

Atomfall
Histórico de preços
Últimos 36 meses · atualizado todo diaOs preços cobrem a Steam e 39 lojas autorizadas; só entram ofertas regulares. O gráfico mostra os mínimos semanais do mercado e o preço oficial da Steam nos últimos 36 meses.



01Sobre Atomfall
Atomfall é um jogo de ação e sobrevivência ambientado em uma zona de quarentena fictícia no norte da Inglaterra, cinco anos após o desastre de Windscale. Explore vilas, cavernas, ruínas e bunkers nucleares, reúna suprimentos, fabrique itens, negocie e lute por uma paisagem marcada por cultos, misticismo e agências governamentais fora de controle. Conversas, investigações e escolhas conectam histórias entrelaçadas, enquanto a munição escassa torna cada tiroteio e confronto corpo a corpo uma decisão arriscada. A versão Steam para PC oferece jogo individual e suporte total a controles. A interface oferece suporte a Chinês simplificado, Chinês tradicional, Inglês, Francês, Italiano, Alemão, Espanhol, Coreano, Polonês, Português (Brasil), Russo e Japonês. Atomfall foi lançado em 27 de março de 2025. 76%% das 4.597 avaliações da Steam são positivas.
Equipe
Menor registro em 36 meses
US$ 15,242026-10-02 · FanaticalJogo base · mesmos registros do gráfico acima; histórico em USD, não menor preço regional da Steam.Suporte a idiomas
| Idioma | Interface | Legendas | Áudio |
|---|---|---|---|
| Chinês simplificado | Sim | Sim | — |
| Chinês tradicional | Sim | Sim | — |
| Inglês | Sim | Sim | Sim |
Mostrar mais 9 idiomas
| Idioma | Interface | Legendas | Áudio |
|---|---|---|---|
| Francês | Sim | Sim | — |
| Italiano | Sim | Sim | — |
| Alemão | Sim | Sim | — |
| Espanhol | Sim | Sim | — |
| Coreano | Sim | Sim | — |
| Polonês | Sim | Sim | — |
| Português (Brasil) | Sim | Sim | — |
| Russo | Sim | Sim | — |
| Japonês | Sim | Sim | — |
Dados da edição Steam para PC · 2026-10-15
02Antes de comprar
Modos e controles
A versão Steam para PC é para um jogador e oferece suporte total a controles. O ciclo combina exploração, coleta, criação, comércio e combate.
Idioma e áudio
O inglês tem dublagem completa. A interface e as legendas também oferecem outros idiomas, incluindo chinês simplificado e tradicional.
03Perguntas frequentes
Onde Atomfall se passa?
A história se passa cinco anos após o desastre nuclear de Windscale, em uma zona de quarentena fictícia no norte da Inglaterra.
O que se faz no jogo?
Você explora, investiga, conversa, coleta suprimentos, cria itens e luta com armas de fogo e ataques corpo a corpo.
Como funciona o combate?
Armas e munição são escassas. A frequência cardíaca afeta a estabilidade da mira e a energia para ataques corpo a corpo.
Últimas notícias sobre Atomfall
Avaliações populares da Steam
Seleção no idioma nativo · 10 avaliaçõesAs avaliações úteis selecionadas neste idioma mostram recomendações e críticas. Esta seleção não representa a avaliação positiva geral; as opiniões refletem a versão avaliada.
OK, vamos falar de Atomfall. Primeiro, Não, Atomfall não é fallout na Inglaterra. Longe disso. Não é um RPG. É um shooter com aspectos de sobrevivência. Ele se enquandra próximo de metrô e apresenta alguns aspectos de um Immersive Sim (Não chega perto de ser um bioshock ou um Prey, mas o jogo te oferece muitas possibilidades para alcançar seus objetivos). O jogo se aproxima de um Piquenique na Estrada (Stalker) ou até mesmo um encased, em que você está em uma zona quarentanada e incomunicável, longe de ser um fallout. E seu personagem embarca nessa aventura que ele precisa ou sair da zona e entender o que está acontecendo ou morrer. O jogo pesa muito no survival e organização de materiais e recursos, por isso, muita exploração é recompensado. Alias, exploração é o centro do jogo porque você precisa entender pra onde tem que ir, porquê, ... E isso foi um dos aspectos que eu curti muito do jogo. O jogo não tem um sistema de Quests nem de Quest marks com objetivos que é só seguir. Tudo que você for coletando ou aprendendo, seu personagem irá escrever e guardar. Uma vez com as pistas definidas e ou resolvidas, você deve decidir o que fazer. Iso foi um aspecto interessante do game. Por isso muita leitura e juntar os pontos te levam ao sucesso. Você é basicamente um investigador. (Olha, pra falar verdade é tudo super tranquilo não muito profundo mas vc se sente o XEROQUE HOLMES) O melhor de tudo é que o jogo te oferece muita liberdade. MUITA LIBERDADE para concluir seus objetivos como você quiser e isso é excelente. Algumas coisas o jogo pode indicar como possibilidade, outras você vai fazer e descobrir que é possível e foi pensando pelos devs. Aspectos que gostei: Ambientação, personagens (a maioria deles não tem muita profundidade e ao mesmo tempo o jogo não parece se preocupar com isso), o estilo da tecnologia futurista da segunda guerra mundial e tudo por trás do mundo que surgiu após o acidente principal do jogo, liberdade e sistema de objetivos. Aspectos que não gostei tanto: Sistema Stealth (é meio estranho, inimigos ou te detectam de muito longe ou são super lerdos, eu estava acostumado com metro que o sistema é literalmente vc está na luz ou não, entao...) não esperem muito do sistema. O combate pode demorar no início, mas quanto mais você melhora as armas e os seus talentos o jogo fica mais recompensador, mas pode ser chato no início, IA dos inimigos também é esquisita e inconstante, alguns inimigos te perseguem, outros ficam parados te olhando ... E é isso, Eu curti muito pois é um jogo que tem a cara própria, fiquei muito contente com o trabalho da Rebellion.Mostrar maisMostrar menos
O jogo é medíocre, o final é um lixo, mas eu até que gostei da experiência... Pois é. Primeiramente acho que é útil esclarecer o que esse jogo não é: >Ele não é um bom jogo de sobrevivência >Não é bom como RPG >Não é um jogo com boas mecânicas de combate, como já disseram, muito embora o combate a distância dê pro gasto... Ainda sim, não recomendaria como um jogo de FPS. >Não é um "Fallout Britânico", "Bioshock na floresta" ou qualquer outro rótulo que botam por aí. Ele é um "immersive sim", chamem como quiser, mas é um jogo numa pegada similar a Prey (2017), se Prey tivesse pouco orçamento, uma skiltree inútil, sistema de craft genérico e NPCs ainda mais burros, broxantes e sem carisma do que já são. E aí você deve estar se perguntando, o que kacetaralhos esse jogo tem de bom então? Resumindo: >Te dá liberdade pra seguir as missões e confiar nos personagens que preferir, bem como trair e matar qualquer personagem sem impossibilitar o andamento do jogo (nisso me lembrou muito Prey). >Ao contrário do que foi dito em outros comentários, o jogo tem 5 áreas, vastas o suficiente pra perder um bom tempo em cada uma. Você vai perder mais tempo ainda se é fissurado em explorar cada canto do mapa que nem um maluco, (meu caso). Dá pra perder mais de 30h tranquilamente, mas se você for seguir uma rota só você deve conseguir zerar sem nem acessar todos os mapas, por isso falam nele ser curto. >Seguindo o fio do último ponto, o jogo não te pega na mão em relação aonde você tem que ir, não te mostra rotas automáticamente no mapa, nem te fala a ordem como você tem que fazer as coisas. Mas ele te dá todas as ferramentas pra você ir analisando as pistas e se guiar, e aí você age como preferir. Isso pode ser bom pra uns, ruim pra outros, mas pessoalmente foi uma das coisas que mais gostei no jogo, pela forma como foi implementado. E tudo isso meio que fica em segundo plano graças ao final totalmente anticlimático e broxante. O jogo te dá algumas respostas sobre o que você tá enfrentando no endgame, mas você acaba sem resolver os mistérios mais interessantes da narrativa. TLDR: dá pra se divertir, mas o final é decepcionante independentemente da rota, vale só numa promo se você é um masoquista com toc muito paciente que gosta de bancar o Sherlock Holmes. Do contrário, dos games nesse pegada Prey é infinitamente mais interessante.Mostrar maisMostrar menos
Que jogo, simples e bonito. Com grande foco na exploração, coleta e investigação. Se não curte isso, nem compra... Agora se assim com eu você gosta de jogos com uma temática, Retro/futurista.... Sobrevivência com muito craft e muita loucura esse jogo é pra você! Fui jogado no mundo e é isso; vai la se vira e como é bom o jogo não pegar na sua mão! Você pode seguir praticamente para onde quiser sem ter um monte de pontos na tela para seguir. Um game com orçamento menor, tenha isso em mente. Cumpre o que promete que é divertir! Vale muito a pena!Mostrar maisMostrar menos
finalizei o game na ultima dificuldade, porem, achei muito rápido a historia, se resume em pegar uns reator pra ligar uma maquina e destruir uma pedra ou não, vc decide (sim o jogo é só isso mesmo), tem algumas side quest, porem me deram sono, tem o lance de não marcar as missões que achei até diferente e legal (vc precisa coletar pistas e entender o que tem que fazer, se não o jogo não progride), e sim o jogo só tem 3 mapas, tem load pra caramba (tu entra em um barzinho tem load), o gráfico é bonito, a ambientação também, mas infelizmente é só isso, personagens zero carisma (terminei o jogo e não lembro de nenhum), protagonista é mudo, sinceramente acho que o jogo é um genérico com qualidade, mas não deixa de ser genérico, vale seus 70 pila de boas, da pra curtir e se divertir bastante em um final de semana (da pra zerar em 18h sem rushar e lendo tudo), mas não espera que vai ser algo que WOOOW que historia foda, porque não é, é genérica pra cacete, só minha opinião, espera uma promo se está em duvida !!Mostrar maisMostrar menos
Atomfall. Liberdade não é uma mecânica, é uma responsabilidade “Alguns jogos te dão objetivo, outros te dão um mundo e perguntam, o que você vai fazer com ele?” 1. Um novo immersive sim em um mundo que esqueceu como confiar no jogador Existe algo quase estranho e ao mesmo tempo revigorante, em jogar Atomfall hoje, ele não tenta te agradar o tempo todo., ele não te explica, ele não te conduz, ele não te protege de decisões ruins e é exatamente por isso que ele funciona tão bem, durante anos, o gênero immersive sim foi sendo deixado de lado, como se fosse complexo demais, exigente demais, Atomfall resgata essa filosofia sem pedir desculpas, ele assume que você vai observar, testar, errar e aprender por conta própria, isso cria uma sensação rara, você não está seguindo uma experiência cuidadosamente guiada, você está interferindo em um sistema vivo e isso muda tudo, você não está jogando uma história, você está criando uma. “Atomfall não quer que você vença, ele quer ver quem você decide ser.” 2. Premissa, um mundo contaminado por algo que ninguém entende completamente A base narrativa de Atomfall parte de uma ideia simples, mas profundamente inquietante, algo aconteceu, e ninguém consegue explicar direito o quê, o jogo se passa em uma região isolada, marcada por um desastre que mistura ciência, falha humana e algo que parece escapar completamente da lógica, não é um apocalipse tradicional, não há uma explicação clara logo de início, nem uma ameaça facilmente identificável, o que existe é um mundo que claramente foi interrompido, mas não finalizado, você entra nesse cenário como alguém que não tem todas as respostas, e talvez nunca tenha. Facções existem, pessoas tentam sobreviver, algumas tentam entender, outras só querem manter controle, mas ninguém parece ter o quadro completo e isso é essencial. 3. O conteúdo base, um mundo que existe independente de você O conteúdo base de Atomfall já funciona como um manifesto silencioso de design, o mundo não gira em torno de você, ele não espera sua chegada, não organiza seus conflitos para te entreter e não entrega respostas de forma conveniente, você entra em algo que já está acontecendo e precisa correr atrás para entender, a narrativa não é entregue, ela é descoberta, você aprende escutando conversas, interpretando ambientes, conectando eventos que o jogo nunca organiza explicitamente, não existe uma “linha principal” clara, apenas múltiplas tensões coexistindo e isso transforma completamente a progressão, você deixa de perguntar “qual é o próximo objetivo?” e começa a perguntar “o que está acontecendo aqui?”, esse tipo de construção ecoa jogos como System Shock e Prey, mas com uma abordagem ainda mais silenciosa e desconfortável. “Você não progride em Atomfall avançando, você progride entendendo.” 4. Liberdade real, quando o jogo aceita qualquer resposta, inclusive as erradas Em Atomfall, liberdade não é escolher entre duas opções claras, é nem saber que essas opções existem até encontrá-las, você pode ignorar objetivos, resolver conflitos sem combate, eliminar personagens importantes ou simplesmente falhar em entender situações e o jogo continua. Ele não te corrige, ele não reorganiza o mundo para te acomodar, ele incorpora suas ações como parte da realidade Essa é a diferença fundamental, você não está explorando possibilidades pré-definidas, você está gerando consequências reais, isso aproxima Atomfall de clássicos como Deus Ex e Dishonored, mas com uma identidade própria, menos fantasia de poder e mais sobrevivência improvisada, você não domina o sistema, você se adapta a ele. “Liberdade não é ter opções claras, é saber que qualquer escolha vai deixar marcas.” 5. Red Strain, quando uma missão vira um experimento de jogador A DLC Red Strain é onde Atomfall escancara sua filosofia, a missão envolvendo o cérebro do Dr. Galow não é um puzzle com solução correta, mas uma situação aberta que reage à sua abordagem, você pode forçar a entrada, assumindo o risco de um confronto direto e resolvendo tudo pela força, pode investigar profundamente e descobrir o Mentation Module, transformando a missão em um exercício de curiosidade e interpretação ouu pode invadir utilizando o MK2, quase “quebrando” o sistema com uma abordagem mais técnica, o mais importante não é a variedade, é o silêncio do jogo diante disso tudo. Ele não destaca a melhor opção, ele não sugere um caminho ideal, ele simplesmente observa É isso cria algo raro: cada jogador não apenas joga diferente, ele vive uma versão diferente da narrativa. 6. A ilha do solstício, quando o isolamento vira mecânica Se Red Strain é sobre sistemas e escolhas, a DLC da ilha do solstício é sobre sensação, ela pega tudo que o jogo base constrói e condensa em uma experiência mais isolada, mais silenciosa, mais incerta, a ilha não amplia o jogo, ela o intensifica, com menos recursos, menos orientação e um ambiente mais fechado, o jogador passa a sentir ainda mais o peso das próprias decisões. Cada escolha parece mais definitiva, cada erro mais difícil de corrigir, existe também uma quebra mais evidente da lógica do mundo, as coisas parecem menos explicáveis, mais ambíguas, quase como se a realidade estivesse falhando em manter coerência. Isso não gera espetáculo, gera desconforto Isso reforça a identidade do jogo, Atomfall não depende de escala, ele depende de tensão silenciosa. “O isolamento da ilha não te afasta do mundo, ele te força a encarar ele sozinho.” 7. Inspirações e estética, quando o passado vira linguagem Atomfall claramente carrega influências de BioShock e S.T.A.L.K.E.R.: Shadow of Chernobyl, mas ele não se limita a replicar essas ideias, ele entende o que tornava esses jogos especiais, sistemas interconectados, múltiplas soluções e narrativa ambiental, mas sua estética segue um caminho próprio, nada aqui é grandioso ou espetacular, o mundo é rural, decadente, silencioso, ambientes parecem abandonados não por catástrofe explosiva, mas por desgaste, por esquecimento e isso cria uma tensão única, você não tem medo do que aparece, você tem medo do que não é explicado, essa escolha estética reforça toda a experiência, você está sozinho, você não entende tudo e talvez nunca entenda “O mundo de Atomfall não quer ser bonito, ele quer ser inquietante.” 8. Jogabilidade como linguagem, improvisar é sobreviver O gameplay de Atomfall não é sobre executar estratégias perfeitas, mas sobre improvisar constantemente, recursos são limitados, informações são incompletas, situações raramente são previsíveis, cada encontro se torna um pequeno problema a ser resolvido, não com habilidade pura, mas com adaptação, você não joga no automático, você pensa o tempo todo e isso conecta todos os pilares do jogo, liberdade, exploração, narrativa, combate, tudo segue a mesma lógica, o jogo te dá ferramentas, mas nunca respostas. 9. Conclusão Atomfall não é um jogo confortável, e isso é parte essencial da sua força, ele exige atenção, paciência e disposição para falhar sem garantias de correção, em troca, ele oferece algo cada vez mais raro, a sensação de autoria, você não sente que completou uma campanha, você sente que viveu uma sequência única de decisões, num mercado cheio de experiências guiadas, Atomfall é quase um choque de filosofia, ele não quer te impressionar com espetáculo, ele quer algo mais difícil, te fazer pensar, decidir e assumir as consequências. “Alguns jogos contam histórias, Atomfall deixa você criá-las e viver com elas.”Mostrar maisMostrar menos
ATUALIZAÇÃO (03 dias antes do lançamento) O jogo é horrível, a pior mecânica de dano que já vi na vida. Muito mal feito, é totalmente diferente do trailer e você vai passar muita raiva com coisas básicas como saque de armas, velocidade de disparo, mochila e itens. Terá que perder muito tempo entre o mercado e com monstros fáceis (o difícil é ter que usar a mecânica do jogo). É sério, vai jogar dinheiro fora, não faça isso. É incrível como um jogo pode ser tão legal no trailer, mas uma completa bosta jogando na realidade. Já pedi reembolso, espero que a Steam o faça. 29/03/25 Para as pessoas que estão chorando sobre minha análise, uma melhor avaliação. História 10/10 Gráfico 10/10 Puzzle System 06/10 Jogabilidade 00/10 Mecânica de jogo 00/10 Fast Travel 00/10 Dano 00/10 Progressão de jogo (confusa) 00/10 Exploração 08/10 Final de Game 09/10 (estilo Half Life) Não recomendo a compra, principalmente pelo valor absurdo e pelo que foi entregue. Recomendação de jogo (bem melhor e mais barato) https://store.steampowered.com/app/362890/Black_Mesa/ 02/04/2025 Aparentemente ninguém tá falando da quantidade de bugs no jogo. Estou tentando zerar nas 06 formas possíveis e esse foram os bugs (que deixam o jogo mais merda do que já é): 1- Munição sumindo, principalmente recarregando as armas (tá destruindo o jogo tendo em vista os recursos bem limitados); 2- Tiros varando pedras, paredes, árvores; 3- Pulos com danos absurdos em queda muito pequenas; 4- granadas com direção torta ou mal guiadas pelo ícone branco; 5- Entrada e saída de bunker onde o inimigo já te espera lá, principalmente robôs, o que me fez perder um save inteiro por conta disso, não consegui voltar a estaca antes dessa emboscada acontecer. 6- Falta de stealth no jogo, é ridículo como você consegue chegar perto de qualquer inimigo (que teria percebido facilmente), mas no momento que você mata ele, todos os demais já sabem onde você está; 7- A facilidade com que inimigos atiram em você atrás de arbustos ou vegetação, sendo que você nem sabe onde se encontram, deixando o jogo impossível nessa questão, principalmente robôs. (os inimigos são muito fáceis, o que deixa o jogo difícil são os bugs e a falta de noção na elaboração do jogo, como o stealth, por exemplo, onde é muito fácil, mas ineficaz, o jogo perde a graça e o sentido).; 8- Deslizamentos de níveis, se você descer da pedra pode ocorrer um bug de ficar preso no local, voltando ao jogo apenas com saves antigos; Enfim, a Steam não quis devolver meu dinheiro, paguei 188 reais nessa porcaria, o jogo nem considero como pronto, o mapa é risivelmente pequeno e a perda de tempo entre ir para um mapa pegar um item somente para voltar para outro mapa é absurdo de patético, sem graça e sem noção, você perde horas andando e zero diversão. Eu cai no golpe do trailer e me ferrei, esse jogo não vale mais que 60 reais, acima disso, não joguem seu dinheiro fora.Mostrar maisMostrar menos
Sempre quis um jogo de mundo aberto que não me forçasse objetivos e ter que seguir as missões o tempo todo. Dito isto, a exploração é ótima mas estou jogando no médio e a desgraça do jogo manda um "se vire" na hora de buscar e encontrar os objetivos, você realmente precisa ler para avançar na maioria missões. O combate está mediano porque você começa com umas armas enferrujadas então elas dão menos dano mas a medida que você vai explorando e achando ou comprando novas habilidades passivas vai ficando menos caótico. É isso, se você curtiu Far Cry mas nunca teve paciência para os Fallouts, então recomendo bastante Atomfall.Mostrar maisMostrar menos
Este jogo so tem grafico e um pouco de historia, a IA dos npc sao horriveis sem falar na jogabilidade que e pessima, de graca ta caro aindaMostrar maisMostrar menos
O jogo tá otimo, não é um.jogo pra qualquer um, é um jogo pra quem gosta de exploração e investigação, te deixa livre, o sistema de comércio achei muito bom, vc troca itens com os mercadores,quem tá reclamando quer um jogo de mão beijada.Mostrar maisMostrar menos
Um jogo meio sem alma. Atomfall é um jogo muito genérico em todos os seus temas, é genérico nas motivações dos personagens, é genérico no combate, nas armas, em tudo. Parece um jogo feito por comitê, sabe? Outros jogos com menos investimentos fizeram algo parecido com mais personalidade e os jogos são mais interessantes, como por exemplo o Chernobylite, que não é uma obra prima, mas tá BEM distante desse aqui. É um jogo que não vai te fazer sentir nada enquanto joga ele, o que é um feito mt impressionante hahahaMostrar maisMostrar menos
Fonte: avaliações originais de usuários da Steam. Votos úteis são um registro arquivado, não dados ao vivo. Última coleta: 15/08/2026.

