de matar os inimigos. O fato de abrir o mapa, selecionar um personagem e ler sua história ou sua missão fazer o jogo dar “fatal error” é absurdo. O jogo simplesmente trava e fecha na sua cara, tendo que abrir novamente na Steam e começar tudo de novo caso não tenha salvado. O mapa é muito bom, mas deveria ser na tela do jogo, e não no inventário. Isso se torna cansativo, ele é enorme e cheio de bifurcações, toda hora tem que ficar abrindo e olhando. Eu volto a repetir: como um jogo com quatro finais não tem modo de salvamento manual? Eu simplesmente vou ter que rejogar um jogo abandonado e bugado porque não tem como salvar de forma manual? Não tem modo New Game Plus após zerar, tem que começar tudo de novo do zero. Se esqueceu de pegar um coletável, vai ter que rejogar tudo do zero e pegar tudo novamente, porque não tem como começar um novo jogo com o save anterior. Enfim, é um jogo perfeito, mas que não foi polido, um verdadeiro diamante não lapidado. Um jogo feito para quem curte temáticas de vampiros e Londres e tem paciência para lidar com essas situações de abandono. A Focus Entertainment criou tantos jogos incríveis, mas como pode abandonar uma obra de arte assim? Não há nem perspectiva de um Vampyr 2, o que é decepcionante para os fãs. Recomendo que todos encarem com paciência o início do jogo. Pode ser cansativo, mas vale a pena. Como fã de Vampyr, sempre será 10/10 para mim, mas como apenas jogadora eu diria que é um jogo 6/10. Consigo entender perfeitamente aqueles que abandonaram: é repetitivo, é cansativo.Mostrar maisMostrar menos
A história de Vampyr é interessante, mas a jornada é cansativa e por vezes injusta, o combate do jogo é terrível, com inimigos rápidos demais que parecem teleportar, uma hitbox enorme que te atinge de costas ou quando o inimigo está se recuperando do ataque, alguns ataques te pegam mesmo quando você está desviando e até mesmo usando habilidades, que não permitem movimento durante as animações e as vezes te deixam imune e as vezes não. Certos grupos de inimigos se enfrentam somente quando o jogo quer, em outros casos eles simplesmente se esbarram entre si e se ignoram. Eu entendo o combate ser difícil numa run "pacifista" mas ele é injusto por parecer uma ideia não finalizada, estragando toda a experiência que poderia ser boa se tal combate não fosse extremamente forçado pro jogador e obrigatório. Durante as lutas, incluindo chefes, o jogador tem um respawn próximo do inimigo, o que é bem conveniente, mas não recebe os recursos que usou durante a tentativa anterior, deixando o combate que já era difícil (já que você perdeu a vez anterior) ainda mais difícil e por vezes te dando softlock, já que o jogo não tem nenhum sistema de save manual por ter um sistema de escolhas, escolhas essas que por vezes não parecem mudar nada no jogo e até mesmo forçam o jogador a tomar um rumo que ele não quer, eu entendo que jogos assim "devem enganar" o jogador dando uma falsa ilusão de decisão, mas nem isso eles fizeram. O mapa enorme pode parecer interessante, mas não existe nenhum sistema de fast travel, te obrigando a andar pelas ruas de Londres enfrentando inimigos ou fugindo do combate repetitivo e ruim (isso quando você consegue, já que alguns não cansam de te seguir). A história força o jogador a participar de um romance que não quer e nem sequer chega a ser interessante, resultando num final morno e sem empolgação, não estava me importando nenhum pouco com os personagens em cena que diversas vezes tem a expressão facial de uma porta. As cutscenes finais do jogo não consideram nada das escolhas feitas durante a jogatina, igual a um final padrão de um jogo linear. O jogador mal tem opções de movimentação pelo mapa, tendo no máximo um teleporte que te leva pra um caminho linear e que no máximo conecta duas ruas, as vezes nem isso. Durante a primeira hora o jogo faz parecer que o sol seria uma ameaça real, fiquei até mesmo esperançoso pra um ciclo de dia e noite que deixaria a exploração mais interessante e menos monótona, mas não, apenas se pode andar de noite e chega a ser estranho a quantidade de npcs na rua durante tal horário. É simplesmente bizarro notar que em toda cidade de Londres não existe um animal sequer além de ratos. Juro que tentei gostar desse jogo, mas não dá.Mostrar maisMostrar menos
Fonte: avaliações originais de usuários da Steam. Votos de utilidade são um registro arquivado, não dados ao vivo. Última coleta: 15/08/2026.