

Wolfenstein II: The New Colossus
Histórico de preços
Últimos 36 meses · atualizado todo diaOs preços cobrem a Steam e 39 lojas autorizadas; só entram ofertas regulares. O gráfico mostra os mínimos semanais do mercado e o preço oficial da Steam nos últimos 36 meses.




01Sobre Wolfenstein II: The New Colossus
Como B. J. Blazkowicz, lute na América ocupada pelos nazistas em 1961 neste jogo de tiro em primeira pessoa. Reúna a resistência, use armas futuristas e escolha sua abordagem de combate para enfrentar a ocupação. Avaliação dos jogadores Steam: 81% positiva em 35.484 análises. Lançado em 26 de outubro de 2017.
Equipe
Menor preço registrado em 36 meses
US$ 4,392024-03-14 · GameBilletJogo base · mesmos registros do gráfico acima; histórico em USD, não o menor preço regional da Steam.Suporte a idiomas
| Idioma | Interface | Legendas | Áudio |
|---|---|---|---|
| Chinês simplificado | Sim | Sim | — |
| Chinês tradicional | Sim | Sim | — |
| Inglês | Sim | Sim | Sim |
Mostrar mais 7 idiomas
| Idioma | Interface | Legendas | Áudio |
|---|---|---|---|
| Francês | Sim | Sim | Sim |
| Italiano | Sim | Sim | Sim |
| Espanhol | Sim | Sim | Sim |
| Russo | Sim | Sim | Sim |
| Japonês | Sim | Sim | Sim |
| Polonês | Sim | Sim | — |
| Português (Brasil) | Sim | Sim | Sim |
Dados da versão Steam para PC · 2026-10-17
02Antes de comprar
Modo e controles
A versão Steam para PC oferece suporte completo a controles e está indicada como jogo para um jogador.
Idiomas
A interface está disponível em inglês, francês, alemão, italiano, japonês, polonês, português brasileiro, russo, espanhol, chinês simplificado e tradicional. Vários idiomas têm áudio completo; o chinês aparece com legendas.
03Perguntas frequentes
Qual é a história do jogo?
A história se passa em uma América dominada pelos nazistas em 1961. B. J. Blazkowicz retorna para reunir a resistência e combater a ocupação.
Como é o combate?
É um jogo de tiro em primeira pessoa com armas futuristas, armas aprimoráveis e possibilidade de empunhar duas ao mesmo tempo.
Dá para jogar sozinho?
A versão Steam para PC está indicada como jogo para um jogador.
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Análises populares da Steam
Seleção no idioma original · 10 análisesAs análises úteis selecionadas neste idioma incluem recomendações e críticas. Esta seleção não representa a avaliação positiva geral; as opiniões se referem à versão analisada.
Eu sinceramente achei este o melhor Wolfenstein da saga até agora, mas também o de pior otimização. Tive bastante dificuldade pra jogar no começo, e só consegui diminuindo tudo quanto é opção gráfica, e embora o jogo tenha continuado bonito ainda assim em alguns momentos apresentou travamento ou lentidão, e isso atrapalhou um pouco prqê não era pra acontecer, afinal nunca tive problemas nem com jogos mais recentes como Metro Exodus, mas neste aqui deu um trabalhinho pra “rodar liso”. Fora isso o jogo é sensacional, muito bom mesmo, já começa com a cena inusitada de matar nazistas em uma cadeira de rodas e estende a aventura em proporções inimagináveis, criando toda uma campanha divertida e qe não enjoa nem se torna repetitiva em momento algum... afinal vcê acaba enfrentando vários tipos diferentes de soldados nazistas utilizando armas com opções de upgrade e de dupla empunhadura bem como novos tipos de armas pesadas com efeitos bonitos de se ver (tem uma qe atira raios láser derretendo tudo pelo caminho, uma qe transforma em cinzas inimigos atingidos e até msmo uma qe cria explosões enormes num estilo futurista) e sempre com uma grande variação de cenário, um mais lindo e deslumbrante qe o outro!! Além das cidades remodeladas e dominadas por nazistas (e recheadas de detalhes e decorações qe incorporam toda essa nova realidade de maneira profunda, como suásticas, pinturas e mobílias de época) há também mapas exóticos como uma parte devastada do território americano, com prédios e ruas arruinadas e radiação por todos os lados, lembrando até um pouco do Metro 2033 em alguns momentos; uma base espacial nazista em Vênus, com um visual único e cm a necessidade de sempre resfriar a armadura devido ao calor intenso do planeta e até mesmo um lugar ultra secreto do Reich qe foi nomeado de Área 52. O enredo e desenvolvimento da trama também tiveram uma melhora significativa, contando mais do passado do protagonista e trazendo momentos de deixar o queixo caído, coisa qe vcê pensava ser impossível de acontecer traz um drama a mais e mostra qe por mais qe o jogo seja de muita ação, ainda consegue surpreender com um enredo bem construído (mesmo qe às vezes forçado como já era de se esperar levando em consideração os jogos anteriores). Após finalizar o jogo principal (qe possui cerca de 10 hs de duração) ainda há missões extras de caçar líderes nazistas (são curtinhas e basicamente te fazem atravessar mapas já explorados durante a campanha, só qe ainda mais lotados de inimigos) e as DLCs (com histórias de três personagens novos diferentes) qe por sua vez são divertidinhas, mas não espere nada espetacular, como elas agregam apenas cerca de 5 horas a mais ao jogo e nove fases novas, três de cada personagem, sendo uma com foco maior na ação e tiroteio, uma mais voltada para o stealth e furtividade e a última sendo uma mistura das duas coisas. Enfim, por mais qe eu tenha adorado o jogo eu só recomendo em uma boa promoção o pacote completo, afinal ainda continua caro um jogo tão curto e tão mal otimizado... só compre se realmente gostar bastante da saga, do contrário sugiro esperar até qe o preço abaixe ainda mais, ou se quiser arriscar teste logo após a compra pra ter certeza de qe vai funcionar adequadamente na sua máquina, utilizando o recurso de reembolso caso seja necessário.Mostrar maisMostrar menos
Como algo superior em praticamente todos os aspectos consegue ser pior? Wolfenstein II pode ser descrito como uma evolução de uma franquia em praticamente todos os aspectos, porém, na minha humilde opinião nem chegou perto da experiência que os primeiros me proporcionaram, sim, os primeiros, incluindo The Old Blood. The New Colossus começa exatamente onde The New Order termina, ou seja, é extremamente recomendado que você jogue o primeiro game antes de se aventurar neste, entretanto, há uma pequena recapitulação para quem não quer ou não pode jogar o game anterior. A Machine Games (desenvolvedora) optou por aprimorar o que foi mostrado no primeiro jogo e a narrativa da franquia foi elevada a um novo patamar, agora Wolfenstein busca demonstrar a parte mais emocional de Blazkowicz e também tenta trabalhar melhor os personagens. Não sei dizer exatamente onde este jogo me deixou escapar, mas acho que foi na forte tentativa de focar na narrativa e no enredo. Fora isso, ainda existem certas questões relacionadas a jogabilidade... No geral é um jogo cativante em relação ao gameplay, com explosões, sub-chefões e inimigos, arsenal e sistema de habilidades aprimorados em relação aos primeiros games, mas há um grande ponto falho aqui na questão de como certos mapas, checkpoints (pontos de salvamento) e spawnpoints (pontos onde inimigos nascem) foram feitos, ou seja, a parte mais técnica de ações pré-programadas. O map design em si não é ruim, mas em comparação com o primeiro jogo é notável a falta de apreço, principalmente nas questões que citei acima. Só depois de jogar ambos os games em sequência para entender do que estou falando, mas resumindo... o primeiro jogo parece ter sido melhor desenhado, planejado e programado. — Você está mesmo reclamando do spawn de inimigos dos ''mapinhas''? — Sim, estou. Acredite em mim, passei mais de 60 horas em busca de finalizar o jogo na dificuldade mais difícil, vi muitos vídeos explicativos e tutoriais de speedrun, treinei dezenas (ou até centenas) de vezes nos cenários, enfim, essa reclamação não é tão absurda quanto parece, além disso, não sou só eu que estou reclamando, basta dar uma rápida olhada na área de análises da hub do jogo para se ter uma ideia da situação. Ainda não acredita? Tudo bem, experimente jogar o jogo na dificuldade mais alta e repita seus passos pelos mapas por 5, 10, ou 15 vezes, quando você morrer 15 vezes para inimigos que nasceram nas suas costas tudo ficará mais claro. É aquilo, não se trata de reclamar da dificuldade, mas sim do motivo pelo qual a dificuldade é determinada, eu adoro jogos difíceis e desafiadores, mas um game nem sempre precisa ser injusto para ser difícil... fazer um jogo difícil justo é muito mais difícil do que fazer um jogo difícil injusto. E se você ainda não entendeu do que eu estou falando, por favor permita-me exemplificar... The New Order e The Old Blood são jogos que oferecem a opção de se jogar furtivamente ou agindo como o Rambo de forma excepcional, The New Colossus também oferece essa opção, mas só se você estiver jogando no ''fácil do fácil''. Se você escolher jogar em dificuldades como ''Call me Terror-Billy!'', ''I am dearth incarnate!'' ou até mesmo ''Mein Leben'' (equivalente ao ''Ultra-Nightmare'' do DOOM) será praticamente impossível jogar sem ser detectado e alvejado por projéteis, sem falar da inteligência artificial do inimigos que te detecta de maneira bizarra mesmo em dificuldades mais ''baixas''. O jogo peca por sem mal planejado, é isso. Ignorando completamente o fator história das franquias DOOM e Wolfenstein, falando exclusivamente dos dois últimos jogos de cada... colocando na mesa eu diria que Wolfenstein II tentou ser um DOOM focado em narrativa, mas não funcionou. Ele tenta ser uma coisa e não consegue, tenta ser a outra, mas também não consegue, tenta ser as duas e misturar o melhor de cada uma e não consegue ser uma, nem outra... este foi dos motivos do jogo não ter me agradado tanto quanto os primeiros. Depois das minhas quase 100 horas jogando os três games cheguei a conclusão que a Machine Games simplesmente não sabe fazer jogos para PC. Sério, nos 3 jogos jogos da franquia feitos por eles tive os mesmos problemas por mais vezes do que consigo me lembrar... a maioria deles são coisas essenciais em um jogo de computador, mesmo o mais básico não funciona direito. São crashes, bugs gráficos, travamentos, enfim, uma chuva de problemas que impactaram diretamente na minha experiência com os jogos. Felizmente, o último título foi lançado com uma otimização excelente, o fato de usar o motor id Tech 6 faz com que ele se saia de modo bem superior ao The New Order e The Old Blood, na verdade, nem há como comparar. Os primeiros games são um mar de problemas de desempenho e bugs, aqui só os bugs estão presentes. Diferente dos outros jogos, este aqui possui uma trilha sonora estupenda (não sei se há outra palavra para descrevê-la) também composta pelo - eu até o chamaria de um deus, mas o cara já é algo além disso faz tempo - Mick Gordon! Não sei dizer exatamente qual foi o diferencial, mas pra mim ela se encaixou bem melhor do que as outras trilhas em seus respectivos jogos. Dê uma conferida aqui. DOOM saiu por R$229,90 mas tinha campanha, multiplayer, snapmap, coop, e posteriormente ainda foi adicionado o modo arcade... Wolfenstein II custa R$199,90 e tem só campanha relativamente curta e uns pequenos extras. A primeira vez que finalizei o jogo demorei cerca de 9 horas, depois disso foi só diminuindo, minha última run (speedrun) levou em torno de 3 horas. Paguei cerca de R$99,00 no jogo (com 50% de desconto e ainda sim mais de três vezes o valor que paguei nos outros dois jogos juntos) e acabei me arrependendo, mas como cada um é cada um e eu não pago as contas de ninguém... cabe somente a você decidir se vale a pena. Só um adendo... alguns diriam que o jogo foi afetado pela onda de feminismo que está se propagando por aí... Anya, por exemplo, em The New Order praticamente não atua violentamente, mas aqui... aqui ela basicamente se tornou uma máquina assassina de nazistas, assim como BJ. Conclusão: Wolfenstein 2 é um bom jogo e acredito que quem gostou do primeiro com certeza deveria jogar a sequência, o jogo evoluiu em muitos aspectos e regrediu em outros, normal. No final deve agradar quem busca por uma boa experiência de shooter em primeira pessoa, mas antes de jogá-lo você deveria jogar os primeiros. Pelo preço atual não o recomendo para ninguém, mas em uma promoção definitivamente vale a pena, o valor e o desconto vai de cada um. Infelizmente em nosso sistema de análises não há a opção ''neutro'', somente por isso eu escolhi a opção ''não recomendado''. Críticas e sugestões são sempre bem-vindas, só peço que, por favor, seja educado(a) nos comentários e não poste spoilers sem usar a tag spoiler. Análise fortalecida através do Curador do grupo Magnaway. Apoie-nos seguindo nosso Curador para futuras análises.Mostrar maisMostrar menos
Wolfenstein II é uma clara evolução ao The New Order e uma sequência direta. A engine de DOOM caiu e bem para este jogo: gráficos bonitos, leves e jogabilidade prazerosa. O lado old school está presente com armas insanas e jogo rápido. Tiro, porrada e bomba. Ocasionalmente você poderá preferir ir num modo mais stealth que é igualmente bom e gostoso de ser jogado. O resto se resume ao que The New Order foi em 2014 só que melhor. Há outras evoluções em The New Colossus que fica bem evidente: as cinematics estão bem presentes e, de certo modo, frequentes. E muito bem feitas, carregadas de emoções, humor, ação. Isto ajuda a criar um clima para o jogo, fazendo dele ainda mais divertido e cativante. Cada personagem secundário tem sua personalidade e as conversas são ricas em detalhes. Vale e muito ficar a espreita só escutando o que dizem e, eventualmente, rir com algumas situações. Wolfenstein II tenta trazer um conceito um pouco além de FPS corredor como foi o jogo anterior e, inevitavelmente comparando, DOOM. Em diversos momentos você tem a opção de missões paralelas que estão ligadas ao contexto principal do jogo mas que não são carregadas de cuidado e carinho. Isso soa bacana, mas perde-se o foco talvez pelo o que o jogo principal apresenta e o que tais missões deixam em aberto. O level design é clássico e uma coisa interessante na série Wolfenstein é a sensação claustrofóbica que aqueles corredores passam. É tenso, perturbador. Quando se tem áreas 'normais' como New Orleans o jogo se transforma e mostra, ali, o mundo na hipotética reviravolta global. Sua história deixa uma brecha para uma sequência direta e quem sabe um fim. Deixa um gosto de quero mais, bem mais. Fato que o jogo me pareceu um pouco mais curto que o anterior mas com uma roteirização muito boa e nada enjoativa. O ponto negativo fica na versão nacional: a péssima e dispensável dublagem sem ligação com os personagens, com emoções erradas ou a ausência de. Uma pena o jogo não te deixar jogar com legendas PT-BR e áudio em inglês/original. Acho que só a voz da Engel foi a mais aceitável em termos gerais.Mostrar maisMostrar menos
Imaginei Bem melhor... Contras: - Muita cinematic pra pouco gameplay ; - Sistema de mapa ruim de se localizar; - Cenários pequenos e alguns você trava em alguns cantos ou em paredes invisíveis; - Poucas armas e não muito criativas; - Não deixa marcas de balas nos inimigos apenas sangue; - Armazena Pouquíssimas marcas de balas nas paredes;(Até golden eye de mais de 10 anos atras acho que armazenava mais); - Você ataca com o Machado em algum objeto e a marca que fica é de bala ¬¬ - Sistema de desmembramento de inimigos Bem fraco; - Pouca diversidade de inimigos; - Cenário Pouco destrutivo; Prós: Para mim , só se salva os modelos,.. texturas, e a história, com suas cinematics e mesmo estes Podiam ser Melhores. Além de quê até onde entendo, ou no meu gosto particular ppelo menos se gosta de game pra Jogar e não pra Assistir. A aguinha é até bonita ; Conclusão: Para um jogo de R$ 199,00 Achei BEMmmmm Fraco, até Doom que não tinha la essas coisas ainda assim só com o seu mata-mata Gostei bem mais doque este Wolf, e Doom está Bem mais barato; Não finalizei ainda, e não estou com vontade de finalizar, e Não compraria denovo se soubesse que ia ser isto.Mostrar maisMostrar menos
Kill nazis, there is something better than this?Mostrar maisMostrar menos
jogo seria perfeito se nao CONGELASSE A TELA ultimo driver da nvidia, windows atualizado, 1080TI eu quero saber o resto da historia (que é MUITO BOA), mas o game nao deixa...e agora esta tarde para desistir. PELO AMOR DE DEUS CONSERTEM ISSOMostrar maisMostrar menos
Quando fui ver as análises negativas, vi uma galera criticando o jogo porque ele segue uma agenda “woke”. Sério isso? Agenda “woke”? Esses são os jogadores, senhoras e senhores. Cheios de referências da cultura americana, mas com pouca leitura e pouco conhecimento histórico. Muitos ainda flertam com ideias bem questionáveis e mal sabem que os soviéticos tiveram um papel decisivo na derrota da Alemanha nazista. Sim, os COMUNISTAS também foram fundamentais para a derrota do nazismo, algo que muitos “conservadores” brasileiros parecem ignorar. Infelizmente, grande parte dos jogadores é assim, influenciada pelo soft power americano, alienada por filmes e jogos e com pouca leitura. Enfim, o jogo é fantástico. Adoro os personagens e toda essa releitura de como seria o mundo caso os nazistas tivessem vencido a guerra. A engine id Tech é perfeita, fluida e linda, muito melhor do que a Unreal, por exemplo. Agora ela corre o risco de ser abandonada pela Microsoft. Destaque para a trilha sonora também, tem completa no spotify, combinou muito com a atmosfera do jogo. Resta torcer para que venha o terceiro jogo da franquia.Mostrar maisMostrar menos
Infelizmente a lacração chegou até aos jogos eletrônicos! A militância quer se infiltrar em todos os ramos mesmo, e de modo ardil, escolheram um dos jogos mais clássicos como o Wolfenstein. A história tenta emplacar a narrativa de que Nazistas teriam princípios conservadores, mas deixe eu explicar uma coisa pra garotada que ainda acredita no seu professorzinho looser de história: nazistas eram pagãos e mexiam com o exotérico. Eles executaram cerca de 3.000 padres. Nazistas tinham que negar a religião católica para se tornarem membros da SS. Isso não te contaram nesse jogo! O protagonista mata o próprio pai, que pende para o lado nazista e se diz cristão . Uma forma de tirar a humanidade do protagonista e ainda emplacar que nazistas seriam cristãos. Uma aberração! Além de tudo isso, o jogo é pesado, repetitivo e não traz nada de novo, se comparado às versões anteriores. Esse jogo é uma vergonha pra franquia! E o pior é que eu geralmente compro em promoções pra jogar depois, ou seja, não dá pra devolver! Recomendação: joguem só até o New Order e parem, para não se decepcionarem. To até com receio de tentar jogar o próximo jogo, que também já comprei há algum tempo. Só pela sinopse e imagens, deve ser uma lacrolândia feminista de dar nojo! A militância consegue destruir todas as grandes obras! Malditos sejam!!Mostrar maisMostrar menos
Você já assistiu ao filme Bastardos Inglórios? No longa, o tenente Aldo Raine, logo ao recrutar soldados para uma arriscada operação suícida, explica que o único objetivo da missão é “matar nazistas”. Em Wolfenstein 2: The New Colossus você vai fazer a mesmíssima coisa! E você o fará de variadas formas: estripando, atirando, queimando, desintegrando, socando, explodindo, etc, etc, etc. E sem querer parecer um pouco sádico, é muito gratificante eliminar nazistas no jogo. O título da MachineGames é uma poderosa obra que agrega muitos ingredientes saborosos: campanha single-player competente, visual vistoso, jogabilidade refinada e o mais importante: é muito, MUITO divertido. E não demora muito para você entrar no clima do jogo. Logo no início, você assume o controle de B.J. Blazkowicz, um norte-americano com descendência polonesa que acorda dentro de um submarino alemão, todo estrupiado. E mesmo em uma cadeira de rodas, o soldado dá início a um rebelião contra a tirania nazista. O game se passa em uma realidade alternativa, onde o Terceiro Reich venceu a Segunda Guerra Mundial, empregando uma espécie de “Nova Ordem Mundial” contra os derrotados. O Todo Poderoso Tio Sam se encontra de joelhos, invadido e com poucas perspectivas de ser a “Terra das Oportunidades”. Mas ainda há esperanças. Blazkowicz é uma verdadeira máquina de guerra. E vai, passo a passo, recrutando simpatizantes – mesmo aqueles que tem uma visão ideológica mais divergente – em prol de uma única causa: tornar a América Livre Novamente. A narrativa em si, na verdade, não é das mais elaboradas, a profundidade acaba ficando em segundo plano em comparação ao voraz gameplay, mas é bem cadenciada, com momentos que lembram um pouco os filmes de John Woo, com câmera lenta, explosões esplêndidas e cenas de corte impactantes. O jogo até se arrisca a abordar temas mais espinhosos como racismo, supremacistas brancos (KKK – não, isso não foi uma risada histérica), abuso psicológico e físico, principalmente nos momentos onde temos contato com o passado tenebroso de B.J., quando este ainda era um garotinho. Mas não vai muito mais fundo, mesmo que conte com cenas chocantes. Mas acerta em motivar os jogadores a continuarem com seus ideais revolucionários, muito em virtude da vilã General Engel, uma maníaca desprezível, e do pai de BJ, que não é exatamente um inimigo, mas desperta sentimentos de vingança bastante intensos. Ambos são muito bem construídos e cumprem o papel de motivar a luta por dias melhores. Blazkowicz ainda é um cara introspectivo – assim como em The New Order -, com conversas solitárias, alguns ranços do passado e até dúvidas em relação ao seu papel como pai, marido e companheiro. No geral, é narrativa bem cadenciada com conexões intrigantes. Entretanto, por vezes, a ação é interrompida por momentos mais monótonos, onde você deve explorar um pouco do submarino – utilizado no jogo como uma espécie de base de operações – em missões um pouco sem graça. O jogo tentar atribuir importância a algumas situações que não precisavam de tantos holofotes. Mas os exploradores vão gostar de realizar quest secundárias como alimentar um porco, praticar a mira no estande de tiro, conversar com os demais tripulantes. Ajuda na imersão, conhecendo um pouquinho das motivações de cada um, já que, conforme progresso, novas pessoas vão se juntando à causa. O bacana é que o jogo está localizado para nosso idioma, ao contrário de The New Order. Mesmo que a entonação, às vezes, deixe muito a desejar – em algumas cenas importantes faltou um pouco mais de interpretação das vozes – ela ficou boa. Outro ponto a se considerar é uma reprodução baixa e sobreposta. Ocasionalmente, o som ambiente fica mais alto que as vozes, o que dificulta muito o entendimento. Faltou um pouco de revisão da publisher nestes pontos. A exploração também é uma maneira de contemplar o belíssimo visual do jogo. As texturas, um pouco sombrias, são muito bonitas, os cenários, apesar de serem em proposta bastante linear, são amplos na maior parte do tempo, com muitas salas e corredores. O que não favorece tanta a busca por locais de interesse ou mesmo passagens mais escondidas é o sistema de orientação. Por vezes, você pode se perder e ficar andando um pouco em círculos, até encontrar o local certo. Destaque, claro, para a sanguinolência e gore. Explodir os inimigos proporciona momentos muito singulares, com vísceras sendo lançadas para todos os lados. Você até enxerga os detalhes nas armas empunhadas pelo personagem. Os efeitos de iluminação impressionam. The New Colossus é um jogo bem bonito. E bem, estamos falando de um jogo da Bethesda. Bugs de cenários – ficar preso em alguns lugares – e queda de desempenho acontecem, principalmente em momentos com muitas coisas acontecendo ao mesmo tempo. Não incomoda e não atrapalha na experiência, de toda maneira. Em meio as discussões, não tão inteligentes, entre experiências single-players e multiplayers, Wolfenstein 2 se voluntaria como um dos principais combatentes do gênero. Apesar de não ser uma espécie ‘bastião dos single-players’, o título é contundente em oferecer um experimentação exímia, com ótimas abordagens. Enredo e narrativa bem bacana de se acompanhar, uma jogabilidade refinadíssima, com momentos muito intensos e até missões extras após a conclusão – após o término, você pode se enveredar na caça de outros nazistas de alto escalão, mas será necessário decifrar alguns códigos antes – fazem deste um pacote muito completo. Mesmo que tenha cometido alguns pequenos deslizes, é fácil categorizar o game como um dos melhores de 2017 até o momento. Se você gosta de jogos FPS, com uma campanha com boa duração (15h na dificuldade normal), boas missões extras, este jogo é para você, com certeza. Nota:9.5Mostrar maisMostrar menos
New Colossus decepciona e não chega aos pés dos antecessores. a história tem momentos hilários de absurdos que são ótimos mas toda a parte "séria" do jogo é ruim e mal escrita (sem falar na lacração), faltou aproveitar mais da realidade alternativa. o jogo vale pelo CG de alta qualidade, e os cenários bem feitos (ainda que com mapas que achei confusos). menção honrosa pra Sigrun, a filha da general Engels. Foi sem dúvida a melhor NPC do jogo, ela me emocionou e me fez rir em diversos momentos, ao contrário dos demais que são esquecíveis.Mostrar maisMostrar menos
Fonte: análises originais de usuários da Steam. Votos de utilidade são um registro arquivado, não dados ao vivo. Última coleta: 15/08/2026.

